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sábado, 13 de novembro de 2010

V.A. - The Roxy London WC2 [1977] + Hope & Anchor Front Row Festival [1978]

Todos nós sabemos da orgia musical que ocorreu na Inglaterra no final dos anos 70. Inúmeras bandas punks surgiam e espalhavam o caos e a desordem sonora. E não só bandas punks: também surgiam vários grupos de new wave e pub rock (garage rock inglês), fazendo som um arregaçador e extremamente agressivo na época. Tudo aquilo era realmente uma afronta a sociedade britânica, aos costumes idiotas, ao estado, aos modismos, e a mídia. Jovens deliquentes cuspiam toda sua raiva pra fora, a exaltavam com riffs agressivos e espancando suas baterias. Os maiores exemplos de toda essa raiva explosiva nós podemos encontar no épico "Never Mind The Bollocks" dos Sex Pistols e nos álbuns do Clash, que realmente são muito bons. Mas, se você quiser saber realmente o que acontecia naquela época, o que acontecia nos pubs das cidades inglesas nos anos de 1977 e 1978, e quiser testemunhar todo esse caos sonoro, você deve ouvir essas duas coletâneas que venho postar hoje: "The Roxy London WC2" e "Hope & Anchor Front Row Festival". Sem mais delongas, vamos as resenhas dessas duas pepitas.

The Roxy London WC2 [1977]

"The Roxy London WC2" é uma compilação de gravações que foram feitas entre janeiro e abril de 1977, no Roxy Club, um pub lendário onde tocaram inúmeras bandas punks importantíssimas, como as presentes aqui Slaughter and the Dogs, Adverts, Wire, Johnny Moped, Eater, X-Ray Spex e Buzzcocks, além de outras que não foram incluidas aqui, como o U.K. Subs, Sham 69, The Damned e até mesmo, The Clash e Sex Pistols. Também foi no Roxy Club que foi gravado o filme "Punk Rock Movie", de Don Letts, um filme que mostra vários concertos de várias bandas além de entrevistas e pessoal de platéia fazendo loucuras.

Essa compilação traz uma palinha do que o punk rock inglês tem de melhor, e com muito estilo! São 12 faixas e 8 bandas geniais. O disco abre com os malucos do Slaughter and the Dogs rasgando cabaços com duas de suas melhores músicas, "Runaway" e "Boston Babies". Depois vem os maníacos do The Unwanted com "Freedom". E a loucura segue com os drogados do Wire. São duas faixas muito doidas e brisantes, visto que o Wire tratava sempre de temas sem nexo em suas músicas, que geralmente eram simplíssimas e iam repetindo os mesmo acordes até eles encherem o saco, fazendo com que na maioria das vezes, a música acabasse do nada, sem "maiores explicações". O disco segue com os Adverts e sua "Bored Teenagers", um dos melhores punk rocks da história, fechando o lado A.

O Lado B abre com o maluco Johnny Moped e uma de suas melhores músicas, "Hard Loving Man", um rock 'n' roll com altas doses de punk. E logo depois, vem os adolescentes extremamente politicamente-incorretos do Eater, mandando duas pancadas na cabeça. Acho que esses guris só não eram mais loucos que GG Allin mesmo, pois já foram acusados de serem machistas, nazistas, racistas e inúmeros outros "istas". Depois o X-Ray Spex manda "Oh Bondage! Up Yours", uma das melhores músicas que já compuseram. Essa aliás, é uma banda bem interessante, já que possui uma mulher no vocal e outra mina no sax (!). O disco fecha com dois sons dos Buzzcocks, banda clássica no meio punk. Não preciso nem comentar nada.

Essa compilação é simplesmente ÉPICA, e mostra o que o punk rock inglês tem de melhor. Sem mais. Vá direto ao link do download e baixe sem pensar, seja lá qual for o seu estilo.

1. Runaway - Slaughter & The Dogs
2. Boston Babies - Slaughter & The Dogs
3. Unwanted - Freedom
4. Lowdown - Wire
5. 12xu - Wire
6. Bored Teenagers - Adverts
7. Hard Loving Man - Johnny Moped
8. I Don't Need It - Eater
9. Fifteen - Eater
10. Oh Bondage! Up Yours - X-Ray Spex
11. Breakdown - Buzzcocks
12. Love Battery - Buzzcocks

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Hope & Anchor Front Row Festival [1978]

Se você quer saber o que se passava nos pubs ingleses em geral, esse é o disco ideal, camarada! Aqui temos não só bandas de punk rock, mas como bandas de pub rock safadas, new wave, rockabilly, power pop (de verdade!) e até mesmo reggae! Embora reggae tenha apenas uma música de uma banda, hahaha.

Gravado no pub "Hope & Anchor" no ano de 1978, traz 17 bandas e 25 músicas. Na época, "Hope & Anchor Front Row Festival" foi lançado em LP duplo. Não sei se foi relançado em CD, mas se foi, devem ter juntado tudo isso num CD só, já que nossas modernidades nos permitem.

Bom, por ter 25 músicas e 17 bandas, o disco traz muitos pontos positivos, mas também, alguns negativos - o grande problema das compilações (e até mesmos discos de uma só banda) muito extensas. Mas, no caso, temos que ficar satisfeitos, porque o número de pontos positivos é bem grande e os pontos positivos quase te fazem esquecer os negativos.

O disco já abre em grande estilo, com "Dr. Feelgood" da Wilko Johnson Band, banda de Wilko Johnson, guitarrista do Dr. Feelgood, ótima banda que já postei aqui. Depois vem os Strangles com seu punk/new wave do demônho. Depois temos uma seqüência matadora de músicas: "Styrofoam" do Tyla Gang, "Don't München It" do The Pirates e "Speed Kills" da Steve Gibons Band. Depois, vem a bizarra "I'm Bugged" do XTC, um som realmente muito maluco e que deve ser uma viagem ouvir quando se está drogado. Depois, uma de minhas performances preferidas do disco: Suburban Studs com "I Hate School", arrebentando algumas pregas. Em seguida, The Pleasers, com seu rockabilly de "Billy". O XTC volta com outra música não tão chapada, a "Science Friction", mas ainda sim muito legal. E, depois, temos nada mais nada menos do que os Dire Straits! Isso mesmo, os Dire Straits! Sua participação no álbum fica por conta da "Eastbound Train". Depois temos Burlesque com "Bizz Fizz", uma das músicas mais legais do disco, seguido do X-Ray Spex, presente também na outra coletânea acima, "The Roxy London WC2", mas aqui com uma música diferente: "Let's Submerge", na minha opinião, a melhor da banda. E o ritmo não para, agora vem um dos melhores momentos do disco, uma trinca matadora de músicas, "Crazy" do 999, "Demolition Girl" do The Saints, e mais uma vez, 999 com "Quite Disappointing". Quem curte punk rock, sabe como essas bandas são importantes para o estilo e então se você é fã do estilo, a participação deles aqui já é motivo suficiente pra baixar essa pepita. O ritmo cai com a chatíssima "Creatures Of Doom" dos Only Ones. Mas logo os Pirates voltam pra reanimar o negócio, que cai de novo com o Steel Pulse e seu reggae de mal gosto. Mas, de novo, o ritmo volta com o Roogalator e "Zero Hero". Após, vem Phillip Rambow com a mezzo "Underground Romance". Depois, os Pleasers, Tyla Gang, Steve Gibbons Band, Wilko Johnson Band e Stranglers voltam pra fechar essa pepitaça.

Sem mais frescuras, PEPITAÇA MESMO, recomendo a todos os fãs de punk, de new wave, de rockabilly, garage, ou seja lá o que for! Esse é um dos discos mais épicos da história e uma das melhores compilações que já ouvi, sem exageros. Não perca mais tempo e vá direto aos links!

1. Dr. Feelgood - Wilko Johnson Band
2. Straighten Out - The Stranglers
3. Styrofoam - Tyla Gang
4. Don't München It - The Pirates
5. Speed Kills - Steve Gibbons Band
6. I'm Bugged - XTC
7. I Hate School - Suburban Studs
8. Billy - The Pleasers
9. Science Friction - XTC
10. Eastbound Train - Dire Straits
11. Bizz Fizz - Burlesque
12. Let's Submerge - X-Ray Spex
13. Crazy - 999
14. Demolition Girl - The Saints
15. Quite Disappointing - 999
16. Creatures of Doom - The Only Ones
17. Gibson Martin Fender - The Pirates
18. Sound Checking - Steel Pulse
19. Zero Hero - Roogalator
20. Underground Romance - Phillip Rambow
21. Rock 'n' Roll Radio - The Pleasers
22. On The Street - Tyla Gang
23. Johnny Cool - Steve Gibbons Band
24. Twenty Yards Behind - Wilko Johnson Band
25. Hanging Around - The Stranglers

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Maurício Knevitz

PS: Post pra ninguém botar defeito, então, por favor caras, tratem de comentar!

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Billy Idol - Greatest Hits [2001]


Billy Idol talvez seja um dos melhores exemplos de ousadia e obstinação do Rock. Inglês, fã de Punk Rock, começou bem cedo a se envolver com a cena Punk inglesa, participando de um grupo de fãs do Sex Pistols no subúrbio de Londres. Depois de se entrosar com boa parte dos jovens punks daquela região, montou seu primeiro grupo, o Generation X, e depois de quatro álbuns com uma boa repercussão, Billy Idol decidiu seguir seu próprio rumo e conquistar fãs pelo mundo inteiro, já que o Generation X fazia um sucesso restrito apenas à Inglaterra. Pensando em dar sua última cartada, mudou-se para os Estados Unidos e deu início à sua busca definitiva pelo sucesso.

À princípio, Billy Idol procurava por músicos que não tivessem apenas atitude punk, mas um conhecimento de música, pois já tinha em mente fazer um som que ultrapassasse as barreiras do gênero que tanto amava. Assim logo foi apresentado a um guitarrista recém graduado em música, Steven Schneider, que se tornaria seu grande parceiro e lhe ajudaria consideravelmente a desenvolver um som muito audacioso, misturando dois gêneros completamente opostos, que eram os extremos da época, e motivos de chacota entre fãs de um Rock mais bem elaborado. Mas, a atitude punk de Billy Idol roubou a cena de tal forma, que as altas doses de New Wave inseridas em suas composições jamais afastaram o público punk.

Com a banda formada, eis que Billy Idol encontrou o produtor ideal para captar todas suas intenções sonoras, Keith Forsey, que seria seu maior parceiro ao lado de Steve Stevens, produzindo praticamente todos seus discos. Para ficar tudo pronto só faltavam as composições, mas como os negócios na música naquela época corriam acelerados, e as idéias de Idol ainda eram prematuras, optou-se por registrar um EP regravando duas músicas da Generation X, um cover de um grupo bem desconhecido da década de 60 e apenas uma música inédita. Assim nasceu "Don't Stop" [1981], que não obteve uma boa repercussão, mas não desanimou nenhum pouco Billy Idol, que havia feito o EP somente para dar as caras na cena americana e não surgir do nada com um full-lenght, visto que até então ele era apenas mais um estrangeiro tentando conquistar seu lugar nos EUA.

A promoção de um artista é algo tão estranho e ao mesmo tempo imprescindível que, duas músicas desse EP passaram batidas na época, e alguns anos depois devido aos relançamentos e regravações, se tornaram mega clássicos dos anos 80. Primeiramente o cover "Mony, Mony" com sua regravação ao-vivo em 1987 e mais tarde "Dancing With Myself", devido às constantes execuções nos shows e presenças em todas coletâneas. Contudo, o sucesso na carreira de Billy Idol só viria a tomar forma com seu debut auto-intitulado, que não emplacou nenhuma música em altas posições nos charts, mas obteve uma boa repercussão e começou a fazer o nome desse punk de butique nos Estados Unidos e na Europa. Porém, o público alvo principal ainda não tinha sido atingido. Como um punk pode fazer sucesso sem conquistar o berço do estilo? A resposta inglesa para o seu Punk Rock inusitado só viria no disco seguinte.

Nesse dado momento, Billy Idol pouco se importava ou ao menos temia que seu Punk Rock 'refinado' fosse rejeitado pelos punks ingleses, e só pensava em continuar sua vida de excessos, ostentação e auto-glorificação, fazendo aquelas conhecidas poses e caretas de quem se acha o ser humano mais foda e inatingível do mundo. Foi essa sua rebeldia carregada de atitudes insolentes que causou um contraste enorme no seu segundo disco, o clássico "Rebel Yell" [1983]. Com toda 'marra' de bad boy, Billy Idol ironicamente originou um verdadeiro estrondo nos anos 80 com uma balada mega romântica, a melosa "Eyes Without a Face", seu maior sucesso até hoje. O disco também trouxe outros clássicos, e a apreensão em relação à receptividade do público punk inglês teve fim. Como era de esperar, as atitudes de Idol se sobressairam, e como a juventude buscava alguém que passasse uma imagem de revolta, pouco se importaram com os elementos de New Wave no som.

Após conquistar fãs de música pop e punk, Billy Idol lançou seu terceiro e mais bem sucedido trabalho, "Whiplash Smile" [1986]. Nesse disco, Steve Stevens na visão de Idol estava tentando 'experimentar' demais, e as corriqueiras diferenças musicais causaram a separação dessa dupla que tinha uma química exemplar. Todavia, o momento de Billy Idol era inspirado e mesmo com outro guitarrista gravou o ótimo "Charmed Life" [1990], em minha opinião, seu melhor trabalho juntamente com o "Whiplash Smile". A imagem libertina aliada a um som ora agressivo, ora divertido e sempre com umas baladinhas espertas, despertava cada vez mais interesse, o que proporcionou que Idol fosse nomeado pela terceira vez ao grammy de "melhor performance vocal masculina" com a música "Cradle of Love".

No entanto, sem Steve Stevens pra segurar as pontas e com a chegada de sons alternativos e eletrônicos às paradas, o direcionamento tomado em "Cyberpunk" [1993] foi totalmente controverso e incompreensível. Billy Idol ficou tão empolgado em ter a oportunidade de inserir elementos eletrônicos e usar o computador para fazer música, que acabou produzindo um resultado desastroso. Embora exista um grande conceito inserido da cybercultura envolto à uma mensagem principal de cunho anti-religioso, e que pessoalmente me agrada em todos os aspectos musicais e líricos, isso não tem a cara de Billy Idol e não combina em nada com ele. Depois desse tiro pro alto, Billy Idol ficou afastado por muito tempo da música, apenas curtindo sua vida de magnata. O retorno ocorreu mais de dez anos depois com "Devils Playground" em 2005, que eu ainda não escutei, mas tenho um show em que é tocado metade desse disco e as músicas casam perfeitamente com as antigas. Com exceção da ridícula "Super Overdrive" que abre o show, todas as outras são muito boas.

Eu conto nos dedos de uma mão, quantas coletâneas realmente bem montadas existem, e afirmo sem medo de errar que esse "Greatest Hits" é certamente um desses raros momentos. Basicamente, essa coletânea lançada em 2001 é a mesma coletânea lançada em 1988 sob o nome "Idol Songs: 11 of the Best". São as onze músicas inclusas nessa antiga coletânea com o acréscimo de duas do disco "Charmed Life", uma do "Cyberpunk", uma versão ao-vivo e acústica de "Rebel Yell" (ótima, por sinal), além de uma composição do produtor Keith Forsey feita pro Billy Idol, mas que o mesmo recusou em meados de 1985, e logo depois Keith repassou a música pro Simple Minds e se tornou o maior sucesso dessa banda até hoje. Esse "Greatest Hits" abrange todas as fases e com os devidos destaques de cada disco. Tão bem feito, que as únicas duas músicas realmente boas do debut estão incluídas aqui, as clássicas "White Wedding (Part 1)" e "Hot in the City". Os quatro clássicos do “Rebel Yell” também se fazem presente (“Eyes Without a Face”, “Catch my Fall”, “Flesh for Fantasy” e a faixa-título).

Billy Idol certamente não é nenhum grande vocalista, mas rouba a cena com suas performances cénicas/cínicas e vocais, que são bastante autênticas, além de ter criado uma fusão onde é o único representante. E com certeza, se existir outra banda misturando Punk e New Wave, devem copiar na cara dura o som dele. Aqui se encontra o Best Of definitivo pra quem não conhece Billy Idol tirar suas conclusões a respeito, e ao mesmo tempo é um bom presente aos fãs pois conta com uma qualidade de áudio excelente. Atitude, audácia e rebeldia, muitos têm, mas igual Billy Idol, definitivamente não!

01. Dancing With Myself (EP Version)
02. Mony Mony
03. Hot In The City
04. White Wedding - Part 1
05. Rebel Yell
06. Eyes Without A Face
07. Flesh For Fantasy
08. Catch My Fall
09. To Be A Lover
10. Don't Need A Gun (Single Edit)
11. Sweet Sixteen
12. Cradle Of Love
13. L.A. Woman (Single Edit)
14. Shock To The System
15. Rebel Yell (Acoustic Live On Kroq)
16. Don't You (Forget About Me)

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Dragztripztar

domingo, 19 de setembro de 2010

Klaus Nomi - Klaus Nomi [1981]


Klaus Sperber (1944-1983) foi um cantor alemão que ficou conhecido por fazer backing vocal na banda do David Bowie no final dos anos 70, com uma famosa participação no Saturday Night Live, mas que logo depois conseguiu um contrato para o lançamento de sua carreira solo, que terminou depois de dois discos, com sua morte causada pela AIDS. Vale lembrar que Klaus Nomi foi um dos primeiros artistas a serem vítimas da AIDS.

Para quem está acostumado com meus posts deve estar pensando que o cara começou a praticar Hard Rock ou até Heavy Metal em sua carreira solo, porém, Klaus passa longe desses estilos, praticando um Pós-Punk meio New Wave com boas doses de ópera, graças a incrível voz do alemão, que alcança notas altíssimas.

Mesmo que você odeie esses estilos, dê uma chance ao cara, afinal eu também não curto, mas não sei explicar o porque eu adoro tanto o trabalho de Klaus. O debut dele passeia por canções mais Pop como 'You Don't Own Me', 'Lightning Strikes' e 'Total Eclipse', canções mais voltadas a ópera como 'Samson and Delilah (Aria)' e 'Keys Of Life', até por um cover de Chubby Checker, da famosa 'The Twist', que ficou irreconhecível com a nova roupagem do cantor. Falando em covers, além de Chubby Checker, 'Samson and Delilah (Aria)' é um cover de 1877 de Camille Saint-Saëns, 'Lightning Strikes' é original de Lou Christie de 1965 e 'You Don't Own Me' foi feita em 1964 por Lesley Gore.

Sem mais, provavelmente este é um disco diferente do que você está acostumado a ouvir, mas que apesar de toda a diferença, a qualidade é ímpar. Dê uma chance ao cantor, caso não goste, é só deletar do computador, se bem que eu duvido que alguém não aprecie essa raridade.

01. Keys Of Life
02. Lightning Strikes
03. The Twist
04. Nomi Song
05. You Don't Own Me
06. The Cold Song
07. Wasting My Time
08. Total Eclipse
09. Nomi Chant
10. Samson and Delilah (Aria)

Klaus Nomi - vocal
Scott Woody - guitarra, baixo, back vocal
Jon Corbert - teclado, sintetizador, back vocal
Julie Berger - back vocal

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Hairbanger

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Spandau Ballet - Parade [1984]


Saindo um pouco das pancadarias e entrando em um dos meus estilos preferidos: pop oitentista! Nada melhor do que ouvir aquelas músicas extremamente grudentas e que quando tocam nas rádios, você até pega a vassoura pra dançar e cantar!

Se na sua cidade tem alguma rádio onde só tocam aquelas músicas flashback, onde todos com mais de 40 anos cantam como se estivessem lendo a letra e sempre falam, ''ah na minha época...'', e nas madrugadas o clima de romance rola solto, existe uma chance muito grande de que a famosa ''True'' seja tocada pelo menos duas vezes por dia durante a programação.

O disco em questão de hoje na minha opinião é o melhor da carreira dos caras, embora nem seja comentado com muita frequência quando é a discografia do grupo que esta em pauta, talvez seja pelo fato de ser um pop típico dos anos 80, igual ao das milhares de bandas que explodiam com seus singles por ae. Acredito que o Spandau Ballet seja uma das poucas que tenham conseguido sobreviver a essa fase, não se tornando mais uma das ''bandas de uma música só'', onde você conhece a música, sabe cantar a letra inteira e tem toda a batida na cabeça, mas é só alguém perguntar, ''de quem é essa música mesmo?'' que você se toca que nem você sabe.

(eu tinha que avacalhar...)

Críticas a parte, o som dos caras é show de bola, com músicas recheadas de teclados, e um sax muito bem aplicado pelo gênio Steve Norman, o que da um toque a mais e torna o som maravilhoso! As faixas na média com 5 minutos, são perfeitas para qualquer tipo de momento: desde um almoço em família, até um jantar especial, tudo isso graças as letras fáceis de serem decoradas, melodias bem clichês, enfim, um disco longe de ser complexo. Definitivamente para se apreciar cada segundo e ao final, ficarmos com aquela sensação de repeat na ponta do dedo.

Por ser o quarto disco e sempre com os mesmo músicos, a harmonia e o entrosamento entre eles é indiscutível, ainda mais entre um grupo de 5 caras que sabem exatamente o que fazem. Para se ter uma idéia, eles eram comparados ao já famoso Duran Duran, disputando lugar nos toca discos pelo mundo, e se você ainda tem alguma dúvida da qualidade da banda, baixe o disco e ouça a agradável ''With The Pride'' que com certeza te fará repetir a faixa umas 30 vezes, e depois de ouvir até a sua mãe mandar você mudar de música, passe para a extremamente viciante ''Only When You Leave''... cara, eu lembro que quando eu a ouvi pela primeira vez, o player ficou umas duas horas só com ela na lista de execução.

1 - Only When You Leave
2 - Highly Strung
3 - I'll Fly For You
4 - Nature Of The Beast
5 - Revenge For Love
6 - Always In The Back Of My Mind
7 - With The Pride
8 - Round And Round

Formação:
Tony Hadley - vocais
Gary Kemp - guitarras e backing vocals
Martin Kemp - baixo e backing vocals
Steve Norman - sax, percussão e backing vocals
John Keeble - baquetas e backing vocals



sueco

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(da esquerda para a direita: Gary Kemp, Tony Hadley, John Keeble, Martin Kemp e Steve Norman)

sábado, 4 de setembro de 2010

Iron Eagle - Original Motion Picture Soundtrack [1986]


O filme "Iron Eagle" deu as caras em janeiro de 1986 nas telonas. Na história, o piloto Cel. Ted Masters (interpretado por Tim Thomerson), da Força Aérea dos Estados Unidos, é pêgo durante uma missão, feito como prisioneiro e é condenado ao enforcamento, previsto para execução 72 horas após o julgamento. Seu filho, Doug Masters (interpretado por Jason Gedrick), planeja utilizar dois jatos da Força Aérea para resgatá-lo, com a ajuda de colegas de trabalho do pai, como o Cel. Charles 'Chappy' Sinclair (interpretado por Louis Gossett Jr.).

Mas vamos ao que interessa. O melhor de toda a película, sem dúvidas, é a sua trilha sonora de se tirar o fôlego. Dez de várias canções tocadas ao longo da produção foram lançadas como a soundtrack oficial de "Iron Eagle" através da Capitol Records. Algumas pérolas como "We're Not Gonna Take It" (Twisted Sister), "There Was A Time" (James Brown) e "Eyes Of The World" (Eric Martin), entre outras, ficaram de fora. Mas a seleção aqui presente já garante a diversão.

Inicia-se a bolacha com "One Vision", recém-lançado single do gigante Queen. É perceptível a influência dos sintetizadores sob a canção, mas sem a perda da cativante essência do quarteto. "Iron Eagle (Never Say Die)", do King Kobra, vem em seguida. O grupo do lendário Carmine Appice sofreria uma inesperada reviravolta que logo culminaria em seu fim alguns anos depois, mas essa faixa se trata do último suspiro comercial do projeto.

A linda balada "These Are The Good Times" do até então pouco conhecido Eric Martin (futuro vocalista do Mr. Big) dá sequência e cativa qualquer tipo de ouvinte. A próxima é "Maniac House" de Katrina & The Waves e foi, para mim, uma surpresa pra lá de agradável. Música boa, envolvente, com pegada e ótimas guitarras, calcadas no melhor do Blues Rock. "Intense", de George Clinton, não me agradou - New Wave demais. Um pouco deslocada também quando comparada com as outras faixas. Mas gosto é gosto.

Queen (esq.) e King Kobra (dir.) participaram da trilha sonora de "Iron Eagle"

Duas invejáveis pauladas vem a seguir: "Hide In The Rainbow", do Dio, e "It's Too Late", do Helix. A primeira, densa e repleta de teclados. A segunda, um verdadeiro chute na boca com refrão invejável - o Helix sempre mereceu mais atenção. "Road Of The Gypsy", do Adrenalin, é uma linda canção, com características fluentes de um hit AOR, daqueles que mergulham de cabeça nas FMs da época. Também se trata de uma ótima surpresa.

Para fechar, tem-se outra balada carregada de feeling que é "Love Can Make You Cry", do Urgent, e um daqueles dignos hinos Pop/Rock oitentistas que marcam presença em todas as trilhas sonoras de filmes e novelas dos anos 1980: "This Raging Fire", de The Jon Butcher Axis.

O filme não foi um sucesso de críticas, apesar de ter gerado um lucro maior do que 24 milhões de dólares. Entre filmes de aviação, não chegou ao patamar de popularidade que "Top Gun" conquistou. Todavia sua trilha sonora é indicadíssima, pois é recheada de boas músicas. Mais uma vez a década de 1980 dá um show no que diz respeito a qualidade musical, em falta no mainstream dos dias de hoje.

01. Queen - One Vision
02. King Kobra - Iron Eagle (Never Say Die)
03. Eric Martin - These Are The Good Times
04. Katrina & The Waves - Maniac House
05. George Clinton - Intense
06. Dio - Hide In The Rainbow
07. Helix - It's Too Late
08. Adrenalin - Road Of The Gypsy
09. Urgent- Love Can Make You Cry
10. The Jon Butcher Axis - This Raging Fire

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by Silver

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Dire Straits - Brothers In Arms [1985]


Gravado entre o final de 1984 e o inicio de 1985, e lançado no inicio de 1985, “Brothers In Arms” é o quinto, mais vendido, e logicamente, o mais bem sucedido álbum do Dire Straits. O estrondoso sucesso pode ser atribuído a vários fatores, um deles é o fato de Mark Knopfler estar [cantando, tocando] compondo como nunca [aqui estou babando ovo para ele de novo] e os demais integrantes em sua melhor forma... Outro fator importantíssimo, foi que a banda participou de um dos maiores, quiçá o maior, festival de todos os tempos, o Live Aid, evento que reuniu a maioria dos músicos que obtiveram sucesso no século XX em prol da fome na Etiópia. “Brothers In Arms”, sem sombras de dúvida, marcou época [em todos os sentidos, pois foi um dos primeiros álbuns a ter todo o processo de gravação usando equipamentos digitais]! Vamos aos destaques: “So Far Away”, Money For Nothing”, “Walk Of Live”, “Ride Across the River” e a incrível faixa título “Brothers In Arms”, com a participação de Sting, do The Police.

Track List:

01. So Far Away
02. Money For Nothing
03. Walk Pf Life
04. Your Latest Trick
05. Why Worry
06. Ride Across the River
07. The Man´s Too Strong
08. One World
09. Brothers In Arms

Line-Up:

Mark Knopfler: Guitarra, Vocal
John Illsley: Baixo, vocal
Alan Clark: Teclados
Guy Fletcher: Guitarra, vocal
Terry Williams: Bateria

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Pedro Frasson

segunda-feira, 21 de junho de 2010

The Cure - Head On The Door [1985]


Lançado no dia 13 de Agosto de 1985, o álbum ''Head On The Door'' chega as prateleiras... ok, mas e dai? Até agora, nada de novo, afinal, depois de 5 albúns consideravelmente bem sucedidos, o The Cure tinha tudo para continuar com a carreira que ele vinha levando, mas não, não se tratava um disco comum, havia algo de novo!

Explodindo no mundo inteiro, o disco sensivelmente mostrava uma banda bem mais madura em relação ao disco anterior, ''The Top''. Com um apelo comercial maior do que qualquer coisa já feita, o ''Head On The Door'' representa o início de uma guinada da banda, elevando o nome do meio dos fãs, para as rádios do mundo inteiro!

Arrecadando um disco de ouro para o grupo e mais um grande lote de fãs, o disco em questão contém os sucessos ''In Between Days'', ''Close To Me'', músicas que acompanham a banda até os dias de hoje, e sempre que executadas, arrancam enormes coros e longos suspiros do públicos. Embora essas duas músicas sejam as mais famosas do disco, vale a pena conferir a empolgante ''Push'', e uma a música que está entre as minhas as minhas preferidas, ''Sinking''.

Discão para ouvir se apaixonar logo de cara!

1 - In Between Days
2 - Kyoto Song
3 - The Blood
4 - Six Different Ways
5 - Push
6 - The Baby Screams
7 - Close to Me
8 - A Night Like This
9 - Screw
10 - Sinking

Formação:
Robert Smith - voz, guitarras e teclados
Porl Thompson - guitarras e teclados
Simon Gallup - baixo
Boris Williams - baquetas
Laurence Tolhurst - teclados



sueco

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quarta-feira, 2 de junho de 2010

Benjamin Orr - The Lace [1986]


Essa postagem é pra você que gostou do post do ''The Cars''! Para os calejados, não há a necessidade de maiores apresentações, mas se você está se perguntando: ''Quem diabos é esse Benjamin Orr?''; eu vou explicar. Benjamin Orr é conhecido por ocupar o cargo de baixista e vocalista da banda ''The Cars'', e o post de hoje se trata do trabalho solo dele após o final da banda.

Benjamin Orzechowski nasceu em Ohio, no dia 8 de Setembro de 1947, e é descendente de russos e tchecoslovacos. Desde cedo os familiares sempre deram apoio para o estudo de música, fazendo assim com que ele aprendesse a tocar vários instrumentos, como guitarra, baixo, teclado e bateria. Logo na fase escolar Ben já começou a se envolver com as bandas locais, mostrando todo o seu potencial de compositor e de multi-instrumentista. Em meados do ano de 1970 ele se encontra com Ric Ocasek, e não demora muito para que esse encontro se torne uma forte aliança, aliança essa que durou por todo o resto da vida de Benjamin até o dia da sua morte.

Depois de muitas indas e vindas em bandas, em torno de 1976, a banda ''The Cars'' é formada. O grupo foi um sucesso absoluto! Músicas como: ''Just What I Needed''; ''My Best Friend Girl''; ''Since You're Gone''; e claro, o super-mega-supremo hit ''Drive'', tocam até hoje nas rádios do mundo inteiro. Mas que tudo chega ao seu fim, e como manda o figurino, praticamente todos os membros começaram a se dedicar à trabalhos solos, e com Benjamin não foi diferente.

Lançado em 1986, o disco do post de hoje esfrega na cara de todos que falavam ''mimimi, ele vai se dar mal fora do Cars!'', que o cara manda muito bem! O som em si é bem parecido com o do ''The Cars'': um new wave show de bola, recheado de músicas agradáveis, animadas, e como de costume, um super hit! Sim meu caros, até em seu disco solo, o mestre não perdoa e joga para as rádios a clássica ''Stay The Night''! (Sim, é essa música mesmo que você já começou a cantar!) Por mim eu já terminaria a resenha por aqui, mas acontece que essa não é a única canção que merece a atenção durante a audição. Temos a viciante ''Too Hot To Stop'' que com certeza te fará colocar no repeat sem piedade, a relaxante ''When You're Gone'', e a sequência: ''Hold On''; ''The Lace''; ''That's The Way''. Para fechar essa verdadeira relíquia, temos a balada destruidora de corações ''This Time Around''.

Infelizmente, em meados de Abril de 2000 Benjamin foi diagnosticado com câncer no pâncreas e teve que ser hospitalizado, fazendo mais algumas poucas aparições, tanto com o ''The Cars'', quanto com a sua banda ''Big People''. Até que no dia 3 de Outubro de 2000, o músico morre em sua casa aos 53 anos. Sem dúvidas, seu legado ficará para sempre nos sucessos que até hoje marcam gerações.

1 - Too Hot To Stop
2 - In Circles
3 - Stay The Night
4 - Skyline
5 - When You're Gone
6 - Spinning
7 - Hold On
8 - The Lace
9 - That's The Way
10 - This Time Around

Formação:
Benjamin Orr - vocal, guitarras, baixo teclados, bateria e backing vocals
Mike Landau e Elliot Easton - guitarras
Larry Klein - teclados
Diane Page - backing vocals



sueco

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domingo, 23 de maio de 2010

The Cars - Greatest Hits [1985]


Domingão chegando ao fim, e apesar das baterias estarem renovadas para o começo de mais uma semana, é sempre bom algo que possa dar aquele empurrãozinho para que tudo flua da melhor maneira, e foi pensando nisso que eu trago esse maravilhoso clássico para os apreciadores da boa música!

Para os mais novos, provavelmente será o primeiro contato com o ''The Cars'', mas para os mais experientes, a audição dessa jóia trará de volta os bons momentos que não voltam mais. Quem nunca pensou na pessoa amada ouvindo ''Drive''? Ou quem nunca mandou ver naquele show exclusivo na frente do espelho do banheiro ao som da ''Just What I Needed''? Indiscutivelmente o grupo do post de hoje marcou uma geração, com seus teclados clichês e refrões grudentos, e por esse motivo merece o respeito e a admiração de todos.

Eu poderia descrever toda a história da banda, ou toda a sua trajetória explicando as ''evoluções'' das músicas e blá blá blá... mas farei melhor que isso: como nesse exato momento eu estou absolutamente contagiado pelo som do grupo, eu quero que vocês sintam essa mesma sensação e não liguem para o que veio antes ou depois, vamos apenas curtir a sonzera contagiante que os caras mandam pra gente!

Prepare-se para o momento nostalgia!

1 - Just What I Needed
2 - Since You're Gone
3 - You Might Think
4 - Good Times Roll
5 - Touch And Go
6 - Drive
7 - Tonight She Comes
8 - My Best Friend's Girl
9 - Heartbeat City
10 - Let's Go
11 - I'm Not The One
12 - Magic
13 - Shake It Up

Formação:
Benjamin Orr - vocal, baixo e backing vocals
Ric Ocasek - vocal, guitarras e backing vocals
Elliot Easton - guitarras e backing vocals
Greg Hawkes - teclados, sintetizadores, percussão saxofone e backing vocals
David Robinson - baquetas, percussão e backing vocals



sueco

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domingo, 16 de maio de 2010

Oingo Boingo – Dead Man's Party [1985]


Você consegue se lembrar da trilha sonora do desenho “Simpsons”?
Pois então, agora você sabe me dizer por quem ela foi composta? Se não, em breve você terá a resposta. Essa e muitas outras trilhas de sucesso foram compostas por Danny Elfman, vocalista, principal compositor e líder do Oingo Boingo. Danny entrou na banda em 1976 e fez uma verdadeira reformulação no grupo, a começar pelo nome, que de “The Mystic Knights of the Oingo Boingo”, passou a se chamar simplesmente “Oingo Boingo”. Depois de todas as mudanças (a maioria não foi citada HIAEHIAEU), só faltava escolher o estilo de musica a ser tocado. O estilo foi a new wave, que na época estava se tornando popular, e estava (#2) sendo o caminho de outras bandas (The Police, The Cure, por exemplo). Após quatro álbuns lançados, e todos sem um GRANDE sucesso, veio Dead’s Men Party, álbum que emplacou alguns hits, dentre os quais posso destacar “Stay”, com um belo riff de introdução e um refrão que gruda na cabeça, “Just Another Day”, outra hit que o álbum emplacou, “Heard Somebody Cry”, uma das faixas mais “rocks” (juntamente com “Help Me”, “Same I Was Before”) e a faixa título “Dead Man’s Party”, musica que tem a "cara" dos anos 80. “Dead’s Man Party” recebeu certificado de disco de ouro pela RIAA, mérito esse da própria banda, e tudo mais, massssss que contou com uma ajudinha do cláááássico da sessão da tarde “Mulher Nota 1000”, onde a faixa “Weird Science” fez parte da trilha sonora (na verdade essa musica foi escrita para o filme). Resumindo, Oingo Boingo rules, e está recomendadissimo. Não deixe de baixar! ;)

Track List:

01. Just Another Day
02. Dead Man's Party
03. Heard Somebody Cry
04. No One Lives Forever
05. Stay
06. Fool's Paradise
07. Help Me
08. Same Man I Was Before
09. Weird Scienc

Line-Up:

Danny Elfman – Vocal, guitarra
John Avila – Baixo, vocal
Steve Bartek - Guitarra
Mike Bacich - Teclado
Johnny "Vatos" Hernandez – Bateria
Sam Phipps – Sax
Leon Scneiderman - Sax
Dale Turner – Trompete, trombone


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Pedro Frasson