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quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

David Coverdale - Into The Light [2000]



No final dos anos 90, o Whitesnake não era o lugar em que David Coverdale gostaria de estar. Com apenas um disco de inéditas gravado durante toda a década (ainda que a contragosto de Coverdale, que queria que fosse um disco solo e só colocou o nome de Whitesnake em razão de pressão da gravadora), ele queria mesmo era voltar para o som praticado no início de sua carreira solo, onde praticava o seu amado blues rock.

Com esse objetivo ele coloca o Whitesnake na geladeira em 1999 e inicia a gravação de seu tão desejado disco solo. Livre da pressão do nome de sua famosa banda, ele finalmente grava um disco que era uma volta às raízes de sua carreira solo e os primeiros discos de sua referida banda. Em "Into The Light" além de uma volta as suas origens, temos Coverdale com ênfase em outra especialidade de sua carreira, as indefectíveis baladas, que sempre marcam presença onde quer que ele passe.

Apesar do moderado de sucesso de apenas uma música desse registro, aqui temos um disco que está muito longe de ser ruim, pois todos sabemos do feeling que esse monstro possui. Mas aqui o pé é tirado bruscamente do acelerador e tudo é muito mais cadenciado. E as baladas aparecem sempre que possível e em número bem maior do que ao que estão acostumados com a discografia do Whitesnake. Sem falar no time que aqui trabalhou, que é excelente, com destaque para a cozinha com Denny Carmassi (ex-Heart e que também participou no Coverdale/Page) e o baixista Marco Mendoza, que futuramente continuaria a trabalhar com Coverdale.



E para abrir este, temos a intro "Into The Light" que abre alas para a bluseira "River Song", que tem a cadência como um de seus pontos marcantes e a já conhecida performance vocal de Coverdale, que nunca decepciona. "She Give Me..." poderia facilmente estar presente no excelente projeto Coverdale/Page, com seu clima zeppeliano, um hard dos bons. Mas como não poderia deixar de ser, temos a primeira balada, a emocionante "Don't Cry", algo que somente um especialista no assunto poderia fazer.

"Love Is Blind" é a música mais conhecida desse registro, uma outra grande balada, com destaque para a bela letra composta por Coverdale, uma bela descrição do que é esse sentimento estranho e igualmente encantador que é o amor. E poucos entendem mais sobre o mesmo dentro do rock do que o Sr. David, ou alguém contesta isso? (kkkk). "Cry For Love" tem um ar que lembra e muito a fase Slide It In de sua conhecida banda. Outra canção que chega disso é "Don´t Lie To Me", no momento mais hard de todo o disco.

Para completar, mais baladas. Primeiro temos a regravação da já conhecida "Too Many Tears", que já havia sido apresentada no Restless Heart. "Living on Love" e "Midnight Blue" continuam a apresentar a capacidade que ele tem de escrever músicas sentimentais e que ele está em sua praia ao fazer isso. E para finalizar temos a balada acústica "Wherever You May Go", que fecha esse registro de maneira intimista, em que apenas um violão, um vocal feminino e um discreto teclado acompanham o vozeirão de Coverdale. Um disco recomendado para aquele momento a dois com sua patroa ou apenas para relaxar.





1....Into the Light
2.River Song
3.She Give Me...
4.Don't You Cry
5.Love is Blind
6.Slave
7.Cry for Love
8.Living on Love
9.Midnight Blue
10.Too Many Tears
11.Don't Lie to Me
12.Wherever You May Go

David Coverdale - Vocais, Guitarras em "...Into the Light"
Doug Bossi - Guitarras, Backing Vocals
Earl Slick - Guitarras
Marco Mendoza - Baixo, Spanish Guitar em "Wherever You May Go", Backing Vocals
Denny Carmassi - Bateria
Derek Hilland - Teclados em "...Into the Light", "Living on Love"
Mike Finnigan - Órgão, Piano
John X. Volaitis - Teclados e Percussão em "She Give Me", Teclados e Vocais em "Don't You Cry" & "Don't Lie to Me", Teclados em "Too Many Tears", Harpa "Wherever You May Go"
Reeves Gabrels - solo resolve on "She Give Me"
Dylan Vaughan - Guitarras em "Don't You Cry"
Tony Franklin - Baixo em "Don't You Cry"
Bjorn Thorsud - Tamborim em "Don't You Cry"
James Sitterly - Cordas em "Love Is Blind"
Ruy Folguera - Arranjo de cordas em "Love Is Blind"
Jimmy Z - Gaita em "Cry for Love"
Linda Rowberry - Dueto Vocal em "Wherever You May Go"


By Weschap Coverdale

13 comentários:

Anônimo disse...

http://www.mediafire.com/?ve1c2vta11sxm17

Anônimo disse...

Valeu
\,,/

jantchc disse...

acho este o pior cd da discografia do DC...

as baladas dele são normalmente otimas, mas aqui é praticamente apenas um cd de baladas e aí enche o saco..

ainda bem q o WS voltou..

de qq jeito, valeu pela resenha..

caue disse...

Isso é o q costumo chamar de "fucking music", na melhor das interpretações hehe

Alceu disse...

vo vê qualé... valeu! baixando xD

Fábio disse...

Du Uzi no entrnado na luz ?!?!?! kkkkkkkk

Baixando ... Afinal, Coverdale é Coverdale!

Valeu!

Ricardo Brovin disse...

Já tenho mais vou baixar pra ouvir no trampo!!!!! Bom disco!!!!Boa pelo post...

Puzzle disse...

Rachei de rir do "Davizinho entrando na luz"

kkkkkkkkk

grande album, como tudo aquilo que tem o selo David Coverdale de qualidade \o/

Marcelão disse...

Idem o que o Ricardo falou! Valeu de novo!

Montoya_Rose disse...

Ótimo álbum e post.
Valeu mesmo.

Bruno disse...

Cara muito bom esse album do Coverdale!!! Valeu pelo post!

Lucian disse...

Coverdale é mestre!

Lucian disse...

Cara eu curto muito os nomes dos arquivos para disfarçar Davizinho entrando na luz é f*** hehehe.