Lembre-se

Comentar em alguma postagem não irá lhe custar mais do que alguns segundos. Não seja um sanguessuga - COMENTE nas postagens que apreciar!

Os links para download estão nos comentários de cada postagem.

Acesse: www.vandohalen.com.br
Mostrando postagens com marcador Queensrÿche. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Queensrÿche. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Queensrÿche - Empire [1990]



Após o inigualável "Operation: Mindcrime", em que ganhou público e crítica com seu metal progressivo de excelente qualidade (apesar das baixas vendagens), era a hora de definitivamente gravar de vez o seu nome na história do Metal. Apesar de ser uma missão praticamente impossível superar a obra-prima lançada anteriormente, eles conseguiram gerar um disco espetacular, atestando de vez de que realmente entendiam daquilo que estavam fazendo. Muitas vezes isso é motivo de discordância entre alguns fãs, mas podemos colocar o sucessor "Empire" no mesmo nível que seu antecessor, apesar de ser muito mais acessível, e que acabou sendo o maior êxito comercial da banda.

Apesar de alguns momentos o disco contar histórias, não espere um disco conceitual como o Operation, o que mostraria outra característica que eles teriam como marca registrada, a imprevisibilidade, se reinventando a todo momento, mas não perdendo a qualidade. E mesmo sendo muito mais acessível, "Empire" se mostra imperdível. Para iniciar temos a empolgante "Best I Can", com uma letra sensacional, que retrata um rapaz que ficou paraplégico devido a um acidente com uma arma quando criança, mas que mesmo deficiente não perde a gana de lutar pela vida, e nem de querer ter a ambição de ser o melhor naquilo que faz.

E o disco ainda nos reserva grandes momentos, muitos destes flertando com o Hard Rock que estava em voga na época. "Jet City Woman" seria o primeiro destes, contando com Eddie Jackson inspiradíssimo, que assim como no restante do álbum, entrega linhas de baixo elegantes e perfeitas, talvez em sua mais presente e melhor atuação em toda a discografia do Queensrÿche. "Another Rainy Night (Without You)" é uma baita power ballad, essa ainda mais com elementos do hard e um trabalho perfeito da dupla DeGarmo e Wilton. "Hand On Heart" também segue a mesma linha e com um baita refrão, sendo mais uma das brilhantes canções deste registro.




Mas também temos o lado mais progressivo do registro, com a respeitável paulada "Empire" e interpretação sensacional de toda banda e com Tate cantando muito, mostrando que eles não tinham esquecido suas origens. "Resistance" nos dá mais um excelente trabalho de guitarras e um baixo perfeito a cargo de Jackson, principalmente na ponte antes do refrão e deixa claro o ótimo momento pelo qual a banda toda passava, e finalizando a trinca mais progressiva temos a não menos empolgante "One and Only", sendo mais arrastada que tudo do que foi apresentado até agora e a canção mais viajante de todo o disco.

E deixei intencionalmente por último as duas canções mais emocionantes desse grande disco. A balada "Silent Lucidity" é o maior sucesso de toda a carreira deles e se tornou um clássico, mostrando toda a versatilidade de Tate, cantando em um tom mais abaixo que ele comumente canta, dando uma dramaticidade ímpar na interpretação da mesma, sem falar de toda melodia que permeia essa música, com um belo arranjo de cordas. "Anybody Listening?" fecha esta pérola com chave de ouro, com sua letra espetacular, em que Tate mais uma vez rouba a cena e se sobressai, mostrando o grande intérprete que é.

Um grande disco de uma banda que estava em seu momento mais inspirado, que faz que esse registro seja essencial em sua coleção.

1.Best I Can
2.Thin Line
3.Jet City Woman
4.Della Brown
5.Another Rainy Night (Without You)
6.Empire
7.Resistance
8.Silent Lucidity
9.Hand On Heart
10.One & Only
11.Anybody Listening?


Geoff Tate - Vocais, Teclados
Chris DeGarmo - Guitarras, Violão, Guitarra Slide, Teclados, Backing vocals
Michael Wilton - Guitarras, Backing vocals
Eddie Jackson - Baixo, Backing vocals
Scott Rockenfield - Bateria, Percussão

Músico Convidado:
Michael Kamen - Arranjos Orquestrais

LINK NOS COMENTÁRIOS
LINK ON THE COMMENTS



By Weschap Coverdale

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Queensrÿche – Operation: Mindcrime [1988]

Curvem-se diante deste aqui! Obra-prima do Queensryche, Operation: Mindcrime viu a luz do dia em 3 de maio de 1988. Conceitual, o álbum conta a história de Nikki, um drogado que após sofrer uma lavagem cerebral começa a cometer assassinatos em nome de uma suposta organização secreta dedicada à revolução até o ponto em que começa a questionar a natureza de seus atos. Ou seja, uma história que aborda uma vasta gama de assuntos como vício em drogas, radicalismo político e manipulação religiosa; e como cada um desses assuntos está diretamente ligado à frustração da maioria das pessoas com a sociedade contemporânea. É por essas e outras que dezenove anos após seu lançamento “Mindcrime” soa mais atual do que nunca.

Musicalmente falando o álbum beira a perfeição. Inspiradíssimos, Chris DeGarmo e Michael Wilton nos presenteiam com arranjos elegantes, timbres belíssimos e tocando a nota certa no lugar certo em cada solo. A precisão de Eddie Jackson no baixo e de Scott Rockenfield na bateria também é notável. Geoff Tate então nem se fala – aqui é o seu auge, tanto compondo quanto cantando.

Michael Wilton e Chris DeGarmo

Para engrossar o caldo, um VHS intitulado Video: Mindcrime foi lançado. Nele é possível conferir os clipes que foram filmados para boa parte das canções do álbum. Uma experiência extraordinária eu diria. Há também o vídeo Operation: LIVEcrime, gravado a partir de um show em 1990 onde a banda toca o álbum na íntegra e na ordem e um Operation: Mindcrime II, de 2006, que tentou sem muito êxito dar um desfecho à história de Nikki.

Mas a despeito do status de cult que foi adquirindo com o passar dos anos – há quem coloque “Mindcrime” no mesmo patamar de clássicos como The Wall (Pink Floyd) e Tommy (The Who) – o álbum não foi lá um recordista de vendas e não passou de 1 milhão de cópias, disco de platina segundo os critérios da RIAA. Seus singles também passaram longe da repercussão merecida – apenas “Eyes of a Stranger” e “I Don’t Believe in Love” chegaram a ocupar espaços, ainda que bem modestos, no famoso Hot 100 norte-americano.

Encerro dizendo que faltam palavras capazes de definir o que é este álbum e o que canções como “Breaking the Silence” e a já citada “I Don’t Believe in Love” em especial significam para mim. Operation: Mindcrime não é apenas um disco para se ouvir muitas e muitas vezes; é um comprovante de toda a genialidade de cada um dos membros do uma das maiores bandas de rock que já caminharam sobre a Terra.

01. I Remember Now
02. Anarchy-X
03. Revolution Calling
04. Operation: Mindcrime
05. Speak
06. Spreading the Disease
07. The Mission
08. Suite Sister Mary
09. The Needle Lies
10. Electric Requiem
11. Breaking the Silence
12. I Don't Believe in Love
13. Waiting for 22
14. My Empty Room
15. Eyes of a Stranger

2003 reissue bonus tracks:
16. The Mission [Live]
17. My Empty Room [Live]

Geoff Tate – Vocais; Teclados
Chris DeGarmo – Guitarra; Violão; Sintetizador
Michael Wilton – Guitarra; Violão
Eddie Jackson – Baixo
Scott Rockenfield – Bateria; Percussão; Teclados em “Electric Requiem”

Músico adicional:
Pámela Moore – Vocais em “Suite Sister Mary”

LINK NOS COMENTÁRIOS

LINK ON THE COMMENTS


мєαиѕтяєєт

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Queensrÿche - Operation: Mindcrime II [1988]



Link para download nos comentários.
Link for download in the comments.

Queensrÿche foi fundada em 1981 próximo a Seattle, Washington. A banda está na ativa e conta com 12 álbuns.
Sendo o nono álbum de estúdio dos americanos, Operation: Mindcrime II é a continuação do conceitual Operation: Mindcrime, lançado em 1988. Apresentando 17 faixas, é um álbum muito memorável no metal progressivo.
O disco conta a continuação da história de Nikki, que fica preso durante 18 anos desde o primeiro álbum da saga. Seu inimigo, Dr. X (ninguém menos do que Ronnie James Dio), se tornou rico e poderoso, porém se preocupava com a vingança de seu inimigo. Sangue e morte e por aí vai.
Metal progressivo do bom. Pra quem gosta = prato cheio.

Banda:
Geoff Tate - vocais
Michael Wilton - guitarras
Mike Stone - guitarras, vocais
Eddie Jackson - baixos, vocais
Scott Rockenfield - percussão

Participação especial:
Miranda Tate - backing vocals em "The Hands"
Elenco:
Ronnie James Dio - Dr. X
Pamela Moore - Sister Mary


Setlist:
01. "Freiheit Ouvertüre" (Jackson, Slater, Stone) – 1:35
02. "Convict" (Geoff Tate) – 0:08
03. "I'm American" (Slater, Stone, Tate) – 2:53
04. "One Foot In Hell" (Slater, Stone, Tate) – 4:12
05. "Hostage" (Jackson, Tate, Wilton) – 4:29
06. "The Hands" (Slater, Tate, Wilton) – 4:36
07. "Speed of Light" (Slater, Stone, Tate) – 3:12
08. "Signs Say Go" (Slater, Stone, Tate) – 3:16
09. "Re-Arrange You" (Slater, Stone, Tate) – 3:11
10. "The Chase" (Slater, Stone, Tate) – 3:09
11. "Murderer?" (Slater, Tate, Wilton) – 4:33
12. "Circles" (Jackson, Slater, Tate) – 2:58
13. "If I Could Change It All" (Slater, Stone, Tate) – 4:27
14. "An Intentional Confrontation" (Slater, Stone, Tate) – 2:32
15. "A Junkie's Blues" (Slater, Stone, Tate) – 3:41
16. "Fear City Slide" (Slater, Stone, Tate) – 4:58
17. "All the Promises" (Slater, Stone, Tate) – 5:10




Upload por Lovemma
@lo_vemma