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domingo, 1 de janeiro de 2012

Metallica - Garage Inc. [1998]


Caça-níquel? Homenagem? As duas coisas? Sim. Ou não. É uma questão pontual, já diria o nobre narrador. O fato é que quando o assunto é covers, o Metallica sempre mandou muito bem. E Garage Inc veio em um momento muito conturbado junto aos fãs, graças aos controversos “Load” e “Reload”, discos que desagradaram os die-hard pela falta de peso – mas que hoje soam como um deleite se comparado ao que veio logo a seguir. Sendo assim, a banda resolveu descarregar toda a fúria contida nesse trabalho, além de apresentar a toda uma nova geração alguns artistas que só a turma do underground conhecia.

O primeiro CD traz versões gravadas especialmente para o lançamento. Além de algumas das preferidas da casa, escolhas óbvias para a ocasião, o grupo surpreendeu, trazendo artistas de diferentes vertentes musicais para o mundo metálico. E o resultado ficou excelente, com as músicas sendo executadas com personalidade e rispidez ímpares. Quem imaginaria que “Turn The Page”, de Bob Seger, seria uma música tão apropriada para o cenário do grupo? Mesmo o deslocado Nick Cave ganhou uma nova perspectiva na voz de James Hetfield. Mas é claro que o bicho pega mesmo quando Black Sabbath, Mercyful Fate, Thin Lizzy, Lynyrd Skynyrd e Blue Öyster Cult são lembrados.



Já a segunda bolachinha resgata as gravações dos EP’s “Garge Days Revisited” e “The $5.98 E.P.: Garage Days Re-Revisited”, além de B-sides lançados entre o fim dos anos 80 e início dos 90’s. Nessa parte, o Metallica oferece algumas pérolas perdidas da NWOBHM, especialmente de seus grandes ídolos do Diamond Head, que verdadeiramente devem a carreira ao quarteto – e os próprios reconhecem isso sem problemas nem constrangimento. Some a isso, cacetadas certeiras de formações díspares, como Queen e Anti-Nowhere League, que acabam fazendo sentido quando misturadas neste caldeirão sonoro.

Garage Inc vendeu mais de 5 milhões de cópias apenas nos Estados Unidos e algumas das canções seguem sendo executadas nos shows de maneira esporádica, especialmente as gravações mais antigas. Uma celebração para a banda e oportunidade de enriquecimento cultural para os fãs, que podem conhecer ou relembrar alguns grupos muito importantes da história do Rock, resgatados pelas mãos de Lars Ulrich e seus comparsas. E um sopro de esperança em uma época conturbada e irregular na caminhada do Metallica.



James Hetfield (vocals, guitar)
Kirk Hammett (guitar)
Jason Newsted (bass)
Lars Ulrich (drums)
Cliff Burton (bass on tracks 6 and 7 on CD 2)

Guests on “Tuesday’s Gone”

Pepper Keenan (Corrosion of Conformity)
Jerry Cantrell & Sean Kinney (Alice in Chains)
Jim Martin (Faith No More)
John Popper (Blues Traveller)
Gary Rossington (Lynyrd Skynyrd)
Les Claypool (Primus)

CD 1

01. Free Speech For the Dumb (Discharge)
02. It’s Electric (Diamond Head)
03. Sabbra Cadabra (Black Sabbath)
04. Turn the Page (Bob Seger)
05. Die, Die My Darling (The Misfits)
06. Loverman (Nick Cave)
07. Mercyful Fate Medley (Mercyful Fate)
08. Astronomy (Blue Öyster Cult)
09. Whiskey in the Jar (Thin Lizzy)
10. Tuesday’s Gone (Lynyrd Skynyrd)
11. The More I See (Discharge)

CD 2

01. Helpless (Diamond Head)
02. The Small Hours (Holocaust)
03. The Wait (Killing Joke)
04. Crash Course in Brain Surgery (Budgie)
05. Last Caress/Green Hell (The Misfits)
06. Am I Evil? (Diamond Head)
07. Blitzkrieg (Blitzkrieg)
08. Breadfan (Budgie)
09. The Prince (Diamond Head)
10. Stone Cold Crazy (Queen)
11. So What? (Anti-Nowhere League)
12. Killing Time (Sweet Savage)
13. Overkill (Motörhead)
14. Damage Case (Motörhead)
15. Stone Dead Forever (Motörhead)
16. Too Late Too Late (Motörhead)

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JAY

sábado, 1 de janeiro de 2011

AC/DC - Tributos [1995-2007]


A importância do AC/DC já foi minuciosamente explorada no post especial de Natal, e agora no post de ano novo, poderemos constatar o resultado dessa influência. São inúmeras as homenagens destinadas ao grupo, o que compreende desde discos tributos convencionais até releituras em torno de um estilo específico, paródias, e coisas que não passariam nem na cabeça dos membros que fazem - ou fizeram - parte da banda, como versões em roupagens barroca e lounge.

Claro que, em meio a infinidade de tributos, vários são oportunistas, ou mesmo, são honestos mas não acrescentam muita coisa. Todavia, também devemos levar em consideração o respeito com que a obra do AC/DC é tratada, portanto, por mais excêntrico que seja um trabalho baseado nas composições da banda, deve ser, no mínimo, respeitado, pois mostra a preponderância e reconhecimento do grupo pelas mais diversas vertentes musicais, sendo perpetrado de acordo com a visão musical cabível ao estilo que se refere.

Thunderbolt - A Tribute to AC/DC [1996]


Esse é um dos tributos mais conhecidos ao AC/DC. Basta olhar os músicos que participam para entender. O objetivo desse tributo foi claramente prestar homenagem à fase Bon Scott, mas como o Back in Black se tornou um dos maiores marcos da história do Rock, a homenagem não pôde ser completamente destinada ao Bon Scott. O resultado disso são 10 composições da fase Scott e apenas duas da época com o Brian Johnson, naturalmente, ambas do Back in Black.

A maioria dos covers são versões fiéis e mais pesadas, onde se destacam, "Highway to Hell" executado brilhantemente pela formação clássica do Quiet Riot; "Shake a Leg" com John Corabi rasgando a voz até onde não consegue mais; e "Whole Lotta Rosie" com Stephen Pearcy mandando muito bem. Outra versão interessante é a de "Back in Black" que começa e finaliza com uma parte instrumental do meio da música. Muito bem sacado. Mas o destaque principal fica com a atuação de Joe Lynn Turner. As outras versões variam entre regulares e boas. De qualquer forma, o time de músicos participantes obriga qualquer fã de Hard/Heavy a conhecer esse tributo.

01 - Kevin Dubrow Vocals
Carlos Cavazo Guitar
Rudy Sarzo Bass
Frankie Banali Drums

02 - Sebastian Bach Vocals
Warren DeMartini Guitar
Billy Sherwood Bass
Bobby Blotzer Drums

03 - Joe Lynn Turner Vocals
Phil Collen Guitars
Jeff Pilson Bass
Simon Wright Drums

04 - Whitfield Crane Vocals
Klaus Eichstadt Guitar
Mike Combs Guitar
Brad Divens Bass
Shannon Larkin Drums

05 - Jack Russell Vocals
Mark Kendall Guitar
Bruce Gowdy Guitar
Sean Mcnabb Bass
Bobby Blotzer Drums

06 - Whitfield Crane Vocals
Klaus Eichstadt Guitar
Mike Combs Guitar
Brad Divens Bass
Shannon Larkin Drums

07 - John Corabi Vocals
Bob Kulick Guitar
Billy Sheehan Bass
Pat Torpey Drums

08 - Stephen Pearcy Vocals
Tracii Guns Guitar
Bruce Gowdy Guitar
John Alderete Bass
Jay Schellen Drums

09 - Dave Meniketti Vocals, Guitar
James Morley Guitar
Tony Franklin Bass
Simon Wright Drums

10 - Lemmy Kilmister Vocals, Guitar, Bass
Jake E. Lee Guitar
James Morley Guitar
Ricky Phillips Bass
Simon Wright Drums

11 - Dee Snider Vocals
Scott Ian Guitar
Frank Bello Bass
Charlie Benante Drums

12 - Sebastian Bach Vocals
Kelly Deal Guitar, Drums
Jimmy Flemion Bass

We Salute You - A Tribute to AC/DC [2004]


No mesmo esquema do anterior, a fase Brian Johnson aqui é lembrada com apenas duas músicas, e adivinha de qual disco são? (risos) Rejeições à parte, o tracklist do tributo aborda a fase do conjunto a partir do Dirty Deeds Done Dirt Cheap. Contando com a produção de Bob Bulick e Bruce Bouillet, o time de estrelas foi garantido, com a diferença que a cozinha é fixa, e os incumbidos para tal tarefa foram os consagrados Tony Franklin (baixo) e Aynsley Dunbar (bateria).

Quando eu fiz o post especial compilando os covers gravados pelo Mark Slaughter, acabei passando batido pelo cover que Mark gravou para esse tributo. Apenas aconselho a pegarem esse cover de "Dirty Deeds Done Dirt Cheap" e juntarem aos outros da coletânea, pois pra quem conferiu - ou quiser conferir -, fica claro que Slaughter manja muito dessa área, e aqui, não deixa mais dúvida quanto a essa sua capacidade. Diferente do Thunderbolt onde é possível notar uns 4 deslizes, no mínimo, desta feita a decepção só fica por conta de "You Shook Me All Night Long" que ficou muito fraca na voz inexpressiva de Doug Pinnick. Ou seja, Kulick e Bouillet mais uma vez acertaram em cheio na escolha dos músicos e do repertório - que superou com sobras o anterior. O melhor tributo ao AC/DC, sem dúvidas!

VOCAL / GUITAR / BASS / DRUMS
Track 01 : Joe Lynn Turner / Richie Kotzen / Tony Franklin / Aynsley Dunbar
Track 02 : Phil Lewis / Jeff "Skunk" Baxter / Tony Franklin / Aynsley Dunbar
Track 03 : Tommy Shaw / Albert Lee / Tony Franklin / Aynsley Dunbar
Track 04 : Robin McAuley / Bruce Kulick / Tony Franklin / Aynsley Dunbar
Track 05 : Mark Slaughter / Doug Aldrich / Tony Franklin / Aynsley Dunbar
Track 06 : Jeff Scott Soto / Reb Beach / Tony Franklin / Aynsley Dunbar
Track 07 : Doug Pinnick / Gilby Clarke / Tony Franklin / Aynsley Dunbar
Track 08 : Jizzy Pearl / Jennifer Batten / Tony Franklin / Aynsley Dunbar
Track 09 : John Corabi / Tracii Gunns / Tony Franklin / Aynsley Dunbar
Track 10 : Paul Shortino /Craig Goldy / Tony Franklin / Aynsley Dunbar
Track 11 : Stephen Pearcy / Page Hamilton / Tony Franklin / Aynsley Dunbar

AB/CD - Cut The Crap! [1995]


O AB/CD não chega a ser uma paródia do AC/DC, pois os caras compõem músicas próprias. O terceiro disco do grupo, que marca a estréia do vocalista Mats Levén, seria originalmente de ataques contra celebridades, cada letra ia ser um chute na bunda de determinado famoso. Devido às proporções que a banda havia tomado, a gravadora BMG visando represálias, impediu o disco de ser lançado. Dessa forma, os caras tiveram que refazer todas as letras. Outro fator interessante é que o AB/CD não sobrepuja os clichês e estereótipos do Rock para fazerem gracejos, como já ficou saturado nas mãos de Spinal Tap, Gwar, Nanowar, Massacration e afins.

A imitação de Brian Johnson feita por Mats Levén é hilária, e se não bastasse, as letras são pra rolar no chão, e não tratam das saturadas reverências ao Rock. Em nenhum momento soa ofensivo ou pejorativo, ficando evidente o desígnio humorístico sem cometer sacrilégio ao legado do AC/DC, tanto que o AB/CD faz questão de eliminar qualquer casual deturpação: "Nós não tentamos fazer o AC/DC parecer tolo ou ruim. Se alguém pensa assim, está muito errado. O maior amor que temos é pela melhor banda de Rock de todos os tempos - AC/DC!". Pra garantir as risadas, todas as letras do disco estão no arquivo para quem baixar.

01. White Moonshine Whiskey Maker
02. Mikey's Butt
03. Twelve Beers
04. Attack Of The Perfumed Turd
05. Too Short To Be The King
06. Six Feet Down Below
07. MTV Recipe
08. Face Lift Boogie
09. Bengus Handjob
10. Rock 'n' Rolex
11. Elvis, Bugs & Oldies

Mats Levén - Vocal
Bengt Ljungberger - Guitar
Björn Påhlsson - Guitar
Jim Gustavsson - Bass
Nicco Wallin - Drums



Covered In Black - An Industrial Tribute to the Kings of High Voltage [1997]


O AC/DC nunca ganhou um tributo decente feito por bandas de Metal. Como as homenagens nesse formato feitas por bandas de Heavy Metal são jogadas de gravadora pra promover seu cast, e os de Metal Extremo são verdadeiros insultos (Six Feet Under que o diga), trago a vocês o 'menos pior'. Assim como os outros tributos ao AC/DC feito por bandas de Metal, ninguém conhece a maior parte das bandas participantes aqui, mas é fácil notar que a maioria é partidária do Rock Industrial, e as exceções que incorrem ao Metal são justamente os únicos nomes conhecidos: Godflesh, pioneiro do Industrial Metal; e o polêmico The Electric Hellfire Club, liderado pelo 'reverendo' da Church of Satan, Thomas Thorn.

As versões em que a parte eletrônica é fortemente enfatizada são as mais interessantes, como as releituras para "Shot Down In Flames", "Thunderstruck" e "Hells Bells" - essa última ficou muito descaracterizada, assim como "The Furor" e "Who Made Who", onde o Rock cede ainda mais espaço pro Eletrônico. "Whole Lotta Rosie" e "TNT" ganharam versões competentes e são as que mais se aproximam dos registros originais. Outras causam muita estranheza, como "Back in Black" - disparada a pior versão, uma verdadeira piada! - e "Badlands" que ficou mais próxima do Metal Alternativo do que qualquer outra coisa. Em suma, vale por curiosidade.

01. The Electric Hellfire Club - Highway To Hell
02. Genitorturers - Squealer
03. Die Krupps - It's A Long Way To The Top
04. Spahn Ranch - Shot Down In Flames
05. Godflesh - For Those About To Rock
06. Joined At The Head - Whole Lotta Rosie
07. Pigface vs. Sheep On Drugs - Back In Black
08. Birmingham 6 - Thunder Struck
09. Razed In Black - Hells Bells
10. Psychopomps - Badlands
11. Klute - The Furor
12. Terminal Sect with En Esch of KMFDM - Who Made Who
13. Sister Machine Gun - TNT
14. 16 Volt - Dirty Deeds Done Dirt Cheap

Come Back In Black - Punk Rock Tribute To AC/DC [2003]


Existem três tributos Punks principais destinados ao AC/DC, que na verdade são dois. Isso ocorre por que um desses foi relançado posteriormente com capa diferente e o tracklist numa outra ordem, tentando vender gato por lebre. Eu tenho esses dois, mas o meu critério para trazer o Come Back in Black foi que, primeiro, ele é isento dessa pilantragem, e segundo, o número de bandas participantes é mais que o dobro do outro registro. Das várias bandas que participam desse tributo, eu só conheço duas, uma de nome (Peter Pan Speedrock), e a outra eu curto mesmo (Frankestein Drag Queen from Planet 13).

O que encontramos aqui são releituras mais cruas, e por vezes, desleixadas, onde podemos apontar versões desenfreadas agressivas ("Shoot To Thrill", "Back In Black"), versões desenfreadas inofensivas ("You Shook Me All Night Long", "High Voltage"), algumas respeitando mais a cadência original dos sons ("Let Me Put My Love Into You", "Whole Lotta Rosie"), e até mesmo versões meio inusitadas, como a de "Hells Bells" com efeitos de metais, e a versão de "Highway to Hell" que mistura Punk e Reggae. Claro que também tem aqueles covers que chegam a irritar bastante, como os de "Sin City" e "Ain't No Fun". Material indicado mais para fãs do estilo.

01. Shandon – Hells Bells
02. Frankenstein Drag Queens – Shoot To Thrill
03. Twin Tornados – What Do You Do For Money Honey
04. Mantaray K-D – Givin The Dog A Bone
05. Derozer – Let Me Put My Love Into You
06. Thee S.T.P. – Back In Black
07. Crummy Stuff – You Shook Me All Night Long
08. Silver Tongued Devil – Have A Drink On Me
09. De Crew – Shake A Leg
10. C.S.C.H. – Rock’n’Roll Ain't Noise Pollution
11. Down By Law – Whole Lotta Rosie
12. She-Male Trouble – Girls Got Rhythm
13. Garadro – Highway To Hell
14. Attaque 77 – Can I Sit Next To You, Girl
15. Space Surfers – Sin City
16. Pseudo Heroes – Ain’t No Fun
17. Dead Kings – Problem Child
18. Ojorojo – Live Wire
19. Hellstomper – If You Want Blood
20. Peter Pan Speedrock – Let Me Put My Love Into You
21. The Jab – High Voltage

Dave Evans - A Hell Of A Night: The Historic Bon Scott 20th Anniversary Memorial Concert [2000]


No aniversário de 20 anos da morte de Bon Scott, o vocalista original do AC/DC, Dave Evans, se juntou ao grupo cover Thundestruck, e juntos fizeram um concerto em memória de Scott. O show foi realizado no Edwards Tavern em Melbourne, e Evans optou por lembrar a fase inicial com Bon, por ter mais ligação com o seu período no grupo, e não abordou discos como Powerage e Let There Be Rock. Portanto, a apresentação é relativamente curta e dura aproximadamente 40 minutos. Evans se mostra um vocalista muito competente durante todo o show, e disso ninguém duvida, até porque, sua saída não teve nada a ver com sua capacidade como cantor.

A abertura acontece com as únicas duas músicas que Evans gravou com os australianos e se encarregam de demonstrar o potencial desse 'azarado' músico. A primeira, "Can I Sit Next to You Girl", foi regravada com Bon, sofrendo alteração na letra e no instrumental. Em respeito ao Bon, Evans executou a música da forma que foi gravada no debut. A outra pérola que marca a fase Evans é "Rockin' In The Parlour", que só saiu no lado b do single da canção anterior e nunca foi regravada ou lançada internacionalmente. E o restante das composições recorda a passagem de Scott pelo AC/DC com louvor, agradando qualquer fã da banda.

01 - Can I Sit Next to You Girl
02 - Rockin' In The Parlour
03 - Rock 'n' Roll Singer
04 - Baby, Please Don't Go
05 - It's A Long Way To The Top (If You Wanna Rock 'n' Roll)
06 - T.N.T
07 - Ride On
08 - Highway To Hell



Back in Baroque - The String Tribute to AC/DC [2003]


Desde que Uli Jon Roth começou a mostrar a aproximação do Rock com a música clássica, centenas de músicos passaram a dedicar sua carreira em fazer adaptações no formato Rock para peças clássicas, ou fundir cortes clássicos com as distorções e o peso do Rock. Mas ainda são poucos os exemplares recorrendo ao contrário dessa proposta, e aqui temos o disco Back in Black executado por um quarteto de cordas, reforçando que o Rock é facilmente mutável para o clássico e vice-versa, como é provado por outros músicos.

A orquestração é guiada perfeitamente, e os violinos reproduzem as partes vocais de forma inacreditável, acompanhado por violoncelo, viola e outro violino harmonizando a reprodução da parte instrumental. Todas as músicas foram adaptadas perfeitamente, até mesmo as mais festeiras como "Have a Drink on Me" e "You Shook Me All Night Long". Os arranjos de corda fazem uma saudação sinfônica ousada e muito pertinente. Recomendado para qualquer pessoa que goste de boa música.

01 - Hells Bells
02 - Shoot To Thrill
03 - What Do You Do For Money Honey
04 - Givin The Dog A Bone
05 - Let Me Put My Love Into You
06 - Back In Black
07 - You Shook Me All Night Long
08 - Have A Drink On Me
09 - Shake A Leg
10 - Rock & Roll Ain't Noise Pollution

Buddha Lounge Renditions of AC/DC [2007]


Existe algo mais estranho do que músicas feitas para agitar serem transformadas em sons para relaxar? Pois é, o que era pra se escutar enchendo a cara e farreando, aqui ganha contornos para serem apreciados em momentos intrínsecos. Passando uma informação de leigo para leigos, a sonoridade apresentada aqui são versões instrumentais que soam como uma mistura de música oriental com ambient eletronic, embora essa não seja a definição de lounge music, é apenas o que eu sinto. Pelo fato de não haver muitas nuances, as músicas acabam ganhando releituras muito parecidas.

Diante da analogia que percorre o trabalho inteiro, também é difícil assimilar os riffs, melodias e linhas vocais na roupagem lounge. Como eu não entendo de lounge, é impossível apontar se o resultado é satisfatório ou deixa a desejar dentro desses padrões. Talvez quem já seja habituado com esse tipo de música possa responder e apreciar essa homenagem. Interessante também salientar que essa mesma 'marca' fez um tributo ao AC/DC com releituras em formato de canções de ninar. Mas isso não é forma de educar uma criança, pois desde cedo o guri tem que escutar os riffs do irmãos Young e o peso real do som, pra poder ter algum tipo de dignidade no futuro.

01 Hell's Bells
02 Back in Black
03 Dirty Deeds Done Dirt Cheap
04 Rock & Roll Ain't Noise Pollution
05 Have a Drink on Me
06 Highway to Hell
07 What Do You Do for Money, Honey
08 You Shook Me All Night Long
09 Sin City
10 Thunderstruck
11 T.N.T
12 Who Made Who

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Dragztripztar

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Mark Slaughter - Covers Collection [2010]


Existem algumas figuras carimbadas em tributos e que são sempre convocadas pra esse formato de homenagem por possuírem muita personalidade de forma que, naturalmente, conseguem dá uma cara própria pro cover. Jeff Scott Soto, Joe Lynn Turner, Glenn Hughes, Dee Snider, Paul Shortino, John Corabi, dentre outros, surgem facilmente em qualquer tributo. Porém, quem mais me chama a atenção é o norte-americano Mark Slaughter.

Muito conhecido pelos seus falsetes peculiares, Slaughter que ficou conhecido a partir de sua entrada no Vinnie Vincent Invasion, - mas que, de certa forma acabou batizando a banda do Vinnie Vincent com seu próprio nome -, tem uma capacidade incrível de se adaptar ao que cada música pede. E particularmente, acho que ele sempre foi muito bem em todas as versões que se envolveu. Diferente de alguns que, às vezes, metem os pés pelas mãos e criam versões muito ousadas, ou demonstram uma atuação retraída demais em relação aos seus sons autorais, Slaughter se solta como poucos e coloca muita lenda do Rock pra comer poeira nesse segmento.

Creio que possuo todos os covers que o Mark gravou oficialmente, e dado à sua grande destreza nessa área, achei interessante compartilhar aqui na Combe. E devo agradecer ao Jay e seu blog de bootlegs, pois lá consegui mais dois covers cantados pelo Slaughter em um bootleg desse ano do seu projeto com os irmãos Nelson. Isso tornou viável uma quantidade mais apropriada de covers pra apresentar aqui.

Eu não consigo destacar nada diante dessa coletânea, pois acho que Slaughter se saiu muito bem em todas as versões. Aqui os covers passeiam do Classic Rock de Led Zeppelin e Mose Allison ao Heavy Metal do Iron Maiden e Ozzy Osbourne. Talvez algumas versões surpreendam mais pela execução, como é o caso de "Anthem" do Rush, onde o batera Deen Castronovo dá um show à parte; e "Back in the Saddle" do Aerosmith que conta com o lendário Albert Lee nas guitarras. Interessante notar também que o Mark Slaughter não canta todos os covers da maneira que canta em sua banda, portanto pode agradar até mesmo quem não curte seus trabalhos.

01 - Anthem (Rush cover) 1996
George Lynch - lead guitar
James Murphy - rhythm guitar
Stuart Hamm - bass
Deen Castronovo - drums

02 - Over the Mountain (Ozzy Osbourne cover) 2000
Brad Gillis - guitar
Gary Moon - bass
Eric Singer - drums
Paul Taylor - keyboards

03 - Back in the Saddle (Aerosmith cover) 1999
Albert Lee - guitar
Rudy Sarzo - bass
Frankie Banali - drums

04 - I'm the One (Van Halen cover) 2000
Doug Aldrich - guitar
Tim Bogert - bass
Frankie Banali - drums

05 - Flying High Again (Ozzy Osbourne cover) 2000
George Lynch - solo guitar
Kane Roberts - rhythm guitar
Mike Brignardello - bass
Michael Cartellone - drums

06 - Love of my Life (Queen cover) 1997
Mark Slaughter - guitar
Bob Kulick - acoustic guitar
Billy Sherwood - bass and percussion
Michael Sherwood - piano and harp

07 - Can I Play With Madness? (Iron Maiden cover) 2005
Bruce Kulick - guitar
Marco Mendoza - bass
Aynsley Dunbar - drums

08 - I'm Not Talking (Mose Allison cover) 2005
Michael Schenker - lead guitar
Bob Kulick - rhythm guitar
Jeff Pilson - bass
Aynsley Dunbar - drums

09 - Revelation (Mother Earth) (Ozzy Osbourne cover) 2000
Kyoji Yamamoto - lead/rhythm guitar
Jake E. Lee - acoustic/rhythm guitar
Mike Brignardello - bass
Michael Cartellone - drums
Bob Parr - keyboards/fretless bass

10 - Ain't Talkin' 'bout Love (Van Halen cover) 2010
Gunnar Nelson - guitars/backing vocals
Howie Simon - guitars
Matthew Nelson - bass/backing vocals
Brian Burwell - drums
Steven Palazzo - keyboards

11 - Rock 'n Roll (Led Zeppelin cover) 2010
Gunnar Nelson - guitars/backing vocals
Howie Simon - guitars
Matthew Nelson - bass/backing vocals
Brian Burwell - drums
Steven Palazzo - keyboards

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Dragztripztar

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Humanary Stew: A Tribute to Alice Cooper [1999]


Se eu tivesse que escolher apenas um tributo para escutar até o fim de minha vida, sem sombra de dúvidas seria esse aqui. Poucas vezes um line-up com tanto talento conseguiu fazer um trabalho tão bom como nessa fantástica homenagem ao grande Vincent Furnier, um dos maiores compositores da história do Rock – ainda não reconhecido dessa forma pelo simples fato de não ter morrido jovem. Aproveitando-se do fato de ser um cara bem relacionado no mundo das guitarras pesadas, Bob Kulick (que toca guitarra-base em dez das onze faixas) chamou amigos e criou uma verdadeira constelação. É mais ou menos como fazer a seleção de todos os tempos, só vai ter craque pra jogar. Como a causa era nobre, todo mundo atendeu o chamado.

Quem abre o espetáculo é a dupla do Def Leppard, Joe Elliott e Phil Collen, com uma ótima versão para “Under My Wheels”. Na seqüência, é a vez de Dave Mustaine homenagear mais uma vez um de seus heróis, soltando a voz em “School’s Out”. Mostrando que não apenas as gerações posteriores apreciam o trabalho de Alice, Roger Daltrey comparece e, junto a Slash, revisita o hino “No More Mr. Nice Guy”. Eis que surge um dos momentos mais brilhantes do disco, quando o saudoso Ronnie James Dio se impõe, com uma interpretação fenomenal para “Welcome To My Nightmare”, dando sua cara à música sem descaracterizá-la. Coisas que só o baixinho com voz de ouro conseguia fazer. O Rock and Roll puro come solto com Vince Neil e sua trupe fazendo bonito em “Cold Ethyl”.



Eis que chega outro momento de qualidade superior, com a fantástica versão de Bruce Dickinson (com Adrian Smith nas seis cordas) para “Black Widow”. Com um clima todo especial, a voz do Iron Maiden se apropria desse clássico com toda a personalidade que lhe é peculiar. O sempre ótimo Dee Snider mostra que possui vestígios do DNA de Cooper em seu sangue ao interpretar “Go To Hell” com a cozinha da era clássica do Quiet Riot e Zakk Wylde na guitarra. Phil Lewis deixa seu registro em “Billion Dollar Babies”, abrindo espaço para Glenn Hughes fazer o trabalho à sua maneira peculiar na baladaça “Only Women Bleed”, contando com Paul Gilbert para auxiliar. Outra faixa que merece todo destaque é “I’m Eighteen”, com Don Dokken em um de seus últimos grandes momentos como cantor. Para fechar a festa, Steve Jones e Duff McKagan protagonizam um dueto sem frescuras para “Elected”.

Sem dúvida, um dos melhores exemplares do gênero, com cada músico se esforçando para dar o seu melhor. Caça-níqueis? Talvez, mas ao menos fizeram isso enquanto nosso amigo Vincent ainda está vivo, ao contrário de certas ações sujas que vem acontecendo desde o falecimento de Dio. Baixe e descubra porque ao ouvirmos Alice Cooper sentimos vontade de fazer a coisa certa: assassinar.

01. Under My Wheels
Joe Elliott (vocals)
Phil Collen (guitars)
Bob Kulick (guitars)
Chuck Wright (bass)
Pat Torpey (drums)
Clarence Clemons (saxophone)

02. School’s Out
Dave Mustaine (vocals)
Marty Friedman (guitars)
Bob Kulick (guitars)
Bob Daisley (bass)
Eric Singer (drums)
Paul Taylor (keyboards)
David Glen Eisley, Cristy Baeuerle, Stella Stevens e Tom Fletcher (backing vocals)

03. No More Mr. Nice Guy
Roger Daltrey (vocals)
Slash (guitars)
Bob Kulick (guitars)
Mike Inez (bass)
Carmine Appice (drums)
David Glen Eisley (backing vocals)

04. Welcome To My Nightmare
Ronnie James Dio (vocals)
Steve Lukather (guitars)
Bob Kulick (guitars)
Phil Soussan (bass)
Randy Castillo (drums)
Paul Taylor (keyboards)

05. Cold Ethyl
Vince Neil (vocals)
Mick Mars (guitars)
Bob Kulick (guitars)
Billy Sheehan (bass)
Simon Phillips (drums)

06. Black Widow
Bruce Dickinson (vocals)
Adrian Smith (guitars)
Bob Kulick (guitars)
Tony Franklin (bass)
Tommy Aldridge (drums)
David Glen Eisley (backing vocals)

07. Go To Hell
Dee Snider (vocals)
Zakk Wylde (guitars)
Bob Kulick (guitars)
Rudy Sarzo (bass)
Frankie Banalli (drums)
Paul Taylor (keyboards)

08. Billion Dollar Babies
Phil Lewis (vocals)
George Lynch (guitars)
Bob Kulick (guitars)
Stu Hamm (bass)
Vinnie Colaiuta (drums)
Derek Sherinian (keyboards)
David Glen Eisley (backing vocals)

09. Only Women Bleed
Glenn Hughes (vocals)
Paul Gilbert (guitars)
Bob Kulick (guitars)
Michael Porcaro (bass)
Stephen Ferrone (drums)
Paul Taylor (keyboards)
David Glen Eisley (backing vocals)

10. I’m Eighteen
Don Dokken (vocals)
John Norum (guitars)
Bob Kulick (guitars)
Tim Bogert (bass)
Gregg Bissonette (drums)
David Glen Eisley (backing vocals)

11. Elected
Steve Jones (vocals, guitars)
Duff McKagan (vocals, bass)
Billy Duff (guitars)
Matt Sorum (drums)

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JAY

sábado, 25 de setembro de 2010

Sabbath Crosses: Tributo Argentino a Black Sabbath [2005]


Tributos ao Black Sabbath são frequentes. E com todos os méritos, diga-se de passagem. Afinal de contas, a banda definitivamente mudou o mundo, trilhando novos caminhos não apenas para a música como para todo o comportamento de futuras gerações. Uma peculiaridade desse exemplar organizado por bandas argentinas é a diversidade. O tracklist não se limita às fases Ozzy/Dio, como é de costume. As eras posteriores comparecem com ao menos uma música cada. Aliás, confesso que não lembro outra compilação desse tipo que reúna faixas de todos os vocalistas que tiveram álbuns lançados oficialmente ao lado de Tony Iommi.

Entre os destaques, o Magika com uma correta versão de “Anno Mundi” e o sempre eficiente Adrián Barilari, interpretando “Heaven and Hell” em espanhol. Pode soar estranho no começo, mas depois que acostuma, passa a ser bem agradável. Aliás, o cidadão aparece mais uma vez no tributo, dessa vez com sua banda principal, o Rata Blanca, na melhor de todas as faixas. Com participação de Glenn Hughes, o grupo ataca com a magnífica “No Stranger To Love”, fazendo com que os corações partidos sangrem até a morte. O momento excêntrico da empreitada fica por conta do Natas e uma versão para o hino “Paranoid” com toques psicodélicos em sua estrutura.

Assim como qualquer trabalho desse tipo, demora um pouco para assimilar algumas propostas concebidas. Mesmo assim, é uma boa pedida para quem quer dar uma refrescada nas idéias sobre aqueles velhos e imortais clássicos que já ouvimos um zilhão de vezes. Basta não ser radical e ficar exigindo que os grupos ajam como bandas cover. Até porque isso tem de sobra por aí e a maioria é extremamente ruim.

01. War Pigs (Nativo)
02. Heaven and Hell (Barilari)
03. TV Crimes (Plan 4)
04. Anno Mundi (Magika)
05. No Stranger To Love (Rata Blanca & Glenn Hughes)
06. Zero The Hero (Sauron)
07. Children Of The Grave (Horcas & Andres Gimenez)
08. Supernaut (O’Connor)
09. Die Young (Beto Vazquez Infinity)
10. Paranoid (Los Natas)

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JAY

domingo, 19 de setembro de 2010

The Keepers Of Jericho: A Tribute to Helloween [2001]


É inegável o fato que o Helloween é a banda mais influente da história do “Metal Lá-lá-lá´”. Basta ver o número de clones do quinteto – a maioria extremamente mal feitos – que surgiu com o passar dos anos. Embora eu ainda tenha a opinião que nenhum desses grupos possui a pegada característica dos alemães, as melodias muitas vezes são meras variações daquilo que foi feito nos dois primeiros Keeper Of The Seven Keys. Sendo assim, nada mais normal que um dos exemplares iniciais da grande leva de tributos que se proliferou na virada de século unisse nomes de peso na cena Power Metal européia homenageando seus grandes inspiradores.

A primeira versão de The Keepers Of Jericho trazia apenas faixas gravadas originalmente até o Keepers Parte II. Na segunda edição do projeto, já rolariam alguns sons da fase posterior. Bom, tributo é aquela coisa, muitos seguem à risca o som original, enquanto outros tentam colocar uma cara própria, mudando alguns elementos – às vezes até demais. Ambos os casos contam com exemplos de êxitos e fracassos retumbantes. Pessoalmente, me agrada quando se consegue modificar alguns detalhes sem descaracterizar em excesso a versão que fez a música ficar conhecida. Até porque se é para fazer a mesma coisa, tem muita banda cover por aí.

Portanto, merece citação o Rhapsody (atual Rhapsody Of Fire), que abre os trabalhos com “Guardians”, acrescentando cara própria sem fugir da velha melodia. Da mesma forma o Brainstorm – banda muito boa, mas que, infelizmente, nem todo mundo conhece –, que fez “Savage” virar quase um Thrash Metal, na melhor faixa de todo o disco. Da turma que não foi tão longe nas mudanças, mas ainda assim fez um bom papel, destaco o Vision Divine, com uma correta releitura de “Eagle Fly Free”, o Metalium com o baixo acima de todos os instrumentos em “Ride The Sky” e o Secret Sphere, encerrando com classe em “How Many Tears”. Os filhos mostram que seguem os passos do pai, já diriam os mais sentimentais.

01. Guardians (Rhapsody)
02. I Want Out (Sonata Arctica)
03. A Little Time (Heavens Gate)
04. Ride The Sky (Metalium)
05. I’m Alive (Luca Turilli)
06. Judas (Morifade)
07. Eagle Fly Free (Vision Divine)
08. Savage (Braisntorm)
09. Future World (Labyrinth)
10. Save Us (Cydonia)
11. Victim Of Fate (Squealer)
12. Halloween (Dark Moor)
13. How Many Tears (Secret Sphere)

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JAY

quinta-feira, 29 de julho de 2010

The Hunters (Scorpions) - Fuchs Geh' Voran [1975]


Sem dúvida nenhuma, o Scorpions é uma das maiores bandas que já surgiram na história do Rock N' Roll, e que infelizmente, estão prestes a pararem de tocar juntos. Acredito que grande parte dos visitantes do blog já ouviram sequer um disco dos caras, e acredito também que alguns já conhecem a discografia inteira do grupo. O que pouca gente sabe, é que em 1975 a banda lançou um single sob o nome de The Hunters, contendo dois clássicos da banda inglesa Sweet, porém aqui cantados em alemão.

Nenhuma das duas canções aqui presentes aparecem em algum disco de estúdio dos caras, e o porque da gravação deste confesso que não consegui encontrar por aí. Falar que é uma raridade esse single é pouco. 'Fuchs Geh' Voran' (Fox On The Run) e 'Wenn Es Richtig Losgeth' (Action) são aqui apresentados com muita qualidade, portanto com a cara dos Scorpions dos anos 70, e com a voz característica de Klaus Meine.

Não há mais o que falar desta raridade, apenas que baixe sem pensar, afinal por ser duas canções o arquivo é bem pequeno, não vai te custar muito tempo e nem muito espaço no computador.

01. Fuchs Geh' Voran (Fox On The Run)
02. Wenn Es Richtig Losgeth (Action)

Klaus Meine - vocal
Ulrich Roth - guitarra solo
Rudolf Schenker - guitarra base
Francis Buchholz - baixo
Rudy Lenners - bateria

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Hairbanger

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Jeff Scott Soto - The Covers [1995]


AVISO: ESSE POST CONTÉM JSS

É com esse tributo ao meu caro amigo Jay que inicio essa fabulosa postagem que aborda, mais uma vez, um dos maiores e mais talentosos vocalistas do Rock.

O incansável Jeff Scott Soto, que tem um curriculum de se dar inveja e milhares de gravações onde deu o ar da graça com sua potente e versátil voz, já participou de inúmeros tributos e fez vários covers de suas bandas e artistas prediletos. Esse registro bootleg denominado "The Covers" compila várias gravações do homem nesses momentos, com diversos músicos. A seleção de músicas é tão incrível que vai de Madonna à Van Halen e de Prince à Deep Purple.

Dessa forma, Jeff prova facilmente sua versatilidade e sua competência que o torna tão magnífico. O clima vai do mais calmo, como na abertura acústica que conta com "Send Her My Love" e "Purple Rain", clássicos do Journey e Prince, ao mais eletrizante, como em pedradas do gênero de "Shot In The Dark", do rei Ozzy, e do hino "Born To Be Wild", do Steppenwolf.

Alguns destaques vão para as versões de "Frozen", mega-hit da Madonna; "Crazy", do Seal; a elegante "Save Me", do Queen; e a favorita do Sueco (do blog), "Dance The Night Away", do Van Halen. Mas vale ouvir o petardo do início ao fim - afinal, é JSS!

CD 1:
01. Send Her My Love (Journey)
02. Purple Rain (Prince)
03. Carry On Wayward Son (Kansas)
04. Dance The Night Away (Van Halen)
05. Runnin' With The Pack (Bad Company)
06. Frozen (Madonna)
07. Crazy (Seal)
08. So This Is Love #1 (Van Halen)
09. Ice Cream Man (Van Halen)
10. So This Is Love (Van Halen)
11. Darling Nikki (Prince)
12. Shot In The Dark (Ozzy Osbourne)


CD 2:
01. Eternal Flame (The Bangles)
02. Born To Be Wild (Steppenwolf)
03. Rockin' Down The Highway (The Doobie Brothers)
04. Hush (Deep Purple)
05. Mistreated (Deep Purple)
06. Tearin' Out My Heart (Rainbow)
07. Save Me (Queen)
08. Dragon Attack (Queen)
09. Let Me Entertain You (Queen)
10. Wishing Well (Free)
11. Gates Of Babylon (Rainbow)

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by Silver

terça-feira, 13 de julho de 2010

Sebastian Bach - Bach 2: Basics [2001]


Já que hoje é o Dia Mundial do Rock, por que não fazer como Sebastian Bach e prestar tributo aos grandes?

Sebastian Philip Bierk, vulgarmente conhecido por aí como Sebastian Bach, o ex-vocalista do Skid Row, foi despedido do mesmo em 1996, após inúmeras discussões principalmente com o baixista Rachel Bolan. Se envolveu no projeto The Last Hard Men mas logo sentiu vontade de investir em uma carreira solo. Seu debut "Bring 'Em Bach Alive", paricalmente ao vivo, se deu em 1999, contando com muitas versões de canções de sua ex-banda.

Ainda na praia dos covers, Sebastian lançou "Bach 2: Basics" dois anos depois, em 2001. Se trata, em sua maioria, de um apanhado de versões que fez nos inúmeros tributos que participou durante sua carreira. Refletindo suas influências, nota-se a versatilidade do vocalista, girando entre o Hard clássico (Led Zeppelin, AC/DC), o Hard/Glam (Kiss, Hanoi Rocks), o Heavy (Ozzy Osbourne, Iron Maiden) e outros mais distintos ainda, como o progressivo do Rush, o pop do Rod Stewart e o musical da Broadway Jekyll & Hyde - que Bach ainda participou.

Na grande parte das execuções de "Bach 2: Basics", Sebastian Bach manteve proximidade com as canções originais, apenas presenteando o instrumental com sua aguda e agressiva voz. Perante aos magníficos 72 minutos de duração, os destaques vão para as matadoras "T.N.T." do AC/DC, "Crazy Train" de Ozzy Osbourne, "Children Of The Damned" do Iron Maiden, "Shock Me" do Kiss (onde Rob Affuso, também ex-Skid Row, tocou bateria) e a inusitada porém ótima "Tonight's The Night" de Rod Stewart. Vale a pena conferir!

01. I Don't Know (Ozzy Osbourne)
02. Crazy Train (Ozzy Osbourne)
03. Believer (Ozzy Osbourne)
04. Children Of The Damned (Iron Maiden)
05. Motorvatin' / Fallen Star (Hanoi Rocks)
06. This Is The Moment (Jekyll & Hyde)
07. Communication Breakdown (Led Zeppelin)
08. Working Man (Rush)
09. Rock Bottom (Kiss)
10. Shock Me (Kiss)
11. Save Your Love (Kiss)
12. Immigrant Song (Led Zeppelin)
13. T.N.T. (AC/DC)
14. Little Lover (AC/DC)
15. Jacob's Ladder (Rush)
16. Tonight's The Night (Rod Stewart)

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by Silver

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Full Blown Cherry - The Rockabilly Tribute To The Ramones [2005]


O Full Blown Cherry é um trio americano de rockabilly formado em 1997. A banda começou com surf music, e aos poucos mudou para o estilo que remete a Carl Perkins, Chuck Berry e Elvis Presley. Ficou relativamente conhecida no mundo ao ter uma ótima idéia: um tributo cinquentista aos Ramones.

E é claro que deu certo. Toda a energia e a irreverência do grupo crucial ao punk rock foi transformada aqui em rockabilly, com toda a pegada country e os vocais característicos. Uma mistura de Joey Ramone com Elvis Presley [risos].

O som segue a cartilha de quando o rock 'n' roll era música para se dançar: tudo simples, guitarras limpas, contrabaixo andante (isso mesmo, nada de baixo elétrico), bateria suave, saxofones aqui e ali. É um álbum muito divertido, acima de tudo.

Os destaques ficam para as clássicas Blitzkrieg Bop, Sheena is a Punk Rocker, Teenage Lobotomy, I Wanna Be Sedated e Do You Remember Rock 'n' Roll Radio?. Mas realmente vale a pena ouvir do início ao fim.

Por fim, digo que é um trabalho muito interessante. Um tributo criativo e feito com muita personalidade, mas que não tira a essência das versões originais. Vale o download para quem gosta de rockabilly e de psychobilly, é claro. Mas realmente imperdível para qualquer fã dos Ramones.

01. Blitzkrieg Bop
02. Rockaway Beach
03. Sheena Is A Punk Rocker
04. Cretin Hop
05. She's The One
06. Judy Is A Punk
07. The KKK Took My Baby Away
08. Teenage Labotomy
09. I Wanna Be Sedated
10. Do You Remember Rock 'N' Roll Radio
11. Beat on the Brat
12. Bop 'Til You Drop

Steve DelRey - guitarra, vocais
Halsey B. Gone - bateria, vocais de apoio
Mick Rath - contrabaixo, vocais de apoio

"The Neighbor" - saxofone

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Jp


sexta-feira, 28 de maio de 2010

London Philharmonic Orchestra - Kashmir: The Symphonic Led Zeppelin [1997]


Se existe algo que caracteriza o rock, é o instrumento elétrico e alto. O que seria da história do estilo sem o peso dos acordes distorcidos da guitarra e do baixo sonoro acompanhados da bateria ensurdecedora? São esses três instrumentos que simbolizam toda a atitude que o gênero prega.

E é por isso que Jaz Coleman aceitou uma missão quase impossível ao decidir arranjar canções de nada menos que o Led Zeppelin para a Orquestra Filarmônica de Londres. Ora, todos sabemos que o Led é uma das bandas mais representativas, influentes e barulhentas do rock. Então, como transformar o que é feito para a guitarra em algo tocado por um violino? Como adaptar a música tão visceral, gritante e furiosa da banda de Jimmy Page para algo executável por uma orquestra de mais de 100 músicos, sem tirar toda a espontaneidade e criar algo artificial que não honra as versões originais?

Imagino que só com muito conhecimento musical. Afinal, Jaz Coleman realmente conseguiu. O compositor estudou em vários colégios e internatos musicais, é multiinstrumentista e vocalista da banda de pós-punk Killing Joke. Além do álbum que posto hoje, ele também arranjou Us And Them: Symphonic Pink Floyd, Riders on the Storm: The Doors Concerto e Symphonic Music of the Rolling Stones.

Jaz Coleman

Para a execução, a majestosa Orquestra Filarmônica de Londres, regida pelo maestro Peter Scholes.

O que posso dizer desse play? Simplesmente fantástico, surreal, perfeito no que se propõe. No disco temos clássicos do Led Zeppelin e do rock em si, interpretados de maneira inacreditável pela orquestra, gerando algo novo, mas que cria a sensação de que essas músicas foram feitas para ser tocadas também por violinos, violoncelos, flautas e toda a infinidade de instrumentos que aqui ouvimos.

Uma abertura com certo espírito oriental abre as portas para uma versão surpreendente de Kashmir. Aqui, e no resto do play, os lendários vocais de Robert Plant são substituídos por suaves violinos, tocados como solo pelo primeiro violinista, abaixo apenas do maestro na hierarquia de uma orquestra. Com certeza Kashmir é o grande destaque do álbum, com seu antológico riff abrindo espaço para o explosivo trecho melódico, que os músicos souberam deixar ainda mais marcante.

Outro ponto alto é a maravilhosa The Battle of Evermore, que ganha gaitas-de-fole e assim mergulha ainda mais fundo no clima "Tolkiano". Linda interpretação com a cara de Robert Plant, que provavelmente adoraria ouví-la lendo O Hobbit.

A histórica Stairway to Heaven beira a perfeição, trazendo uma aplaudível leitura do solo de guitarra. When the Levee Breaks carrega a mesma energia vibrante da versão orginal, com destaque para os instrumentos de percussão. Going to California é campo para diversas criações instrumentais originais, que se encaixam perfeitamente com os elementos da música. Friends é outra que puxa a mesma proposta que os compositores buscaram, sendo bastante caótica e sombria. All My Love segue a mesma linha de Going to California, com muita coisa nova produzida pela orquestra.

A Orquestra

Enfim, o play é emocionante, forte, envolvente, uma peça rara de música. As cordas, os metais, as madeiras criam novos contrastes, novas visões, novos sentimentos nessas faixas que tanto conhecemos. Jaz Coleman aceitou a complicada tarefa de trazer tudo o que o rock e o Led Zeppelin representam para uma orquestra, e a executou muito bem.

Termino essa resenha dizendo que, muito provavelmente, quando você terminar de ouvir o disco, terá os mesmos pensamentos que eu: "Meu Deus, até onde foi a musicalidade do Led Zeppelin?". E é exatamente isso que fica muito claro com esse álbum: Sir Jimmy Page, Robert Plant, John Paul Jones e John Bonham fizeram nada menos que arte. A interpretação da Orquestra Filarmônica de Londres nos dá a idéia de que se Mozart, Bach e Beethoven foram os grandes mestres do século XIII e da música erudita, o século XX e sua música também tiveram seus gênios. Garanto que qualquer um que ouve esse álbum pode vislumbrar tudo isso, e convido você, visitante da Combe, a experimentar essas sensações.

01. Down at the Great Pyramid
02. Kashmir
03. The Battle of Evermore
04. Stairway to Heaven
05. When the Levee Breaks
06. Going to California
07. Friends
08. All My Love
09. Kulu Valley (ambient remix)

Cordas, metais, madeiras, instrumentos de percussão e teclas - Orquestra Filarmônica de Londres
Peter Scholes - regência
Jaz Coleman - arranjos

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Jp


sábado, 17 de abril de 2010

Yngwie Malmsteen - Inspiration [1996]


"Inspiration" é o nono álbum da discografia de Yngwie Malmsteen, que dispensa maiores apresentações por aqui na Combosa: é um dos artistas com mais trabalhos postados aqui no blog.

Nesse disco, o sueco voador decidiu unir todas as suas influências "roqueiras" com vários covers, portanto aguarde muitos "Ritchies Blackmores" e "Jimis Hendrixes" por aqui. Mas as escolhas do gordinho foram ótimas: além de The Jimi Hendrix Experience, Deep Purple e Rainbow, temos por aqui versões para pepitas de bandas como Scorpions, Rush, The UK e até mesmo Kansas.

E, como era de se esperar, a execução está impecável. Músicos (principalmente vocalistas) competentes pra dedéu seguem o sr. Lars nessa empreitada, fazendo com que o mesmo realize uma retrospectiva de sua carreira ao convidar músicos que já não participam mais de seu grupo, como o baterista Anders Johansson, o baixista Marcel Jacob, o tecladista Jens Johansson e os incríveis vocalistas Jeff Scott Soto, Joe Lynn Turner e Mark Boals. Vale lembrar que o tecladista David Rosenthal, que entraria pra banda apenas num futuro distante, em meados de 2002, dá as caras no disco.

Duas curiosidades: Yngwie Malmsteen também dá uma palinha de sua voz em "Manic Depression", de The Jimi Hendrix Experience; e da banda de Malmsteen na época, apenas o tecladista Mats Olausson participou das gravações, tendo o gordinho queroso deixado de lado músicos como Mats Levén, Barry Dunaway e Cozy Powell!! [risos]

Enfim, se já é de se esperar boa coisa vindo de Yngwie Malmsteen, com o timaço de músicos e a verdadeira lista de clássicos que estão a seguir, é pra se ter certeza de que paulada na face vem por aí.

01. Carry On Wayward Son (Kansas)
Jeff Scott Soto - vocal
Yngwie Malmsteen - guitarra
Marcel Jacob - baixo
Anders Johansson - bateria
David Rosenthal - teclados

02. Pictures Of Home (Deep Purple)
Joe Lynn Turner - vocal
Yngwie Malmsteen - guitarra, baixo
Anders Johansson - bateria
Mats Olausson - teclados

03. Gates Of Babylon (Rainbow)
Jeff Scott Soto - vocal
Yngwie Malmsteen - guitarra, baixo, sitar
Jens Johansson - teclados
Anders Johansson - bateria

04. Manic Depression (The Jimi Hendrix Experience)
Yngwie Malmsteen - vocal, guitarra, baixo
Anders Johansson - bateria

05. In The Dead Of Night (The UK)
Mark Boals - vocal
Yngwie Malmsteen - guitarra, baixo
Anders Johansson - bateria
Jens Johansson - teclados

06. Mistreated (Deep Purple)
Jeff Scott Soto - vocal
Yngwie Malmsteen - guitarra, baixo
Anders Johansson - bateria
Mats Olausson - teclados

07. The Sails Of Charon (Scorpions)
Mark Boals - vocal
Yngwie Malmsteen - guitarra, baixo
Anders Johansson - bateria

08. Demon's Eye (Deep Purple)
Joe Lynn Turner - vocal
Yngwie Malmsteen - guitarra, baixo
Anders Johansson - bateria
Jens Johansson - teclados

09. Anthem (Rush)
Mark Boals - vocal
Yngwie Malmsteen - guitarra, baixo
Anders Johansson - bateria

10. Child In Time (Deep Purple)
Mark Boals - vocal
Yngwie Malmsteen - guitarra, baixo
Anders Johansson - bateria
David Rosenthal - teclados

11. Spanish Castle Magic (The Jimi Hendrix Experience)
Joe Lynn Turner - vocal
Yngwie Malmsteen - guitarra, baixo
Anders Johansson - bateria

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by Silver

terça-feira, 13 de abril de 2010

Guns N' Roses - Covering 'Em [1993]


Mesmo não sendo um lançamento oficial, "Covering 'Em" facilmente supera "The Spaghetti Incident?". Caso fosse lançado oficialmente, seria melhor aprovado pelo repertório ser mais condizente com o gosto da maioria dos fãs do Guns N' Rosese.

O repertório desse apanhado de covers contém clássicos e aparições históricas do Guns N' Roses ao vivo, como as faixas 6 e 7, extraídas do tributo ao Freddie Mercury e as faixas 3 e 4, extraídas de um show em Paris que teve a participação de Steven Tyler e Joe Perry do Aerosmith, entre outros.

Recomendado até para quem não gosta do Guns N' Roses, visto que a gravação é genial e os covers foram muito bem executados.

01. Salt Of The Earth
02. Live And Let Die
03. Mama Kin
04. Train Kept A Rollin'
05. Wild Horses
06. Bohemian Rhapsody
07. We Will Rock You
08. Godfather Theme
09. Always On The Run
10. Whole Lotta Rosie
11. Only Women Bleed
12. Knockin' On Heaven's Door
13. Attitude
14. Down On The Farm
15. Jumpin' Jack Flash
16. Crash Diet
17. Bring It Back Home
18. Just Another Sunday

Origem das faixas:
Faixa 1: Atlantic City, EUA, 19/12/1989, Axl & Izzy com os Rolling Stones
Faixas 2, 5, 11, 12 e 13: Tóquio, Japão, 22/02/1992
Faixas 3 e 4: Paris, França, 06/06/1992, com Steven Tyler e Joe Perry (Aerosmith)
Faixa 6: Londres, Inglaterra, 20/04/1992, Axl com Elton John & Queen
Faixa 7: Londres, Inglaterra, 20/04/1992, Axl com Queen
Faixa 8: Paris, França, 06/06/1992
Faixa 9: Paris, França, 06/06/1992, com Lenny Kravitz
Faixa 10: Nova Iorque, EUA, 02/02/88
Faixa 14: Indianápolis, EUA 07/04/1990
Faixas 15-18: Demos de estúdio

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by Silver

Da esquerda para a direita: Slash, Duff McKagan, Lars Ulrich [Metallica], Sebastian Bach [Skid Row] e Axl Rose

Spin The Bottle - An All-Star Tribute To KISS [2004]


"Spin The Bottle - An All-Star Tribute To KISS" é o ponto alto dos tributos ao Kiss, na minha opinião. O grupo de mascarados merecia um tributo composto por uma maioria famosa e influenciada pelo Kiss.

Tudo começa na capa: simplesmente não há uma capa melhor para um tributo à uma banda que compôs canções como "Lick It Up", "Take It Off", "Nothin' To Lose" (pra quem não sabe, a última fala sobre sexo anal), entre outros verdadeiros hinos para strippers e relacionados.

Mas o ápice está na lista de músicos que integram o play - só boa gente. Como destaques pode-se citar Dee Snider (Twisted Sister), Tommy Shaw (Styx/Damn Yankees), Fred Coury (Cinderella/Arcade), Lemmy Kilmister (Motörhead), Kip Winger (Winger), Paul Gilbert (Mr. Big/Racer X), além da presença inusitada do ex-guitarrista do Kiss, Bruce Kulick, entre muitos outros nomes de peso.

O repertório também foi muito bem-escolhido: apenas clássicos da época setentista da banda, como "Detroit Rock City", "Shout It Out Loud", "Cold Gin", enfim... um prato cheio para qualquer fã de Kiss e de Hard Rock, de uma forma geral!

01. Detroit Rock City
Banda: Dee Snider, Doug Aldrich, Marco Mendoza, John Tempesta
02. Love Gun
Banda: Tommy Shaw, Steve Lukather, Tim Bogart, Jay Schellen
03. Cold Gin
Banda: Mark Slaughter, Ryan Roxy, Robben Ford, , Phil Soussan, Steve Riley
04. King Of The Night Time World
Banda: Chris Jericho, Rich Ward, Mike Inez, Fred Coury
05. I Want You
Banda: Kip Winger, Paul Gilbert, Greg Bissonette
06. God Of Thunder
Banda: Buzz Osbourne, Bruce Kulick, Blasko, Carmine Appice
07. Calling Dr. Love
Banda: Page Hamilton, Mike Porcaro, Greg Bissonette
08. Shout It Out Loud
Banda: Lemmy Kilmister, Jennifer Batten, Samantha Maloney
09. Parasite
Banda: Doug Pinnick, Bob Kulick, John Alderete, Vinnie Calaiuta
10. Strutter
Banda: Phil Lewis, Gilby Clarke, Jeff Pilson, Bobby Rock
11. I Stole Your Love
Banda: Robin McAuley, C.C. Deville, Tony Franklin, Aynsley Dunbar

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by Silver

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Iced Earth - Tribute To The Gods [2002]


"Tribute To The Gods" é um tributo de ótimo gosto do Iced Earth, com incontestáveis clássicos do Rock n' Roll e do Heavy Metal. Infelizmente, foi o último disco com Matthew Barlow no vocal (até sua volta à banda em 2007) e com Larry Tarnowski na guitarra-solo.

Todavia o destaque é Matt Barlow, um dos melhores vocalistas do metal. Seu vocal extremamente potente e sua presença energética definitivamente o consagraram como o definitivo vocalista do Icead Earth. O resto da banda também manda ver com um instrumental forte e bem tocado. Mesmo tocando covers, o grupo imprimiu sua personalidade.

Vale destacar as interpretações de "Highway To Hell" (AC/DC), "Screaming For Vengeance" (Judas Priest), "Black Sabbath" (Black Sabbath) e "God Of Thunder" (Kiss), sendo que nesta o guitarrista base e "chefe" do grupo, Jon Schaffer, deu uma palinha de sua voz.

O repertório já garante clássicos de bandas como Kiss, AC/DC, Iron Maiden, Judas Priest e muito mais. Impossível destacar uma canção sequer. Com a performance incrível do Iced Earth então, não há nada mais a se comentar. Não perca tempo e confira o mais rápido possível!

01. Creatures Of The Night (Kiss)
02. The Number Of The Beast (Iron Maiden)
03. Highway To Hell (AC/DC)
04. Burnin' For You (Blue Öyster Cult)
05. God Of Thunder (Kiss)
06. Screaming For Vengeance (Judas Priest)
07. Dead Babies (Alice Cooper)
08. Cities On Flame With Rock N' Roll (Blue Öyster Cult)
09. It's A Long Way To The Top (If You Wanna Rock N' Roll) (AC/DC)
10. Black Sabbath (Black Sabbath)
11. Hallowed Be Thy Name (Iron Maiden)

Matt Barlow - vocal
Jon Schaffer - guitarra-base, vocal em "God Of Thunder"
Larry Tarnowski - guitarra-solo
James MacDonough - baixo
Richard Christy - bateria

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by Silver

domingo, 11 de abril de 2010

Damon & Ian Duarte - Metal Acústico [2003]


"Metal Acústico" é uma coletânea perfeita para aquela noite com a namorada, amante ou as duas juntas [risos]. Todas as músicas foram tocadas pelos fantásticos Damon e Ian Duarte, que dão um show de musicalidade e incrementam a gravação com personalidade própria em belíssimas canções.

A escolha do repertório recolheu adaptações de bandas de Hard Rock, Heavy Metal e até Progressive Rock, mas todas as músicas tem algo em comum: foram executadas eximiamente em formato "barzinho", com violão e voz, muito sentimento e profissionalismo.

Tal escolha também impressiona por conter desde músicas sempre escolhidas para esses acústicos como More Than Words (Extreme) e Dust In The Wind (Kansas), porém algumas faixas apareceram inusitadamente e deram um brilho ao álbum, como Crazy (Aerosmith) e More Than A Feeling (Boston). Apesar das citações, a audição completa dessa pepita é mais do que recomendada para qualquer tipo de ouvinte, principalmente se houver acompanhante. [risos]

NOTA: Se você gostou, não deixe de COMPRAR - o encarte é maravilhoso e conta com todas as letras cifradas das canções!

Tracklist:
01. Is This Love? (Whitesnake)
02. Beautiful (Marillion)
03. Patience (Guns N' Roses)
04. Crazy (Aerosmith)
05. Dust In The Wind (Kansas)
06. Eyes Without A Face (Billy Idol)
07. Love Of My Life (Queen)
08. More Than A Feeling (Boston)
09. Silent Lucidity (Queensrÿche)
10. More Than Words (Extreme)
11. Bed Of Roses (Bon Jovi)
12. Wind Of Change (Scorpions)

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by Silver

sábado, 10 de abril de 2010

Queen - Freddie Mercury Tribute Concert [1992]


Em 24 de novembro de 1991, o mundo perdeu um dos maiores gênios da música. Farrokh Bulsara, mais conhecido como Freddie Mercury, conquistou fãs desde sua primeira apresentação com o animalesco Queen até este fatídico domingo - mesmo dia em que Eric Carr, baterista do Kiss, deixaria o nosso plano.

Alguns meses depois, em 20 de abril de 1992, um concerto foi realizado no estádio inglês de Wembley para prestar tributo a esse grande frontman, com a participação de fãs e amigos que já eram famosos na época, tocando junto aos integrantes remanescentes do Queen, desde os emergentes Gary Cherone, Axl Rose e Slash até verdadeiros dinossauros da música como Tony Iommi, George Michael, Robert Plant e Roger Daltrey.

A intenção do show era arrecadar fundos para iniciar uma associação para tratar de pessoas que sofriam da mesma doença que matou Freddie e acabou sendo um sucesso - conseguiram facilmente a lotação máxima do estádio e, no mundo todo, mais de um bilhão de pessoas assistiram a apresentação, não só no estádio mas pela televisão, já que o mesmo foi exibido ao vivo pela MTV. A associação, só com os fundos do show, arrecadou mais de 20 milhões de euros. Ruim que não foi, né?

Só pela lista de artistas, não precisaria fazer nenhuma menção, mas destaco as minhas versões prediletas: "Somebody To Love" com George Michael, "Bohemian Rhapsody" com Elton John e Axl Rose, "Stone Cold Crazy" com James Hetfield e Tony Iommi e "I Want It All" com Roger Daltrey e Tony Iommi. Por fim, minha recomendação: alugar numa locadora ou até mesmo comprar o vídeo desse show, pois a garantia de que você irá se emocionar, caro leitor, é fatalmente certa.

CD 1:
01. Tie Your Mother Down (Joe Elliott e Slash)
02. I Want It All (Roger Daltrey e Tony Iommi)
03. Las Palabras De Amor (Zucchero)
04. Hammer To Fall (Gary Cherone e Tony Iommi)
05. Stone Cold Crazy (James Hetfield e Tony Iommi)
06. Innuendo/Kashmir (Robert Plant)
07. Crazy Little Thing Called Love (Robert Plant)
08. Too Much Love Will Kill You (Brian May e Spike Edney)
09. Radio Ga Ga (Paul Young)
10. Who Wants To Live Forever (Seal)

CD 2:
01. I Want to Break Free (Lisa Stansfield)
02. Under Pressure (David Bowie e Annie Lennox)
03. All The Young Dudes (Ian Hunter, David Bowie, Mick Ronson, Joe Elliot e Phil Collen)
04. Heroes (David Bowie e Mick Ronson)
05. '39 (George Michael)
06. These Are The Days Of Our Lives (George Michael e Lisa Stansfield)
07. Somebody To Love (George Michael)
08. Bohemian Rhapsody (Elton John e Axl Rose)
09.
The Show Must Go On (Elton John e Tony Iommi)
10.
We Will Rock You (Axl Rose)
11. We Are The Champions (Liza Minnelli e todos já citados)

Brian May - vocal, guitarra, violão, backing vocals
John Deacon - baixo
Roger Taylor - bateria, percussão, backing vocals
Spike Edney - teclado, piano, backing vocals
Mike Moran - piano em "Who Wants to Live Forever" e "Somebody to Love"
Josh Macrae - percussão
Chris Thompson - backing vocals, violão em "I Want It All", "Crazy Little Thing Called Love" and "Heroes", percussão
Maggie Ryder - backing vocals
Miriam Stockley - backing vocals
The London Community Gospel Choir - backing vocals em "Somebody to Love" e "We Are the Champions"
John Jones - órgão e backing vocals em "We Are The Champions"

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by Silver