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segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Artimus Pyledriver - Artimus Pyledriver [2005]

Nada melhor pra começar a semana do que uma boa música pesada, visceral e, acima de tudo, bem feita. E é exatamente isso que o Artimus Pyledriver faz, música própria pra se bater a cabeça mesmo, dar cabeçada no cidadão que estiver ao lado, e dar uma bica no estômago se o infeliz vier reclamar. Quebrar uma garrafa de cerveja na cabeça do cara também é uma boa, ao som disso aqui.

Oriundos de Tucker, Georgia, os caras vêm quebrando tudo desde 2002, fazendo um Sludge Metal de primeiríssima, ou ainda "Heavy Southern Rock", como os próprios se intitulam, tamanha é a influência do estilo em cima da música deles. Até o nome é um belo trocadilho com o baterista clássico do Lynyrd Skynyrd, Artimus Pyle, mas já foram conhecidos por "Stone Mountain Freeway" e "Red River Revival", há algum tempo.

Antes deste disco, lançaram um EP chamado "Southern Fried", e ficaram bem conhecidos na cena underground, até o lançamento deste disco, três anos depois, fazendo com que seu nome se elevasse mais no circuito, e, hoje em dia, não se sabe ao certo se eles estão num hiato, ou se preparam algum material novo. Mas, o que vale, é que aqui temos porradaria incansável, como já falei, bom pra quebrar o pescoço no headbangin', de tão poderosas que são as músicas, com um peso incrível, sendo totalmente esmagadoras de seres estranhos e coloridinhos. Rockão como tem que ser, totalmente inconsequente e alcoólatra, falando muito de carrões e mulheres, a mistura perfeita para qualquer banda de Rock.

Chegando aos destaques, é quase que uma obrigação que eu cite a pancadona "Swamp Devil", que abre o disco e foi o único single do disco, ganhando até um vídeo-clipe frenético. Outros destaques ficam com as também pauleiras ao extremo "High Life", "Dirt Road White Girl", "Shaggin' Ass", "Dixie Fight Song" e a bônus "Gone To The Mountain", que encerra o disco da forma mais pauleira e inconsequente possível.

Enfim, galerinha, se vocês querem dar testada no nariz, soco no coração, chapa nos peito e soco na cabeça pra desentupir o cérebro (salve Gil Brother!), aqui está um disco NA MEDIDA pra isso!


Dave Slocum - Vocals
Jim Hall - Guitar
Kevin Bond - Guitar
Mike Faulkner - Bass
Travis Owen - Drums

1. Swamp Devil
2. Dixie Fight Song
3. Ride On
4. Dirt Road White Girl
5. High Life
6. Natural Progression
7. Up The Creek
8. Shaggin' Ass
9. Get Some
10. Gone To The Mountain (Bonus track)


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Bruno Gonzalez


segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Black Label Society - Alcohol Fueled Brewtality Live!! +5 [2001]

O Black Label Society foi, sem dúvidas, uma das bandas que eu mais ouvi na minha vida, desde os idos de 2001, quando tive o prazer de conhecer o trabalho dos caras, até hoje, não apenas pelo fato de ter o grande Zakk Wylde como cabeça do grupo, já garantir sua qualidade, mas também pelo nível de pancadaria que temos em seus álbuns e, princialmente ao vivo, onde temos apresentações invejáveis de uma banda afiadíssima, sempre no maior nível possível.

Após o sucesso de clássicos modernos como "Sonic Brew" e "Stronger Than Death", temos o maravilhoso "Alcohol Fueled Brewtality Live!!", gravado ao vivo em apenas uma noite, no "The Troubador", em Los Angeles, com uma produção ótima, pouquíssimos overdubs (pelo menos notáveis) e Zakk inspiradíssimo, vociferando suas músicas e tocando seus riffs brutais, cheios dos harmônicos (quem conhece, sabe bem do que eu estou falando) e com solos ultra-técnicos, todos marcas registradas dele. A banda que o acompanha, formada pelos ótimos Nick Catanese (guitarra), Steve Gibb (baixo - filho do Barry Gibb, dos Bee Gees) e o então estreante Craig Nunenmacher (bateria), mostra-se extremamente competente, deixando a pancadaria mais agressiva e bem tocada, já que ninguém faz nada sozinho, não é? haha... 

Já pela parte do "+5", no título do álbum, são músicas gravadas em estúdio por Zakk Wylde junto com o baterista, que conta com duas interpretações incríveis, de "Heart Of Gold" (Neil Young) e "Snowblind" (Black Sabbath) além das belíssimas "Like A Bird", que é uma das músicas mais bonitas que ele já compôs, "Blood In The Well" e uma reinterpretação de "The Beginning... At Last", cuja versão original está presente no álbum "Sonic Brew".

Chegando aos destaques, porradarias como "Low Down", "13 Years Of Grief", "Superterrorizer", "All For You", o SOLÃO "A.N.D.R.O.T.A.Z.", "Bored To Tears", a reinterpretação de "No More Tears" (gravada anteriormente com Ozzy Osbourne, e lançada no álbum de mesmo nome), e também o segundo disco por completo, são os carros-chefe do disco, porém, como um bom disco ao vivo, é óbvio que a sua audição completa é mais que INDISPENSÁVEL!

Enfim galerinha, se vocês querem bater muita cabeça, até quebrar o pescoço, aqui está um álbum perfeito pra isso!

Zakk Wylde - Vocals, lead guitar, bass and piano (disc 2)
Nick Catanese - Rhythm guitar (disc 1 only)
Steve Gibb - Bass (disc 1 only)
Craig Nunenmacher - Drums

CD 1:
1. Low Down
2. 13 Years Of Grief
3. Stronger Than Death
4. All For You
5. Superterrorizer
6. Phoney Smiles And Fake Hellos
7. Lost My Better Half
8. Bored To Tears
9. A.N.D.R.O.T.A.Z.
10. Born To Booze
11. World Of Trouble
12. No More Tears
13. The Beginning... At Last

CD 2:
1. Heart Of Gold (Neil Young cover)
2. Snowblind (Black Sabbath cover)
3. Like A Bird
4. Blood In The Well
5. The Beginning... At Last (Acoustic version)

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Bruno Gonzalez

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Down - III: Over The Under [2007]

Se meu post passado foi de uma das maiores bandas das antigas, agora venho trazer a vocês uma das maiores da atualidade, que vem levantando a bandeira do chamado Sludge Metal, que nada mais é que uma mistura entre o Stoner, o Doom, o Southern Rock e o Heavy Metal dos anos 70, com grandes pitadas de Black Sabbath e outros.

O Down foi formado no início dos anos 90, pelo lendário Phil Anselmo, enquanto sua carreira no Pantera começava a decolar com o álbum "Cowboys From Hell", e junto dele, estavam os guitarristas Pepper Keenan e Kirk Windstein, além do baixista Todd Strange e o baterista Jimmy Bower. O primeiro álbum, auto-intitulado, foi lançado em 1995 e teve ótimas vendas, e, após um breve hiato, em 1999, o também lendário Rex Brown entrou para o grupo, e, logo após o fim do Pantera, em 2002, o segundo disco "II: A Bustle In Your Hedgerow" foi lançado, com boa repercussão, assim como o primeiro.

E, em 2007, veio o discão de hoje, que, sem dúvidas, é o melhor dos 3, bem puxado para o Stoner setentista, com instrumental extremamente furioso e um ótimo trabalho vocal de Anselmo, que mostra mais uma vez o motivo de ser considerado um dos melhores vocalistas da história do Rock, com uma grande versatilidade e abusando de técnicas como o drive, que, aliados à sua voz grave, prometem mostrar como um vocalista de verdade faz.

Aclamadíssimo pela mídia, o álbum rapidamente figurou no Top 200 da Billboard, vendendo "apenas" 29 mil cópias só na primeira semana de lançamento, e isso só nos Estados Unidos. Em outros países, como Irlanda e Inglaterra, o disco também teve ótima repercussão, estando também na metade dos rankings dos dois países.

Como já falei, o que temos aqui é uma grande demonstração de como se fazer música pesada de qualidade, sem ficar chato e sem deixar a peteca cair em nenhum segundo de execução. As guitarras poderosíssimas da dupla Keenan e Windstein mostram como é que bons guitarristas da atualidade tocam, com ótimas bases e, principalmente, solos, além de abusarem dos pedais de efeito, que, mesmo um ouvido não tão treinado consegue captar muito bem. Rex Brown mostra que, depois de mais de 25 anos de atividade, ainda é um grande baixista, e o baterista Jimmy Bower mostra um grande trabalho nas baquetas, com viradas insanas e alguns pedais duplos comendo em certas músicas. Também temos a presença de teclados em algumas, que faz em uma tremenda diferença, dando uma característica absolutamente setentista nas quais ele aparece.

A versatilidade das músicas também é incrível, pois vamos do nível mais rápido ao mais lento numa mera troca, com vários arranjos dos estilos que citei no início do texto, onde aparecem os riffs lentos e carregados do Doom, mas também os rápidos e demolidores do Stoner, e também várias características do Southern Rock, até por causa das próprias influências dos integrantes.

Finalmente, as letras também estão ótimas por aqui, com uma direção absolutamente diferente dos álbuns anteriores, que eram agressivas, cheias de ódio e, até mesmo, com algumas profanações. Aqui temos coisas mais sentimentais, como a destruição que o Furacão Katrina mostrou no Sul dos E.U.A., e também, sobre os sentimentos de Anselmo quanto à morte de seu ex-companheiro de Pantera, Dimebag Darrell. Como o próprio guitarrista Pepper Keenan disse, eles tentaram soar mais positivos neste álbum.

O álbum ainda consta como o 4º melhor, entre os 20 de 2007, pela revista "Revolver", e em 2º pela "Metal Hammer", além de estar entre os 50 melhores do mesmo ano pela revista "Rolling Stone".

Chegando aos destaques, é obrigação minha falar de músicas como "Three Suns And One Star", "The Path", "Never Try", "Beneath The Tides", "N.O.D." e a longa "Nothing In Return (Walk Away)", com 8 minutos de duração.

Enfim, se vocês querem um DISCASSO de uma das maiores bandas da atualidade, aqui está um que vai deixar uma boa marca no seu gosto musical.

Philip H. Anselmo - Vocals, guitar on 2
Pepper J. Keenan - Guitars
Kirk Windstein - Guitars
Rex R. Brown - Bass
Jimmy Bower - Drums

1. Three Suns And One Star
2. The Path
3. N.O.D.
4. I Scream
5. On March The Saints
6. Never Try
7. Mourn
8. Beneath The Tides
9. His Majesty The Desert
10. Pillamyd
11. In The Thrall Of It All
12. Nothing In Return (Walk Away)
13. Invest In Fear (Japanese bonus track)

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Bruno Gonzalez

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Black Label Society - Mafia [2005]


O sexto lançamento de estúdio do Black Label Society, banda capitaneada pelo ogro Zakk Wylde, ex-fiel escudeiro de Ozzy Osbourne, é simplesmente belo. "Mafia" foi lançado em março de 2005 pela Artemis Records, um selo independente afiliado à E1 Entertainment e permanece como referência quando o assunto é a trajetória do grupo.

Esse play se trata de uma verdadeira obra-prima metálica. Zakk nunca decepcionou durante sua extensa discografia e colocou sua alma nas composições aqui presentes, inspiradíssimas e certeiras. Aqui, o loirão provou, mais uma vez, que não é um guitarrista qualquer que deu a sorte grande - tem talento de sobra, senso melódico apurado e habilidade tanto nas cordas de aço quanto nas cordas vocais, podendo liderar tranquilamente a parada.

No geral, "Mafia" apresenta um Heavy Metal consistente, sólido e bem puxado para a vertente do Stoner/Sludge, onde tem-se influências moderadas de Doom Metal e Southern Rock. Para os não-adeptos à tais rótulos, basta imaginar uma orgia musical entre os primórdios do Black Sabbath e o Lynyrd Skynyrd.


Entre os itens do cardápio, tem-se vocais graves e quase bêbados de Zakk, guitarras pesadíssimas e com afinações mais baixas providenciadas pela dupla Wylde e Nick Catanese, baixo distorcido e latente de James LoMenzo, linhas de bateria providenciadas por Craig Nunenmacher que altermam entre momentos arrastados e paulados, composições diretas e até mesmo algumas baladas - nada açucarado ou que vá se distinguir do estilo apresentado.

Mais um fato que justifica o quão definitivo "Mafia" é na carreira do Black Label Society se dá por ser o mais bem-sucedido lançamento dos caras, vendendo cerca de 300 mil cópias nos Estados Unidos e chegando à 15ª posição do Hot 200 da Billboard.

Destacam-se as pesadas "Forever Down" e "Suicide Messiah", as cativantes "Fire It Up" e "Death March" e as baladas "In This River" (dedicada ao falecido Dimebag Darrell, apesar de ter sido composta antes) e "I Never Dreamed", a última um cover do Lynyrd Skynyrd. No mais, um baita discão!

01. Fire It Up
02. What's In You
03. Suicide Messiah
04. Forever Down
05. In This River
06. You Must Be Blind
07. Death March
08. Dr. Octavia
09. Say What You Will
10. Too Tough To Die
11. Electric Hellfire
12. Spread Your Wings
13. Been A Long Time
14. Dirt On The Grave
15. I Never Dreamed (Lynyrd Skynyrd cover - Bonustrack)

Zakk Wylde - vocal, guitarra solo, violão, piano, Minimoog, baixo adicional
Nick Catanese - guitarra base, backing Vocals
James LoMenzo - baixo, backing vocals
Craig Nunenmacher - bateria, percussão

Músico adicional:
Barry Conley - efeitos e sintetizadores, piano, Minimoog

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by Silver

domingo, 23 de maio de 2010

Acid Bath - Paegan Terrorism Tactics [1996]


Na década de 90, enquanto o tal do grunge saía de Seattle para ganhar o mundo, diversos outros movimentos floresciam nos EUA. Na Califórnia o Kyuss e o Sleep ditavam as regras do stoner rock. Com várias influências em comum, em Louisiana surgia o sludge metal.

Esse estilo, do qual os Melvins de Washington haviam sido pioneiros, combinava elementos de southern rock, doom metal, Black Sabbath e hardcore punk para formar uma sonoridade pesada, suja e com tempos contrastantes. As bandas de destaque são Crowbar, Down (de Phil Anselmo), Eyehategod e Acid Bath, e é dessa última que trago o último e, ao meu ver, melhor disco.

Formado em uma pequena cidade ao sul de Nova Orleans por alguns jovens fãs de thrash metal, o Acid Bath nunca chegou ao mainstreen ou emplacou algum hit, mas adquiriu certo reconhecimento no meio underground, e é uma banda muito interessante.

Paegan Terrorism Tactics é o último trabalho da banda antes da separação causada pela morte do baixista fundador Audie Pitre.

Vamos ao álbum. Aqui ouve-se um sludge metal profundamente influenciado por death metal e grindcore. Ou seja, temos riffs 'sabbatheanos', tempos que aceleram e desaceleram várias vezes durante as faixas, vocais limpos na maior parte do tempo, mas que se tornam guturais muito bem feitos em certas passagens e um clima mórbido, no que o vocalista Dax Riggs chama de 'death rock'. Aliás, Riggs é o grande destaque da formação da banda, e é uma personalidade muito reconhecida no meio stoner/sludge.

No mais, como em todas as bandas de sludge, é muito reconhecível a semelhança com o stoner rock. Há ainda passagens acústicas, ou com guitarras limpas, que trazem uma atmosfera bastante depressiva, mas surpreendentemente bluezeira, como em Dead Girl.

A lírica mostra certa obsessão de Dax Riggs com a morte. As letras só falam disso e são cheias de passagens de humor negro.

Os destaques ficam para a já citada acústica Dead Girl, para a fantástica abertura Paegan Love Song, para a lenta Bleed Me An Ocean e para Venus Blue, que a crítica da época julgou que seria um hit se não fosse pela letra. E não posso deixar de citar os vocais de Dax Riggs como destaque. O vocalista combina uma bela voz com muita versatilidade ao ir do suave ao gutural, encaixando perfeitamente com o instrumental.

No mais, Acid Bath é uma banda que chama atenção, uma boa intrudoção ao sludge metal. Música com clima de domingo à noite, com certeza [risos]. Um som relativamente desconhecido que pode conquistar quem é fã de death, thrash, stoner e metal em geral. Baixe!

01. Paegan Love Song
02. Bleed Me An Ocean
03. Graveflower
04. Diab Soule
05. Locust Spawning
06. Old Skin
07. New Death Sensation
08. Venus Blue
09. 13 Fingers
10. New Corpse
11. Dead Girl*
12. Bonus Poem - The Beaultiful Downgrade*

* Dead Girl tem vários minutos de silêncio, seguido pela 'declamação' de Bonus Poem

Dax Riggs - vocais
Mike Sanchez - guitarra
Sammy Pierre Duet - guitarra, vocais de apoio
Audie Pitre - baixo, vocais de apoio
Jimmy Kyle - bateria

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Jp

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Corrosion of Conformity - Deliverance [1994]


O Corrosion of Conformity é uma banda marcada por mutações, tanto na formação quanto na sonoridade.

A história do grupo norte-americano data do início dos anos 80, quando o interesse dos músicos era tocar um hardcore puxado para o metal. Aí já dá pra ter a idéia de que o C.o.C. foi um dos pioneiros do crossover thrash.

Depois de algumas costumeiras mudanças no line-up e com o guitarrista Pepper Keenan (que, em 1991, havia formado o Down com Phil Anselmo) assumindo os vocais, os americanos partiram em uma nova empreitada: deixar de lado o punk rock para tocar um som fortemente influenciado pelo Black Sabbath e todo o hard setentista, além do southern rock.

E é exatamente isso que se ouve no primeiro álbum da nova fase, Deliverance. Riffs e solos seguindo à risca o dever de casa do professor Tony Iommi. Pepper Keenan cantado muito, baixo e bateria fazendo uma cozinha brutal. Isso lembra alguma coisa? Sim, a banda é considerada uma importante representante do stoner rock. Além disso, o C.o.C. é também lembrado como precursor do sludge metal, estilo baseado em doom metal e hardcore.

Os destaques ficam para Heaven's Not Overflowing, Albatross, Shelter, Señor Limpio e o hit Clean My Wounds. Mas é claro, o play merece ser ouvido do começo ao fim.

O Corrosion of Conformity é uma ótima banda. Deliverance é com certeza o melhor disco dessa, além do que conseguiu as melhores vendas. Prato cheio pra quem gosta de stoner, sludge, southern, Black Sabbath, riffs... enfim, rock de peso e qualidade.

01. Heaven's Not Overflowin
02. Albatross
03. Clean My Wounds
04. Without Wings
05. Broken Man
06. Señor Limpio
07. Mano de Mono
08. Seven Days
09. #2121313
10. My Grain
11. Deliverance
12. Shake Like You
13. Shelter
14. Pearls Before Swine

Pepper Keenan - vocais, guitarra
Woody Weatherman - guitarra
Mike Dean - baixo, vocais em 11
Reed Mullin - bateria, vocais de apoio

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Jp