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sábado, 16 de outubro de 2010

Blue Murder - Blue Murder [1989]


Eis aqui mais uma grande banda que não teve a atenção merecida devido a época em que surgiu. O Blue Murder pode ser facilmente rotulado como um super-grupo, com músicos consagrados, e que pratica um hard rock pesado e melódico, e que vai agradar em cheio aos fãs da fase de mais sucesso do Whitesnake. E esta semelhança tem um motivo válido, visto que a banda foi formada pelo guitarrista John Sykes, recém-saído do grupo de David Coverdale e aclamado pelo belo trabalho apresentado nos dois discos em que participou.

Aproveitando que a gravadora gostaria de ainda ter um contrato com ele, convidou Ray Gillen e Cozy Powell para participarem nos demos. Mas após a gravação desta demo e de uma com os vocais de Sykes, este foi encorajado a continuar nos vocais, sendo que a banda se complementou com o conhecido Carmine Appice nas baquetas e Tony Franklin no baixo, que ganhou fama com seu trabalho no The Firm.


Como já citado anteriormente, este play fará a festa daqueles que gostam dos trabalhos do Whitesnake em que Sykes participou, o que indica que teremos refrães grudentos e solos pra tudo quanto é lado, melodias pesadas e baladas cheias de emoção, daquelas que fazem até um ogro desmanchar o coração. "Riot" já inicia este registro com peso e muita melodia, e com Sykes mostrando que não decepcionaria nos vocais e com sua competência característica na guitarra, e uma cozinha precisa e pesada, que continuaria assim até o fim do disco.

"Sex Child" repete o peso da primeira música, com um baita solo e bons vocais de Sykes, o que confirma que foi uma boa escolha colocar Sykes para fazer os vocais do grupo. "Valley of the Kings" é bem soturna e arrastada, em que os teclados climáticos de Nik Green marcam presença e tornam a música um épico de quase oito minutos, com uma intensidade que chega a assustar. A espetacular "Jelly Roll" empolga inicialmente com seus violões bem tocados e uma letra inicialmente feliz celebrando o amor e que em seu final transforma em uma power ballad triste e chorosa, daquelas que fazem corações sangrando caírem no chão e com um clipe que foi bem executado na época.



"Blue Murder" é outra músicas em que eles descem o braço e não economizam no peso, e sem falar nos solos frenéticos que Sykes nos dá e o belo trabalho da cozinha, com as linhas de baixo precisas de Franklin e a bateria furiosa de Appice. A triste "Out Of Love" é uma baita power ballad e um dos grandes destaques do disco, em que mais uma vez Sykes nos presenteia com solos carregados de emoção e canta com gosto.

Em "Billy" as guitarras gritam com força e os riffs apresentados são bem legais. "Ptolemy" é outra música pesada e arrastada, recheada de solos rápidos, o que é uma especialidade de Sykes e vai fazer a festa dos que gostam de Heavy, pois essa é um pouco mais pesada que as anteriores e "Black-Hearted Woman" encerra os trabalhos com um hard rápido e frenético, e que finaliza o disco da melhor maneira possível. Essencial para quem gosta de hard melódico e cheio de peso, garantia de quase uma hora de pura diversão.

1.Riot
2.Sex Child
3.Valley of the Kings
4.Jelly Roll
5.Blue Murder
6.Out of Love
7.Billy
8.Ptolemy
9.Black-Hearted Woman

John Sykes - Vocais, Guitarras
Tony Franklin - Baixo, Backing Vocals
Carmine Appice - Bateria, Backing Vocals

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By Weschap Coverdale

18 comentários:

Anônimo disse...

http://www.multiupload.com/FUOENFCUB1

Moura disse...

Porra!!! Puta discão, valeu por ter postado esse trabalho...

Jay disse...

Eu sinto a vergonha alheia cada vez que vejo esse clipe... =)

Gastão - Luiz Gastão disse...

Clássico, PQP, esse disco é FODA....

dnlz disse...

CLÀSSICO!!! Album maravilhoso, marcou época , comprei um baixo fretless nessa época , grande influência. Apavorou , para varaiar!!

Marlon Weasdor disse...

Não conhecia e curti. Baixando, hehe! Valeu por divulgar!
Mas esse clipe... cara! O que salva é a música, que é massa, e a cocota cavalgando no começo, só no trote, ahaiauha! E que cena desgraçada aquela do maluco chorando na chuva! HAIuahiuaHiauH! Esses hards 80's são demais!

jR! disse...

Sykes fez bem tudo o que fez.

Dragztripztar disse...

Em compensação, o clipe de Valley of the Kings é excelente.

Bruno Gonzalez disse...

Esse disco é foda. Afinal, disco que conta com John Sykes e Carmine Appice, não pode ser ruim!

vigotski disse...

maneiraço!

jantchc disse...

ótima banda..

acho q eu conheci ela na versão antiga da combe..

tenho todos os cds deles..

FODA...

ZORREIRO disse...

Cara, sou fã do Sykes.
Os melhores discos do Whitesnake são com ele.
Ele fez um dos melhores discos ao vivo da história do hard rock (Bad Boy live).
Mas esse... sei não.
A impressão que dá é que ele foi aprendendo a cantar com o tempo. E aqui, infelizmente, ainda não tava 100%.
E dizer que era pra ser o Ray Gillen, melhor do mundo à época.
Indústria fonográfica de merda.

Lucian disse...

Esse disco é show! Sykes além de tocar muito canta muito bem.

Anônimo disse...

o link tá vencido :(

Anônimo disse...

link tá vencido:(

Drica =) disse...

Esse disco é show! Sykes além de tocar muito canta muito bem. (2)

Anônimo disse...

Concordo com o Zorreiro os melhores trabalhos do Whitesnake e os arranjos com a participação do Sykes sobressaem esse cara é um dos genios do hard rock. Pena que com o advento do Grunge quase que baniu o Hard Rock do mercado. Malditos Grunges (embora eu goste do Pearl Jam)rsrsrs - E Blue Murder era 10. Célio - Rio Claro - SP

Gill disse...

album mt legal, a banda deveria ter continuado a fazer pelo menos shows durante a fase grunge, e depois ter lançado algo