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terça-feira, 27 de abril de 2010

Alfonzetti – Ready [2000] e Machine [2002]

Ready [2000]

Matti Alfonzetti é o cara! Após gravar um disco fabuloso a frente do Jagged Edge U.K. (Fuel For Your Soul, de 1990), o vocalista deu uma de free lancer em inúmeros projetos até dar o pontapé inicial em sua carreira solo quase uma década depois com o excelente Ready. Lançado pelo selo alemão MTM Records, o álbum atende às expectativas dos fãs de Matti que mal podiam esperar para ouvir a voz do ídolo novamente. Aqui encontramos AOR de qualidade do início ao fim, com direito a melodias cativantes e refrães que são um chiclete só.

Abrindo com um cover (“Blowing Up Detroit” foi originalmente gravada pelo cantor Charlie Sexton em seu álbum auto-intitulado lançado em 1989) e encerrando com a acústica “Things That Make You Cry”, Ready inclui ainda uma regravação de “Out In The Cold”, canção presente no já citado Fuel For Your Soul. Resumindo, 50 minutos que passam rápido e pede bis devido à qualidade apresentada no decorrer de cada uma das 12 faixas. A fim de evitar um posterior peso na consciência, não farei destaques. Apenas ouçam e desfrutem de um dos melhores CDs lançados depois da virada do ano 2000.

01. Blowing Up Detroit
02. Better Than Goodbye
03. I'm Ready
04. Angel
05. Blue Hero
06. Out In The Cold
07. No Way Out
08. Am I Fooling Myself?
09. Let Me In
10. Don't Let Our Love Go Down
11. In The Groove
12. Things That Make You Cry

Matti Alfonzetti – Vocais; Guitarra; Violão; Bateria
Stefan Bergstrom – Guitarra; Violão
Mikael Hoglund – Baixo

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Machine [2002]

Dois anos após o excelente Ready, Matti Alfonzetti e seus fiéis escudeiros – Stefan Bergstrom e Mikael Hoglund – atacariam novamente. Também lançado pelo selo alemão MTM Records, Machine mostra o ex-vocalista do Jagged Edge U.K. em uma tentativa frustrada de soar industrial, obtendo como resultado um álbum mais Grunge do que qualquer outra coisa.

Apesar da comprometedora e repentina mudança de gênero, o alcance vocal de Alfonzetti continua digno de aplausos, bem como os desempenhos tanto de Bergstrom quanto de Hoglund. E tudo isso pode ser percebido com nitidez em “My Machine”, “Welcome To My Mind” (a melhor do disco) e “A Happy Guy”. Destaque também para a faixa bônus – uma ótima versão ao vivo da já conhecida “In The Groove”.

Depois deste aqui, Matti, Stefan e Mikael não lançaram mais nada juntos, mas isso não descarta a possibilidade de um novo trabalho, que se vier, que venha nos moldes de Ready. Os fãs agradecem.

01. It Speaks
02. My Machine
03. Welcome To My Mind
04. Barbie Doll
05. Live In Sin
06. A Happy Guy
07. Boss of Me
08. Give It All Away
09. The Bitter End

Bonus Track:
10. In The Groove (Live)

Matti Alfonzetti – Vocais; Guitarra; Violão; Teclados; Bateria Eletrônica
Stefan Bergstrom – Guitarra; Violão
Mikael Hoglund – Baixo

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мєαиѕтяєєт

quarta-feira, 21 de abril de 2010

W.A.S.P. – K.F.D. [1997]

Voltemos 12 anos no tempo para falar de K.F.D. (ou Kill Fuck Die), sétimo disco de estúdio da carreira do W.A.S.P. e sem dúvidas aquele que boa parte dos fãs prefere pensar que nunca existiu.

O ano de 1997 marcou o retorno de Chris Holmes à banda, o que gerou burburinhos e especulações mil a respeito de um possível novo álbum, quem sabe, resgatando a sonoridade consagrada da década de 80, uma vez que The Crimson Idol (1992) e Still Not Black Enough (1995), apesar dos contornos de cult, não foram bem assimilados, logo, não venderam tão bem.

Para a surpresa (ou decepção) de quem aguardava um novo The Last Command (1985), K.F.D. chegou às lojas apresentando um W.A.S.P. quase industrial, com guitarras ultra-distorcidas afinadas muitos tons abaixo e vocais repletos de efeitos que em algumas horas chegam a descaracterizar a voz única de Blackie Lawless, que é a sua marca registrada.

O conteúdo das letras, como diz o Parental Advisory da RIAA na capa, é explícito, ou seja, prepare-se para ouvir uma enxurrada de palavrões ao longo do play. E para a polêmica ser ainda maior, os shows da turnê que sucedeu o lançamento do disco contavam com a encenação de uma freira sendo estuprada. É mole?

Felizmente a banda percebeu que o direcionamento tomado em matarfudermorrer não agradou e voltou a estúdio para gravar aquilo que os fãs mais queriam ouvir – um trabalho nos moldes dos clássicos oitentistas, Helldorado (1999). Holmes ainda permaneceria no W.A.S.P. para mais um álbum, Unholy Terror (2001), mas como todo carnaval tem seu fim (sem qualquer referência à música dos Loser Manos), abandonaria o barco em definitivo pouco tempo depois.

Para quem não ainda não ouviu ouça, pois vale a conferida. Caso contrário não teria sequer sido postado.

01. Kill Fuck Die
02. Take the Addiction
03. My Tortured Eyes
04. Kill-A-Head
05. Kill Your Pretty Face
06. Fetus
07. Little Death
08. U
09. Wicked Love
10. The Horror

Bonus Tracks:
11. Tokyo’s on Fire
12. Blind in Texas
13. Rock ‘N’ Roll to Death

Blackie Lawless – Vocais; Guitarra
Chris Holmes – Guitarra
Mike Duda – Baixo; Vocais
Stet Howland – Bateria; Vocais

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