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sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Judas Priest - Live in London [2001]


Quem acompanha a Van do Halen, ficou sabendo recentemente que Tim ‘Ripper’ Owens virá à América do Sul no mês de março. O vocalista tocará na Venezuela em um festival chamado Gillmanfest - Barquisimetal 2011, junto a atraçõess como Rata Blanca, The Iron Maidens e o Gillman, banda do organizador do festival, Paul Gillman. Nesse show, Ripper fará um tributo aos dez anos de Live In London, seu último lançamento com o Judas Priest. Junto, virá uma banda de feras, incluindo os guitarristas Craig Goldy (Dio, Giuffria, Rough Cutt) e John Comprix (Beyond Fear), o baixista James Lomenzo (Megadeth, White Lion, BLS) e o baterista Simon Wright (Dio, AC/DC).

Sendo assim, nada melhor que relembrarmos esse álbum, gravado na lendária Brixton Academy, no dia 19 de dezembro de 2001. O show contou com a abertura do Saxon, ou seja, mais britânico impossível. Como estávamos às vésperas do Natal, Ripper chega a usar um gorrinho de Papai Noel no palco. Além do CD, foi gravado um DVD. Decepcionante, diga-se de passagem. Com várias faixas cortadas, incluindo absurdos como tirar “The Hellion” antes de “Electric Eye”. É como dar uma guitarra para alguém sem as cordas. Sorte que paguei um preço baratíssimo pela minha cópia – claro, deve ter encalhado, negócio foi “desovar”.



O repertório, além dos clássicos obrigatórios, traz muitas faixas que não seriam mais tocadas ao vivo, especialmente dos álbuns Jugulator e Demolition, os dois com Tim nos vocais. Algumas ótimas músicas como “Blood Stained”, “One on One” e “Burn in Hell” mostraram que a então nova fase tinha potência para mostrar ao público. Da mesma forma, algumas pérolas como “The Sentinel”, “Running Wild” e “United” foram lembradas, para alegria dos saudosistas de plantão. Essa última, aliás, é daquelas que deveriam ter presença garantida, pois claramente tem eficiência absurda quando o assunto é interação com a platéia.

No mais, é aquele desfile de hinos do Heavy Metal que já estamos acostumados e nunca nos cansa. Após o fim da tour de Demolition (que fracassou comercialmente), ficou claro que era o momento ideal para o retorno de Rob Halford. E foi o que acabou acontecendo, com Ripper partindo para outros projetos, inicialmente entrando no Iced Earth. Quanto ao Judas, apesar de ter feito trabalhos que dividiram opiniões, voltou a ter uma popularidade de acordo com sua importância, tocando como atração principal nos grandes eventos do estilo e realizando apresentações individuais para platéias numerosas.



Tim ‘Ripper’ Owens (vocals)
Glen Tipton (guitars)
K.K. Downing (guitars)
Ian Hill (bass)
Scott Travis (drums)

CD 1

01. Metal Gods
02. Heading Out to the Highway
03. Grinder
04. Touch of Evil
05. Blood Stained
06. Victim of Changes
07. The Sentinel
08. One on One
09. Running Wild
10. The Ripper
11. Diamonds and Rust
12. Feed on Me
13. The Green Manalishi

CD 2

01. Beyond the Realms of Death
02. Burn in Hell
03. Hell is Home
04. Breaking the Law
05. Desert Plains
06. You’ve Got Another Thing Comin’
07. Turbo Lover
08. Painkiller
09. The Hellion
10. Electric Eye
11. United
12. Living After Midnight
13. Hell Bent For Leather

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JAY

7 comentários:

Anônimo disse...

Judas Priest – Live In London [2002]

192 kbps

CD 1 (93 MB) -> http://www.mediafire.com/?p6x10321fuv983m

CD 2 (85 MB) -> http://www.mediafire.com/?se63simn611m895

Silver disse...

O cara não é Halford mas é bom. Foi um substituto honroso e os trabalhos desse período não devem ser ignorados.

Reapmusic disse...

Puta play ao vivo...

Demais!

Puta post!

Alceu disse...

uhhh metalll, baixando! valeu!

Arnaldão disse...

P. Q. P. !!! THANX !!!

Anônimo disse...

Ripper Owens é abençoado com uma voz poderosa, e naquele momento em que a banda se viu sem seu frontman, me pareceu uma escolha muito boa. Ele não é um cover de Halford, como o Ralf Scheepers (do Primal Fear), e isso é importante lembrar, porque Ripper tinha personalidade própria e também respeitou seu ídolo, sem causar danos à história do Judas Priest. Gosto particularmente do ao vivo '98 Metal Meltdown, e digo que o problema não é Ripper, é a banda mesmo. A afinação mais grave e bateria mais pesada, deixou o Judas Priest sem aquela aura setentista e oitentista, que é a cara definitiva do JP. Não que isso fosse um problemaço, mas descaracterizou sobremaneira o estilo consagrado até Painkiller (este sim, o mais pesado de todos os álbuns).
Não restou muita alternativa para a banda tentar um novo estilo, tanto em Jugulator quanto em Demolition, que é um bom álbum, mais leve que o Jugulator, porém, com as guitarras graves e os ruídos New Metal.
Então, acho que o fato de Ripper ter feito dois álbuns de estúdio e dois ao vivo, é uma boa presença na discografia do Judas. A lamentar o fato de que as composições de sua fase não sejam interpretadas por Halford. Seria muito legal ouvir Bullet Train na voz do careca.

Abraços Rocker!

lucas disse...

É um excelente álbum ao vivo!É claro que o Ripper não é o Rob, mas é um grande músico, com uma excelente voz e mandou muito bem executando os clássicos do Judas, não apenas coverizando Rob e sim impondo seu estilo próprio,enfim é um álbum altamente recomendado