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segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Rough Cutt - Rough Cutt [1985]


O Rough Cutt foi formado em 1981 na cidade de San Diego, Califórnia, através de uma fusão entre ex-integrantes do Magic e do Mickey Ratt (que se tornaria o famoso Ratt algum tempo depois). A formação inicial chegou a contar com Jake E. Lee na guitarra e com Claude Schnell nos teclados - ambos iriam para a banda de Dio algum tempo depois.

A formação só se fixou três anos depois com Paul Shortino nos vocais, Amir Derakh e Chris Hager nas guitarras, Matt Thorr no baixo e Dave Alford na bateria. Através de sua empresária, Wendy Dio (esposa de Ronnie James Dio), o Rough Cutt foi contratado pela Warner Bros. Records para lançar seu álbum de estreia. Com a produção de Tom Allom, conhecido por produzir vários álbuns do Judas Priest e ser engenheiro de som dos cinco primeiros do Black Sabbath, o quinteto finalmente lançou seu disco de estreia, auto-intitulado, em 1985.

Da esquerda pra direita: Amir Derakh, Chris Hager,
Paul Shortino, David Alford, Matt Thor

Trata-se de uma baita estreia, com os ingredientes necessários para um bom play da primeira geração do Hard Rock oitentista, como guitarras pesadas, cozinha marcante, boas composições, zero pasteurização sonora e um vocalista que arregaça e rouba a atenção: Paul Shortino. Os californianos tinham tudo para estourar - um contrato com uma grande gravadora, boas músicas, o apadrinhamento do casal Dio e um produtor de nome trabalhando no som, além de um puta apanhado de músicas.

Mas não rolou. Nenhuma canção emplacou e o álbum não chegou nem ao Top 200 norte-americano, comprovando que as vendas foram baixas. Os caras ainda excursionaram com Krokus, Foreigner e Dio, bem como lançaram um segundo álbum, "Wants You", mas nada de emplacar. Foi aí que Shortino deu no pé para entrar no Quiet Riot.

No mais, é um disco de Hard Rock com bolas e testosterona em seu som. Destaques para a paulada "Cutt Your Heart Out", para a hardíssima "Kids Will Rock" e para as releituras de "Never Gonna Die" (The Choirboys) e "Piece Of My Heart" (Erma Franklin, mas imortalizada por Janis Joplin).



01. Take Her
02. Piece of My Heart
03. Never Gonna Die
04. Dreamin' Again
05. Cutt Your Heart Out
06. Black Widow
07. You Keep Breaking My Heart
08. Kids Will Rock
09. Dressed to Kill
10. She's Too Hott

Paul Shortino - vocal
Amir Derakh - guitarra, violão, backing vocals
Chris Hager - guitarra, violão, backing vocals
Matt Thorr - baixo, backing vocals
Dave Alford - bateria, backing vocals

(Links nos comentários - links on the comments)

by Silver

13 comentários:

Anônimo disse...

Rough Cutt [1985]

Link:
http://www.mediafire.com/?izsal0c3oph99yz

Dragztripztar disse...

Puta disco de Hard Rock. Taí um Hard 80's que nunca se torna cansativo. Talvez isso se dê devido ao ponto crucial destacado no texto: "zero pasteurização sonora".

Dos trabalhos que o Shortino gravou, esse só perde pro Back on Track, mas acho, que como vocalista, esse é o melhor trabalho dele.

E eu não curto esse cover, acho que o trabalho vale mesmo pelas composições dos caras.

Só como curiosidade, um desses guitarristas atualmente toca em uma banda eletrônica. Diz ele, que é Industrial ou outra coisa q eu não me lembro, mas é bem technozão de playboy mesmo. Só coloca umas guitarras pesadas pra disfarçar.

Dragztripztar disse...

Ah, me referi ao cover de Piece of my Heart. Nem sabia que essa Never Gonna Die era cover, haha.

maisquevencedor disse...

Show de bola este play. Sensacional. Rough Cutt é um grande presente que recebi de um amigo. Recomendo também a banda Mariah, espero ver um review desta banda aqui na Combe, com o carinho e a riqueza de detalhes que a gente só encontra neste blog. Valeu Combe, mais um post de Chutar traseiros!!!!!

Anônimo disse...

Rough Cutt é muito bom. Banda acima da média e só não estourou por estar à frente de sua época. Amir era um sério candidato a guitar hero. Infelizmente, a coisa não rolou pra banda inteira. Recomendadíssimo! Molecada que tá aprendendo agora: mais uma aula de Hard Rock. Aprendam...

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Curitiba

dnlz disse...

Rough Cutt , me lembro bem das revistas japonesas Young Guitar , onde sempre apareciam os gtrs. O som é animal a banda mata a pau , mas o visu unnnnnnnnnnnnn nos anos 80 as pessoas não tinham medo se ser felizes , e o uso da cafonice era o caminho da felicidade.

Anônimo disse...

Valeu msm deve ser muito bom................

Anônimo disse...

valeu msm deve ser muito bom.............

Toledinho disse...

"Never Gonna Die" era a música que eu conhecia (não sabia que era cover). Ela ficou bem conhecida pela galera que curtia "Armação Ilimitada" pois era usada como trilha para as cenas de ação normalmente com motos. Juba e Lula, HO!!! KKK

Toledinho disse...

.

Søren. disse...

Muito bom, Rough Cutt sempre me deixa com uma nostalgia, instrumental e vocal perfeitos, composições maravilhosas e mais do que tudo: espírito.

Se querem saber, eu gosto do Rough Cutt não ter feito sucesso. Gostaria que o Paul Shortino tivesse ficado mais tempo no Quiet Riot, mas depois que fiquei sabendo que ele está gravando um álbum pro King Kobra, nem sei mais o que esperar... Back On Track e Afterlife foram tão perfeitos, mas a carreira solo dele nunca teve muita graça.

Anônimo disse...

Por que nao:)

GERALDO V. disse...

Vou conferir essa bagaça...