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sábado, 10 de abril de 2010

Jake E. Lee - Runnin' With The Devil [2008]


Para quem achou que a carreira de Jake E. Lee estava morta, além do novo "Dissonance" que está para ser lançado com o Enuff Z'nuff, temos uma grande surpresa: no ano passado, o virtuoso guitarrista lançou um disco apenas de covers, de acordo com suas influências, que variam de Ted Nugent até Metallica e de Queen até Van Halen.

"Runnin' With The Devil", além de contar com a guitarra fantástica de mr. Lee em todas as faixas (obviamente), tem a participação de vários vocalistas já conhecidos pelos visitantes da Combe do Iommi como Stephen Pearcy, Stevie Rachelle e os lendários Glenn Hughes e Lemmy Kilmister. Além, é claro, de ter uma seleção de faixas incrível e uma ótima produção.

Os destaques ficam para as excelentes versões de "Get Down, Make Love" (Queen), "Seek & Destroy" (Metallica), "Just What The Doctor Ordered" (Ted Nugent), "It's A Long Way To The Top" (AC/DC) e para a inusitada "Cry In Time", antiga demo do Ratt dos tempos que Jake E. Lee fazia parte do grupo, que se chamava Mickey Ratt na época. Como diria meu grande amigo e companheiro de blog Sueco: pepita '-'!

01. Runnin´ With The Devil (Van Halen)
Vocal: Stephen Pearcy (Ratt)

02. Seek & Destroy (Metallica)
Vocal: Chuck Billy (Testament)

03. Wango Tango (Ted Nugent)
Vocal: Stevie Rachelle (Tuff)

04. Just What The Doctor Ordered (Ted Nugent)
Vocal: Kory Clarke (Warrior Soul)

05. Journey To The Center Of The Mind (The Amboy Dukes)
Vocal: Phil Lewis (L.A. Guns)

06. Get Down, Make Love (Queen)
Vocal: Glenn Hughes

07. Wang Dang Sweet Poontang (Ted Nugent)
Vocal: Alex Mitchell (Circus Of Power)

08. Free-For-All (Ted Nugent)
Vocal: Jani Lane (Warrant)

09. Dog Eat Dog (AC/DC)
Vocal: Jizzy Pearl (Love/Hate)

10. It's A Long Way To The Top (AC/DC)
Vocal: Lemmy Kilmister (Motörhead)

11. Cry In Time (Ratt)
Vocal: Stephen Pearcy (Ratt)

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by Silver

Loudness - Soldier Of Fortune [1989] & Cozy Powell Forever: Live In Tokyo [1998]

Post em conjunto com o enrolão do Rock Silvão, que está me enrolando com esse post desde sábado.

Soldier Of Fortune [1989]

Depois de se mostrar para o mundo, com o sucesso de grandes pérolas do Heavy Metal como "Thunder In The East" e "Lightning Strikes", o Loudness já era a maior banda do Japão no final dos anos 80, mas o líder da banda, o guitarrista ultra-virtuoso Akira Takasaki achava que ainda não tinha conseguido o que queria, mesmo depois de ter excursionado com bandas como Mötley Crüe, AC/DC e Stryper e feito história colocando o Loudness por duas vezes no ranking da Billboard (pra quem não leu meu último post deles, o Loudness foi a primeira banda japonesa a conseguir entrar em qualquer ranking da Billboard), que era consolidar-se como um dos maiores super-grupos do mundo. Então, ele, em conjunto com o baterista Munetaka Higuchi, decidiu que era hora de demitir o vocalista Minoru Niihara e fazer uma jogada de marketing um tanto ousada: Contratar um vocalista ocidental.
O escolhido não poderia ser melhor: O grande vocalista Michael Vescera, que trabalharia mais tarde com Yngwie Malmsteen e com o Dr. Sin, por exemplo. Como falei anteriormente, a escolha não poderia ter sido melhor: Vescera é dono de uma voz única, com um timbre arregaçante, que combinou demais com o estilo mais farofão que a banda havia assumido.

Em meio à todo esse clima de prosperidade, "Soldier Of Fortune" foi gravado nos Estados Unidos, em vários estúdios famosos em Los Angeles, Hollywood e New Jersey e lançado em setembro de 1989, trazendo o que é, na minha opinião, o melhor álbum da banda, depois de "Thunder In The East". Um disco totalmente cruzão, com os vocais de Vescera totalmente rasgados, sem aquele sotaquezinho japonês nas letras e com Akira Takasaki totalmente inspirado, fazendo um trabalho mais que incrível nas 6 cordas, fazendo com que vários críticos musicais, até hoje digam que esse foi o melhor trabalho de Takasaki na guitarra, e, de fato é. Munetaka Higuchi e Masayoshi Yamashita também mostram um trabalho invejável na bateria e baixo, respectivamente, fazendo com que pelo menos na teoria, o Loudness realmente se tornasse um super-grupo.

Infelizmente, as coisas não saíram como Takasaki havia planejado, já que o álbum foi um fiasco nos Estados Unidos. O que salvou "Soldier Of Fortune", foram as altíssimas vendas no Japão, acompanhadas de uma mega-turnê na Terra do Sol Nascente, com Michael Vescera cantando até músicas em japonês, como Crazy Doctor.

Enfim, os destaques dessa pepitona Hard Rock ficam com "You Shock Me", "Lost Without Your Love", "Faces In The Fire", "Danger Of Love" e o rock anthem "Soldier Of Fortune", que além de ser a faixa-título, é uma das músicas mais poderosas do Loudness. Discaço!

Loudness com Michael Vescera - [1989 - 1991]

1. Soldier Of Fortune
2. You Shock Me
3. Danger Of Love
4. Twenty-Five Days
5. Red Light Shooter
6. Running For Cover
7. Lost Without Your Love
8. Faces In The Fire
9. Long After Midnight
10. Demon Disease

Michael Vescera - Vocais
Akira Takasaki - Guitarra
Masayoshi Yamashita - Baixo
Munetaka Higuchi - Bateria

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Bruno Gonzalez


Cozy Powell Forever: Live In Tokyo [1998]

Pra ser sincero, nem eu sei bem a procedência desse registro. Aos fãs mais assíduos, peço mais informações sobre essa bootleg. Só pra constar, esse registro não é o oficial que circulou às vendas como pertencente à discografia da banda.

A voz de Minoru Niihara é tão inconfundível que eu obtive esse arquivo crente crente que Masaki Yamada (que foi vocalista do Loudness de 1992 à 2001, ou seja, nessa época Yamada estava na banda) estava assumindo os vocais. Tive uma baita surpresa, muito boa por sinal, ao saber que este foi um dos poucos concertos da breve reunião da formação original do Loudness (já que, na época, apenas Akira Takasaki integrava o grupo) que circulou apenas pelo Japão e que motivaria uma posterior reunião oficial.

"Cozy Powell Forever: Live In Tokyo" foi extraído de um show do dia 16 de novembro de 1998, na cidade de Tóquio, durante um tributo idealizado pelo baterista do próprio Loudness, Munetaka Higuchi (R.I.P.). Tal tributo incluiu outras bandas, tendo o Loudness como headliner.

O repertório consiste em músicas que Cozy Powell gravou ou tocou muitas vezes ao vivo, como clássicos do Rainbow, Deep Purple e Black Sabbath. A performance dos integrantes é simplesmente fantástica, principalmente com Niihara cantando perfeitamente bem e Higuchi mandando pra caralho. A sonzeira conta com um tecladista pra interpretar as faixas que contém teclados, como Burn e Stargazer.

A qualidade de som é impecável, então não há nada mais a acrescentar: rock n' roll oriental da melhor qualidade!

01. Kill The King
02. War Pigs
03. Mistreated
04. Still I'm Sad
05. Higuchi Drums Solo
06. Burn
07. Long Live Rock N' Roll
08. Stargazer
09. Light In The Black
10. All Night Long

Minoru Niihara - vocal
Akira Takasaki - guitarra
Masayoshi Yamashita - baixo
Munetaka Higuchi - bateria

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by Silver

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Eric Singer Project - Live At Indy Kiss Expo [1998]


"Cafundado" das trevas, esse registro que trago é, no mínimo, bem raro. A gravação ocorreu em 28 de fevereiro de 1998 na cidade de Indianapolis, EUA, em uma Kiss Konvention que teve por lá. Nessa época, o Eric Singer Project começava a trabalhar em seu primeiro e único disco de estúdio: "Lost And Spaced", que consistia em um álbum apenas de covers de grandes nomes do rock n' roll como Kiss, Humble Pie, Jimi Hendrix e muitos outros. Então, para darem uma "divertida" (e ganhar uma grana extra), eis que Eric Singer e sua trupe passam a tocar em diversas Kiss Konventions, com um repertório bem variado, sem tocar apenas Kiss.

Esse magnífico registro começa com um breve acústico de John Corabi e Bruce Kulick, com algumas músicas do primeiro registro do Union, que havia acabado de ver a luz do dia. Além das quatro canções escolhidas (e que ainda conta com Robin's Song, pouco executada pela banda ao vivo e uma das melhores do Union, francamente), uma versão improvisada de Beth e uma belíssima adaptação de You've Got To Hide Your Love Away do The Beatles figuram nesse acústico.

Da sétima faixa pra frente, já com Eric Singer na bateria e Karl Cochran no baixo, a pauleira começa: clássicos como Going Down (Jeff Beck), Star Spangled Banner/Purple Haze (Jimi Hendrix) e uma versão instrumental arrasa-quarteirões de Out On The Tiles (Led Zeppelin), onde Eric Singer mostra o porque de seu currículo ser tão invejável, foram escolhidos para se juntar à mais clássicos da banda mais quente do mundo como She, Domino e Strange Ways (!!).

A qualidade de som está bem próxima a de um registro extraído da mesa de som, até porque o show deve ter sido bem restrito, o que deixou a gravação tão boa, mesmo de audiência. Não perca tempo e confira esse baita show de um dos mais cativantes e habilidosos super-grupos já vistos até hoje!

01. October Morning Wind
02. Love (I Don't Need It Anymore)
03. Pain Behind Your Eyes
04. Beth
05. Robin's Song
06. You've Got To Hide Your Love Away
07. Out On The Tiles
08. Strange Ways
09. Watchin' You
10. Going Down
11. Star Spangled Banner
12. Purple Haze
13. Jam
14. She
15. Domino
16. Nothin' To Lose

John Corabi - vocal, guitarra
Bruce Kulick - guitarra
Karl Cochran - baixo, vocal
Eric Singer - bateria, vocal

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by Silver

Rush - Feedback [2004]


Falar da excelência do Rush é chover no molhado. A banda é uma das maiores da história do rock, e isso é unânime.

O Rush nunca teve mundanças de formação desde a turnê no seu primeiro álbum, em 74, continuando até hoje com os virtuosos membros que formam um dos maiores power-trios do rock.

E é comemorando os trinta anos desse clássico que os canadenses regravaram músicas que os influenciaram durante a década de 60, formando um EP com alguns dos melhores covers que eu já ouvi: Feedback.

Geddy Lee já não tem os vocais estridentes de outros tempos, mas canta com competência em tons mais baixos, além de continuar um baixista brilhante. Alex Lifeson dá um toque próprio aos arranjos de guitarra, sempre com timbres incríveis. Neil Peart dispensa comentários. É o monstro da bateria que sempre foi.

Feedback abre com uma brilhante versão de Summertime Blues (composta por Eddie Cochran, mas feita famosa pelo Blue Cheer), que já vale o disco. Heart Full of Soul (do Yardbirds), Mr. Soul, For What It's Worth, (ambas do Buffalo Springfield) e Crossroads (clássico de Robert Johnson imortalizado pelo Cream) são destacadas pelos timbres e solos de Lifeson e pela voz de Geddy, que forma uma combinação perfeita com as músicas.

Neil Peart, que mantem-se um pouco mais contido nas outras faixas, interpreta magistralmente Shapes of Things, outro clássico do Yardbirds, e Seven And Seven Is, do Love.

Outro momento sublime do EP é The Seeker, com um Rush mostrando fidelidade e também muita personalidade ao fazer o cover do The Who. É claro que Peart faz juz à versão original gravada por Keith Moon.

Feedback é surpreendente como o Rush em si, que nunca lançou dois discos iguais. Uma ótima produção que em trinta minutos dá uma aula de boa música. Download imperdível.

01. Summertime Blues
02. Heart Full of Soul
03. For What It's Worth
04. The Seeker
05. Mr. Soul
06. Seven and Seven Is
07. Shapes of Things
08. Crossroads


Geddy Lee - baixo, vocais
Alex Lifeson - guitarra, violão
Neil Peart - bateria, percussão

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Jp


V.A. - Nativity In Black: A Tribute To Black Sabbath [1994]

Em 1994 foi lançado um dos primeiros (se não O primeiro) álbuns de tributo aos criadores do metal. Nativity In Black, cujo nome vem do termo erroneamente associado à sigla N.I.B, é uma poderosa coletânea de covers da formação clássica do Black Sabbath feitos por bandas mundialmente famosas. Algumas faixas pouco adicionam algo às versões originais, mas outras são realmente destruidoras.

O primeiro e talvez maior ponto alto do play é Children of the Grave tocado pelo White Zombie. A versão é impecável, com um som pesado e vocais furiosos de Rob Zombie. A banda também deu um toque próprio ao adicionar vozes faladas durante passagens instrumentais e alguns efeitos macabros no fim.

Logo em seguida entra a versão do Megadeth para Paranoid. Aqui ouve-se uma das maiores bandas do metal tocando fielmente um dos maiores clássicos do estilo. Destaque absoluto para os vocais de Dave Mustaine.

Então entra uma parte no mínimo estranha do disco. Uma versão de Supernaut por 1000 Homo DJs, um projeto paralelo de Al Jourgensen, frontman da banda de metal industrial Ministry. Por incrível que pareça, o cover não foge muito do original, apesar de elementos eletrônicos.

Logo em seguida uma ótima versão de Iron Man tocada pelo próprio Ozzy Osbourne com a banda de metal alternativo Therapy?. Sendo mais acelerada, a música ganha uma roupagem diferente e muito interessante.

O próximo destaque é o poderoso cover de Symptom of the Universe pelo Sepultura. A música, que muita gente diz ser precursora do thrash metal, fica muito mais agressiva nas mãos dos brasileiros. Todos os músicos arrebentam, mas a bateria de Igor Cavalera dá um toque a mais. Cito também o solo de violão de Andreass Kisser no fim da música, que mata a pau.

Então vem um dos ápices do play: The Wizard tocado pelo Bullring Brummies. O que é isso? É uma banda formada por nada menos que Geezer Butler no baixo e Bill Ward na bateria, ambos do Sabbath, Rob Halford do Judas Priest nos vocais, Scott "Wino" do Obsessed e Brian Tilse do Fight nas guitarras e um tal de Jimmy Wood na gaita. A versão é brilhante; todos os instrumentistas trabalham com excelência acompanhando Halford, que canta em tons mais baixos. Porém, por incrível que pareça, o que se destaca é a gaita furiosa de Jimmy Wood. A banda se formou só pra esse trabalho e nunca mais gravou nada.

Depois temos o último ponto alto do disco: uma versão de Sabbath Bloody Sabbath do Bruce Dickinson com a banda Godspeed, que dispensa comentários.

Os outros covers são bons, mas não mostram nada de novo, sendo que devem agradar mais a quem é fã das bandas que os fizeram. Isso exclui Black Sabbath pelo Type O Negative, que vai bem, mas exagera nos teclados e tira um pouco da essência do original.

Enfim, Nativity In Black é um disco que faz juz aos deuses. Um dos poucos defeitos é a não participação de Tony Iommi. Mas ainda assim um tributo e tanto. Baixe!

01. After Forever (Biohazard)
02. Children of the Grave (White Zombie)
03. Paranoid (Megadeth)
04. Supernaut (1000 Homo DJs)
05. Iron Man (Ozzy Osbourne & Therapy?)
06. Lord of This World (Corrosion of Conformity)
07. Symptom of the Universe (Sepultura)
08. Wizard (Bullring Brummies)
09. Sabbath Bloody Sabbath (Bruce Dickinson & Godspeed)
10. N.I.B. (Ugly Kid Joe)
11. War Pigs [live] (Faith No More)
12. Black Sabbath (Type O Negative)
13. Solitude (Cathedral)

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Jp

quinta-feira, 8 de abril de 2010

V.A. - Kiss My Ankh: A Tribute To Vinnie Vincent [2008]


"Kiss My Ankh: A Tribute To Vinnie Vincent" se trata de um tributo realizado em homenagem à um dos melhores guitarristas que já passaram pelo Kiss e talvez um dos melhores e mais virtuosos guitarristas que já apareceram pela mídia: Vinne Vincent.

O tributo foi gravado ao decorrer do ano de 2008 e, apesar da demora, saiu muito bom! Aberto por uma banda de apenas um membro, DoubleVirgo, a versão de "Killer" nos remete à sonoridade setentista e clássica da banda aliada ao peso dos anos 80. Em seguida, temos "I Still Love You" no maior estilo NWOBHM, com um resultado bem diferente do esperado. Segue-se uma versão de "Lick It Up" tocada por uma banda composta apenas por garotas e a moderna versão para a bela "A Million To One" executada por Steve Brown e banda. A parte de canções do Kiss com participação de Vinnie Vincent na guitarra acaba por aí.

Agora, o barato do tributo: possui 4 canções da carreira-solo de Vinnie Vincent, no Vinnie Vincent Invasion. Abre-se tal seção com a versão de "Boyz Are Gonna Rock" cantada por Mike Weeks e que conta com T.J. Racer (Nitro) no baixo e Andre LaBelle (baterista do não-lançado "Guitars From Hell" de Vinnie) na bateria. Em seguida, encontramos uma pesada versão de "Back On The Streets", uma fiel versão de "That Time Of Year" cantada por Sheldon Tarsha (Tarsha, ex-Adler's Appetite) que, pra mim, é a melhor canção do tributo e o fechamento é feito com uma adaptação lenta e grudenta de "Love Kills" de Kelli McCloud e Vic Riviera (Adriangale).

Voltando ao Kiss, o disco "Revenge" onde Vinnie participou como autor de 3 músicas é homenageado com a presença de duas delas: uma versão black metal slowomtion de 7 minutos de "Unholy" (sério) e uma homenagem industrial metal à "I Just Wanna". Fechando com chave de ouro o tributo, temos a paródia de "Unholy" satirizando o vocalista Ted Poley (Danger Danger) cantada por C.C. Banana. Como diria meu amigo Meanstreet: "ao que indica, é Unholy só que cantada Tedpoly".

Apesar de algumas (poucas) versões ficarem muito dispersas e longínqüas das originais, "Kiss My Ankh: A Tribute To Vinnie Vincent" merece um espaço e tanto em sua coleção, principalmente porque as melhores versões do disco não ficaram simplesmente boas: ficaram MUITO FODAS. Vida longa ao mestre da virtuose, Vinnie Vincent!

Banda - Tracklist:
01. DoubleVirgo - Killer
02. Gods Of Fire - I Still Love You
03. Future 86 - Lick It Up
04. Steve Brown - A Million To One
05. Mike Weeks (+ Andre LaBelle & T.J. Racer) - Boyz Are Gonna Rock
06. Jazan Wild - Back On The Streets
07. Sheldon Tarsha, Ryan Roxie, Marko Pukkila, Troy Patrick Farrell - That Time Of Year
08. Kelli McCloud & Vic Riviera - Love Kills
09. Curse God And Die - Unholy
10. The Dead Zoo Keepers - I Just Wanna
11. C.C. Banana - Ted Poley (paródia de Unholy)

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by Silver

Tesla - Real To Reel: Volume 1 [2007]


"Real To Reel" se trata de um disco apenas de covers lançados por uma das bandas mais competentes do hard rock: Tesla. E hoje trago-vos o 1° volume do mesmo. A banda incluiu suas influências nesse disco, que vão desde os "óbvios" Deep Purple, The Beatles e Led Zeppelin até os diferenciados Robin Trower e The Temptations.

E como era de se esperar, as versões encontradas nesse disco foram executadas com maestria pela banda, que sempre foi conhecida por possuir excelentíssimos instrumentistas. Os instrumentos fizeram um trabalho competente enquanto o vocal belíssimo de Jeff Keith deu personalidade às canções, com sua voz única em um repertório muito bem-escolhido, viajando desde o rock n' roll até o blues, funk e outras vertentes, representando a mistura que a banda sempre fez ao longo de sua carreira.

Sacanagem destacar uma ou outra canção desse petardo. As 13 canções são realmente aproveitáveis e apreciáveis. Com vocês, caros letiores, Tesla!

01. Space Truckin' [Deep Purple cover]
02. Walk Away [The James Gang cover]
03. Hand Me Down World [The Guess Who cover]
04. Bad Reputation [Thin Lizzy cover]
05. Thank You [Led Zeppelin cover]
06. I've Got A Feeling [The Beatles cover]
07. Day Of The Eagle [Robin Trower cover]
08. Ball Of Confusion [The Temptations cover]
09. Rock Bottom [UFO cover]
10. Stealin' [Uriah Heep cover]
11. Bell Bottom Blues [Derek And The Dominos cover]
12. Honky Tonk Woman [The Rolling Stones cover]
13. Dear Mr. Fantasy [Traffic cover]

Jeff Keith - vocal
Frank Hannon - guitarra
Dave Rude - guitarra
Brian Wheat - baixo
Troy Luccketta - bateria

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by Silver

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Eric Singer Project - Lost & Spaced (Reissue) [1999]


Pode-se considerar o Eric Singer Project como o primeiro projeto em que o baterista Eric Singer tocou sem ser apenas um músico contratado após sua saída do Kiss. Já com um currículo de respeito, constando trabalhos com Black Sabbath, Lita Ford, Badlands e os já citados mascarados de Nova Iorque, eis que Singer elaborou o grupo com o intuito de tocar apenas covers, misturando diversão com trabalho.

Lançado em outubro de 1998, "Lost & Spaced" conta com o talento de Singer e de alguns amigos que participaram da gravação, como John Corabi (Mötley Crüe, Ratt, Union, The Scream), Bruce Kulick (Kiss, Union, Blackjack, KKB) e Karl Cochran (Joe Lynn Turner), além da notável participação de Ace Frehley em "Foxy Lady", de Jimi Hendrix, e da produção de Curt Cuomo, conhecido por produzir e compor para vários artistas como Lita Ford, Kiss, Union, Fiona e Eddie Money.

A versão dessa postagem não é a original, de 1998, lançada sem as duas últimas canções da versão aqui presente, e sim o play relançado um ano depois, já com "Twenty Flight Rock" (Eddie Cochran) e "Won't Get Fooled Again" (The Who).

Pelos músicos responsáveis pela empreitada, já se tem noção da qualidade. A tracklist só confirma tudo isso, pois os covers englobam nomes de influência incontestável que vão desde os primórdios como Johnny Winter e Eddie Cochran até bandas de Hard Rock basicamente setentistas como Deep Purple, Humble Pie, Kiss e The Sweet.

Difícil destacar algo por aqui, mas a versão de "Won't Get Fooled Again" está simplesmente fantástica, assim como "Teenage Nervous Breakdown" (Nazareth), "S.O.S. (Too Bad)" (Aerosmith) e, enfim, como todo o resto do álbum. Vale o download!

01. Teenage Nervous Breakdown (Nazareth cover)
02. Four Day Creep (Humble Pie cover)
03. Free Ride (Edgar Winter Group cover)
04. Still Alive And Well (Johnny Winter cover)
05. Never Before (Deep Purple cover)
06. Goin' Blind (Kiss cover)
07. Set Me Free (The Sweet cover)
08. Changes (Jimi Hendrix cover)
09. S.O.S. (Too Bad) (Aerosmith cover)
10. Foxy Lady (Jimi Hendrix cover)
11. Twenty Flight Rock (Eddie Cochran cover)
12. Won't Get Fooled Again (The Who cover)

Eric Singer:
  • Vocal em 1, 2, 7 e 11
  • Bateria em todas as faixas
  • Backing vocals em todas as faixas

John Corabi:
  • Vocal em 2, 3, 5, 9, 10, e 12
  • Guitarra base em todas as faixas
  • Baixo em 2, 3, 5, 7, 9 e 10

Bruce Kulick:
  • Guitarra solo em 1, 2, 3, 4, 6, 7, 8, 9 e 12
  • Baixo em 4, 6, 8, 11 e 12
  • Guitarra base adicional

Karl Cochran:
  • Guitarra solo em 2, 3, 4, 5, 7 e 11
  • Vocal em 2, 4, 6 e 8
  • Baixo em 1
  • Guitarra base adicional

Músicos adicionais:
  • Roberta Freeman - backing vocals em 1, 3, 5 e 8
  • Ace Frehley - guitarra solo em 10
  • Nicky Lemmons - teclados em 5
  • Curt Cuomo - percussão em 3
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by Silver