
Eu sou supeito pra falar de funk music. Eu sou negro. A bem da verdade, todo brasileiro tem um fio de negritude na veia, o que não quer dizer que precisamente a música negra será aprazível pra todos. Que seja! Glenn Hughes, a voz do rock, vem mostrar pra todo mundo que "Play that funky music white boy", como dizia o pessoal do Wild Cherry.
Este play é pra quem tem a cabeça boa. Nada de fanatismos, por favor. Funk rock de primeiríssima qualidade. O quase sessentão Glenn mostra que é um virtuose tanto na voz quanto no seu instrumento de quatro cordas. Ouvir seus agudos nesse álbum é quase como ver algo pictórico sendo criado à tinta óleo. E sem cheirar mal.
Destaques, evidentemente, não faltam. A primeira, "Crave", é um carro-chefe daqueles. A segunda faixa, que dá nome ao CD, mostra o que ele já tinha mostrado desde "Soul Mover" (2005): o funk aqui detona. Não há outra palavra pra definir. A música "First undergroud Nuclear Kitchen" (F.U.N.K.) é o que eu já disse anteriormente, ora. Ela detona.
No entanto, o que não admito ouvir/ler é o que certos blogueiros "entedidos de música" falam sobre o álbum. Aqui vai: "Pois é. O Chad Smith [baterista do Red Hot Chili Peppers] toca no CD e tal. É um álbum bom de ouvir, vale a pena, mas não surpreende". Certo. É uma opinião. Mas não é válida. Claro que não.
Leitor-passageiro amigo, compre, ouça, desvirgine o álbum, mas não se confie no comentário de outrem. É você quem vai decidir se algo é bom ou não. Nem eu tenho esse poder de lhe influenciar. Eu, motorista ingênuo que sou, estou apenas mediando a informação e passando para você o pouco que sei. O CD é simplesmente poderoso. Pra mim...
Pra terminar a sessão 'destaques', posso acrescentar "Love Communion", o qual sem dúvida é a melhor música que escutei nos últimos tempos; "We shall be free", que tem um groove bem cadenciado; "Never say never", com uma pegada mais heavy, mas, claro, mostrando esse lado suingado do mestre; e "We go to war" é quase um lusco-fusco musical, de tão boa que é.
O funk e o rock da "Oil and water" chegam a se misturar no nosso ouvido. E a "Too late to save the world" é uma boa pedida pra qualquer hora do dia. No geral, sem muita divagação, o álbum é show. É digno de nota; digno de postagem; digno de postagem na Combe. Ponto (sem ser continuativo).
1. Crave
2. First Undergroud Nuclear Ktichen (F.U.N.K.)
3. Satellite
4. Love Communion
5. We Shall Be Free
6. Imperfection
7. Never Say Never
8. We Go to War
9. Oil and Water
10. Too Late to Save the World
11. Where Theres a Will
Glenn Hughes – Vocais, violão, baixo e guitarra base funkeada
Chad Smith – bateria e percussão
Luis Carlos Maldonado – guitarras e violão
JJ Marsh – guitarras nas faixas 9 e 10
George Nastos – guitarras nas faixas 7 e 8
Anders Olinder – teclados
Ana Lenchantin – violoncelo na faixa 6
(Link nos comentários - link on the comments)

Por Breno Airan Meiden
Este play é pra quem tem a cabeça boa. Nada de fanatismos, por favor. Funk rock de primeiríssima qualidade. O quase sessentão Glenn mostra que é um virtuose tanto na voz quanto no seu instrumento de quatro cordas. Ouvir seus agudos nesse álbum é quase como ver algo pictórico sendo criado à tinta óleo. E sem cheirar mal.
Destaques, evidentemente, não faltam. A primeira, "Crave", é um carro-chefe daqueles. A segunda faixa, que dá nome ao CD, mostra o que ele já tinha mostrado desde "Soul Mover" (2005): o funk aqui detona. Não há outra palavra pra definir. A música "First undergroud Nuclear Kitchen" (F.U.N.K.) é o que eu já disse anteriormente, ora. Ela detona.
No entanto, o que não admito ouvir/ler é o que certos blogueiros "entedidos de música" falam sobre o álbum. Aqui vai: "Pois é. O Chad Smith [baterista do Red Hot Chili Peppers] toca no CD e tal. É um álbum bom de ouvir, vale a pena, mas não surpreende". Certo. É uma opinião. Mas não é válida. Claro que não.
Leitor-passageiro amigo, compre, ouça, desvirgine o álbum, mas não se confie no comentário de outrem. É você quem vai decidir se algo é bom ou não. Nem eu tenho esse poder de lhe influenciar. Eu, motorista ingênuo que sou, estou apenas mediando a informação e passando para você o pouco que sei. O CD é simplesmente poderoso. Pra mim...
Pra terminar a sessão 'destaques', posso acrescentar "Love Communion", o qual sem dúvida é a melhor música que escutei nos últimos tempos; "We shall be free", que tem um groove bem cadenciado; "Never say never", com uma pegada mais heavy, mas, claro, mostrando esse lado suingado do mestre; e "We go to war" é quase um lusco-fusco musical, de tão boa que é.
O funk e o rock da "Oil and water" chegam a se misturar no nosso ouvido. E a "Too late to save the world" é uma boa pedida pra qualquer hora do dia. No geral, sem muita divagação, o álbum é show. É digno de nota; digno de postagem; digno de postagem na Combe. Ponto (sem ser continuativo).
1. Crave
2. First Undergroud Nuclear Ktichen (F.U.N.K.)
3. Satellite
4. Love Communion
5. We Shall Be Free
6. Imperfection
7. Never Say Never
8. We Go to War
9. Oil and Water
10. Too Late to Save the World
11. Where Theres a Will
Glenn Hughes – Vocais, violão, baixo e guitarra base funkeada
Chad Smith – bateria e percussão
Luis Carlos Maldonado – guitarras e violão
JJ Marsh – guitarras nas faixas 9 e 10
George Nastos – guitarras nas faixas 7 e 8
Anders Olinder – teclados
Ana Lenchantin – violoncelo na faixa 6
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Por Breno Airan Meiden









