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quinta-feira, 10 de junho de 2010

Megadeth - Endgame [2009]


Começaremos o review fazendo breve uma pergunta: "O que é isso, meu irmão?!". Dave Mustaine tá de brincadeira! Definitivamente. Depois do Sonic Boom do Kiss, este era o CD mais esperado dos últimos tempos. Simplesmente excepcional. Não há adjetivos cabíveis pra pôr aqui no teclado do computador. Penso, penso e nada. Nada.

A priori, o atual trabalho do Megadeth pode parecer meio enfadonho. Não sei. É justamente isso o que torna um álbum aprazível: a certeza de que você precisa escutar novamente. Só pra conferir... E quando você põe na intro, Dialectic Chaos (que belo nome, não?), vê que este é um Megadeth renovado. A perspectiva da banda mudou. Quem acompanha a banda sabe. Começou Thrash, flertou com o Heavy e voltou ao introito. Um Thrash complexo e bem empolgante pra nenhum fã esquizofrênico botar defeito.

Muitos trabalhos foram lançados: André Matos, Hangar, Kiss, Lynyrd Skynyrd, Europe, Danger Danger, Chickenfoot, Machines of Grace (nova banda de Zak Stevens, ex-Savatage). Todos (ou quase) estes estarão no “top 10 do ano anterior” de muitos passageiros da Combe. E sem dúvidas, sem medo de arriscar, o Endgame estará entre os três primeiros. Destaque pras seguintes músicas: 44 Minutes, Endgame, Headcrusher e How the Store Ends... Tá, as outras também!

Pois bem. Esse CD é como um soco na barriga de um boxeador aposentado: é rude, mas tem um quê de dulçor. Pros fãs do Megadeth que acreditaram no que diziam acerca desse novo trabalho (Ah, vai ser um novo Rust in Peace!), eu mando o meu “sinto muito, pequeno gafanhoto!”. Não dá pra comparar os tempos de ouro de qualquer banda com os tempos em que estamos. O rock mudou. Temos que encarar. E continuar nos riffs puramente oitetistas é inútil e burrice. Dave Mustaine procurou o viés dos CDs anteriores e foi feliz. Todos os fãs, na verdade, também estão.

O play é um petardo. Já nasceu clássico e provavelmente nunca morrerá. A banda simplesmente acompanha Mustaine, o grande maestro do thrash atual. No entanto, isso não quer dizer que a cozinha não seja competente. Nota 10 pra esse trabalho!

01. Dialectic Chaos
02. This Day We Fight!
03. 44 Minutes
04. 1,320
05. Bite The Hand
06. Bodies
07. Endgame
08. The Hardest Part of Letting Go... Sealed With A Kiss
09. Headcrusher
10. How the Story Ends
11. The Right to Go Insane

Dave Mustaine - vocais e guitarras
Chris Broderick - guitarras, backing vocals
James Lomenzo - baixo, backing vocals
Shawn Drover - bateria

(link nos comentários, bebê - link on the comments, baby)

Por Breno Airan Meiden

7 comentários:

Anônimo disse...

link:

http://www.multiupload.com/FYC1CQ4MWH

Weschap Coverdale disse...

Esse disco é espetacular! Foi o melhor disco de metal que escutei nos últimos anos!

Gustavo Roos disse...

O disco é bom. Mas o The Evolution Of Chaos do Heathen da uma surra de pau mole no Endgame.

Renan disse...

Das bandas oitentistas que anunciaram uma volta às origens ou um "novo clássico", o Megadeth conseguiu um resultado mais equilibrado. Não é um novo Rust in Peace, mas não é tão distante. Ficou mais de acordo com as expectativas anunciadas do que o Death Magnetic e o World Painted in Blood.

Anônimo disse...

Discão! Baixei faz tempo, ma não tinha comentado. Agora vi que só tinha 4 coments... tive que vir deixar meu registro!

Espetacular, sensacional! Faltam adjetivos pra falar desse disco.

Dave chuta todas as bundas do mundo com esse disco.

Anônimo disse...

vamos ver.. nao conheço ainda.. baixando .. valew pelo post

forfe86 disse...

definitivamente preciso ouvir de novo, ouvi com tanto preconceito a primeira vez q acabei não absorvendo nada...