Lembre-se

Comentar em alguma postagem não irá lhe custar mais do que alguns segundos. Não seja um sanguessuga - COMENTE nas postagens que apreciar!

Os links para download estão nos comentários de cada postagem.

Acesse: www.vandohalen.com.br

domingo, 12 de setembro de 2010

Slayer - Reign In Blood [1986]

E aqui estão os "Reservas Morais do Thrash Metal", segundo o lendário Alborghetti (R.I.P.), uma das maiores bandas da história não apenas do Metal e do Rock, mas de toda a música, e também uma das mais polêmicas, com religiosos e outros grupos pegando sempre nos pés, mas, nada que diminua a importância que eles têm para qualquer fã do estilo que se preze.

Creio que todos aqui estão carecas de saber da história do Slayer e de sua ascenção, que veio com o álbum "Hell Awaits", anterior à este que lhes trago hoje, mas com uma diferença não só para ele, mas também para os anteriores, que é a aceleração e diminuição da duração das músicas, com muita influência do Hardcore, tendo instrumentos afinados em tons mais elevados, se tornando um pouco mais limpos que anteriormente. Mas, não se engane, pois limpo não quer dizer que o álbum seja o menos brutal, pois o que temos aqui, é uma das maiores demonstrações de brutalidade e inconsequência da história da música, com riffs e solos de guitarra extremamente rápidos e bateria e baixo extremamente demolidores, sem, praticamente, existir um intervalo entre as músicas. Sim, a brutalidade aqui é contínua.

"Reign In Blood" é um dos discos mais controversos da banda, e um dos mais ousados também, já que, inicialmente, seria lançado pela Def Jam Recordings, de Rick Rubin (que mais tarde trabalhou com Red Hot Chili Peppers, ZZ Top, Metallica, System Of A Down, Johnny Cash, dentre outros), que, inicialmente, dedicava-se apenas ao Rap. A controvérsia veio a partir do momento em que a Columbia Records se recusou a lançar o álbum, sob alegações de que ele não era acessível ao grande público, graças à sua arte gráfica e conteúdo das letras. Conteúdo este, que foi severamente criticado e pôs uma imagem de nazista aos caras, graças à faixa "Angel Of Death", que relata momentos dos campos de concentração nazistas, e as várias experiências do médico Josef Mengele. Sobrou para a Geffen Records soltar o álbum, mas, mesmo assim, excluindo-o de sua agenda de lançamentos. Curiosamente, ele apareceu na 94ª posição no Top 200 da Billboard e ganhou disco de ouro nos Estados Unidos, sendo o primeiro a conseguir tal feito.

Como já falei, a música é demolidora, não é pra qualquer ouvidinho. A velocidade é insana, as letras detonam religiões, os solos de guitarra são extremamente técnicos e rápidos, cortesia da dupla Kerry King e Jeff Hanneman, a melhor dupla de guitarras do Thrash Metal, diga-se de passagem, os vocais de Tom Araya com muita força e raiva, assim como seu baixo, que marca bastante presença ao seguir a tamanha velocidade da bateria de Dave Lombardo, que detona no pedal duplo, faz viradas extremamente insanas e demonstra muita técnica e versatilidade, ao mudar de velocidade por várias vezes durante as músicas.

Chegando aos destaques, é mais que óbvio citar as revolucionárias "Angel Of Death" e "Raining Blood", que abre e fecha o álbum, respectivamente, e se tornaram dois dos maiores clássicos da história do Metal, além de poder falar de músicas como "Piece By Piece", "Jesus Saves", "Criminally Insane", "Reborn" e "Postmortem", todas insanas, rápidas e extremamente técnicas, que com certeza levarão o jantar chato da sua família de sábado à noite à loucura extrema.

Enfim galerinha, se tem alguém aqui que não conhece um dos discos mais clássicos e revolucionários da história do Metal, tá mais do que na hora de conhecer, não acham?

Tom Araya - Vocals, bass
Jeff Hanneman - Lead and rhythm guitar
Kerry King - Lead and rhythm guitar
Dave Lombardo - Drums

1. Angel Of Death
2. Piece By Piece
3. Necrophobic
4. Altar Of Sacrifice
5. Jesus Saves
6. Criminally Insane
7. Reborn
8. Epidemic
9. Postmortem
10. Raining Blood

Link nos comentários / Link on the comments
Bruno Gonzalez

21 comentários:

Anônimo disse...

http://www.4shared.com/file/UELvnWW9/Slay-Reinblood_by_Bruno.html

Gabriel S disse...

*-----*

Maurício Knevitz disse...

Esse disco é muito foda! Com certeza um dos melhores do thrash metal. Totalmente insano, e acho que também vale destacar a faixa "Altar of Sacrifice", que é a minha favorita deles.

Willian disse...

"Altar of Sacrifice" e "Epidemic" são fantásticas! Nada melhor do que o Slayer para chutar bundas por aí! Melhor disco de Metal de todos os tempos, sem dúvidas!

Jay disse...

Disco altamente formador de caráter. Toda pessoa de boa índole já o ouviu, no mínimo, uma centena de vezes.

Anônimo disse...

Disco estourador de timpanos! O poder de fogo do Slayer nesse disco é muto grande!

gilberto disse...

Este é o verdadeiro, o melhor, o opus do thrash metal. Um álbum para se venerar, ouvir, degustar como algo essencial. Ao longo dos meus 43 anos, praticamente todos dedicados à musica pesada, nunca fui tão feliz ao ouvir pela primeira vez em 1987 esta obra prima, tanto q tenho-a tatuada no meu braço(a capa). Longa vida ao metal.

Old Thrash disse...

Galerie, pra vcs verem como o mundo mudou...e pra melhor. Houve uma época em que se cogitar falar na mesma frase Slayer , Phil Collins e Cinderella era a forma mais real de heresia. Existia na época uma revista chamada Metal, que este que vos escreve comprou na banca,com a resenha de Reign Blood , se não me engano era de Sergio Marttoreli, onde ele dizia que este era o pior albúm do Slayer, pois a banda tinha seguido por uma linha mais "comercial" e de facíl assimilação por parte do público Thrash, alén disso citava uma influência de Metallica(que havia acabado de lançar "Master Of Puppets") no som dos caras e tachava o Metallica de "Thrash Farofa". Mas o pior vinha depois, onde o "tal" Sergio dizia que Postmorten era a musica mais comercial que o Slayer tinha lançado até então e que a musica parecia "coisa de FM"...
Épocas dificeis...e que não voltam...algumas foram boas...outras....nem tanto.
Abraços

Silver disse...

Toda pessoa de boa índole já o ouviu, no mínimo, uma centena de vezes. [2]

Felipe Kotzen disse...

Um clássico já é bom, sendo do Slayer então, nem se fala! "Toda pessoa de boa índole já o ouviu, no mínimo, uma centena de vezes. [3]"

Anônimo disse...

Menos de 30 minutos destruidores!

rgesetz disse...

Sem dúvida um album matador

Eduardo Paiva disse...

CLássico dos CLássicos! Puro Thrash com toques de Death Metal! Literalemnte, "Reing In Blood", "Master of Puppets" e "Rest In Peace" são os maiores álbuns do Thrash Metal!
Concordo com o Alborghetti, Slayer "a reserva moral do Thrash Metal"!

Anônimo disse...

O Alborguetti sabia das coisas...

AlBassPlayer
Curitiba

EIGHTENDEATHS disse...

Será que alguem discorda que esse seja o album mais brutal de toda a história do metal como um todo? Até por que toda pessoa de boa índole ja o ouviu no mínimo uma centena de vezes [4]!

nelson disse...

''Disco altamente formador de caráter. Toda pessoa de boa índole já o ouviu, no mínimo, uma centena de vezes.''[5] . Comentário Épico.

Anônimo disse...

Angel of Deeeeeeeeeaaaath! ! !

Leandro disse...

Slayerrrrrrrr!!!!!!!!!!!!!!!!

isso resume tudo.

Gabriel disse...

Cara... ESSE DISCO É FODA!

Anônimo disse...

Esse disco deveria ser obrigatório pra essa juventude restart ridícula.

Anônimo disse...

God listens to Slayer. That's all.