
Após o inigualável "Operation: Mindcrime", em que ganhou público e crítica com seu metal progressivo de excelente qualidade (apesar das baixas vendagens), era a hora de definitivamente gravar de vez o seu nome na história do Metal. Apesar de ser uma missão praticamente impossível superar a obra-prima lançada anteriormente, eles conseguiram gerar um disco espetacular, atestando de vez de que realmente entendiam daquilo que estavam fazendo. Muitas vezes isso é motivo de discordância entre alguns fãs, mas podemos colocar o sucessor "Empire" no mesmo nível que seu antecessor, apesar de ser muito mais acessível, e que acabou sendo o maior êxito comercial da banda.
Apesar de alguns momentos o disco contar histórias, não espere um disco conceitual como o Operation, o que mostraria outra característica que eles teriam como marca registrada, a imprevisibilidade, se reinventando a todo momento, mas não perdendo a qualidade. E mesmo sendo muito mais acessível, "Empire" se mostra imperdível. Para iniciar temos a empolgante "Best I Can", com uma letra sensacional, que retrata um rapaz que ficou paraplégico devido a um acidente com uma arma quando criança, mas que mesmo deficiente não perde a gana de lutar pela vida, e nem de querer ter a ambição de ser o melhor naquilo que faz.
E o disco ainda nos reserva grandes momentos, muitos destes flertando com o Hard Rock que estava em voga na época. "Jet City Woman" seria o primeiro destes, contando com Eddie Jackson inspiradíssimo, que assim como no restante do álbum, entrega linhas de baixo elegantes e perfeitas, talvez em sua mais presente e melhor atuação em toda a discografia do Queensrÿche. "Another Rainy Night (Without You)" é uma baita power ballad, essa ainda mais com elementos do hard e um trabalho perfeito da dupla DeGarmo e Wilton. "Hand On Heart" também segue a mesma linha e com um baita refrão, sendo mais uma das brilhantes canções deste registro.
Apesar de alguns momentos o disco contar histórias, não espere um disco conceitual como o Operation, o que mostraria outra característica que eles teriam como marca registrada, a imprevisibilidade, se reinventando a todo momento, mas não perdendo a qualidade. E mesmo sendo muito mais acessível, "Empire" se mostra imperdível. Para iniciar temos a empolgante "Best I Can", com uma letra sensacional, que retrata um rapaz que ficou paraplégico devido a um acidente com uma arma quando criança, mas que mesmo deficiente não perde a gana de lutar pela vida, e nem de querer ter a ambição de ser o melhor naquilo que faz.
E o disco ainda nos reserva grandes momentos, muitos destes flertando com o Hard Rock que estava em voga na época. "Jet City Woman" seria o primeiro destes, contando com Eddie Jackson inspiradíssimo, que assim como no restante do álbum, entrega linhas de baixo elegantes e perfeitas, talvez em sua mais presente e melhor atuação em toda a discografia do Queensrÿche. "Another Rainy Night (Without You)" é uma baita power ballad, essa ainda mais com elementos do hard e um trabalho perfeito da dupla DeGarmo e Wilton. "Hand On Heart" também segue a mesma linha e com um baita refrão, sendo mais uma das brilhantes canções deste registro.

Mas também temos o lado mais progressivo do registro, com a respeitável paulada "Empire" e interpretação sensacional de toda banda e com Tate cantando muito, mostrando que eles não tinham esquecido suas origens. "Resistance" nos dá mais um excelente trabalho de guitarras e um baixo perfeito a cargo de Jackson, principalmente na ponte antes do refrão e deixa claro o ótimo momento pelo qual a banda toda passava, e finalizando a trinca mais progressiva temos a não menos empolgante "One and Only", sendo mais arrastada que tudo do que foi apresentado até agora e a canção mais viajante de todo o disco.
E deixei intencionalmente por último as duas canções mais emocionantes desse grande disco. A balada "Silent Lucidity" é o maior sucesso de toda a carreira deles e se tornou um clássico, mostrando toda a versatilidade de Tate, cantando em um tom mais abaixo que ele comumente canta, dando uma dramaticidade ímpar na interpretação da mesma, sem falar de toda melodia que permeia essa música, com um belo arranjo de cordas. "Anybody Listening?" fecha esta pérola com chave de ouro, com sua letra espetacular, em que Tate mais uma vez rouba a cena e se sobressai, mostrando o grande intérprete que é.
Um grande disco de uma banda que estava em seu momento mais inspirado, que faz que esse registro seja essencial em sua coleção.
E deixei intencionalmente por último as duas canções mais emocionantes desse grande disco. A balada "Silent Lucidity" é o maior sucesso de toda a carreira deles e se tornou um clássico, mostrando toda a versatilidade de Tate, cantando em um tom mais abaixo que ele comumente canta, dando uma dramaticidade ímpar na interpretação da mesma, sem falar de toda melodia que permeia essa música, com um belo arranjo de cordas. "Anybody Listening?" fecha esta pérola com chave de ouro, com sua letra espetacular, em que Tate mais uma vez rouba a cena e se sobressai, mostrando o grande intérprete que é.
Um grande disco de uma banda que estava em seu momento mais inspirado, que faz que esse registro seja essencial em sua coleção.
1.Best I Can
2.Thin Line
3.Jet City Woman
4.Della Brown
5.Another Rainy Night (Without You)
6.Empire
7.Resistance
8.Silent Lucidity
9.Hand On Heart
10.One & Only
11.Anybody Listening?
Geoff Tate - Vocais, Teclados
Chris DeGarmo - Guitarras, Violão, Guitarra Slide, Teclados, Backing vocals
Michael Wilton - Guitarras, Backing vocals
Eddie Jackson - Baixo, Backing vocals
Scott Rockenfield - Bateria, Percussão
Músico Convidado:
Michael Kamen - Arranjos Orquestrais
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By Weschap Coverdale




