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quinta-feira, 7 de julho de 2011

Lenny Kravitz - 5 [1998]


Sim, tempo de férias, nada melhor! Então resolvi retornar ao meu antigo lar e postar um dos artistas mais versáteis da música, o multifuncional Lenny Kravitz! E talvez não exista melhor opção do que o disco em questão para presentear os viajantes da combe. Se você está se perguntando porque esse é o melhor disco, eu te respondo: ele foi responsável por só 2 Grammys e pela divulgação em massa do artista pelo mundo inteiro.

Com um som de difícil rotulação, Kravitz se supera em todos os aspectos no disco ''5'' e caminha pelos mais diversos estilos musicais: funk; hard rock; rock psicodélico; pop; rock n' roll; pode tentar decifrar. Usando e abusando de efeitos nas cordas, dos metais e de melodias que rapidamente grudam na cabeça, Lenny participa das gravações de todos os instrumentos, sendo esse fator talvez um dos responsáveis pelo alto nível musical do disco.

Partindo para o disco: assim que você fizer o download, vá direto para a música ''I Belong To You'', na minha opinião a melhor música entre todas as outras, com um instrumental desnorteantemente completo, dando uma relaxante sensação de bem estar, ideal para um pôr do sol na praia. Outro grande destaque que eu faço são para as músicas ''Thinking Of You'', que segue a mesma linha da já dita ''I Belong To You'', com uma letra especial, pois foi composta em homenagem a morte de sua mãe.

Temos aqui também duas músicas famosas, que eu aposto que todos que estão lendo já ouviram: ''Fly Away'', com seu riff fortemente seco; e a cover ''American Woman'', presente na trilha sonora de algum filme da série Austin Powers.


Quando você acha que a diversidade de estilos terminou, duas faixas expõe claramente as influências da música negra sobre a vida de Kravitz: ''Supersoulfighter'' ultraswingada e com uma batida que dificilmente vai deixar o corpo parado servem para dar aquele choque nos ouvintes; e a instrumental ''Straight Cold Player'', fazendo ao fechar dos olhos, imaginarmos as pessoas com seus afros e blackpowers dançando em programas como ''Soul Train''.

Vale lembrar que ainda esse ano Lenny irá se apresentar no Rock In Rio, e se eu não me engano, entre as apresentações da Shakira e da Ivete Sangalo... é, eu sei, não vai ser nada legal esperar o show dele começar.

1 - Live
2 - Supersoulfighter
3 - I Belong to You
4 - Black Velveteen
5 - If You Can't Say No
6 - Thinking of You
7 - Take Time
8 - Fly Away
9 - It's Your Life
10 - Straight Cold Player
11 - Little Girl's Eyes
12 - You're My Flavor
13 - Can We Find a Reason
14 - American Woman
15 - Without You

formação:
Lenny Kravitz – vocal, guitarra, teclado, baixo e baquetas
Craig Ross – guitarra
Jack Daley – baixo



sueco

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quarta-feira, 2 de março de 2011

Thin Lizzy - Johnny The Fox [1976]


Ahh, Thin Lizzy! Quem acompanha o blog a algum tempo, sabe que o Thin Lizzy é a minha banda preferida, sem nenhuma dúvida! E bem, eu não cumpri a minha promessa de postar regularmente, então para compensar, um dos meus discos preferidos, não só da discografia da banda, como entre todos os discos que eu já postei aqui. Já tinha prometido ao silver que eu postaria algo do Phil Lynott e Cia., além do fato de ele mesmo falar pra mim: ''não tem nada pra postar? Posta Thin Lizzy!''

É difícil falar do ''Johnny The Fox'', pois ele foi lançado bem entre os dois grandes sucessos da banda, o ''Jailbreak'' e o ''Bad Reputation''. E vale lembra, só a título de curiosidade, que o ''Johnny The Fox'' e o disco ''Jailbreak'', responsável em grande parte pela explosão da banda, foram postos nas prateleiras no mesmo ANO!, ''Jailbreak'' no dia 26 de Março, e o ''Johnny The Fox'' no dia 29 de Outubro. Então pode se dizer que para muitos, a luz do disco do post de hoje acabou sendo um pouco ofuscada pelo sucesso dos outros dois.



Claro que resumir o disco a isso, seria cretinice da minha parte. A banda estava em um momento de ascensão: o auge da criatividade, da auto estima, do ânimo, prova disso é a versatilidade da banda, misturando diversos estilos, e técnicas. Lynott e sua gangue sabiam que estavam no caminho certo, e eles fariam de tudo para que o momento chegasse, o que acabou chegando com certeza, três anos depois com o estrondoso e ''violento'' ''Black Rose''

Nos bootlegs espalhados pela internet, uma vez ou outra você encontra alguma música desse disco no setlist, como por exemplo a ''Johnny'', ou até mesmo a mais tranquila ''Fools Gold''. Mas é nesse disco que contém um dos maiores sucessos do Thin Lizzy, (aliás, sucesso esse responsável pela minha paixão pelo grupo a uns 5 anos atrás) e que muitos na verdade nem sabem que tal música pertence a esse disco: ''Don't Believe A Word''! As agressivas ''Massacre'' e ''Boogie Woogie Dance'' também marcam presença esquentando as orelhas, com um som denso e pesado. A criativa, animada e swingada ''Johnny The Fox Meets Jimmy The Weed'', é promessa para um balanço inevitável do corpo inteiro. Agora, eu tenho que fazer um destaque para a minha faixa favorita do disco: ''Old Flame'', tão contagiante quanto a citada, e com uma pegada indescritível, com certeza vai te conquistar!

Thin Lizzy pô! Baixa ae que o bagulho é bom!

1 - Johnny
2 - Rocky
3 - Borderline
4 - Don't Believe a Word
5 - Fools Gold
6 - Johnny the Fox Meets Jimmy the Weed
7 - Old Flame
8 - Massacre
9 - Sweet Marie
10 - Boogie Woogie Dance

Formação:
Phil Lynott - vocal e baixo
Brian Robertson - guitarras
Scott Gorham - guitarras
Brian Downey - baquetas



sueco

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Thin Lizzy salva vidas!

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Blue Tears - Blue Tears [1990]


Eu já estava pretendendo voltar alguma hora com pelo menos alguns posts regulares, afinal, querendo ou não, eu não consigo deixar a combe de lado... e como um post de um retorno, eu trago um dos meus discos preferidos quando assunto é hard rock/AOR, e acredito que aqueles que já conhecem o trabalho do falecido Gregg Fulkerson sabem do que eu estou falando, mas se você não faz a menor a idéia, prepare-se!

Com toda certeza, se você está lendo esse post, você conhece pelo menos algumas músicas do Bon Jovi, e provavelmente você gosta das mesmas não é? Se a resposta for sim, aqui está uma banda que sem dúvida vai te seduzir mais rápido do que qualquer outra que você já ouviu! A banda começou com a iniciativa de um garoto chamado Gregg Fulkerson, na cidade de Jackson, no Tennessee com alguns amigos de infância. O grupo se apresentava na cidade e nas redondezas tocando alguns cover, e pra se ter uma idéia do quanto a banda era promissora, algumas apresentações chegavam a ter meros mil espectadores!

Claro que não demorou muito para o grupo gravar algumas demos, e tão rápido quanto, fecharam com a MCA Records, lançando o disco do post de hoje! Apostando todas as fichas na música ''Innocent Kiss'', a banda praticou uma divulgação massiva do disco, viajando e abrindo diversos shows. Mas como diz o ditado, ''easy come, easy go'', foi uma questão de tempo para que os problemas começassem a aparecer, e tão logo as confusões com a gravadora fizeram com que os membros fossem se dispersando aos poucos.


Bem, não vou falar que foi uma injustiça a banda não ter dado certo, porque no final das contas ela deu sim! Tanto é que em 2005/2006 eles voltaram e lançaram três cds destruidores de bons, seguindo a mesma linha que vocês vão encontrar aqui. Como eu já disse, quem se aventurar vai se deparar com um Bon Jovi dos anos oitenta, nos anos noventa! Não só na parte instrumental, como maravilhosamente na parte vocal também, Gregg chega chutando o balde sem dó nem piedade esbanjando habilidade e vontade de sucesso.

Logo de cara somos bombardeados com a energética ''Rockin' With the Radio'', levando a nossa boca ao coro automático no refrão com toda a banda, seguida da ''Crush'' que com certeza te fará ficar sem fôlego. Depois de tanta festa, agora quem comanda são as famosas baladas poderosas e cheias de peso: "Blue Tears"e "Halfway to Heaven". Tomara que você tenha recuperado o ar nesse intervalo, porque a sequência "Innocent Kiss", "Racing With the Moon" e "Kiss Me Goodbye" vem pra derrubar qualquer um! Pra fechar a maravilhosa ''True Romance'', classificada no grau 10 de capacidade de viciar logo na primeira audição.

Não existe um motivo justo e aceitável para você não baixar essa jóia!

1 - Rockin' With the Radio
2 - Crush
3 - Blue Tears
4 - Take This Heart
5 - Halfway to Heaven
6 - Innocent Kiss
7 - Racing With the Moon
8 - Kiss Me Goodbye
9 - True Romance
10 - Hunder in the Night

Formação:
Gregg Fulkerson - vocal e guitarras
Bryan Hall - guitarras e backing vocals
Michael Spears - baixo e backing vocals
Charlie Lauderdale - baquetas e backing vocals



sueco
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domingo, 26 de dezembro de 2010

Martini Music - Модные направления [2006]

A marca Martini é conhecida no mundo inteiro por representar excelência, requinte e qualidade no sentido puro de ser! E a pepita que eu trago para vocês hoje, corresponde exatamente com o esperado vindo de uma marca tão renomada: uma coletânea com algumas pérolas do lounge music mundial.

Aparentemente, a coletânea em questão vem de algum lugar... longe, pois seu nome original ''Модные направления'' é a tradução de russo para ''As Tendências da Moda'', algo bem sugestivo por sinal. Na primeira vez que eu me deparei com essa pepita, fiquei meio pé atrás, mas ao mesmo tempo curioso para saber o que tinha no arquivo, e após a primeira audição a gratidão pela curiosidade foi imensa! Músicas agradáveis, exatamente como o ambiente deve ser enquanto os drinks são apreciados, e é estranho, pois durante a audição, a nossa cabeça imagina como a marca sempre aparece nos filmes: um bar na beira da praia, um pôr do sol, os amigos, aquela pessoa especial, uma noite quente, um jantar romântico e pra finalizar, um hotel com vista pra cidade!

Acredito que nada desse tipo foi postado até hoje aqui no blog, nem o meu último post relacionado a lounge music chega perto do disco aqui presentes. Músicas ao mesmo tempo com um forte apelo para fazerem o ambiente, também são capazes de envolver com grooves grudentos e batidas ''calientes'', inexplicavelmente viciante. Embora todas as faixas possuam uma certa ligação, algo parecido com um disco conceitual, eu tenho lá as minhas preferidas: ''Sympath'', um projeto do grupo Jeff Bennett's Lounge Experience, com a cantora sueca Alexandra Hamnede; a faixa de abertura, ''Flying Away''; e a que produz um clima mais pesado, ''You'll Be Mine'', do artista Barriere.

Prepare o jantar, compre as bebidas, ligue o som e se delicie com o melhor!

Physics - Flying Away
Jeff Bennett's Lounge Experience feat. Alexandra - Sympathy
Jose Delgado - Sal Rossa
Mark Farina - Cali Spaces (Papp's Lazy Daze Mix)
Dalminijo - And She Said (Physics Deep Bossa Mix)
Moca - Clarke Boland
Barriere - You'll Be Mine (From Chakra Lounge vol.2)
Moca - Flotter Tag
Physics - Don't Deny Me Love (Jay-J Moultion Studio Dub)



sueco

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segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Pride & Glory - Pride & Glory [1994]


Bem, ''Zakk Wylde'', essas duas palavras acho que seriam suficientes para definir esse disco. Sinônimo de qualidade garantida, o loirinho com certeza é conhecido por todos os visitantes do blog, pelo seu trabalho com um tal de Ozzy Osbourne, e pelo seu famoso grupo Black Label Society. Mas vou ser sincero pra vocês, eu até gosto do trabalho dele com o Ozzy, mas nada que me inspirasse a me tornar um fã dele. E graças a um amigo meu, fanático pela furiosa dupla, certo dia me apresentou, após muita insistência, o disco do post de hoje...

Minha vida nunca mais foi a mesma! Esse disco, é daqueles que você faz questão de ter original, para poder ouvir sempre que quiser, desde as mais profunda depressão, até o ápice da euforia, pode colocar a pedrada que o seu humor vai mudar violentamente! Definitivamente um disco pra fazer você virar fã!


Misturando um southern rock de qualidade, com doses cavalares de heavy, tudo com aquela pegada tipicamente Zakk Wylde. Não poderia deixar de comentar dos demais membros do grupo: James Lomenzo destruindo tudo no baixo, mostrando que aquilo que ele fazia no White Lion, era fichinha. Com uma química quase que mágica, os dois em cima do palco transmitem uma energia, que eu pelo menos nunca vi antes. E pra fechar o power trio, Brian Tichy. Até então desconhecido para mim, mas depois de ouvir algumas poucas faixas do disco em questão, facilmente eu o coloco entre os melhores que eu já ouvi.

Destaques a parte, o disco inteiro é bem ao estilo ''destruidor de lares'', recheado de feeling, peso, e melodia, facilmente você se pegará cantarolando as músicas aqui presentes. Com muito bandolim e arranjos de piano, o som não deixa nenhum espaço para o pensamento ''podia ter mais alguma coisa aqui.''. Quanto as faixas, a minha favorita ''Harvester Of Pain'', com certeza vai surgir como um soco na cara para os desavisados! ''Machine Gun Man'' e ''Found A Friend'' também merecem um destaque logo na primeira audição.

Disco 1:
1 - Losin' Your Mind
2 - Horse Called War
3 - Shine On
4 - Lovin' Woman
5 - Harvester of Pain
6 - The Chosen One
7 - Sweet Jesus
8 - Troubled Wine
9 - Machine Gun Man
10 - Cry Me A River
11 - Toe'n The Line
12 - Fadin' Away
13 - Hate Your Guts

Disco 2 :
1 - The Wizard
2 - Torn and Tattered
3 - In My Time of Dyin'
4 - The Hammer & The Nail
5 - Come Together
6 - Found A Friend

Formação:
Zakk Wylde - vocal, guitarras, piano, bandolim, banjo e harmonica
James Lomenzo - bass e violão de 12 cordas
Brian Tichy - baquetas



sueco
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sábado, 6 de novembro de 2010

Raven - Rock Until You Drop [1981]


Oi galera, alguém lembra de mim? Pois é, andei sumido por um tempo, mas como agora as coisas por aqui deram uma acalmada, resolvi matar a saudade de postar aqui no blog. Nem lembro qual foi o meu último post, mas o que importa é que esse aqui vai derrubar a casa de muitos visitantes! É bem capaz que muitos que estão lendo esse texto agora, já tenham essa pepita no computador, mas caso você seja novo por aqui (pois essa é a única desculpa para nunca ter ouvido falar do Raven), e não tenha a menor idéia do que o post de hoje se trata, nem termine de ler a resenha e vá direto ao link!

Esses dias eu estava de bobeira mexendo no meu guarda-roupa, e encontrei a minha jaqueta jeans recheada de patches, e de repente um filme dos anos da minha juventude (leia-se ano passado, antes de entrar na faculdade) passarou diante dos meus olhos: dias e dias dedicados ao blog postando pedradas e mais pedradas, e sempre que possível indo aos shows das bandas de heavy que passavam por aqui. Mas uma música em particular não saia da minha cabeça, e eu não conseguia lembrar qual era, até que... ''You've gotta rock! Rock Untill You Drop!!'', ora claro! Raven!
Automaticamente eu vim baixar o disco em questão, e fiquei esperando um bom momento para que com todo o prazer, eu pudesse re-postar essa jóia rara do heavy metal aqui. Bem, pensado e feito, só me resta digitar linhas e linhas de adjetivos positivos para com a bolachinha!

(Raven e Metallica, não encontro outra palavra para definir essa foto além de... auto-destruição.)

Entre todas as bandas de heavy tradicional, na minha opinião, o debut do Raven está entre os melhores de todos! Insanos, tanto musicalmente, como pessoalmente falando, os caras dão uma lição de que os anos 80 ainda iria mostrar muita coisa. Pegada, solos, gritos e batidas rápidas, como todo bom disco de speed metal deve ser, com os irmãos Gallagher a frente dessa verdadeira ''gangue'', os fãs tinham tudo que queriam para bons momentos de diversão.

Eu fico imaginando como deveria ser um show dos caras em meados dos anos 80... Com músicas como ''Hard Ride'' e ''Hell Patrol'', além da própria ''Rock Untill You Drop'' no repertório, as casas de shows deveriam sofrer sérias avarias. Detalhe legal, fica por conta do baterista Rob Hunter com seu típico capacete de hockey acredito eu, durante os shows distribuía cabeçadas a esmo nos pratos da bateria! É fácil de se encontrar vídeos disso, qualquer um dos 80, fase que Rob esteve no grupo.

(não pude deixar de colocar essa foto! *-* obs: a porra do baixo ainda tem alavanca!!! obs²: Preciso de um desses urgente!!!)

Sabadão... pauleira nele!

1 - Hard Ride
2 - Hell Patrol
3 - Don't Need Your Money
4 - Over the Top
5 - 39/40
6 - For the Future
7 - Rock Until You Drop
8 - Nobody's Hero
9 - Hellraiser/Action (The Sweet cover)
10 - Lambs to the Slaughter
11 - Tyrant of the Airways
12 - Wiped Out (7" b-side)
13 - Crazy World (7" b-side)
14 - Inquisitor
15 - Lambs to the Slaughter (Radio One Session)
16 - Hold Back the Fire (Radio One Session)
17 - Hard Ride (Radio One Session)
18 - Chainsaw (Radio One Session)
19 - Let it Rip (Brute Force compilation track)

Formação:
John Gallagher - vocal e baixo
Mark Gallagher - guitarras
Rob Hunter - baquetas



sueco

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terça-feira, 7 de setembro de 2010

Spandau Ballet - Parade [1984]


Saindo um pouco das pancadarias e entrando em um dos meus estilos preferidos: pop oitentista! Nada melhor do que ouvir aquelas músicas extremamente grudentas e que quando tocam nas rádios, você até pega a vassoura pra dançar e cantar!

Se na sua cidade tem alguma rádio onde só tocam aquelas músicas flashback, onde todos com mais de 40 anos cantam como se estivessem lendo a letra e sempre falam, ''ah na minha época...'', e nas madrugadas o clima de romance rola solto, existe uma chance muito grande de que a famosa ''True'' seja tocada pelo menos duas vezes por dia durante a programação.

O disco em questão de hoje na minha opinião é o melhor da carreira dos caras, embora nem seja comentado com muita frequência quando é a discografia do grupo que esta em pauta, talvez seja pelo fato de ser um pop típico dos anos 80, igual ao das milhares de bandas que explodiam com seus singles por ae. Acredito que o Spandau Ballet seja uma das poucas que tenham conseguido sobreviver a essa fase, não se tornando mais uma das ''bandas de uma música só'', onde você conhece a música, sabe cantar a letra inteira e tem toda a batida na cabeça, mas é só alguém perguntar, ''de quem é essa música mesmo?'' que você se toca que nem você sabe.

(eu tinha que avacalhar...)

Críticas a parte, o som dos caras é show de bola, com músicas recheadas de teclados, e um sax muito bem aplicado pelo gênio Steve Norman, o que da um toque a mais e torna o som maravilhoso! As faixas na média com 5 minutos, são perfeitas para qualquer tipo de momento: desde um almoço em família, até um jantar especial, tudo isso graças as letras fáceis de serem decoradas, melodias bem clichês, enfim, um disco longe de ser complexo. Definitivamente para se apreciar cada segundo e ao final, ficarmos com aquela sensação de repeat na ponta do dedo.

Por ser o quarto disco e sempre com os mesmo músicos, a harmonia e o entrosamento entre eles é indiscutível, ainda mais entre um grupo de 5 caras que sabem exatamente o que fazem. Para se ter uma idéia, eles eram comparados ao já famoso Duran Duran, disputando lugar nos toca discos pelo mundo, e se você ainda tem alguma dúvida da qualidade da banda, baixe o disco e ouça a agradável ''With The Pride'' que com certeza te fará repetir a faixa umas 30 vezes, e depois de ouvir até a sua mãe mandar você mudar de música, passe para a extremamente viciante ''Only When You Leave''... cara, eu lembro que quando eu a ouvi pela primeira vez, o player ficou umas duas horas só com ela na lista de execução.

1 - Only When You Leave
2 - Highly Strung
3 - I'll Fly For You
4 - Nature Of The Beast
5 - Revenge For Love
6 - Always In The Back Of My Mind
7 - With The Pride
8 - Round And Round

Formação:
Tony Hadley - vocais
Gary Kemp - guitarras e backing vocals
Martin Kemp - baixo e backing vocals
Steve Norman - sax, percussão e backing vocals
John Keeble - baquetas e backing vocals



sueco

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(da esquerda para a direita: Gary Kemp, Tony Hadley, John Keeble, Martin Kemp e Steve Norman)

domingo, 5 de setembro de 2010

D.R.I. - Thrash Zone [1989]


Andei acompanhando os posts do meu amigo mauye (leia-se Maurício Knevitz) e me vi instigado para seguir os mesmos passos, sendo assim aqui está um dos melhores (se não o melhor na opinião de muitos) disco no que tange o estilo crossover!

Nas vidas passadas do blog os posts da banda eram recebidos com comprimentos calorosos, também não é pra menos, uma banda que serviu de referência para inúmeros grupos, como por exemplo o Slayer não deve ser qualquer coisa. Se você é chegado em um som para correr de skate por ae, com a aba do boné pra cima e aquela camiseta velha do Suicidal Tendencies, pode relaxar, porque você vai se sentir em casa.

Eu considero que esse albúm foi decisivo para a banda, vindos do explosão que o disco ''Crossover'' (nome sugestivo não...), causou no meio musical da época, tudo que eles precisavam era um disco como o ''Thrash Zone'', fazendo com que o grupo carimbasse por definitivo a sua passagem para os grandes espetáculos. Percebe-se que toda a criatividade e habilidade dos membros foi posta a prova, com riffs, solos, e uma pegada que tinha algo diferente de todas as outras bandas que assim como um caminhão cheio de japonês, eram todas iguais.

Uma coisa que vale a pena ser notada nas músicas, são as letras, que abordam assuntos que vão desde política até o dia-a-dia de pessoas comuns, como por exemplo na faixa ''Beneath The Wheel'', com seu clipe que retrata a ''opressão'' da escola sobre um garoto fora dos padrões da sociedade, e a música ''Gun Control'', que com a sua introdução no mínimo inesperada, faz uma crítica ferrenha ao descontrole em relação ao porte de armas de fogo.

As músicas em si possuem as doses certas de pancadaria punk misturada com aquela levada tradicional do thrash, o que nos proporciona uma audição mágica! 43 minutos de pura qualidade, distribuídos em 12 faixas que em nenhum momento nos faz ter aquela breve vontade de passar para a próxima música, e eu aposto que da mesma maneira que eu ouço esse disco repetidas vezes sem parar, você também vai se entregar aos prazeres do mosh.

1 - Thrashard
2 - Beneath The Wheel
3 - Enemy Within
4 - Strategy
5 - Gun Control
6 - Kill The Words
7 - Drown You Out
8 - The Trade
9 - Standing In Line
10 - Give A Hoot
11 - Worker Bee
12 - Abduction

Formação:
Kurt Brecht - vocal
Spike Cassidy - guitarras
John Menor - baixo
Felix Griffin - baquetas



sueco

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sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Kip Winger - Songs From The Ocean Floor [2000]


Estive pensando no que postar aqui no blog, fui dar uma olhada nos meus cds e discos, e me deparei com os dois lps do Winger, e na hora a lembrança do show do Kip Winger veio a tona! Então eu pensei: ''Que assim seja!''.

Bem, eu me lembro que o meu primeiro contato com a carreira solo desse grande gênio, que até então para mim se resumia a ''apenas'' baixista e vocalista do Winger, foi aqui mesmo no blog, quando eu era apenas um visitante em busca de algum som novo para os meus ouvidos. Creio que isso tenha sido a uns 4 ou 5 anos atrás, e embora tenha sido a tanto tempo, o sentimento que eu tive naquele momento se repete até hoje quando eu ouço qualquer música que seja do Kip. E o primeiro disco em questão, se trata desse mesmo que vocês estão olhando (e que estão prestes a baixar também!).

Se você já ouviu as músicas da banda Winger, mas nunca viu nem a cor das músicas da carreira solo do cara que da nome ao grupo, aqui está a sua chance de ver que por trás de toda aquela ''pauleira'' há um gênio capaz de te surpreender a cada faixa! Músicas que exploram o máximo da experiência e da qualidade sonora desse grande musico. Pode ser que em um primeiro você estranhe um pouco as músicas, que usam e abusam de arranjos poderosos, fortes e que você sente que os sons ''preenchem'' os ouvidos e a alma.

( Kip e seu fiel companheiro)

Incrivelmente ver esse cara ao vivo é muito mais mágico do que ouvir pela bolachinha! Eu digo incrível porque as suas apresentações se resumem a apenas ele e o seu violão (violão esse que faz o olho lacrimejar com apenas uma encarada), enquanto as músicas de estúdio são recheadas de teclados, pianos, percussão e tudo que uma música de primeira qualidade deve ter.

O ''Songs From The Ocean Floor'' está com certeza entre os meus cinco discos preferidos, e até hoje eu caço essa pepita pelas lojas de cd da vida... O disco em si corre por vários ''estilos'', aliás, é até difícil criar uma definição correta para as músicas dele, mas uma coisa eu posso afirmar sem nenhum medo, os sentimentos que a audição desse cd irá te proporcionar, dificilmente você vai encontrar em algum outro lugar, canções como ''Crash The Wall'', ''Song Of Midnight'' e ''Broken Open'' vão te conquistar logo nos primeiros segundos! Outro ponto importante que embora possa passar despercebido é a música ''Free'', um instrumental debulhador de cordas, que põe a prova toda a habilidade e a criatividade de Kip. E pra fechar, eu faço questão de que ao baixar, você escute primeiro duas músicas: ''Two Lovers Stand'', uma música envolvente e que pode ser classificada como a ''balada'' do disco; e a minha preferida, não só do disco, como entre todas as pertencentes a sua carreira solo, ''Landslide'', que resume mágia e perfeição em forma de música!

1 - Cross
2 - Crash The Wall
3 - Sure Was A Wildflower
5 - Landslide
6 - Faster
7 - Song Of Midnight
8 - Free
9 - Only One Word
10 - Broken Open
11 - Resurrection
12 - Everything You Need



sueco

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sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Philippe Chrétien - Late Lounge [2008]


Antes de mais nada, quero logo avisar, esse é o post mais diferente em relação a estilo que eu já fiz em toda a minha carreira como membro, aqui você não vai encontrar nada de thrash, death, black, hard rock, rock alternativo, punk... esqueça tudo que já passou pelo blog. Então, antes de você continuar a leitura, tenha em mente que se você procura uma sonzera para derrubar a casa, pode ir parando por aqui e continue a sua vida normalmente.

O post de hoje traz algo, acredito eu, inédito aqui no blog, uma mistura que eu sempre procurei, mas que só após muita procura, consegui finalmente encontrar: smooth jazz com lounge music! Sim meus queridos, o som aqui traz toda a magia e qualidade de um bom smooth jazz, misturado com a calmaria e o feeling que só o lounge music proporciona. Bem, se esse é o seu primeiro contato com esses nomes, é bem capaz que você esteja se perguntando ''Mas que diabo é isso?!'', e eu vou explicar: basicamente, música para fazer trilha sonora de uma noite a dois, aquele sax poderoso, aliado com um piano/teclado invejável para qualquer mestre no meio musical. É possível sentir umas pitadas de influências latinas, e em algumas músicas, uma cozinha que nos remete para o jazz dos anos 50.

Independente de ser fã ou não do estilo, a qualidade aqui está acima de qualquer coisa! Músicas agradáveis, ''sedutoras'' e que são capazes de tocar fundo na alma até do mais indiferente. É complicado explicar, pois pra mim, o disco em questão ''atiça'' uma série de sentimentos e comportamentos que nenhum outro estilo é capaz de fazer. Para alguns é bem capaz que o disco dê sono, seja chato, parado, repetitivo e sem sal, normal, isso não é crime nenhum, afinal eu acredito que grande parte dos visitantes nunca teve um contato ''sério'' com esse tipo de som.

Hoje eu não perdi tempo explicando a história do gênio por traz desse maravilhoso projeto, Philippe Chrétien, até porque eu não sei como vai ser a reação do pessoal, mas se o grau de aceitação for alto, quem sabe futuramente os demais discos dele estarão sendo postados por aqui.

Bem, se você nunca ouviu nada parecido com o que eu citei e esta disposto a arriscar algo novo, por favor, não perca mais tempo! E se possível, deixe um comentário falando qual a sua opinião sobre o disco, estou curioso para ver as reações.

1 - Le Chat Noir
2 - Cubanito
3 - Close Up
4 - Pour Nadine
5 - Pour Juliette
6 - Suoni D'Oro
7 - Catch A Glimpse
8 - Le Coup
9 - Bingi
10 - Riviera



sueco

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segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Smashing Pumpkins - Siamese Dream [1993]


Ahh, a falsa esperança de que o Smashing Pumpkins tocaria no ''fogoso'' festival SWU, que acontecerá no interior de São Paulo, o dinheiro guardado, os planos sendo minimamente calculados, a empolgação fervilhando na cabeça... em vão. Então nada melhor do que ouvir o disco responsável pela explosão da banda para o mundo!

Para os desavisados, o ''Siamese Dream'' é considerado o debut da banda, não é nenhum crime, até porque, eu mesmo achava isso quando o meu primo me apresentou o som de Billy Corgan e Cia pela primeira vez a uns 4 / 5 anos atrás. O Smashing Pumpkins para mim foi a banda que mais evoluiu do primeiro para o segundo disco, claro que, no caso deles, a não-evolução resultaria inevitavelmente na separação dos membros, afinal, continuar sob as asas da Caroline Records tiraria o grupo do nada e os colocaria em lugar nenhum, mas também seria injustiça rebaixar totalmente o debut ''Gish'', um disco pesado, agressivo, mas que encaixava a banda no estereótipo ''mais uma banda grunge/alternativa''.

Devido ao movimento que o cenário musical estava tomando no início dos anos 90, o Nirvana bombando pelo mundo inteiro, e o grunge explosivo de bandas como Pearl Jam, fez com que o vocalista Billy Corgan sentisse toda a pressão de que, ou eles lançavam um material suficientemente bom para superar os mega astros, ou como já dito, a banda terminaria, o que para Corgan seria como o fim de sua vida. Para superar a depressão que o assombrava, Billy trabalhou ferrenhamente em material para a banda, agora aos cuidados da renomada Virgin Records.

(Aparição nos Simpsons no episódio ''Homerpalooza''; esquerda para direita: Billy Corgan, D'arcy Wretzky, Homer Simpson, Jimmy Chamberlin e James Iha)


Após muito trabalho duro, brigas, drogas, e um orçamento em torno de $250,000, no dia 27 de Julho de 1993, o esperançoso ''Siamese Dream'' chegava as prateleiras. Bem, não tem nem o que falar, o disco foi um sucesso instantâneo, aliás, foi e continua sendo até hoje! Clássico absoluto, a banda estourou pelas rádios do mundo inteiro e da noite para o dia estava nas paradas para quem quisesse ouvir. Claro que toda essa fama trouxe para a vida, a inveja de muitas bandas que desde meados dos anos 80 estavam ralando fazendo um som alternativinho sem sal, e que chamavam o Smashing Pumpkins de vendidos e falavam que eles não passavam de mais uma banda da moda, todo esse rebuliço dentro do mundo alternativo, gerou um certo desgaste da banda com os fãs do estilo, mas foi fácil perceber que eles eram mais do que isso, o sucesso que estava por vir seria maior do que qualquer outra banda nascida do ninho alternativo já tinha alcançado.

Só para adiantar, o disco que veio na sequência foi o destruidor ''Mellon Collie And The Infinite Sadness'' já postando por mim nas vidas passadas do blog e que com certeza irá dar as caras logo mais, mas enfim, o disco duplo veio para matar de vez todas as dúvidas se a banda sobreviveria por mais do que alguns anos, mostrando toda a criatividade e qualidade, além de carimbar definitivamente o nome ''Smashing Pumpkins'' na história da música.

Sobre o disco: Smashing Pumpkins na sua essência mais pura, a raiz de tudo que viria a seguir, músicas que unem a agressividade do primeiro disco, com a maturidade que toda banda gostaria de ter. Músicas perfeitamente lindas por excelência e definição. Se fosse para fazer alguns destaque, eu diria que com certeza a famosa ''Disarm'' e a pesada ''Silverfuck'' te fará ficar apaixonado logo de cara, além da ''Cherub Rock'' presente no jogo Guitar Hero III, a agradável ''Luna'' e a minha favorita entre todas que a banda já gravou: ''Mayonaise''.

Smashing Pumpkins é Smashing Pumpkins, apenas isso!

1 - Cherub Rock
2 - Quiet
3 - Today
4 - Hummer
5 - Rocket
6 - Disarm
7 - Soma
8 - Geek U.S.A.
9 - Mayonaise
10 - Spaceboy"
11 - Silverfuck
12 - Sweet Sweet
13 - Luna

Formação:
Billy Corgan – vocais e guitarras
James Iha – guitarras e back vocals
D'arcy Wretzky – baixo e back vocals
Jimmy Chamberlin – baquetas



sueco

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quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Poison Idea - Blank Blackout Vacant [1992]


Aqueles que me conhecem, sabem que punk/hardcore não é lá o meu estilo preferido... mas no caso do Poison Idea eu faço questão de abrir uma exceção! Entre os fãs do estilo, a banda é bem conhecida, principalmente pelo império construído pelo grupo durante os anos 80, mas para os outros estilos, eles são bem desconhecidos. Então eu resolvi postar um disco que mostra uma banda mais ''mente aberta'' e evoluída instrumentalmente falando.

Eu indico o som das caras se você: está com vontade de cuspir na cara de alguém que você não gosta; está com vontade de acelerar contra um muro a 220 km/h; está com vontade de invadir a sala de alguém com uma motocicleta; está com vontade de quebrar garrafas na cabeça dos vizinhos; está com vontade de jogar um ônibus no seu professor/chefe; está com vontade de correr pelado e ofender e agredir as pessoas gratuitamente; está com vontade de moshar em cima das pessoas no ponto ao descer do ônibus; e coisas do gênero que sempre terminam com muito sangue e muito provavelmente no hospital, na delegacia e se você tiver sorte, direto no cemitério.


O som do disco em questão é bem mais comercial do que os aclamados lançados nos anos 80, sem toda aquela devoração de miolos, mas com toda a velocidade, agressividade e insanidade que um bom disco deve ter! Prova disso são os shows dos caras, podem pegar qualquer vídeo, inclusive o clipe da música ''Punish Me'' (que foi graças a ele que eu conheci a banda), e vocês vão ver o porque toda essa sensação de libertinagem invade o corpo de quem ousa ouvir o som da banda.

Já que eu ressaltei todo o clima de fúria, baixa essa merda ae, não vou ficar justificando o download porra nenhuma! Se você não for uma mocinha que ouve Restart, Cine, e esses excrementos coloridos, com certeza vai gostar, mas se você não gostar, aparece aqui que eu vou chutar o seu traseiro com tanta força que você vai se arrepender de ter lido até aqui!!!

Ok, passou... passou... AGORA BAIXE O DISCO E DESTRUA A CIDADE!

1 - Say Goodbye
2 - Star Of Baghdad
3 - Icepicks At Dawn
4 - Smack Attack
5 - Forever And Always
6 - Punish Me
7 - Crippled Angel
8 - What Happened To Sunday
9 - You're Next
10 - Drain
11 - Brigandage
12 - Amys Theme
13 - Vietnamese Baby

Formação:
Jerry A. - vocal
Tom "Pig Champion" Roberts - guitarras
Charley "Myrtle Tickner" Nims - baixo
Steve "Thee Slayer Hippy" Hanford - baquetas



sueco

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segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Sonic Youth - Goo [1990]


Conhecidos mundialmente como ícones do rock alternativo, o Sonic Youth já era extremamente respeitado durante os anos 80, mas dentro do próprio estilo alternativo, e com o lançamento do disco em questão, ''Goo'', a banda explodiu não só para além das barreiras que o estilo havia construído, mas fez com que o grupo também carimbasse definitivamente o passaporte para a história da música.

Apresentando o que eles sabem fazer de melhor: barulheira de primeira qualidade! Thurston e companhia limitada exploram afinações bizarras, como por exemplo na música ''Kool Thing'': B, E, F#, F#, F#, F#, aplicam ruídos muitas vezes ensurdecedores, tudo isso em um ritmo de bateria sufocante. Posso dizer tranqüilamente que o Sonic Youth consegue te envolver em um clima estranhamente sombrio, insano e acima de tudo, viciante.

Sendo esse o sétimo lançamento do grupo, e na minha opinião o que eles superaram quanto a criatividade e poder de criação, não só na minha, mas também o de grande parte da mídia, que com todo o clamor elevou o disco a um patamar de no mínimo algo ''clássico'', e que não apenas ditou o rumo da sonoridade de muitas bandas que vieram a surgir por causa do grupo, mas também toda uma tendência do que se tem como definição o estilo alternativo.

Esse é daqueles discos para se apaixonar logo de cara, embora como todas as músicas são muito parecidas por causa da produção, raramente você vai gostar de apenas uma ou outra, então é bem aquele lance de amar ou odiar. A uns anos atrás a banda se apresentou aqui no Brasil em um festival com uma série de bandas, além da lenda Iggy Pop, e de acordo com comentários, o show da banda é algo mágico! Após uma audição, por mais ''passageira'' que seja, já da pra criar uma imagem de como deve ser ouvir e assistir ''Kool Thing, ''My Friend Goo'' e ''Mote'' ao vivo.

Lugar de clássico é na prateleira!

1 - Dirty Boots
2 - Tunic (Song for Karen)
3 - Mary-Christ
4 - Kool Thing
5 - Mote
6 - My Friend Goo
7 - Disappearer
8 - Mildred Pierce
9 - Cinderella's Big Score
10 - Scooter + Jinx
11 - Titanium Exposé

Formação:
Thurston Moore – vocal e guitarras
Lee Ranaldo – vocal e guitarras
Kim Gordon – vocal e baixo
Steve Shelley – baquetas



sueco

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sexta-feira, 23 de julho de 2010

Morbid Angel - Altars Of Madness [1989]


Se você gostou do post do Possessed, este aqui será uma dádiva para os seus ouvidos! O post de hoje sem dúvida é o disco que representa o death metal na forma mas ''pura'' de ser. Se o Possessed foi o criador, o Morbid Angel foi o responsável pela explosão do estilo no mundo.

Impossível não chamar esse disco de clássico, o ''Altas Of Madness'' caiu como uma bomba nas prateleiras, chamando a atenção da mídia e de fãs do mundo inteiro para cima do grupo e da proposta dos caras, death metal da melhor qualidade! Com altas doses de agressividade, e velocidade, as músicas esbanjam técnica e habilidade, implantando os clichês que muitas bandas utilizariam futuramente.


É difícil explicar como esse disco gruda na nossa cabeça, acredito que grande parte dos visitantes já tenha ouvido, e sabem o sentimento que a audição passa. Mas se você nunca teve tal oportunidade, prepare-se para solos infernais, um vocal incomparável e uma cozinha destruidora. Nas letras, o assunto que reina é aquele de praxe: demônios, rituais e palavras anti-cristãs, o que por aqui acho que já não é mais surpresa para ninguém.

Vale lembrar que os caras passaram pelo Brasil ano passado, e o show aqui em São Paulo foi em um lugar no mínimo curioso: uma casa ''pequena'' onde toda semana tem show de artistas como Belo, Alexandre Pires, Jorge Aragão, Beth Carvalho e diversas bandas que vão desde forró até samba romântico! Agora você pensa, ''porra, que diabos eles foram fazer nesse buraco?'', eu não sei, mas o lugar deve ser bom, porque no primeiro semestre desse ano, o W.A.S.P. também se apresentou nesse mesmo local ( '-' ). Eu não pude ir ao show, mas de acordo com relatos, a selvageria comeu solta!

PEPITA!

1 - Immortal Rites
2 - Suffocation
3 - Visions from the Dark Side
4 - Maze of Torment
5 - Chapel of Ghouls
6 - Bleed for the Devil
7 - Damnation
8 - Blasphemy
9 - Evil Spells

Formação:
David Vincent - vocal e baixo
Trey Azagthoth - guitarras
Richard Brunelle - guitarras
Pete Sandoval - baquetas



sueco

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quarta-feira, 21 de julho de 2010

Sadus - Illusions (Chemical Exposure) [1988]


Como na minha outra postagem desse disco, vou resumi-lo em duas palavras: CERTAIN DEATH!

... sem mais. '-'

1 - Certain Death
2 - Undead
3 - Sadus Attack
4 - Torture
5 - And Then You Die
6 - Hands of Fate
7 - Twisted Face
8 - Fight or Die
9 - Illusions
10 - Chemical Exposure

Formação:
Darren Travis - vocal e guitarras
Rob Moore - guitarras
Steve DiGiorgio - baixo
Jon Allen - baquetas



sueco

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sábado, 17 de julho de 2010

Possessed - Seven Churches [1985]


É difícil falar de uma das bandas que mais marcaram a minha vida, ainda mais postando o disco que mudou o rumo do metal extremo. Agressividade e violência no talo! Se você já ouviu, sabe do que eu estou falando, mas se você nunca teve tal oportunidade, essa é a sua chance de ''voar para dentro do pentagrama!''

Nascido na cidade de São Francisco, o Possessed acabou por se firmar em 1984 com Jeff Becerra no baixo e no vocal, Mike Torrao e Larry Lalonde nas guitarras e Mike Sus na bateria. Não demorou muito para que a primeira demo fosse gravada, fazendo com que a banda fechasse um contrato com a Combat Records dois anos mais tarde, entrando em estúdio sem saber que o debut deles mudaria a maneira de como se entende a música pesada.


Considerado como o primeiro albúm de death metal, o ''Seven Churches'' quebrou todas as barreiras da divisa do thrash metal com o death metal! Desde as letras que falam sobre demônios invadindo cidades, até demônios que invadem o seu corpo e te levam para dentro de pentagramas e outras coisas não muito ideais para qualquer crente em algo divino que goste de levar as coisas ao pé da letra... Como por exemplo no último parágrafo da música ''Pentagram'': ''You can't escape your destiny/ So take my hand and fly/ To an evil land of fantasy/ Inside of Satan's eye'', além do trecho ''Fly into the Pentagram/ .../ And drink the blood with me''.

Ao contrário das demais bandas que parecem ter todas as músicas iguais, o Possessed se diferencia pelo fato de que cada música possui sua própria característica, fazendo com que depois de um tempo, você até consegue cantar com a música, e porque não, no chuveiro.

Indubitavelmente um clássico!

1 - The Exorcist
2 - Pentagram
3 - Burning in Hell
4 - Evil Warriors
5 - Seven Churches
6 - Satan's Curse
7 - Holy Hell
8 - Twisted Minds
9 - Fallen Angel
10 - Death Metal

Formação:
Jeff Becerra - vocal e baixo
Mike Torrao - guitarras
Larry Lalonde - guitarras
Mike Sus - baquetas


sexta-feira, 16 de julho de 2010

Slaughter - Strappado [1987]


Final de semana chegando, e ao contrário do que eu fazia antigamente, o post de hoje não será para relaxar, muito menos para amar, e sim para se divertir e destruir! Vale lembrar que essa banda não é a banda de hard rock de Mark Slaughter & Cia. Mais uma pra coleção.

A banda em si é praticamente desconhecida fora da cena death/thrash, e os poucos vestígios que aparecem, são causados pela rápida passagem do famoso Chuck Schuldiner (vocalista e guitarrista do Death) pela banda. Praticando um som rápido, sujo e vigoroso, o Slaughter consegue se situar bem na ''divisa'' do thrash com o death metal, fazendo um disco no mínimo mágico.


Da mesma maneira que a capa do disco assusta em um primeiro momento, para os desavisados as músicas podem causar um certo ''choque'', com suas temáticas que vão desde morte, destruição e tortura e músicas não muito ideais para almoços em família. Se fosse pra fazer algum destaque, eu faria sobre a música... pensando bem, não faria e nem vou fazer destaque nenhum, esse tipo de som é daqueles que ou você ama ou você odeia, não tem frescurinha não!

Agressão gratuita e diversão garantida para um final de semana com os amigos!

1 - Disintegrator / Incinerator
2 - Nocturnal Hell
3 - F.O.D. (Fuck of Death)
4 - Tortured Souls
5 - Parasites
6 - The Curse
7 - Strappado
8 - Maim to Please
9 - One Foot in the Grave
10 - Tyrant of Hell (bônus)
11 - Death Dealer (bônus)
12 - Tales of the Macabre (bônus)

faixas bônus ao vivo para os meus visitantes queridos:
13 - Disintegrator / Incinerator
14 - One Foot in the Grave
15 - Shadow of Death
16 - Massacra (Hellhammer cover)
17 - Death Dealer
18 - Tales of the Macabre
19 - Maim to Please
20 - Strappado
21 - Eve of Darkness
22 - Tyrants of Hell
23 - Witching Hour (Venom cover)
24 - Bloody Karnage

Formação:
Dave Hewson - vocal e guitarras
Terry Sadler - vocal e baixo
Ron Summers - baquetas



sueco

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(não tem como não dedicar esse post para o companheiro de blog Alvye...)


quarta-feira, 14 de julho de 2010

Warrant - The Enforcer [1985]

Antes de mais nada, por favor, não confunda esse Warrant com os americanos pomposos farofeiros! Entendido isso, você já pode começar a se preparar para a maravilha que te aguarda do outro lado do download: metalzão de primeira qualidade!

O Warrant foi uma das primeiras bandas de power/speed metal que eu ouvi, e eu me lembro como se fosse hoje, em uma das ''garimpadas'' diárias quando eu tinha meus 15 anos, ter achado em algum fórum da vida, e o autor do post escrachando geral com a banda homônima americana, não tive como resistir!

Quanto ao som do grupo, não esperem nada menos do que algo empolgante e altamente destruidor. Com músicas tipicamente oitentistas, como ''The Rack'' e seu refrão ''chiclete'': ''I got no more hope; Call for the rack; No future for me; Call for the rack!'', ''Send Ya To Hell'', e a minha preferida ''Cowards Or Martyrs'', o Warrant embora não tenha alcançado o seu lugar ao sol, definitivamente deixou a sua marca entre os fãs do estilo. Outro destaque vai para a parte instrumental do grupo, que embora seja bem aos padrões das demais bandas existentes, transmite para o ouvinte uma sensação diferente, algo divertido e viciante que com certeza irá te fisgar!

Se você tem alguma dúvida sobre o som dos caras, eu tenho um único argumento para te convencer sobre o disco: speed metal alemão! Se isso não te convenceu... nada o fará.

1 - Intro
2 - The Rack
3 - Ordeal Of Death
4 - Nuns Have No Fun
5 - Send Ya To Hell
6 - The Enforcer
7 - Betrayer
8 - Die Young
9 - Torture In The Tower
10 - Cowards Or Martyrs

Formação:
Jörg Juraschek - vocal
Thomas Klein - guitarras
Oliver May - guitarras
Jörg Juraschek - baixo
Thomas Franke - baquetas



sueco

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