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sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Motörhead – We Are Motörhead [2000]


Aproveitando a divulgação do trailer oficial do documentário sobre a vida do senhor Kilmister (mais detalhes na Van do Halen), vamos colocar mais um petardo dos mestres aqui na Combe.

Um belo dia, Lemmy estava tomando seu Jack Daniels velho de guerra, quando se encheu do mundo e falou: “Vou fazer um discaço!”. Bom, tá certo que tudo que o Motörhead lança é bom, pelo simples fato de levar a assinatura da banda, razão suficiente para isso – e quem discorda não entende absolutamente NADA de PORRA NENHUMA. Mas há algo realmente especial em We Are Motörhead. Até porque só um disco muito significativo poderia levar esse título, tenha certeza. Aqui o trio mais barulhento da história do Rock (e como Mr. Kilmister gosta de deixar claro, o que eles fazem é ROCK, sem a necessidade de mais rótulos) decidiu meter o pé no acelerador como há certo tempo não fazia.


Isso já fica evidente na abertura com “See Me Burning”, quando a metralhadora humana Mikkey Dee mostra que a velha guarda dá um pau nessa molecada, enquanto Lemmy voscifera suas palavras aos fiéis. Phil Campbell inicia “Slow Dance” com um riff simples e ganchudo, que conduz a música de maneira mais que eficiente. “Stay Out of Jail” prossegue com o massacre e foi uma das executadas ao vivo durante a tour. Aí vem “God Save the Queen”. Sim, aquela mesmo, que formou o caráter de muita gente, embora vários não tenham entendido a piada à época. Na seqüência, uma de minhas preferidas – se é que é possível escolher alguma aqui –, “Out to Lunch”, com um pique bem Rock and Roll.



Um clima soturno, comandado pela interpretação macabra da lenda viva dita o ritmo de “Wake the Dead”, que tem algumas semelhanças com o hino “Orgasmatron” em sua parte menos rápida. Falando em velocidade, pausa para uma balada. Mas “One More Fucking Time” não tem nada de romântica. Ao contrário, sua letra funciona como uma bela cuspida na cara de quem merece – e todo mundo conhece alguém assim. E o solo de encerramento é daquelas coisas que nos fazem empunhar automaticamente a air-guitar. Mas logo a porrada volta a comer solta em “Stagefright/Crash & Burn”, que abre o caminho para “(Wearing Your) Heart On Your Sleeve” e a saideira com a faixa-título, um hino de exaltação à banda, que comemorava seus 25 anos naquele momento.

Desaconselhável para viadinhos chorões, que acham que música tem que ter trinta minutos e trocentos solos virtuosos. Aliás, esse disco aqui inteiro é menor que apenas uma música de algumas bandas de fãs losers por aí. E bem melhor, é claro.

Lemmy Kilmister (vocals, bass)
Phil Campbell (guitars)
Mikkey Dee (drums)

01. See Me Burning
02. Slow Dance
03. Stay Out of Jail
04. God Save the Queen
05. Out to Lunch
06. Wake the Dead
07. One More Fucking Time
08. Stagefright/Crash & Burn
09. (Wearing Your) Heart On Your Sleeve
10. We Are Motörhead

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JAY

17 comentários:

Anônimo disse...

Motörhead – We Are Motörhead [2000]

50 MB
192 kbps

http://www.mediafire.com/?ov8en4bctpmmrj3

Felipe Kotzen disse...

Discaço! Incrivel como eses caras sempre acertam em cheio! Vlw combe!

Bruno Gonzalez disse...

A banda mais formadora de caráter que existe. Motörhead tinha que ser obrigatório na vida de qualquer pessoa.

POSTASSO!

Anônimo disse...

Motörhead tinha que ser obrigatório na vida de qualquer pessoa. [2]

Marlon Weasdor disse...

Devo confessar que conheço pouco do Motörhead.
Mas por uma coinscidência. Estou resolvendo esse problema nesta semana.
Achei que seria legal procurar conhecer alguma coisa deles, e CARALHO!
Que banda massa!
Eu estou ouvindo esse álbum agora, e achei sensacional!
Valeu a recomendação aí!!!!

Henrique disse...

MATADOR!!ADRENALINA PURA!!VALEU!!

Silver disse...

Motörhead tinha que ser obrigatório na vida de qualquer pessoa. [3]

E digo mais: deveria ser religião também.

Anônimo disse...

NÓS SOMOS MOTÖRHEAD \m/

Maurício Knevitz disse...

Quem não gosta de Motörhead só pode ter fortes tendências homossexuais. Isso se já não é.

Disco do caralho esse, mas dos que foram lançados nessa década, eu gosto mais do "Inferno". E o cover de "God Save The Queen" que é apresentado aqui é quase melhor que a versão original da música.

Postaço.

ZORREIRO disse...

Motorhead é uma banda de pagode, né?
Não!
Sertanejo universitário...isso
Cadê meu prozac?
Ah!
Quem é a morena da foto?
:-)

Arucard disse...

Concordo com o Maurício ali, prefiro o "Inferno" dessa década, mas não tem como negar que esse aqui é um clássico da banda tb... Motörhead não tem erro, é garantia de satisfação, independente de qual disco seja...


Rock on!

Rafael disse...

ISSO!

PORRA!

isso sim é um disco FODA!

jantchc disse...

gostei muito deste cd, mas eu prefiro o motorizer..

to com o zorreiro, quem é a morena?

GrassHoper disse...

Ouvindo o álbum nesse exato momento - algumas vezes já tenho o cd postado mas ler a resenha dá a vontade de escutar, sabe cumequié...

Motörhead é uma daquelas coisas que não possuem adjetivos honrosos o suficiente para caracterizá-la, afinal é banda do Todo-Poderoso e isso não é pouca merda não!!

Ah, esse álbum é fuderosíssimo mais ainda prefiro dos mais recentes o Inferno, como a galera que comentou!

P.S. - Ah, ia esquecendo...
Motörhead tinha que ser obrigatório na vida de qualquer pessoa. [4]

Anônimo disse...

motorhead e sempre motorhead :)
classico

Tëen DeLarge disse...

Essa geração Fiuk merece escutar um pouco de Motörhead antes de botar o focinho pra fora de casa!

Álbum foda pra caralho! Valeeeu combe!

Diego disse...

grande disco !!!!
grande banda !!!

vlw combe !