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quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Michael Jackson - Off The Wall [1979]


Como a Combe do Iommi não é um blog apenas de Metal ou Hard, nada melhor do que disponibilizar aqui um álbum que venho ouvindo muito durante esses dias. Aliás, de primeira, já direi: falar da competência e talento de Michael Jackson é chover no molhado, e penso que é ainda mais desnecessário falar sobre sua vida e começo da carreira. Então, partirei logo ao disco em questão.

Ele já havia saído dos Jackson Five e quando es
tava prestes a completar vinte anos, também saiu da aba do pai, o que era uma espécie de declaração de independência para ele. E embora já tivesse quatro discos na bagagem, era hora de mostrar um crescimento tanto físico e mental quanto musical. E quando Michael foi apresentado ao renomado produtor Quincy Jones, que trabalhara com Frank Sinatra, Ray Charles, Ella Fitzgerald e outros grandes nomes da música, não houveram dúvidas: começaria ali seu reinado como Rei do Pop.


"Off The Wall" foi a decolagem de Jackson para o mundo todo, quebrando a barreira entre a Pop Music branca e a negra. O disco incorpora também elementos da Disco Music e alguma coisa do Funk, o que faz ser uma tarefa difícil não dar alguns "passinhos" de dança durante a audição. Pop feito para vender e ser digerido com facilidade mas, ainda assim, primando pela qualidade.



Com aquele espírito tipicamente "discoteca" da década de 70 (que pode ser conferido no vídeo acima), "Off The Wall" tem uma coleção de clássicos muitíssimos populares do norte-americano como Don't Stop 'til You Get Enough, a festeira faixa-título, a comovente She's Out of My Life e
Rock With You (uma das que mais gosto, particularmente). Essas e todas as faixas restantes da obra provam que a diversão é constante por aqui. E, que se saliente: vicia.

"Off The Wall" teve 20 milhões de cópias comercializadas até o momento. Em seguida, viria "Thriller", "Bad", "Dangerous" e mais alguns milhões vendidos.

Ouça sem compromisso e não faça julgamentos precipitados. Quer um som divertido e de alta categoria? Aqui está minha recomendação. Enjoy!



Michael Jackson - vocais, co-produção
Larry Carlton - guitarras
Marlo Henderson - guitarras
Randy Jackson - percussão
Michael Boddicker - teclados, sintetizadores
George Duke - teclados, sintetizadores
David Foster - teclados, sintetizadores
Greg Phillinganes - teclados, sintetizadores
S
teve Porcaro – teclados, sintetizadores
Gary Grant - trompete
Kim Hutchcroft - trompete, saxofone, flauta
William Reichenbach - trombone
Louis Johnson - baixo
John Robinson - bateria

01. Don't Stop 'til You Get Enough
02. Rock With You
03. Workin' Day And Night
04. Get On The Floor
05.
Off The Wall
06. Girlfriend
07. She's Out of My Life
08. I Can't Help It
09. It's The Falling In Love
10. Burn This Disco Out

Por Gabriel

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quarta-feira, 5 de outubro de 2011

The Boogie Knights – Welcome To The Jungle Boogie [1997]


AVISO: ESSE POST CONTÉM JSS!

Jeff Scott Soto, definitivamente, é um talento nato, independente da abordagem do que estiver fazendo. Além de passear pelas mais diversas vertentes do Rock, ainda consegue lançar maravilhas fora do estilo, dominando com maestria seja lá o que for. Exemplo disso é o Boogie Knights, projeto com versões para clássicos da Disco Music com uma pegada um pouco mais pesada nas guitarras. Nada que descaracterize o conteúdo, de qualquer maneira, já que as melodias seguem a mesma linha do material original. Mas deixemos que o próprio cantor explique um pouco sobre a idéia em entrevista publicada no Whiplash em 2004:

“Eu estava cansado de ver toda banda de Seattle tomando o espaço do cenário musical e procurei outro jeito de viver, me divertindo e tendo um trabalho fixo. Fiquei com eles por 5 anos, tocando 3 ou 4 vezes por semana de maneira concreta. Eles ainda estão na ativa, mas saí porque queria voltar a fazer música original de novo, porque só o dinheiro não satisfazia como parte do que construí para mim. Não queria me ver para sempre com aquelas roupas e cantando músicas dos Bee Gees. O cd é o que é... um show ao vivo, músicas disco com um pouco mais de agressividade”.



Sob o codinome Umberto Banderas, Soto consegue mostrar outra faceta de seu vasto background musical, arrasando nos vocais – como já é de costume – e, o mais importante, conseguindo entreter tanto aqueles que já o conhecem como angariando novos adeptos. E sejamos sinceros, não tem como deixar de chacoalhar o esqueleto ao som de pérolas da melhor época da música dançante. O público de Jeff, em sua maior parte, compreendeu a proposta, tanto que o medley que encerra o CD é presença certa em seus shows até hoje. E nessa hora, até o mais tr00 dos tr00s esquece de sua tr00zice e se sente na pista de dança.

Atualmente o grupo excursiona pelos Estados Unidos, obviamente com outro dono do microfone. Sendo assim, dispa-se de qualquer preconceito, ponha as biritas pra gelar, chame os amigos e arraste a mobília, pois a festa vai começar!!!



Umberto Banderas (A.K.A. Jeff Scott Soto – vocals)
JJ Vernon Woods (guitars)
Corderious Washington (bass)
Vinnie Guiseppi Tortelli (drums)

01. Welcome to the Jungle Boogie
02. Get Down Tonight
03. Lady Marmalade
04. I’m Your Boogie Man
05. Boogie Oogie Oogie
06. Dancin’ Machine
07. Got to be Real
08. I Will Survive
09. Fire
10. Don’t Leave me this Way
11. YMCA
12. Grease
13. Play That Funky Music

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JAY

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Ultramen – Ultramen [1998]



Por que Ultramen, assim no plural?

Porque a gente só agarra monstro.

Essa foi a resposta do Júlio Porto, guitarrista dessa fantástica banda de Porto Alegre e meu estimado colega de segundo grau à época. Ele e seu irmão Pedro fundaram, juntamente com o Zé e o Tonhão (hoje Tonho Crocco) a Ultramen lá pelo ano de 1991. Foi o ano que os conheci e a banda ainda engatinhava.

Algumas músicas daquele ano entraram nesse play, como Bico de Luz. Outras não vingaram. Mas lembro até hoje daquela que tinha diversos sinônimos para a palavra demônio. Demônio, diabo, bicho mau, arrenegado, feio belzebu, anjo rebelde, capuçu... Está no track list.

O som vinha na esteira dos Red Hot Chilli Peppers, com pitadas de rock brazuca e um estilão Tim Maia e Simonal na cobertura. Se De Falla já havia aberto a trilha, a Ultramen simplesmente duplicou e pavimentou a rodovia do estilo no Brasil.

O disco de estreia foi gravado somente em 1996 e lançado em 1998 pela gravadora Rock It. Mas as demos já rolavam havia muito tempo entre os amigos e fãs. Shows enérgicos e pegada fantástica, nada na época podia ser comparado ao som dos caras.

Hoje fora de catálogo, o primeirão (e melhor, na minha opinião de quem conviveu com eles à época) está disponível para download pelos próprios músicos da banda no site Reverbnation. Por questão de lealdade, mando o link original, para o nobre passageiro beber direto da fonte.

A produção nem parece ser brazuca dos anos 90, de tão boa. O cuidado com os timbres dos instrumentos demonstra o profissionalismo dos caras. Ouça So Now I Let You Go e confirme o que quero dizer.




Atualmente a banda está dissolvida. Julio está em Londres (ao menos estava há pouco), Pedro na Califa e Tonhão segue fazendo um som absolutamente criativo e diferenciado para quem está acostumado a ouvir o padrão brasileiro de música popular. Eu diria que ele mostra para seus padrinhos Tim Maia, Simonal e Ben Jor que a batalha não foi em vão.

Este post vem também para que nos alertemos da merda que é política brasileira. Tonho Crocco fez um vídeo no qual gravou um rap chamado Gangue da Matriz, cuja letra fala do aumento dos próprios salários dos deputados gaúchos em 73%. Ele dá nome aos bois e, exatamente em razão disso, está sendo processado criminalmente. Coloquei o link com a história abaixo.

Onde está a liberdade de expressão prevista na Constituição Federal?

Entre um músico criativo e influente e uma corja de políticos sem caráter que aumentam o salário pago com verba pública, quem você escolhe?

Brasil, toma vergonha na cara. Paremos de votar em engraçadinhos, palhacinhos, almofadinhas e limpemos um pouco dessa sujeira que nós mesmos criamos.

Track List

01 - Se Habituar
02 - Bico de Luz
03 - Duro e Selvagem
04 - La Negrita
05 - Get Funky (with My Master Plan)
06 - Sebastião
07 - 5x1
08 - 5x1 Ultrafunk
09 - Demônio
10 - So Now I Let You Go
11 - Hip Hop Beat Box Com Vocal e James Brown
12 - Vou a Mais de 100
13 - Get a Pussy

Pedro Porto (baixo)
Julio Porto (guitarra)
Ze Darcy (bateria)
Malasia (percussão)
Marcito (percussão)
Tonho Crocco (vocais)

Link disponível pela própria banda para baixar o disco:
http://www.reverbnation.com/ultramen#!/artist/artist_songs/11512

Link com a história do vídeo e o manifesto Tonho Crocco Livre:
http://www.tonhocrocco.com/novo/index.php?main=blog_view&id=15

Por Zorreiro

sábado, 15 de janeiro de 2011

Santa Esmeralda - Don't Let Me Be Misunderstood [1977]


Santa Esmeralda sempre foi um estranho fora do ninho. Praticava música pop completamente voltada pra sonoridade latina em plena Paris, e durante toda a carreira foi associada, erroneamente, à Disco Music por um simples motivo: fazia parte do cast da Casablanca, um selo que tinha exclusiva abrangência ao universo Disco. Até hoje, nas inúmeras coletâneas lançadas baseadas no cast desta gravadora o Santa Esmeralda se encontra misturado com bandas que não possuem nenhuma semelhança com seu trabalho - somente o lado dançante, mas ainda assim há uma diferença abismal.

Tudo aconteceu quando o saxofonista americano Leroy Gomez chegou à cidade luz e foi descoberto por Elton John, que prontamente lhe chamou para participar do seu disco. Mas para Leroy isso ainda era pouco, sua ascendência afro/portuguesa ansiava por algo mais próximo de suas origens. E as coisas se encaixaram quando conheceu dois caras que estavam fundando um pequeno selo - que depois teriam seus direitos comprados pela Casablanca - e buscavam músicos para interpretar suas composições. O convite foi aceito, e o sangue do, até então saxofonista, falou mais alto e foram incorporados fortes elementos da música latina.

Mas o grupo só saiu do papel porque surgiu no caminho o arranjador e compositor Jean Claude Petit que já tinha experiência em trabalhar com produções de terceiros. E depois de convocados o restante dos músicos, o que se suscitou foi algo inédito na música pop. Don't Let Me Be Misunderstood trouxe uma roupagem para o clássico, que ficou conhecido através do The Animals, em forma de suíte, ultrapassando os 16 minutos e que é continuada em outra faixa, somando quase meia hora. Uma versão incomparável, repleta de metais, improvisações de precisão cirúrgica e um ritmo altamente percussivo. Não obstante, fez um estrondoso sucesso e os royalties, somente desta versão, garantiram a boa vida de Leroy até hoje.



O Santa Esmeralda não se apega a batidas programadas e sintetizadores frouxos para produzir sua música dançante, e executa o trabalho honestamente com instrumentos reais e se difere do montante por possuir instrumentistas de alto nível. E Leroy redobra as atenções para si com seu carisma e competência, tanto vocal quanto performática. Mas não só de releitura viveu esse grupo, tanto que a balada, de autoria própria, "You're My Everything" fez um sucesso enorme. E completando o disco ainda tem "Gloria" com os backing vocals marcando o refrão memorável, e a extraordinária "Black Pot" que possui sessões de cordas e metais genialmente introduzidas, colocando o Santa Esmeralda num segmento isolado e mostrando que existe música pop tão valorosa quanto em qualquer outro estilo.

A globalização da música latina de modo 'americanizado' é fascinante e é uma pena que praticamente não existam bandas seguindo os mesmos passos da fusão desse estilo com o Blues Rock, como feito por Santana, e muito menos a mistura desse ritmo com o Hard Rock, como é praticado pelo Tribe of Gypsies. E essa proposta do Santa Esmeralda de produzir música pop fundamentada nesse gênero é algo inatingível, ainda mais se tratando de uma banda pré-fabricada, o que na maioria das vezes é abominável. Os números de Don't Let Me Be Misunderstood e as dezenas de premiações arrebatadas falam por si só, e constitui um dos maiores êxitos da música pop de todos os tempos.

01 - Don't Let Me Be Misunderstood + Esmeralda Suite
02 - Esmeralda Suite
03 - Gloria
04 - You're My Everything
05 - Black Pot

Leroy Gomez - vocals
José Souc - spanish guitars
Slim Pezin - electric guitars
Christian Padovan - bass
Jean Claude Petit - keyboards

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Dragztripztar

Dá-lhe Lerarrior!

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Slade - The Amazing Kamikaze Syndrome [1983]


Um pouco diferente de muito que já havia sido feito pelo Slade até então, "The Amazing Kamikaze Syndrome", é lançado em dezembro de 1983 e pode ser tido como um dos maiores sucessos da banda, dentro e fora do eixo europeu.

Os mestres do glam rock mostram uma evolução impecável nesse play, provando que sabem mostrar outras influências e até mesmo investindo em um som mais forte, com levadas tanto do Heavy Metal quanto da Disco Music.

Levando em consideração os admiradores old-school do Slade, "The Amazing Kamikaze Syndrome" não foi lá um dos lançamentos mais felizes da carreira da banda. O "xiitismo" comeu solto na hora de criticar ótimas canções como "Run Runaway", uma ótima peça de Disco-Rock ou como preferirem rotular, e "My Oh My", uma power ballad marcante que parece ter sido composta com a pretensão (que se concretizou) de ser um mega-hit. Atingiram as posições de número 7 e 2 nas paradas inglesas, respectivamente, além de uma repercussão mais do que notável em vários lugares do mundo (inclusive no Brasil).

Apesar de terem sido os principais sucessos do álbum, "The Amazing Kamikaze Syndrome" não se limita a "My Oh My" e "Run Runaway". Verdadeiras pérolas como "Slam The Hammer Down" e "Razzle Dazzle Man" figuram como dignas pauladas, com até mesmo um "quê" do som pesado oitentista que invadia o mundo. Em compensação, as festeiras "In The Doghouse" e "Cocky Rock Boys (Rule OK)" fazem menção honrosa ao passado glorioso do Slade.

A dupla Noddy Holder e Jim Lea se mostra inspiradíssima nas composições, bem como todos em seus instrumentos: o vocal estridentemente potente de Holder, a guitarra marcante e coesa de Dave Hill, o baixo pesado de Jim Lea e a bateria crua e pauleira (quando não sintetizada, risos) de Don Powell.

Vale lembrar que o disco foi lançado no ano seguinte nos Estados Unidos sob o nome "Keep Your Hands Off My Power Supply" e com algumas alterações na tracklist. Mesmo assim a repercussão foi proveitosa por lá, pois o disco atingiu a 33ª posição nas paradas nacionais - maior posição que o grupo já atingiu com algum álbum em terras norte-americanas.

Clássico imponente de uma das bandas mais importantes do Rock n' Roll, caro leitor.

01. Slam The Hammer Down
02. In The Doghouse
03. Run Runaway
04. High And Dry
05. My Oh My
06. Cocky Rock Boys (Rule Ok)
07. Ready To Explode
08. (And Now The Waltz) C'est La Vie
09. Cheap 'N' Nasty Luv
10. Razzle Dazzle Man

Noddy Holder - vocal, guitarra
Dave Hill - guitarra, backing vocals
Jim Lea - baixo, teclados, backing vocals
Don Powell - bateria, percussão

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by Silver

Freddie Mercury - Mr. Bad Guy [1985]

Freddie Mercury - Mr. Bad Guy [1985]

Freddie Mercury foi a alma que liderou o Queen? ERRADO! Até mesmo o nosso querido Faroukh Bulsara afirmou que a banda era um time, cada um era tão importante quanto o outro. Portanto já começo esse texto dizendo que, em "Mr. Bad Guy", não espere nada muito parecido com o Queen - talvez se assemelhe em alguns pontos com alguns discos da banda feitos na década, mas nada muito profundo.

"Mr. Bad Guy" foi gravado entre 1984 e 1985, após o fim da turnê de divulgação para "The Works", do Queen. Como nunca havia lançado algum trabalho solo, Freddie aproveitou o hiato entre o fim dessa turnê e o início das gravações para "A Kind Of Magic" para investir no álbum.

Como dito anteriormente, não espere nada muito parecido com o Queen: "Mr. Bad Guy" é um álbum perfeito para tirar os móveis da sala e dançar ao estilo "discoteca anos oitenta". Foi feito pra se curtir, independente de rótulo. A influência da disco music aliada às ótimas composições, à perfeita voz de Mercury e ao competente time de músicos de estúdio responsáveis pelo instrumental tornam esse trabalho simplesmente fantástico.

Previsivelmente, "Mr. Bad Guy" foi um sucesso de vendas, chegando a ficar mais de 20 semanas nas paradas inglesas e japonesas, sem contar que os hits "I Was Born To Love You", "Made In Heaven", "Living On My Own" e "Love Me Like There's No Tomorrow" viraram febre, principalmente no Reino Unido.

Vale lembrar que as já citadas "I Was Born To Love You" e "Made In Heaven" foram regravadas pelos integrantes remanescentes do Queen - mantendo apenas os pianos e a voz de Freddie - e lançadas no último trabalho da discografia da banda, intitulado "Made In Heaven".

Vindo de Freddie Mercury, só se pode esperar música boa. Não hesite em conferir essa verdadeira pepita!

01. Let's Turn It On
02. Made In Heaven
03. I Was Born To Love You
04. Foolin' Around
05. Your Kind Of Lover
06. Mr. Bad Guy
07. Man Made Paradise
08. There Must Be More To Life Than This
09. Living On My Own
10. My Love Is Dangerous
11. Love Me Like There's No Tomorrow

Freddie Mercury - vocal, piano, sintetizadores
Fred Mandel - guitarra base, piano, sintetizadores
Paul Vincent - guitarra solo
Curt Cress - bateria
Stephan Wissnet - baixo
Jo Burt - baixo fretless em "Man Made Paradise"
Rainer Pietsch - arranjos de "Mr. Bad Guy"
Mack e Stephan Wissnet - programação de bateria, Fairlight CMI

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by Silver