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terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Castle Donington Monsters of Rock [1980]


A primeira edição do lendário Castle Donington Monsters of Rock, realizada no dia 16 de agosto de 1980, mudou definitivamente a história dos festivais do gênero. A idéia ganhou vida graças à audácia de um cara chamado Paul Loadsby, que decidiu criar o evento de verão definitivo para os fãs de guitarras estridentes. O autódromo de Donington Park, na Inglaterra, recebeu um público estimado em 35 mil pessoas para conferir apresentações de alguns dos grandes nomes do Hard Rock/Heavy Metal do momento. Mal sabiam os presentes que estavam participando do início de uma verdadeira lenda.

Para animar a festa, uma escalação da pesada. A atração principal era o Rainbow, que faria no evento seu último concerto com Graham Bonnet nos vocais e Cozy Powell na bateria, encerrando a turnê do álbum Down To Earth. Judas Priest e Scorpions eram os próximos em importância, ambos vivendo momentos gloriosos, respectivamente com os discos British Steel e Animal Magnetism. Completavam a lista os então novatos do Saxon (que tomaram o palco de assalto e chamaram a atenção de todos que ainda não os conheciam), o April Wine, Riot e Touch – que protagonizou o momento pitoresco quando um de seus membros acidentalmente engoliu uma abelha durante o show.

Todos os concertos tiveram gravação da BBC Radio. Os melhores momentos foram compilados e lançados em vinil nessa coletânea – que curiosamente, só saiu em CD no Japão e de maneira, digamos, clandestina. A exceção foi o Judas Priest, que por desacertos com a gravadora, acabou ficando de fora do documento. O grande mico da empreitada fica para o nome do álbum, que acabou saindo com uma letra n a mais em Donington – e me desculpem, mas coloquei da maneira correta no título do post, pois sou muito detalhista para compactuar com uma cagada dessas. Mas é um pormenor quando temos a oportunidade de conferir o conteúdo sonoro, que é de primeiro nível.

Apenas Rainbow e Scorpions comparecem com duas músicas, enquanto os outros contribuem com apenas uma faixa cada. Abrindo o play, a clássica das clássicas “Stargazer”, música que possui a cara de Ronnie James Dio, apesar de Graham não fazer feio. O grupo de Ritchie Blackmore ainda voltaria com o hit “All Night Long”. Já os alemães comparecem com duas pedradas, “Loving You Sunday Morning” e “Another Piece of Meat”, matando os adeptos do coração. Outros destaques para Biff Byford e companhia, quebrando tudo em “Backs to the Wall” e o bom e velho Riot, encerrado com “Road Racing”. Vale o download!

01. Stargazer (Rainbow)
02. Loving You Sunday Morning (Scorpions)
03. Another Piece of Meat (Scorpions)
04. Backs to the Wall (Saxon)
05. All Night Long (Rainbow)
06. I Like to Rock (April Wine)
07. Don’t Ya Know What Love is (Touch)
08. Road Racing (Riot)

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JAY

sábado, 20 de novembro de 2010

Rainbow – Stranger In Us All [1995]


“Saí do Deep Purple porque Ian Gillan não conseguia mais cantar, simples”.

Assim Ritchie Blackmore resumiu ao mundo o motivo de mais uma batida em retirada da banda que o mostrou ao mundo. Lógico que não foi só isso. Relatos de pessoas próximas dão conta que ele e o vocalista chegaram a sair no tapa, fato que ambos negam. Mas o fato é que ninguém mais agüentava o genioso guitarrista e seus ataques de estrelismo. Sendo assim, a primeira providência foi reformar o Rainbow. Muitos imaginavam que a volta traria Joe Lynn Turner mais uma vez, já que Blackmore nunca negou sua admiração pelo cantor, tendo o colocado até mesmo a impor sua entrada no Deep Purple como condição para sua permanência em 1990. Mas não foi o que aconteceu.

O escolhido para assumir o microfone foi Doogie White, que até aquela época tinha como grande momento na carreira uma breve passagem pelo Praying Mantis em sua turnê de reunião. Como curiosidade, ele chegou a ser cotado para assumir os vocais do Iron Maiden, em substituição a Bruce Dickinson. Mas acabou preterido por Blaze Bayley, o que no fim, considerou como positivo, já que pôde juntar-se a um de seus maiores heróis. Da mesma forma, também havia participado da audição para ocupar o lugar de Andi Deris no Pink Cream 69. Ou seja, o destino estava lhe reservando esse momento mesmo. Quem teve papel decisivo em sua escolha foi Candice Night. Aliás, essa foi a primeira vez que Ritchie trabalhou com sua esposa em estúdio – ela já tinha feito backing vocals para o Purple na excursão de The Battle Rages On.


Stranger In Us All é um trabalho que mescla a temática da era Dio com o som mais comercial que caracterizou o grupo na era posterior. Entre as mais agitadas, destaque para a abertura com “Wolf to the Moon” e sua melodia que soa contemporânea quando colocada junto a alguns sons que dominaram o meio do Rock pesado nas últimas décadas. “Cold Hearted Woman” remete ao passado com uma levada fantástica, enquanto “Stand and Fight” é mais direta, com direito a uma gaita tocada por Mitch Weiss que se encaixou muito bem na proposta. As orquestrações de “Black Masquerade” mostram quem foi um dos pais da geração que levou a extremos esse tipo de sonoridade no Heavy Metal. Também é nessa faixa que consta a frase que dá nome ao play. E o interlúdio acústico é sensacional.

A música utilizada para promoção foi “Ariel”. Com clima dramático, trazia algumas características que antecipavam o estilo que seguiria o Blackmore’s Night – que chegou a executá-la em suas primeiras apresentações. Até o clipe trazia um toque renascentista, casando perfeitamente com a canção. Em “Hall of the Mountain King”, temos uma releitura para uma das mais conhecidas obras do compositor e pianista norueguês Edvard Hagerup Grieg. A letra foi escrita por Candice Night e o arranjo adicional é de autoria de Blackmore. Para encerrar, uma nova versão de “Still I’m Sad”, pela primeira vez gravada em estúdio com suas partes cantadas. Ainda prefiro a versão registrada no ao vivo On Stage.



Apesar de uma repercussão bastante aceitável para a época, Stranger In Us All acabou sendo o último disco do Rainbow. O ‘dono da bola’ não estava mais com vontade de seguir por esse caminho musical, o que ficou claro em seus passos posteriores ao lado de Candice. Anos mais tarde, ele admitiria que uma volta do grupo só aconteceria se fosse para fazer algo mais próximo do Blues, mas não era uma possibilidade concreta naquele momento. Por anos, muito se especulou sobre o retorno da formação clássica dos 1970’s, com Ronnie James Dio nos vocais e Cozy Powell na bateria. Todos se mostraram abertos á idéia, menos Ritchie. Como o cantor e o batera já se foram, ficou só na vontade dos fãs mesmo.

Ritchie Blackmore (guitars)
Doogie White (vocals)
Greg Smith (bass)
John O’Reilly (drums)
Paul Morris (keyboards)

Special Guest
Candice Night (backing vocals)

01. Wolf to the Moon
02. Cold Hearted Woman
03. Hunting Humans (Insatiable)
04. Stand and Fight
05. Ariel
06. Too Late For Tears
07. Black Masquerade
08. Silence
09. Hall of the Mountain King
10. Still I’m Sad

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JAY

sábado, 21 de agosto de 2010

Rainbow - Long Live Rock 'N' Roll [1978]

Ok, eu posso mandar posts de Thrash, Psychobilly e vários outros estilos, mas o que me fascina mesmo na vida, é o Rock N' Roll setentista, principalmente aquelas bandas que faziam um som bem mais pesado, que foram consideradas como as precursoras do Heavy Metal, como Led Zeppelin, Black Sabbath, Deep Purple, Uriah Heep e, claro, o Rainbow, que é o post de hoje, que pode ser considerada uma das melhores bandas da época, já que, pelo menos em matéria de músicos, quem tem Ritchie Blackmore, Ronnie James Dio e Cozy Powell na mesma banda, já pode ser considerada uma grande coisa.

Eu acho que o Rainbow dispensa apresentações, tanto em lançamentos anteriores (quem nunca ouviu "Rising" e "On Stage", na minha opinião, não pode nem se considerar um fã de Rock), quanto nos integrantes, que já citei. A importância que esses caras tiveram no mundo do Rock é inenarrável, já que podemos dizer com tranquilidade, que 4 em 5 bandas de Heavy Metal que vieram depois deles, têm pelo menos um vestígio de influência. Seja pelos vocais do grande mestre Ronnie James Dio (R.I.P.), pela virtuose de Ritchie Blackmore, ou pela pancadaria que o Cozy Powell (R.I.P.²) mandava na bateria, sendo considerado um dos melhores de todos os tempos.

"Long Live Rock 'N' Roll" é o meu disco favorito deles, que traz o Rock como ele deve ser: pesado, inconsequente, mas também cheio de belíssimos arranjos e com letras incríveis, mostrando todo o poder de fogo dos caras, que talvez superasse até mesmo o do Deep Purple (ex-banda de Blackmore) e o do Elf (ex-banda de Dio).

Os clássicos também estão mais do que presentes aqui, já que qualquer cara que se diga fã de Rock conhece músicas como "L.A. Connection", "Kill The King", "Gates Of Babylon" e a auto-intitulada, que é, sem dúvidas uma das músicas mais históricas da história do estilo. Talvez muitos a conheçam pela também ótima versão que o Steel Dragon fez, com os harmônicos TENSOS do Zakk Wylde.

A única coisa triste do disco, é que ele marca a saída de Dio, no início de 1979, antes da gravação do álbum "Down To Earth", que contou com a atuação do também grande Graham Bonnet. Dio foi para o Black Sabbath, para gravar o maravilhoso "Heaven And Hell", em 1980.

Enfim galera, se tem alguém aqui que ainda não conhece essa preciosidade, tá mais do que na hora de baixar!

Ronnie James Dio - Vocals
Ritchie Blackmore - Guitar, bass on 1, 2, 3, 6 and 8
Bob Daisley - Bass on 4, 5 and 7
Cozy Powell - Drums
David Stone - Keyboards

1. Long Live Rock 'N' Roll
2. Lady Of The Lake
3.
L.A. Connection
4. Gates Of Babylon
5. Kill The King
6. The Shed (Subtle)
7. Sensitive To Light
8. Rainbow Eyes

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Bruno Gonzalez

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Rainbow - Rising [1976]


Depois de colocar o pé fora do estúdio ao final da gravação do primeiro disco do Rainbow, Ritchie Blackmore olhou de soslaio e deu a mão à palmatória. Mesmo a contragosto, já tinha certeza de que o Elf “roubado” e transformado em sua banda solo não correspondia exatamente ao tipo de canalhas que o mago desejava consigo em cima do palco. À exceção de Ronnie James Dio, os blueseiros colegas do cantor que o acompanhavam no primeiro registro oficial não pareciam imbuídos do exato espírito que Blackmore pretendia ao seu novo projeto. Não que não fossem competentes, mas lhes faltava alguma galhardia. Então começou a caça.

Que não demorou demais, enfim. Em rápidas pesquisas, o guitarrista sacou três músicos que tinham a mão mais pesada que bigornas e soube que ali teria fiéis escudeiros para, acima de tudo, ser enfim a grande estrela: Cozy Powell (bateria), Jimmy Bain (baixo) e Tony Carey (teclados). Estava feita a formação clássica do Rainbow para a primeira turnê da banda, que em 1975/ 76 varreu amplamente Europa e Estados Unidos com uma agressividade inédita a bordo de temas fantasiosos e que permitiam amplamente a improvisação instrumental.

Tão logo desceram de cima da pilha de corpos de fãs atônitos e destruídos pela majestosidade da banda ao fim da gira, os quatro sabiam que deviam, rapidamente, registrar um novo disco. Afinal, não era fácil se manter íntegro como grupo ao lado do gênio terrível de Ritchie. Por outro lado, sabiam que o entrosamento e a ebulição que o grupo carregava consigo eram inéditos e incontroláveis. Algo assim só poderia canalizar uma obra-prima. Absolutamente, o disco definitivo de rock pesado a inaugurar uma categoria diferente no gênero. Uma mudança apenas comparável ao primeiro disco do Black Sabbath. Este é “Rising”, o segundo álbum do Rainbow.

A urgência da banda era tanta que há apenas seis faixas nos dois lados da gravação. Pouco mais de meia hora de tamanha competência e inspiração que, ao final do play, é impossível não lamentar a inexistência de outras canções, o que chega a irritar. O estilo de execução e composição de Blackmore estão em sua fase mais pesada de toda a carreira. Com um pensamento e reação física rápidos, o mestre comete alguns de seus solos mais rápidos com os riffs mais alucinantes que pôde tirar da cartola desde “Burn”. A intenção de explodir cabeças já está impressa na primeira faixa, “Tarot Woman”, que é completada com as letras de Dio sobre as incertezas do futuro, o que mantém um permanente clima soturno e amedrontador. Algo que seria reciclado à exaustão no metal até os dias atuais.

Mais atenção ainda chamam os músicos “de aluguel” de Blackmore. Em sua intenção de aparecer sozinho diante de uma banda apenas competente e compreensiva, o patrão acaba sendo (no bom sentido) “enganado” por seus asseclas, que são tão bons a ponto de se equipararem a ele em genialidade. Só quem tem a ganhar com isso é o ouvinte. O destaque maior, tanto quanto o majestoso Dio e o endiabrado Blackmore, fica para Cozy Powell. O ataque da bateria é tão incomparavelmente brutal que não seria exagero dizer que, neste disco, “The Hammer” definiu as premissas da percussão do metal melódico. Análise que pode ser fechada em definitivo diante da audição de “Stargazer”. A fantasia, o peso e a agressividade da faixa são a síntese do heavy metal, aula que é proibida aos headbangers perder na escola do rock. Ao final do disco, “A Light In The Black” termina de arrasar o quarteirão com uma performance inesquecível digna de troféu e comemoração de gol.

Não à toa, Blackmore, Dio e Cia Ltda demoliram, durante a nova turnê, incontáveis arenas de shows mundo afora. Uma formação tão inacreditavelmente boa que, olhando para trás, mal se pode acreditar que foi reunida sem pretensões menos que divinas.

01. Tarot Woman
02. Run With The Wolf
03. Starstruck
04. Do You Close Your Eyes
05. Stargazer
06. A Light In The Black

Ritchie Blackmore – Guitarras
Ronnie James Dio – Vocais
Jimmy Bain – baixo
Tony Carey – Teclados
Cozy Powell – Bateria

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Um oferecimento de ZoSo

terça-feira, 13 de abril de 2010

Rainbow - On Stage [1977]


O Rainbow sempre contou com músicos competentíssimos e não é surpresa que um disco ao vivo do grupo fosse tão bom, ainda mais se tratando de uma das fases mais áureas da banda de Ritchie Blackmore.

"On Stage" foi gravado em diversas datas na Alemanha e no Japão, em shows realizados durante a "Rising Tour", no final de 1976. Além de contar com os lendários Ronnie James Dio (voz) e Ritchie Blackmore (guitarra), a line-up tinha Cozy Powell na bateria, Jimmy Bain no baixo e Tony Carey nos teclados.

Como nem tudo é perfeito, o único problema de "On Stage" é o número de faixas: 6 músicas, apesar de bem-escolhidas e algumas até passando de 10 minutos de duração, não saciam o ouvinte. Mas, com boa música do começo ao fim, não há do que se reclamar.

Difícil destacar algo desse petardo do Hard Rock, porém a versão de "Still I'm Sad" (cover do The Yardbirds) com os vocais de Ronnie James Dio, chama mais a atenção do que no instrumental encontrado no 1° disco da banda. Caro leitor, se ainda não conhece essa genial banda ou este maravilhoso play, não perca tempo!

01. Kill The King
02. Medley - Man On The Silver Mountain - Blues - Starstruck
03. Catch The Rainbow
04. Mistreated
05. Sixteenth Century Greensleeves
06. Still I'm Sad

Ronnie James Dio – vocal
Ritchie Blackmore – guitarra
Jimmy Bain – baixo
Cozy Powell – bateria
Tony Carey – teclado

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by Silver

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Rainbow - Straight Between The Eyes [1982]


Após a saída do vocalista Ronnie James Dio, o Rainbow do lendário guitarrista Ritchie Blackmore passou por severas mudanças, tanto em sua sonoridade quanto em sua "crew" de músicos. De um Hard Rock semi-hippie a um Pop Metal nos moldes do AOR, a trupe do Blackmore contou com diversos músicos até chegar na formação do álbum que trago-vos nessa postagem. Mas tenho que admitir que essa line-up nos presenteou com um verdadeiro petardo.

Lançado em junho de 1982, "Straight Between The Eyes" é o sexto play da carreira do Rainbow. Aqui, o potencial da banda é elevado ao máximo: as composições atingiram o extremo de harmonia e coesão, as execuções são simplesmente perfeitas e este, por mais que contestem, é definitivamente o álbum de maior sucesso de sua discografia, fazendo com que o público massivo deixasse de associar o grupo como apenas um projeto solo de Ritchie Blackmore.

Contando desde o antecessor "Difficult To Cure" com Joe Lynn Turner nos (magníficos) vocais, Roger Glover (companheiro de Ritchie no Deep Purple) no baixo e Bobby Rondinelli na bateria, a única alteração feita na line-up para "Straight Between The Eyes" foi a entrada do tecladista David Rosenthal no lugar de Don Airey.


Ao meu ver, Turner se mostra muito melhor neste play, já que participou diretamente do processo de composição (em seu antecessor, Joe apenas regravou as linhas de voz), enquanto a dupla "purpleana" Blackmore/Glover se mostra mais impecável do que nunca, além de Rosenthal e Rondinelli apresentarem um ótimo trabalho, como de praxe.

Como dito anteriormente, a sonoridade mudou. Nada que alterasse a essência, mas o direcionamento comercial é notável por aqui, já que os teclados se ambientalizaram mais (mas ainda permitindo os clássicos duelos guitarra/teclado) e há maior presença de baladas. Em "Straight Between The Eyes", tem-se um Hard Rock melódico, bebendo nas melhores fontes do AOR, não sendo surpresa o fato de ter uma forte repercussão não só no Reino Unido (11ª posição nas paradas), mas como nos Estados Unidos e no Japão.

Tudo isso se deve, principalmente, ao single "Stone Cold", belíssima balada que foi o carro-chefe do álbum nas paradas de sucesso de vários países, merecendo, assim, estar nos destaques juntamente das pauleiras "Rock Fever" e "Death Alley Driver", das grudentas "Miss Mistreated" e "Bring On The Night" e da também linda balada "Tearin' Out My Heart". Confiram sem medo, caros leitores!

01. Death Alley Driver
02. Stone Cold
03. Bring On The Night (Dream Chaser)
04. Tite Squeeze
05. Tearin' Out My Heart
06. Power
07. Miss Mistreated
08. Rock Fever
09. Eyes Of Fire

Joe Lynn Turner - vocal
Ritchie Blackmore - guitarra
Roger Glover - baixo, backing vocals
Bobby Rondinelli - bateria
David Rosenthal - teclados, backing vocals

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by Silver