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segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Stryper – 7 Weeks: Live In America, 2003 [2004]


Apesar da postura religiosa aparente do Stryper, sua qualidade musical jamais foi afetada. O som envolvente do grupo, com instrumental bem trabalhado e vocalizações acima da média, fez com que seus discos vendessem muito bem na década de 1980. A competência também se aplica, desde sempre, às performances ao vivo – e o registro dessa postagem comprova isso.

“7 Weeks: Live In America, 2003” foi gravado durante a turnê de reunião do Stryper, em 2003, após 12 anos de separação. Os integrantes já haviam se reunido em 2000, numa espécie de “Stryper Expo”, todavia para apenas um concerto. O live compila algumas das 36 apresentações que o quarteto fez ao longo dessa excursão, especialmente norte-americana – com exceção da data de encerramento, realizada em San Juan, Porto Rico.

A consistência dos caras chega a ser absurda. Michael Sweet é um dos melhores vocalistas do Hard Rock, de longe, com uma potência incrível e grande habilidade nas seis cordas. Oz Fox completa muito bem a dupla de guitarras. A cozinha de Tim Gaines e Robert Sweet é boa, com destaque para a notável inspiração deste ao longo do registro.

Funcionando como um verdadeiro greatest hits, “7 Weeks: Live In America, 2003” tem um repertório baseado nos maiores clássicos das “abelhas cristãs”. Desde as pauladas Caught In The Middle e To Hell With The Devil até as melosas Honestly e Free, só tem hit por aqui. Vale ressaltar, inclusive, as versões recauchutadas e mais pesadas de Sing Along Sing, Makes Me Wanna Sing e More Than A Man.

01. Sing Along Song
02. Makes Me Wanna Sing
03. Calling On You
04. Free
05. More Than A Man
06. Caught In The Middle
07. Reach Out
08. Loud N' Clear
09. The Way
10. Soldiers Under Command
11. To Hell With The Devil
12. Honestly
13. Winter Wonderland
14. Closing Prayer

Michael Sweet – vocal, guitarra
Oz Fox – guitarra, backing vocals
Tim Gaines – baixo, backing vocals
Robert Sweet – bateria

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by Silver

sábado, 19 de março de 2011

Jeff Buckley – Grace [1994]



Feeling. Essa é a palavra que, para mim, define Jeff Buckley. Um músico que enfrentou de peito aberto os modismos musicais de sua época e mostrou que, empunhando uma telecaster, pode-se ganhar o mundo.

Jeffrey Scott Buckley nasceu em 1966 em Anaheim, California. Começou como guitarrista freelancer e chegou a tocar nas ruas de Manhattan. Foi descoberto no início dos anos 90 e contratado pela Columbia Records, com quem gravaria o seu único disco de estúdio: Grace.

O interessante do disco é que, apesar de não ter guitarras distorcidas como foco principal, Grace não é um trabalho pop. Possui levadas de todos os tipos, do new wave do início dos anos 80, ao folk, ao blues, mostrando que a criatividade é imperativo categórico quando se trata de fazer música. Ouça a faixa Grace e tente não se envolver com a interpretação, cheia de dinâmicas alternadas e letra com forte apelo espiritual. Corpus Christi Carol, outra música do disco, é gospel! Aliás, o gospel parece ser a influência principal desse grande músico.



O ponto alto do disco foi o cover de Leonard Cohen, Hallellujah, tocada somente com a sua guitarra e dando show nas vocalizações. Atingiu postumamente o numero um das paradas americanas. A música Corpus Christi Carol é uma música tradicional que foi baseada na versão de Janet Baker, mostrando que, além de grande compositor, Buckley preocupava-se em ser um grande intérprete.



No dia 29 de maio de 1997, Jeff Buckley foi nadar no Rio Wolf, em Memphis, Tennessee, e morreu supostamente atingido por um navio cargueiro que passava. Ele estava totalmente vestido (inclusive de botas), e diz o roadie que o esperava na margem do rio que, enquanto nadava, cantava o refrão de Whole Lotta Love, do Zeppelin.

Seu corpo somente foi encontrado no dia 4 de junho. Na necropsia, não foram encontrados sinais de drogas ou álcool. O mundo perdia um talento expoente, com muita lenha para queimar e uma criatividade que faz uma falta enorme nos dias de hoje.

Um disco para ouvir acompanhado de um bom vinho e, bem, conclua por si próprio...

Track List

1. "Mojo Pin"
2. "Grace"
3. "Last Goodbye"
4. "Lilac Wine"
5. "So Real"
6. "Hallelujah"
7. "Lover, You Should've Come Over"
8. "Corpus Christi Carol"
9. "Eternal Life"
10. "Dream Brother"

Jeff Buckley (vocais, guitarra, órgão, appalachian dulcimer, harmonium, tabla)
Mick Grondahl (baixo)
Michael Tighe (guitarra)
Matt Johnson (percussão, bateria, vibraphone)
Gary Lucas – "Magical Guitarness" (faixas 1 e 2)
Karl Berger (arranjos de cordas)
Loris Holland (órgão) (faixa 7)
Misha Masud (tabla) (track 10)


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Por Zorreiro

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Guardian – Miracle Mile [1992]


Hard Rock cristão. Assim pode ser definido o som da banda Guardian, formada em 1982 nos Estados Unidos pelo baixista David Bach e pelo vocalista Paul Cawley. O disco Miracle Mile é o terceiro play dos caras, que saiu apenas em 1992, após eles passarem os anos 80 tentando alcançar o sucesso através das gravadoras do mainstream.

Já sob um selo dedicado à música gospel, lançaram o seu maior sucesso, que é o post de hoje. A banda havia sofrido diversas mudanças em sua formação, permanecendo apenas o baixista e líder David Bach, que conduz os trabalhos até hoje, quando o tema é reunião.

Para o play, temos Jamie Rowe nos vocais. Uma voz excepcional que também gravou com Adrian Gale (já postado aqui pelo Jay). Tony Palacios é o responsável pelas guitarras do álbum e, se não chega a soar genial, sabe fazer exatamente o que a música pede, esbanjando categoria nos arranjos de violão e guitarra. Karl Ney completa o time na bateria. John Elefante, apesar de ser creditado como músico convidado, marca a sua presença nas composições e nos arranjos, tendo atuado também na produção do disco.




As letras obviamente possuem uma tendência cristã, mas com uma elegância ímpar para bandas do estilo. Não é uma crítica genérica aos músicos gospel, sob hipótese alguma. Mas letras como To Hell With The Devil (Stryper) pode ter tudo, menos elegância. O som é um hard rock quase pop, mas que tem uma atenção toda especial aos arranjos, principalmente nas cordas e sopros. Um disco definitivamente bem produzido.

Destaco a música Sister Wisdom, que tem uma letra marcante, um refrão ganchudo e os sons de guitarra que definem o que a banda faz por todo o play. I Found Love traz violões bem levados, muito boa. O play todo tem uma unidade, parecendo impossível ouvir as músicas fora de sequência e manter o sentido das coisas. É um clima só, do começo ao fim.




O Guardian não está mais na ativa, mas ocorrem alguma aparições esporádicas em shows e festivais. Dos músicos, apenas Jamie Rowe continua com sua carreira solo, os demais trabalham como produtores e arranjadores para a indústria fonográfica gospel.


A banda atingiu certo sucesso no começo dos anos 90, tendo lançado, inclusive, alguns álbuns em espanhol para conquistar o mercado latino. Miracle Mile foi seu maior sucesso na terra do Tio Sam e merece a ouvida.

Track List

1. Dr. Jones and The Kings of Rhythm
2. Shoeshine Johnny
3. Long Way Home
4. I Found Love
5. Sweet Mystery
6. Let It Roll
7. Mr. Do Wrong
8. Curiosity (Killed the Cat)
9. Sister Wisdom
10. The Captain
11. You & I
12. Do You Know What Love Is

Jamie Rowe (vocais)
David Bach (baixo e vocais)
Karl Ney (bateria)
Tony Palacios (guitarra e vocais)

Músicos convidados

Glen Airami (acordeon)
Olivia McClurkin, Jameeca LaFleur, JoJo Beiden e Brandon Starr (backing vocais)
Junior McNeely (baixo)
Jamie Wollam (bateria)
The Fabulous Martin Brothers (sopros)
Jan Sabreti (percussão)
John Elefante (teclados)
The Orange County Wire Choir (cordas)

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Por Zorreiro

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Stryper - The Yellow And Black Attack! [1986]

Bem, acho que todos já sabem que eu sou um grande fã do Stryper, então vou pular todo esse "mimimi eu amo a banda" que eu costumo colocar nos primeiros parágrafos dos meus posts. (risos)

Antes que haja qualquer tipo de mal entendido, aviso-lhes que a versão postada aqui, é a "full", de 1986, que conta com as 6 faixas do EP, mais "My Love I'll Always Show" e "Reason For The Season".

Bem, como todos sabem, o Stryper foi uma das primeiras bandas no ramo do que chamamos de "White Metal" nos dias de hoje, que nada mais é do que o Heavy Metal comum, só que com letras com temáticas sobre Deus e Cristo, com várias passagens bíblicas e derivados. Como eu sempre digo aos que não ouviram, não espere um "entra na minha caaaaaaaasaaaa...", porque o que temos aqui é Heavy Metal com muita pegada e sem soar pop (ao menos neste disco), não devendo nada às bandas "tr00zonas" por aí.

Como todos também devem saber, o sucesso dos caras veio com "Soldiers Under Command" e, principalmente com "To Hell With The Devil", que se tornou um clássico do Rock e vendeu pra caramba, além de ter tocado demais na MTV e tudo o mais, mas, é como eu sempre falo: "se você quer ouvir o real talento de quase todas as bandas, ouça seu debut", e com o Stryper não é diferente, já que aqui temos uma banda totalmente descompromissada e querendo chutar a bunda de todos os que aparecessem na frente, claro, tudo muito bem comportadinho e certinho, mas, ainda assim, pesado e direto, como uma boa banda de Heavy tem que soar.
A química que o disco traz é incrível, já que ele consegue se tornar especial com pouquíssimas ouvidas, com muitos riffs de guitarra e refrãos extremamente chicletões, daqueles que você decora e sai assobiando pela rua, despreocupadamente. E não pense que aqui temos apenas temas cristãos, pois temos baladas para se ouvir com a namoradinha ("My Love I'll Aways Show" e "You Won't Be Lonely", que não é muito bem uma balada, mas é quase e tem uma letra ótima), além de contar com uma das melhores faixas dos caras, que é extremamente kick-ass e fala apenas do poder do Rock N' Roll, nada mais, que é a poderosa "Co'mon Rock", feita pra bater cabeça mesmo, sem ter medo de quebrar o pescoço. Mas, claro que falar de Deus nunca é ruim, principalmente quando temos caras extremamente esclarecidos, que fazem letras fáceis de se entender e sem fanatismo algum, tanto é que eles acabaram fazendo mais sucesso em meio aos fãs de Rock "comum", se é que podemos chamar assim. Em músicas como "From Wrong To Right", "Reason For The Season", "Loving You", "You Know What To Do" e "Loud N' Clear" (esta que descreve perfeitamente o que a banda é: "hair is long, and the screams are loud and clear...") mostram muito bem isso.

 Capa do EP, lançado em 1984.

Como já falei, este é o relançamento do disco, já que ele foi lançado como um EP em 1984, com uma prensagem de 20 mil cópias, e, na época, a revista CCM foi uma verdadeira visionária, ao falar que "Eles são uma promessa de grande sucesso". Depois do sucesso de "Soldiers...", eles remixaram as 6 músicas e incluíram mais 2, para o relançamento, que fez um bom sucesso, esquentando as coisas para o demolidor "To Hell...".

Bem, galerinha, se vocês querem um disco de Heavy Metal, totalmente sem frescuras e sem "mimimis", aqui está um grande, que merece ser apreciado por fãs de Rock, independente de credo. Discasso!


Michael Sweet - Vocals, rhythm guitar
Oz Fox - Lead guitar, backin' vocals
Tim Gaines - Bass, keyboards, backin' vocals
Robert Sweet - Drums


1. Loud N' Clear
2. From Wrong To Right
3. My Love I'll Always Show
4. You Know What To Do
5. Co'mon Rock
6. You Won't Be Lonely
7. Loving You
8. Reason For The Season


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Bruno Gonzalez



segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Ransom - Ransom [1991]


Mais uma grande banda que foi prejudicada pela época em que apareceu. É assim que podemos definir o Ransom, que se tivesse surgido alguns anos antes, teria facilmente se tornado uma das grandes bandas de white metal da história. Comandados pelos belos vocais de Lisa Faxon e a guitarras empolgantes de Tony Ortiz, com certeza tinham potencial o bastante para estarem entre os grandes do gênero.

O primeiro grande destaque vai para Lisa Faxon. O que essa mulher canta é coisa de outro mundo! Com seus vocais potentes e afinadíssimos, ela encanta a qualquer um que ouça a sua voz, sendo um dos mais belos vocais femininos que já ouvi em toda a minha vida. Tony Ortiz é um guitar shred de primeira categoria, e nos entrega belos trabalhos de guitarras durante todo o disco. A cozinha com Michael Ciado e Randy Kantor é precisa e afiada. Uma baita banda que pratica um Hard n' Heavy grudento e que merecia mais reconhecimento.

"Lasting Love" já exibe o poder de fogo do grupo, com guitarras fortes e um vocal poderoso de Lisa comandando tudo por aqui e que acaba por ganhar o ouvinte já logo início, e aumenta a ansiedade do que vem por aí. "Rumours" coloca fogo de vez em tudo e nos entrega uma banda inspiradíssima e entrosada, cheio de riffs eletrizantes e refrão feito para ser cantado a plenos pulmões. "Fool That I Am" continua no mesmo nível das anteriores e com um belo solo de Ortiz, onde qualquer semelhança com "Wait" do White Lion é mera coincidência (rsrs).


A paulada "Break Into Darkness" é a música mais furiosa desse registro e mostra o excelente guitarrista que Ortiz é, sendo a música perfeita para quebrar o pescoço, onde o peso não é economizado em nenhum momento. "Etched in Stone" volta ao hard apresentado anteriormente e nos joga de volta para os anos 80, que soa nostálgica e com um gostinho de quero mais. "Fallen Angel" é a canção mais climática e sombria desse registro. Mas "Your Broken Heart" volta ao hard empolgante de outrora e anima tudo novamente.

Sem falar nas baladas que estão presentes em bom número neste disco. "Memories of You" começa acústica, como quem não quer nada, mas se torna uma linda balada durante sua execução. "Tonight" é a música mais lenta de todo o disco, cheia de teclados e chega até a lembrar Roxette em alguns momentos. "I'll Never Leave You" merece um capítulo à parte, pois Faxon rouba a cena, com uma interpretação carregada de emoção e que arrepia até a espinha e se torna a melhor canção desse excelente disco. A acústica "When I Die" finaliza este belo registro em um momento bem intimista e que aumenta a vontade de voltar e escutar tudo novamente.

Um disco excelente e que mostra que apesar do preconceito de alguns com o white metal, que existem bandas que merecem atenção dentro do estilo. Pode ter certeza que este será um dos álbuns que mais lhe impressionará com a qualidade apresentada. E que Lisa Faxon lhe encantará com seus vocais poderosos.

1. Lasting Love
2. Rumors
3. Memories of You
4. Fool That I Am
5. Break into Darkness
6. Tonight
7. Etched in Stone
8. Fallen Angel
9. Your Broken Heart
10.I'll Never Leave You
11.When I Die

Lisa Faxon - Vocais
Tony Ortiz - Guitarras
Michael Ciado - Baixo
Randy Kantor - Bateria


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By Weschap Coverdale

sábado, 11 de setembro de 2010

Sacred Warrior - Master's Command [1989]

Para levar coisas positivas a vocês, caros leitores da Combe, agora vai uma banda de Power/Prog. Metal dos Estados Unidos, que manda uma sonzeira incrível, com vocais ao melhor estilo Queensrÿche, instrumentais melódicos e progressivos e letras cristãs.

Estou falando do Sacred Warrior, uma das minhas bandas favoritas do meio do chamado "White Metal", e ganhou fama no circuito no fim dos anos 80 com este disco que trago-lhes hoje, que contém as principais músicas de sua carreira, embora o primeiro disco "Rebellion" seja considerado o melhor pelos fãs.

Sua história iniciou-se como uma banda não-cristã, já que seus integrantes foram convertidos à religião após o lançamento do debut, mas a proposta sempre foi a mesma, de fazer um som mais técnico e cheio de complexidade. Eles frequentemente são comparados ao Queensrÿche, devido aos vocais do grande Rey Parra, que são muitíssimo parecidos com os de Geoff Tate. Eles também são comparados ao Iron Maiden, quase que sempre.

"Master's Command", como já disse, foi o disco que lançou os caras na mídia, fazendo com que músicas como "Beyond The Mountain" e a belíssima balada "Unfailing Love" se tornassem bem reconhecidas principalmente por suas execuções ao vivo, que tornam-se épicas e cheias de feeling, próprias para se viajar bastante.

A sonzeira é um Power/Prog extremamente bem feito, com muitas influências do Hard Rock e do Heavy tradicional, tudo isso com um grande diferencial, que é o fato das músicas não serem ENORMES, como a maioria das músicas do estilo são, numa média de 4 minutos por música, o que dá para se viajar bastante, e não ficar o tempo todo na mesma coisa.

Chegando aos destaques, além das já citadas, posso mandar facilmente músicas como "Evil Lurks", "Bound In Chains", "Paradise", "Onward Warriors", e famosíssima "The Flood", que conta com um dueto vocal com Roger Martinez, da banda de Thrash Metal Vengeance Rising e a perfeita "Holy Holy Holy", que é uma ótima música, com um trabalho instrumental incrível e uma belíssima letra, fechando o álbum com chave de ouro e deixando aquele gostinho de quero mais.

Enfim galera, se vocês curtem um bom Metal Cristão, música "positive", ou simplesmente um bom Heavy Metal, aqui está um grande álbum de uma grande banda, que com certeza vai te fazer apaixonar, independente de credo.

Rey Parra - Vocals
Bruce Swift - Guitars
Steve Watkins - Bass
Joe Petit - Drums
Rick Macias - Keyboards

1. Intro
2. Master's Command
3. Beyond The Mountain
4. Evil Lurks
5. Bound In Chains
6. Unfailing Love
7. Paradise
8. Uncontrolled
9. Many Will Come
10. Onward Warriors
11. The Flood
12. Holy Holy Holy

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Bruno Gonzalez

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Stryper - Soldiers Under Command [1985]

Uma das mais importantes bandas dos anos 80, sem dúvida alguma foi o Stryper, que mandava um Hard N' Heavy muitíssimo bem feito, com uma pegada extremamente visceral e músicas totalmente viciantes, com refrães que grudam na cabeça e ficam impossíveis de sair.

Sendo assim, poderíamos chamá-los de "mais uma banda dos anos 80", a não ser por um diferencial: ao invés de falar sobre mulheres, cachaça e derivados, eles falavam sobre Deus em quase todas as músicas, com passagens bíblicas e outros temas relacionados.

Quem nunca ouviu, normalmente fica com "medo" de "trair o movimento", ouvindo um lance desses, mas olha, isso é o maior besteirol, pois as músicas dos caras são essenciais, independente de credo ou religião. Vale lembrar também, que eles sabem muito bem como agitar, então, não esperem algo como "Entra na minha casa... Entra na minha vidaaaaa!" e derivados, pois os caras fazem músicas extremamente festeiras e divertidas, mostrando que nem todos os cristãos são "quadradões", como a maioria pensa.

"Soldiers Under Command" foi o primeiro full length dos caras, que antes haviam lançado apenas o EP "The Yellow And Black Attack", com alguma repercussão nos EUA. Este foi o disco que mostrou a banda para o mundo, vendendo mais de 500 mil cópias e garantindo o primeiro ouro deles (coisa que viria a ficar muito maior no lançamento seguinte, "To Hell With The Devil", o grande clássico), além de uma bela turnê, com um palco gigante e cheio das parafernalhas que as bandas tinham naquela época. Além dos EUA, o álbum fez um ótimo sucesso no Japão, aonde a turnê deles foi bem concentrada, resultando até num VHS, lançado nesse mesmo ano, aumentando mais ainda o reconhecimento que eles mereciam, de fato.

O fato é que o disco fez mais sucesso com o público Rock N' Roller do que com os cristãos, que, nessa época, ainda abominavam o estilo (assim como ainda abominam hoje em dia, em sua grande parte).

Depois das apresentações, vamos ao que interessa, que são as belíssimas músicas que temos aqui. As pesadas são absolutamente kick-ass, falando quase sempre sobre o fato deles serem cristãos, mas ainda assim, estarem lá para chutarem a sua bunda, se você ficar descuidado. As baladas merecem uma boa atenção também, pois o feeling que temos nelas é absolutamente incrível, e uma boa surpresa para quem ouve, é que elas são músicas românticas, próprias para se ouvir com a namorada e fazer aquele clímax.

A banda mostra-se extremamente competente naquilo que faz, com os vocais de Michael Sweet tendo quase sempre o destaque, por serem bem mais agudos que os das outras bandas da mesma época. O talento do resto da banda também é de se louvar, pois Oz Fox se mostra um grande guitarrista, cheio das técnicas e com um feeling incomparável na hora de seus incríveis solos, assim como o Robert Sweet, que dá um SHOW na bateria, mostrando ser um dos melhores naquela época. O baixo de Tim Gaines também se mostra extremamente eficiente, acompanhando muitíssimo bem a bateria e tendo vários destaques nas músicas.

Chegando aos destaques, além de citar os ótimos singles "Soldiers Under Command", "Together as One" e "Reach Out", tenho que falar das energéticas "Makes Me Wanna Sing", "Together Forever", "The Rock That Makes Me Roll", da belíssima balada "First Love", e da "The Battle Hymn Of The Republic", que é, na verdade, um hino da Guerra Civil, executado pelo exército do norte na época.

Enfim, se você é cristão que nem eu, baixe-o, se você não é, também baixe-o, pois este discasso com certeza vai fazer o seu dia muito mais feliz!

Michael Sweet - Vocals, rhythm and lead guitar
Oz Fox - Rhythm and lead guitar, backin' vocals
Tim Gaines - Bass, backin' vocals
Robert Sweet - Drums

1. Soldiers Under Command
2. Makes Me Wanna Sing
3. Together Forever
4. First Love
5. The Rock That Makes Me Roll
6. Reach Out
7. (Waiting For) A Love That's Real
8. Together As One
9. Surrender
10. The Battle Hymn Of The Republic

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Bruno Gonzalez

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Stryper - To Hell With The Devil [1986]


O clássico definitivo do White Metal! É assim que pode ser descrita a obra prima lançada pelo Stryper em 1986, o grande "To Hell With the Devil". Apesar do preconceito de alguns com a temática, para aqueles que deixam de escutar esta pérola, estão perdendo um dos disco mais empolgantes dos anos 80 e o que de melhor foi gerado no hard n' heavy dessa época. Sendo considerados os pais do White Metal, em seu terceiro álbum eles chegaram ao ápice e gravaram aquele viria a ser o disco definitivo do estilo.

Tanto que conseguiram com este álbum chegar ao 40 lugar no ranking da Billboard, feito até então inédito para uma banda desse estilo, e como uma qualidade incontestável, sendo que foram capazes de romper as barreiras do preconceito e gerarem um dos registros mais expressivos do hard naquela década. E após a introdução inicial com "Abyss", temos um grande rock anthem e um dos grande hinos do estilo, a clássica "To Hell With the Devil", com um Michael Sweet cantando muito e se mostrando um verdadeiro monstro e tudo exalando perfeição, com uma cozinha extremamente entrosada e Oz Fox fazendo solos memoráveis, e com refrães impecáveis e grudentos, e atestando que esta música já nasceu clássica. Impossível que esta não grude na sua cabeça, e que depois você fique repetindo o seu refrão a plenos pulmões.

"Calling On You" é um hard mais melódico e mais uma vez uma música igualmente memóravel, em que a banda dá um show a parte e Michael canta mais uma vez muito, e mostrando que a inspiração estava lá em cima, tanto nas composições como na execução por parte dos músicos, não decepcionando em nenhum momento. Outro grande destaque acontece em "Free", onde a banda nos entrega mais uma grande faixa, com seus solos e riffs empolgantes, refrães melódicos e fortes e um outro grande hino, sendo díficil não se sentir afetado com a empolgação demonstrada na música. "Holding On" segue o mesmo caminho das duas anteriores e gruda na primeira audição, essa um pouco mais cadenciada, praticamente uma semi-balada.


E como todo bom disco lançado na época de ouro do hard, temos as baladas presentes, em que se destaca o lado mais melódico da banda. E "Honestly" se tornou um dos grandes sucessos da carreira do Stryper, onde Michael Sweet mostra todo o seu alcance vocal e imprime uma emoção ímpar na execução da canção, em uma interpretação inspiradíssima. "All of Me" tem a seu favor a belíssima letra da canção, mostrando o extremo senso melódico da banda, que viria a se repetir em várias canções feitas posteriormente, como a belíssima "Alive" do último álbum deles.

E finalizando este petardo, temos a heavy "More than a Man" em que Fox nos dá a sua melhor execução no disco, com solos e riffs espetaculares, escondendo para os mais incautos o seu teor evangélico na letra, mas que nem por isso desqualifica a paulada que é apresentada, e que não poderia encerrar de melhor maneira o grande disco apresentado.

Então caso não tenha ainda escutado o disco, deixe os preconceitos de lado e grite a plenos pulmões "TO HELL WITH THE DEVIL!". Diversão garantida do ínicio ao fim, ou seu dinheiro de volta (põe na conta do Silver, claro! rsrsrs).


1.Abyss (To Hell with the Devil)
2.To Hell with the Devil
3.Calling on You
4.Free
5.Honestly
6.The Way
7.Sing-Along Song
8.Holding On
9.Rockin' the World
10.All of Me
11.More Than a Man

Michael Sweet - Vocais, Guitarras
Robert Sweet - Bateria
Oz Fox - Guitarra solo, backing vocals
Tim Gaines - Baixo

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By Weschap Coverdale


quarta-feira, 23 de junho de 2010

Stryper - Live At Wolfgang's, CA, 4th January, 1985 [1985]


O Stryper é conhecido por ser uma das primeiras bandas a praticar o White Metal, e a primeira a fazer sucesso ao redor do globo, com músicas como 'Honestly' e 'I Believe In You'. O 'Boom' do quarteto se deu com o terceiro trabalho, lançado em 1986 sob o nome de 'To Hell With The Devil'.

Deixando a fase mais comercial propriamente dita do Stryper, vamos pular para o primeiro lançamento dos caras, lançado em 1984 sob o nome de 'The Yellow and Black Attack', apresentando uma sonoridade mais Heavy que seus sucessores. O disco de 6 faixas continham as músicas que a banda já tinha composto quando ainda se chamavam Roxx Regime. Para o suporte do lançamento do play, a banda caiu em turnê abrindo para o Ratt e para o Bon Jovi.

E eis que vos apresento hoje uma bootleg de 1985, gravada em 4 de janeiro, pouco mais de 4 meses antes de lançarem o sucessor de 'The Yellow and Black Attack', e apesar disso, já apresentam 4 faixas que apareceriam no disco seguinte, músicas como 'Together Forever' e a balada 'First Love', e ainda 1 música que nunca viu a luz do sol, 'Roxx Regime', composta quando ainda ainda levava o nome de Roxx Regime.

A qualidade de áudio está muito boa para uma bootleg, com vocal limpo e instrumental bem audível. Em nenhum momento a qualidade fica ruim para a audição. Quanto a banda, não preciso nem comentar, Michael Sweet cantando como nunca, com muito fôlego, não pisando na bola em momento algum. Robert Sweet, 'O Baterista', sempre com muita maestria, faz uma cozinha perfeita ao longo do áudio. Quanto a Oz Fox e Tim Gaines, sem maiores destaques por minha parte, até porque fica dificíl prestar atenção em outros quando se tem os irmãos Sweet tocando, mas sempre fazendo com sucesso o que tem que se fazer, tocar perfeitamente.

01. Intro
02. Loud N' Clear
03. From Wrong To Right
04. You Know What To Do
05. Surrender
06. Reason For The Season
07. First Love
08. Co'Mon Rock
09. Soldiers Under Command
10. Together Forever
11. Roxx Regime

Michael Sweet - vocal, guitarra
Robert Sweet - bateria
Oz Fox - guitarra
Timothy Gaines - baixo

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Hairbanger

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Petra - Beyond Belief [1990]


Pra quem não conhece, esta banda se trata de um dos primeiros nomes a levantarem a bandeira do rock cristão. O Petra iniciou sua carreira em 1972 e acabou em 2005, mas retornou neste ano com uma de suas antigas formações (o grupo é conhecido por suas inúmeras mudanças de integrantes) e ainda prometem um novo play.

Os caras passearam por gêneros mais leves do Rock, se inspirando no início no Country e no Led Zeppelin, chegaram ao Hard Rock nos anos 1980 e ainda apostaram em uma fusão de som pesado com sintetizadores (Techno Rock), mas logo viram que acreditar no Hard era uma boa.

Com uma formação poderosíssima, experiência de sobra e atenção do mercado (eles ficaram muito tempo no underground pois o Rock era mal-visto pelos protestantes), "Beyond Belief" chegou às lojas em junho de 1990 com muito êxito.

Ainda hoje é considerado pelos fãs como o melhor disco do grupo, foi o primeiro a receber disco de ouro nos Estados Unidos por ultrapassar as 500 mil cópias vendidas e, além disso, faturou o primeiro Grammy da banda na categoria "melhor álbum de Rock gospel", sendo que eles já haviam sido indicados 5 vezes no passado para o prêmio.


A boa recepção é apenas consequência de um trabalho simplesmente impecável. Em "Beyond Belief", é notório que os caras se superaram nas composições e na execução de forma geral. A chegada do vocalista John Schlitt e seu timbre variado definitivamente fez a diferença, mas mesmo gravando outros 4 álbuns com a banda antes desse, é perceptível que aqui há algo diferente.

Sonoramente "Beyond Belief" une elementos importantes do Hard Rock, do Heavy Metal e do AOR. As melodias ganham espaço por serem bem elaboradas, o uso dos teclados é perceptível, as letras representam forte devoção à Cristo sem soar piegas, os refrães fazem qualquer ouvinte se apaixonar, independente de sua crença, e as harmonias refletem peso sem perder a coesão.

O instrumental, composto quase que em sua maioria pelo guitarrista Bob Hartman, é muito bem feito. Mas a voz potente de Schlitt é o que faz com que o som brilhe tanto. Só há de se entender ao ouvir a miséria que o homem faz ao longo do play.

Entre os destaques de "Beyond Belief", há de se destacar "Creed", "Seen And Not Heard", "Armed And Dangerous" e "I Am On The Rock", além da belíssima balada "Prayer", que fecha o álbum com chave de ouro.

Fãs de Hard n' Heavy bem composto e elaborado, religiosos ou não, devem conferir este discão!

01. Armed And Dangerous
02. I Am On The Rock
03. Creed
04. Beyond Belief
05. Love
06. Underground
07. Seen And Not Heard
08. Last Daze
09. What's In A Name
10. Prayer

John Schlitt - vocal
Bob Hartman - guitarra, backing vocals
Ronny Cates - baixo, backing vocals
Louie Weaver - bateria, percussão
John Lawry - teclados, backing vocals

Músicos adicionais:
John Elefante - backing vocals
Dave Amato - backing vocals
Dino Elefante - backing vocals
Walt Harrah e Los Alamitos Congregational Choir - backing vocals em 5
John Andrew Schreiner - teclados adicionais

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by Silver

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Stryper - Against The Law [1990]


É ridículo pensar que este álbum acabou, de forma indireta, com a carreira do Stryper, sendo mais uma das zilhões de provas que fanatismo, seja na religião ou em qualquer outra área, não leva ninguém a lugar nenhum, apenas à ignorância. Mas como aui não é a Combe do Padre Marcelo Rossi ou do Irmão Lázaro, vamos ao que interessa.

Se o auge do Stryper veio com "To Hell With The Devil" (1986) e a manutenção do mesmo veio com "In God We Trust" (1988), o declínio de tudo veio com "Against The Law". Lançado em agosto de 1990, o disco foi resultado de um retiro realizado pelos integrantes no estúdio do baterista Robert Sweet que durou mais de 6 meses.

O motivo de tanto alvoroço relacionado ao lançamento é que o Stryper havia se repaginado completamente. As letras não faziam mais referências sobre Deus ou a vida cristã, apenas falavam de situações corriqueiras como relacionamentos e a rotina musical/na estrada; o som havia ficado um pouco mais pesado do que nos últimos álbuns (ainda era Hard Rock de primeira, mas flertando com o Heavy, deixando de vez o Pop e se assemelhando um pouco com o começo da carreira); a logo da banda havia sido modificada e a referência para a passagem bíblica de Isaías 53:5 (de onde veio o nome do grupo) foi removida; e as famosas roupas pretas e amarelas de lycra foram trocadas por roupas "normais". Seguem algumas declarações dos irmãos Sweet sobre a época:

"Nós estivemos fazendo uma captura pela liberdade musical" (Robert Sweet)

"Mas nós nunca podíamos ter deixado isso ser mal interpretado como uma mudança em nossa fé. Nossa música vem do coração. Nós, não sentamos e dizemos, ‘Bem, isto vai soar legal no rádio, vamos escrevê-la desse jeito’. Jamais. Sucessos são ótimos, mas a coisa mais importante para nós é sermos honestos com nós mesmos e para com nossos fãs, e escrever a música a qual nos foi dada a habilidade para fazer. Nós somos soldados sob o comando de Deus". (Michael Sweet)


Mas não é a toa que "Against The Law" é considerado o melhor trabalho do Stryper por muitos fãs e críticos (até por mim) pois, apesar de todas as controvérsias, é um álbum fabuloso, esplendoroso, fantástico, entre outros adjetivos positivos. As composições estão consistentes e poderosas, com riffs magníficos de Oz Fox, andamentos excelentes conduzidos por Tim Gaines e Robert Sweet e um trabalho vocal impressionante de Michael Sweet, que mostrou ser uma das vozes mais potentes do Rock aqui, superando até seu próprio passado sem a menor sombra de dúvidas.

Os refrães estão grudentos, os solos estão poderosos, as letras estão bem feitas e o clima do álbum alterna entre músicas calmas como "Lady" e "All For One" e músicas rápidas como "Rock The Hell Out Of You" e "Not That Kind Of Guy", mas sem perder a essência Hard Rock e com várias passagens do gênero como "Two Time Woman", "Shining Star" e "Against The Law", todas com uma farofa deliciosa. (risos)

Todos os integrantes conseguem se destacar de forma magistral por aqui e soar como uma verdadeira banda de Rock n' Roll, em uníssono mas com momentos para cada um. A guitarra de Fox encontra seus melhores dias com riffs como de "Ordinary Man" e solos como o de "Two Bodies", o baixo de Gaines e a bateria de Robert se mostram incríveis principalmente en canções como "Rock The Hell Out Of You" e "Caught In The Middle" e a voz de Michael, por mais que se destaque em todas as faixas, ultrapassa as barreiras do imaginável em "Not That Kind Of Guy" e "Two Bodies".

Uma pena que a recepção tenha sido ruim. De todos os álbuns da primeira fase do grupo (entre 1983 e 1992), "Against The Law" foi o que teve piores vendas. Apesar de chegar à 39ª colocação nas paradas americanas e ter lançado minor-hits como a balada "Lady" e o cover "Shining Star", de Earth Wind & Fire, o álbum não chegou a conquistar nem disco de ouro, sendo que todos seus antecessores full-length receberam alguma certificação, seja ouro ou platina.

O Stryper acabou se separando em 1992 pouco após a saída de Michael Sweet, por conta das clássicas "diferenças musicais", durante uma turnê. Oz Fox até tentou segurar as pontas nos vocais principais e chegaram a anunciar Dale Thompson (vocalista do Bride) como substituto, mas este negou e de nada adiantou seguir com os vocais de Fox, pois os integrantes tomaram seu rumo ao fim da excursão.

As divergências acabaram se acumulando após o álbum falhar comercialmente e acredito eu que, se as letras seguissem os padrões encontrados em plays como "Soldiers Under Command", com certeza "Against The Law" seria considerado, por unanimidade, o disco definitivo da carreira do Stryper.

Mesmo com os problemas ocorridos na época, vale ressaltar, que "Against The Law" é um puta disco que merece estar na coleção de qualquer fã de Rock n' Roll. Download obrigatório!

01. Against The Law
02. Two Time Woman
03. Rock The People
04. Two Bodies (One Mind, One Soul)
05. Not That Kind Of Guy
06. Shining Star
07. Ordinary Man
08. Lady
09. Caught In The Middle
10. All For One
11. Rock The Hell Out Of You

Michael Sweet - vocal, guitarra
Oz Fox - guitarra, backing vocals
Tim Gaines - baixo, backing vocals
Robert Sweet - bateria, backing vocals

Músicos adicionais:
Randy "The Emperor" Jackson - baixo em 6
John Purcell - teclados
Jeff Scott Soto - backing vocals
Brent Jeffers - bateria adicional, teclados
Tom Werman - percussão

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by Silver