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domingo, 4 de setembro de 2011

V.A. - Shocker OST [1989]


Mais uma trilha sonora de primeira para um tremendo abacaxi. “Shocker” conta a história de um serial killer à solta em um subúrbio de Los Angeles. A suspeita maior recai sobre um técnico em eletrônica, que acaba cometendo outros assassinatos antes de ser capturado e executado. Mas graças a um pacto firmado com o demônio, ele não morre, se transformando em eletricidade pura ao absorver a onda de choques da cadeira elétrica e prosseguindo com sua onda de crimes. Pensando bem, há quem vá gostar. Ah, e não virou um clássico da Sessão da Tarde justamente por não ser lá um filme adequado para o horário.

Mas o que interessa aqui é a música. E aí a coisa flui que é uma beleza, de cara com uma surpresa criada especialmente para a ocasião. O “Dudes of Wrath” foi uma banda que só existiu nessa ocasião, onde registrou a faixa-título da película (que ganhou uma versão cantada pelos atores e uma reprise no fim do play). Saca só o dream team: nos vocais, Paul Stanley (KISS) e Desmond Child; nas guitarras Vivian Campbell (Def Leppard, Dio, Whitesnake) e Guy-Mann-Dude (Alice Cooper); no baixo Rudy Sarzo (Quiet Riot, Whitesnake, Dio); na bateria Tommy Lee (Mötley Crüe) e nos backing vocals Michael Anthony (Van Halen, Chickenfoot) e Kane Roberts (Alice Cooper).



Falando no Starchild, outra canção de sua autoria – em parceria com Bruce Kulick e Desmond Child – se faz presente. “Sword and Stone”, que só chegou a ser registrada em demos do álbum “Crazy Nights, sem ser aproveitada pelo KISS, ganhou uma ótima versão nas mãos dos alemães do Bonfire. Aliás, ela só é encontrada oficialmente nesse disco, além de coletâneas. Fora isso tem Megadeth mandando o clássico de Alice Cooper “No More Mr. Nice Guy”, Saraya e Voodoo X, com Jean Beauvoir mostrando que essa trilha era uma verdadeira panelinha (risos). Uma bela coleção do que tínhamos de melhor na época. Menos o filme, é claro.

01. Shocker (Dudes of Wrath)
02. Love Transfusion (Iggy Pop)
03. No More Mr. Nice Guy (Megadeth)
04. Sword and Stone (Bonfire)
05. Timeless Love (Saraya)
06. Shockdance (Dudes of Wrath)
07. Demon Bell (Dangerous Toys)
08. The Awakening (Voodoo X)
09. Different Breed (Dead On)
10. Shocker – Reprise (Dudes of Wrath)

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JAY

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

V.A. - Days of Thunder OST [1990]


Hora de mais uma trilha sonora. Lançado no ano de 1990, “Days of Thunder” não teve seu nome violentado na versão brasileira. Foi traduzido ipsis litteris, ou seja, “Dias de Trovão”. Que beleza! O filme, protagonizado por Tom Cruise, conta a história de Cole Trickle, piloto de Stock Car que conta em sua equipe com o consagrado montador de carros Harry Hogge (Robert Duvall). Cole sofre um acidente e fica gravemente ferido, mas com muito esforço e a ajuda da doutora Claire Lewicki (Nicole Kidman), consegue se recuperar e voltar às pistas para tentar vencer o campeonato norte-americano, mesmo tendo que superar seu adversário, Russ Wheeler (Cary Elwes).

A eclética trilha sonora é de primeira, contando com a participação de figuras como John Waite, Tina Turner, Joan Jett, Cher e Elton John, entre outros. Mas dois momentos em especial fizeram a alegria dos hard rockers. Primeiro, a faixa que abre os trabalhos. A música “The Last Note of Freedom”, composta por Hans Zimmer (responsável pelas trilhas incidentais no filme) e Billy Idol, ganhou uma interpretação simplesmente magistral de David Coverdale, em um dos momentos mais emocionantes de sua carreira.



A segunda surpresa foi a regravação do Guns ‘N’ Roses para “Knockin’ on Heaven’s Door”, de Bob Dylan. A música apareceu nesse álbum um ano antes de ser lançada em Use Your Illusion e se tornar um hit ainda maior que sua versão original. Detalhe que a versão da trilha conta com uma mixagem diferente, além de diálogos durante o segundo verso que não apareceram na edição posterior, o que a torna ainda mais curiosa para os fãs.

Uma das soundtracks mais interessantes lançadas na época. E ainda mais atrativa para os fãs do Whitesnake, já que a belíssima balada “Last Note of Freedom” não é encontrada em nenhum outro lançamento oficial da discografia de Coverdale. Vale a conferida!

01. The Last Note of Freedom (David Coverdale)
02. Deal for Life (John Waite)
03. Break Through the Barrier (Tina Turner)
04. Hearts in Trouble (Chicago)
05. Trail of Broken Hearts (Cher)
06. Knockin' on Heaven's Door (Guns N' Roses)
07. You Gotta Love Someone (Elton John)
08. Show Me Heaven (Maria McKee)
09. Thunderbox (Apollo Smile)
10. Long Live the Night (Joan Jett and the Blackhearts)
11. Gimme Some Lovin' (Terry Reid)

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JAY

terça-feira, 3 de maio de 2011

Top Gun – Original Motion Picture Soundtrack [1986]


Val Kilmer e Tom Cruise jovens só de cueca se encarando enfezados no vestiário do alojamento da marinha norte americana. Os milicos jogando voleyball na areia só de jeans e sem camisa fazendo zoínho um pro outro (isso sim é esporte de fresco).

Tudo isso entremeado por cenas antológicas de caças F14 Tomcats realizando manobras acrobáticas em treinamentos e batalhas sob o som do melhor pop rock que a América podia oferecer. Não deixe de conferir as imagens dessa postagem.



Top Gun formou gerações. Assim como diversos filmes de ação dos anos 80, temos aqui um ápice no estilo, com produção impecável em uma época em que computadores serviam apenas para detalhes de edição. Eles filmaram os treinamentos reais da Marinha americana com aviões reais. As cenas são de tirar o fôlego. Ah! Tom Cruise faz o papel de Pete "Maverick" Mitchell, piloto oficial que tem uma moto superesportiva e acompanha a decolagem dos caças em alta velocidade. O único piloto a ficar cara a cara com um Mig 28, caça de ataque soviético, até então totalmente desconhecido do mundo em razão da cortina de ferro criada pela guerra fria.

O filme, além de um clássico do gênero, é uma jogada de marketing genial. Enquanto as cenas gravadas exclusivamente para o público masculino têm máquinas velozes em cenários deslumbrantes - como desertos, mar e praias - embaladas pelo hard rock de arena (meio pop/ meio AOR), existem cenas gravadas exclusivamente para o público feminino, com os rapazes sem camisa ao som de pop rock e momentos de amor (com take my breath away) e dor (a morte do parceirão de Cruise, que deixa mulher e filho, em um acidente trágico).

O mais impressionante é que as cenas literalmente se intercalam. Parece que são quadros especialmente criados para os respectivos públicos. Nunca cronometrei, mas não me surpreenderia saber que os quadros têm exatamente o mesmo tempo de duração. Isso, obviamente, é suposição minha.



O play abre com Danger Zone e, na sequência, Mighty Wings. Duas pérolas do hard rock de arena com timbres totalmente anos 80. O Cheap Trick, antes uma banda pós punk, absorveu profundamente a tendência daqueles meados da década de 80, e soube tirar vantagem disso. Mighty Wings chega a soar desgastante, de tantos clichês que traz.

Playing With the Boys é o som que rola enquanto o joguinho de voley acontece sob um sol escaldante (sim, os rapazes também estão suados). Aí vêm duas músicas com vocais femininos em sequência: Lead me On e a ejaculativa Take My Breath Away. Se eu contar quantas vezes dancei isso em festinhas, acho que bate Still Loving You, do Scorpions (mas não tenho certeza). Vocais que podem ser classificados de, no mínimo, tesudos.



Top Gun Anthem traz um Steve Stevens esbanjando feeling. Ele deixa de lado os bululus e, juntamente com Harold Faltermeyer, dá ênfase à melodia. Foram indicados ao Oscar de melhor trilha sonora e o disco atingiu o número 1 das paradas americanas.

Bryan Adams e Judas Priest (fase Turbo) foram cotados para fazer parte da trilha sonora, mas recusaram a empreitada.

Não se deixe levar pelas cafonices. Top Gun é perfeito, tanto nas cenas como no título (original, porque “ases indomáveis”, pra variar, é de doer) e, em especial, na trilha sonora.

Track List

01 - Danger Zone - Kenny Loggins
02 - Mighty Wings - Cheap Trick
03 - Playing With The Boys - Kenny Loggins
04 - Lead Me On - Teena Marie
05 - Take My Breath Away – Berlin
06 - Hot Summer Nights - Miami Sound Machine - Miami Sound Machine
07 - Heaven In Your Eyes – Loverboy
08 - Through The Fire - Larry Greene
09 - Destination Unknown – Marietta
10 - Top Gun Anthem - Harold Faltermeyer & Steve Stevens
11 - (Sittin' on) the Dock of the Bay - Otis Redding
12 - Memories - Harold Faltermeyer
13 - Great Balls Of Fire - Jerry Lee Lewis
14 - You've Lost That Love And Feeling - Righteous Brothers

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Por Zorreiro

terça-feira, 26 de abril de 2011

Bill & Ted: Bogus Journey – Original Soundtrack [1991]


Já que foi anunciada a volta da dupla às telas, vamos relembrar a trilha sonora do segundo capítulo dessa saga cômica. Aliás, não é um erro dizer que muitos lembram do filme mais pelas músicas que pela trama em si. Até porque o roteiro de Bill & Ted: Bogus Journey (no Brasil, Bill e Ted: Dois Loucos no Tempo) é aquela coisa bem Sessão da Tarde, com uma dupla da pesada se metendo em altas confusões e encarando uma turminha da pesada. Até na sinopse para a Wikipédia o autor resolveu incorporar o espírito da coisa. Senão vejamos:

No ano de 2691, um ambicioso cientista chamado De Nomolos se cansa do sistema em que a humanidade vive (sistema este criado por Bill & Ted) e decide fundar uma nova ordem. Para que sua nova ordem seja aceita, ele se vê obrigado a destruir a dupla. Assim, envia ao passado dois robôs idênticos a Bill & Ted e ordena-lhes que matem os verdadeiros e assumam seus lugares, agindo de forma a fazer com que a dupla passe despercebida pela história do mundo. Os robôs conseguem matar nossos heróis, mas estes começam a atravessar sua maior aventura, dessa vez no outro mundo. Jogam com a Morte e até conhecem Deus, antes de conseguirem retornar ao mundo dos vivos, salvar a si mesmos, as namoradas e, de quebra, vencer um concurso de bandas cujos principais adversários são os próprios robôs.



Já sentiu o clima da bagaça, não? Mas vamos ao que interessa, que é a OST. Temos aqui um verdadeiro quem é quem das paradas à época. E como o momento era do Hard Rock, temos a presença do Slaughter e o Winger abrindo o play com dois excelentes temas. Na seqüência vem o KISS, com sua versão para “God Gave Rock ‘N’ Roll To You”, que ganhou um II para diferenciar da original, do Argent, que foi comprada por Gene e Paul. Como Eric Carr já enfrentava os problemas de saúde que causariam sua morte. Sendo assim, temos a estréia oficial de Eric Singer na banda, mesmo com Carr ainda aparecendo no clipe, com direito a uma peruca para manter as aparências.

Boas surpresas surgem com o então novato Richie Kotzen, mandando ver “Dream Of A New Day”, faixa que também esteve presente em seu álbum, Fever Dream. A versão aqui presente conta com algumas pequenas alterações. Quase imperceptíveis, mas quem conhece a original vai reparar. O Megadeth deixa seu recado em “Go To Hell”, com Dave Mustaine mostrando mais uma vez que o amor é lindo. E a loucura do Primus se faz presente com uma de suas mais divertidas músicas, a impagável “Tommy The Cat”, mais uma aula de baixo, cortesia de Les Claypool. Com seu tradicional bululu bem elaborado, Steve Vai faz a festa em “The Reaper” e “The Reaper Rap”, onde podemos conferir seu desempenho em um trecho de uma canção do KISS. É rápido e tem que prestar atenção, mas vale a pena.



01. Shout It Out (Slaughter)
02. Battle Stations (Winger)
03. God Gave Rock ‘N’ Roll To You II (KISS)
04. Drinking Again (Neverland)
05. Dream Of A New Day (Richie Kotzen)
06. The Reaper (Steve Vai)
07. The Perfect Crime (Faith No More)
08. Go To Hell (Megadeth)
09. Tommy The Cat (Primus)
10. Junior’s Gone Wild (King’s X)
11. Showdown (Love On Ice)
12. The Reaper Rap (Steve Vai)
13. Final Guitar Solo (Steve Vai)
14. Meet The Reaper (Steve Vai)

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JAY

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

True Blood - Music From the Original Serie [2009]


A série de tv True Blood é exibida pelo canal HBO e, francamente, me apaixonei por ela desde o primeiro episódio. Primeiramente, porque é uma história de sexo, vampiragem, violência e rock’n’roll. Em segundo lugar, porque tem um roteiro atraente, sobre um vampiro que se apaixona por uma humana e... acho que já ouvi essa história antes!

Mas acalmem-se. Não se trata de um subproduto da saga Crepúsculo. A série True Blood é baseada na obra The Southern Vampire Mysteries, da escritora Charlaine Harris, que foi escrita bem antes da vida de Bella e da família Cullen. Não traz nem uma pitada de fantasia adolescente; muito pelo contrário. As cenas de sexo e violência são fortes, e não existem vampiros bonzinhos e realmente apaixonados.

Os japoneses inventaram um sangue sintético chamado True Blood. Com isso, os vampiros puderam sair da cova e passaram a conviver com os humanos, sob uma aura inocente e inofensiva expressa pelo argumento de que, agora, não precisam mais ser temidos porque só bebem... True Blood. Nada de sangue humano.

Mas, na camufla, os dentuços não querem nem saber. Gostam mesmo é de sangue e a bebidinha sintética só é consumida em último caso. E a convivência com os humanos está longe de ser pacífica. Parece ser apenas mais uma história de vampiros, mas tem seu diferencial.

A abertura, então, é um show à parte, com a música Bad Things, de Jace Everett fazendo o clima. Foi indicada ao Emmy de melhor abertura e serviu para impulsionar a carreira do músico na cena country norte americana. Confira abaixo.


Como o disco é a trilha sonora de uma história que se passa numa cidade do interior de Luisiana chamada Bon Tomps, o climão caipira está presente em Devil in Disguise, da The Flying Burrito Brothers e Two, de Ryan Adams. Tem Dr. John esbanjando feeling em I don’t wanna know. E também tem música eletrônica e outros bichos estranhos, assim como a série toda.


Pra quem nunca assistiu nenhum episódio da série, vai a dica. Pra quem acompanha, como eu, segue a trilha sonora. Sente no sofá (à noite), abra um True Blood e bote o som pra tocar. Diversão garantida.

Track List

1. Jace Everett – Bad Things
2. CC Adcock and the Lafayette Marquis – Bleed 2 Feed
3. Lucina Williams – Lake Charles
4. Lee Dorsey – Give it Up
5. The Legendary Schackshakers – Swampblood
6. Cobra Verde – Play With Fire
7. The Watson Twins – Just Like Heaven
8. The Flying Burrito Brothers – Crhistine’s Tune (Devil in Disguise)
9. Ryan Adams – Two
10. Slim Harpo – Strange Love
11. Dr. John – Don’t Wanna Know
12. John Doe feat. Kathleen Edwards – The Golden State
13. Little Big – Town Bones


Cartaz da terceira temporada

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Por Zorreiro

domingo, 26 de setembro de 2010

V.A. - Stallone Cobra: Original Motion Picture Soundtrack [1985]

Lançado em 1985 com base no livro Fair Game de Paula Gosling, Cobra é um guia de masculinidade. No filme, Sylvester Stallone é Marion Cobretti, o Cobra, policial cabra-macho que corta pizza com tesoura e combate o crime com vigor e frases de efeito. Na época, o longa foi massacrado pela crítica, mas hoje em dia, assim como boa parte dos filmes-clichê dos anos 80, ostenta um status de cult indiscutível, e é referência quando o assunto é formação de caráter de uma geração. Bons tempos! Confira uma cena clicando aqui.

E o que dizer a respeito de sua trilha sonora? Assinada pelo xará de Stallone, Sylvester Levay, traz nomes de peso – há duas décadas atrás eram – como Bill Medley (o mesmo que canta “(I’ve Had) The Time of My Life”, tema do filme Dirty Dancing) e Robert Tepper – quem não se lembra de “No Easy Way Out”, do histórico túnel do tempo de Rocky IV? –, além de nomes em ascenção, como Jean Beauvoir (também conhecido como João Bovoá) e uma tal de Gloria Estefan liderando o extinto Miami Sound Machine.

Mas vamos direto aos destaques, que ficam por conta de “Feel the Heat”, onde o então futuro vocalista do Voodoo X e Crown of Thorns mostrou que seu talento ia muito além das composições para o KISS; a açucarada “Loving on Borrowed Time”, de Bill Medley em dueto com Gladys Knight – outra que aparece também na soundtrack de Rocky IV –; “Suave” (mais pela cena em que ela toca que pela música em si) e “Angel of the City”, que a despeito de não ter repetido o sucesso de “No Easy Way Out”, ajudou a sustentar, mesmo que por pouco tempo, a popularidade alcançada por Robert Tepper.

Há também três instrumentais compostas por Sylvester Levay exclusivamente para a trilha sonora. Curiosamente, a melhor delas, “Skyline”, é a única que não é tocada no filme. No mais, fica a certeza de que, seja usando luvas de boxe, seja usando o distintivo com a alcunha de “o braço forte da lei”, Stallone no cinema é garantia de soundtrack de alto nível.

01. Voice of America's Sons (John Cafferty and the Beaver Brown Band)
02. Feel the Heat (Jean Beauvoir)
03. Loving on Borrowed Time (Bill Medley with Gladys Knight)
04. Skyline (Sylvester Levay)
05. Hold on to Your Vision (Gary Wright)
06. Suave (Miami Sound Machine)
07. Cobra (Sylvester Levay)
08. Angel of the City (Robert Tepper)
09. Chase (Sylvester Levay)
10. Two into One (Bill Medley with Carmen Twillie)

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Clique na imagem para ler a sinopse

мєαиѕтяєєт

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Forrest Gump - The Soundtrack [1994]


Um dos maiores clássicos da história do cinema e a consagração definitiva de Tom Hanks como ator. É assim que "Forrest Gump - O Contador de histórias" é definido por cinéfilos de todo mundo, com um roteiro que cativa e conta trechos da recente história americana, em que uma pessoa com um QI abaixo da média tem participação efetiva nas mesmas, e que soa como uma crítica ácida contra a medíocre sociedade americana. Não entrarei em detalhes, mas exorto para aqueles que cometeram o sacrilégio de nunca ter assistido esse filme, que o façam neste exato momento! (rs)

E fora o grande clássico que é este filme, a sua trilha sonora é ainda mais espetacular, e aborda todo período em que a película se passa, desde 1955 até 1983. Só para se ter uma pequena idéia de quão bom é tudo que encontramos por aqui, esta trilha sonora acabou por entrar na lista dos 200 álbuns definitivos no Rock and Roll Hall of Fame. E com certeza, aqueles que gostam de um bom classic rock, acabarão por aprovar esta bela coletânea.

E apesar de se auto-intitular como apresentando 32 clássicos da música americana, acabamos por perceber que o enfoque muitas vezes são as bandas de rock clássico, em que temos desde o rei do rock Elvis Presley, o folk de protesto, a psicodelia do auge da geração hippie americana e o bom e velho southern rock. Elvis Presley, Creedence, Joan Baez, Aretha Franklin, Bob Dylan, Beach Boys, The Doors, The Byrds e Jefferson Airplane são alguns dos nomes de peso que estão presentes nesta trilha sonora cativante e que com certeza ficará na sua mente durante dias.

Nem preciso dizer destaques, pois a grande maioria das canções é muito conhecida. Mas recomendo a audição detalhada de "Against The Wind" do Bob Seger & The Silver Bullet Band, desde sua letra até a lindíssima melodia, pois a beleza desta canção é indescritível. Com certeza esta trilha merece um lugar de destaque em sua lista de reprodução. Extremamente viciante e recomedado!

Disco 1
1.Hound Dog (Elvis Presley)
2.Rebel Rouser (Duane Eddy)
3.(I Don't Know Why) But I Do (Clarence Frogman Henry)
4.Walk Right In (The Rooftop Singers)
5.Land of 1000 Dances (Wilson Pickett)
6.Blowin' in the Wind (Joan Baez)
7.Fortunate Son (Creedence Clearwater Revival)
8.I Can't Help Myself (The Four Tops)
9.Respect (Aretha Franklin)
10.Rainy Day Women #12 & 35 (Bob Dylan)
11.Sloop John B (Beach Boys )
12.California Dreamin (The Mamas & the Papas)
13.For What It's Worth (Buffalo Springfield)
14.What the World Needs Now Is Love (Jackie DeShannon)
15.Break on Through (The Doors)
16.Mrs. Robinson (Simon & Garfunkel)

Disco 2
1.Volunteers (Jefferson Airplane)
2.Let's Get Together (The Youngbloods)
3.San Francisco (Scott McKenzie)
4.Turn! Turn! Turn! (The Byrds)
5.Aquarius/Let the Sunshine In (Fifth Dimension)
6.Everybody's Talkin (Harry Nilsson)
7.Joy to the World (Three Dog Night)
8.Stoned Love (The Supremes)
9.Raindrops Keep Fallin' on my Head (B.J. Thomas)
10.Mr. President (Randy Newman)
11.Sweet Home Alabama (Lynyrd Skynyrd)
12.It Keeps You Runnin (The Doobie Brothers)
13.I've Got to Use My Imagination (Gladys Knight & the Pips)
14.On the Road Again (Willie Nelson)
15.Against the Wind (Bob Seger & the Silver Bullet Band)
16.Forrest Gump Suite (Alan Silvestri)

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By Weschap Coverdale

sábado, 4 de setembro de 2010

Iron Eagle - Original Motion Picture Soundtrack [1986]


O filme "Iron Eagle" deu as caras em janeiro de 1986 nas telonas. Na história, o piloto Cel. Ted Masters (interpretado por Tim Thomerson), da Força Aérea dos Estados Unidos, é pêgo durante uma missão, feito como prisioneiro e é condenado ao enforcamento, previsto para execução 72 horas após o julgamento. Seu filho, Doug Masters (interpretado por Jason Gedrick), planeja utilizar dois jatos da Força Aérea para resgatá-lo, com a ajuda de colegas de trabalho do pai, como o Cel. Charles 'Chappy' Sinclair (interpretado por Louis Gossett Jr.).

Mas vamos ao que interessa. O melhor de toda a película, sem dúvidas, é a sua trilha sonora de se tirar o fôlego. Dez de várias canções tocadas ao longo da produção foram lançadas como a soundtrack oficial de "Iron Eagle" através da Capitol Records. Algumas pérolas como "We're Not Gonna Take It" (Twisted Sister), "There Was A Time" (James Brown) e "Eyes Of The World" (Eric Martin), entre outras, ficaram de fora. Mas a seleção aqui presente já garante a diversão.

Inicia-se a bolacha com "One Vision", recém-lançado single do gigante Queen. É perceptível a influência dos sintetizadores sob a canção, mas sem a perda da cativante essência do quarteto. "Iron Eagle (Never Say Die)", do King Kobra, vem em seguida. O grupo do lendário Carmine Appice sofreria uma inesperada reviravolta que logo culminaria em seu fim alguns anos depois, mas essa faixa se trata do último suspiro comercial do projeto.

A linda balada "These Are The Good Times" do até então pouco conhecido Eric Martin (futuro vocalista do Mr. Big) dá sequência e cativa qualquer tipo de ouvinte. A próxima é "Maniac House" de Katrina & The Waves e foi, para mim, uma surpresa pra lá de agradável. Música boa, envolvente, com pegada e ótimas guitarras, calcadas no melhor do Blues Rock. "Intense", de George Clinton, não me agradou - New Wave demais. Um pouco deslocada também quando comparada com as outras faixas. Mas gosto é gosto.

Queen (esq.) e King Kobra (dir.) participaram da trilha sonora de "Iron Eagle"

Duas invejáveis pauladas vem a seguir: "Hide In The Rainbow", do Dio, e "It's Too Late", do Helix. A primeira, densa e repleta de teclados. A segunda, um verdadeiro chute na boca com refrão invejável - o Helix sempre mereceu mais atenção. "Road Of The Gypsy", do Adrenalin, é uma linda canção, com características fluentes de um hit AOR, daqueles que mergulham de cabeça nas FMs da época. Também se trata de uma ótima surpresa.

Para fechar, tem-se outra balada carregada de feeling que é "Love Can Make You Cry", do Urgent, e um daqueles dignos hinos Pop/Rock oitentistas que marcam presença em todas as trilhas sonoras de filmes e novelas dos anos 1980: "This Raging Fire", de The Jon Butcher Axis.

O filme não foi um sucesso de críticas, apesar de ter gerado um lucro maior do que 24 milhões de dólares. Entre filmes de aviação, não chegou ao patamar de popularidade que "Top Gun" conquistou. Todavia sua trilha sonora é indicadíssima, pois é recheada de boas músicas. Mais uma vez a década de 1980 dá um show no que diz respeito a qualidade musical, em falta no mainstream dos dias de hoje.

01. Queen - One Vision
02. King Kobra - Iron Eagle (Never Say Die)
03. Eric Martin - These Are The Good Times
04. Katrina & The Waves - Maniac House
05. George Clinton - Intense
06. Dio - Hide In The Rainbow
07. Helix - It's Too Late
08. Adrenalin - Road Of The Gypsy
09. Urgent- Love Can Make You Cry
10. The Jon Butcher Axis - This Raging Fire

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by Silver

sábado, 31 de julho de 2010

Prince and the Revolution - Purple Rain [1984]


Ao escutar o disco de covers do JSS, postado anteriormente no blog, imediatamente veio a minha lembrança um dos discos que escutei muito quando pivete, antes mesmo de vir a conhecer o rock. Por influência do filme que passou várias vezes naqueles filmes que passavam a tarde no SBT, e que contava a história de um jovem músico que queria chegar ao estrelato e utilizava a música para expor a paixão que sentia por sua amada. Tá certo que o filme não era lá tudo isso, mas sua trilha sonora viria a explodir a carreira de um dos músicos mais talentosos e controversos que já existiriam, Prince Rogers Nelson, ou apenas como a grande maioria o conhece, Prince.

Após ter lançado cinco discos e ter contribuído com várias composições com outros artistas, seria com a trilha sonora do filme Purple Rain, que ele alavancaria a sua carreira e se tornaria um superstar. Lançado no dia 25 de junho de 1984 (um dia antes do nascimento deste que vos escreve), o disco foi um sucesso de crítica, ficando 24 semanas consecutivas no primeiro lugar na Billboard e vendendo mais de 30 milhões de cópias, ganhando uma pancada de premiações, sendo as mais importantes um Oscar, um Brit Awards e um Grammy, só para citar a ótima recepção que o disco teve na época .


E o que temos é um disco homogêneo, misturando pop com doses de rock e R&B, mas com todo bom gosto possível, gerando um registro único e que ficou eternizado como um dos maiores discos da década de 80. E abrindo esta pérola temos a memorável "Let's Go Crazy”, com seu clima festivo e trazendo o clima desta década da melhor maneira possível, e sendo um ótimo convite para dançar, já com cara de hit desde a primeira audição e trazendo uma dose de energia fora do comum. "Take Me with U" continua com a mesma proposta da música anterior, e faz isso de maneira magistral, mesmo com seu ritmo mais lento comparado com a primeira faixa, mas não por isso menos empolgante e que mostra o quanto Prince canta, com vocais bem calmos, mas melódicos e muito afinado por sinal.

"The Beautiful Ones" é a primeira balada do disco com uma declaração de amor perfeita para alguém não provido de beleza (rs), mas bem legal e que mostra o lado mais pop deste registro, tendo bem cara de música "Alpha FM" (aqueles que moram em São Paulo entenderão isso). Agora com sintetizadores e solos bem legais inclusive vem "Computer Blue", que tem grandes doses de rock, e uma atuação guitarrística redondinha de Prince e Wendy Melvoin, enchendo a música de riffs e solos extremamente agradáveis de ouvir e mostram a veia roqueira desse artista fora de série. "Darling Nikki" é a música mais polêmica deste registro, com sua letra apimentada, foi o motivo da criação famigerado PMRC (Parents Music Resource Center, que coloca o selo Parental Advisory: Explicit Lyrics) fundado por Tipper Gore, esposa do ex-presidente americano Al Gore, ao ver sua filha de 12 anos escutando esta música.

"When Doves Cry" foi um dos grandes sucessos deste disco, chegando à primeira posição das paradas e abusa dos sintetizadores na sua execução, remetendo mais uma vez ao que era feito na década de 80, que volta a ser repetido de maneira ainda mais sensacional em "I Would Die 4 U" que em sua audição irá trazer muitas lembranças e fazer muitos voltarem para sua infância ao fecharem os olhos, devido ser extremamente climática, mandando bala em sintetizadores, teclados e todos os clichês possíveis dessa década memorável para a música.

Prince e sua banda de apoio na época, The Revolution

Finalizando este discasso, temos a canção mais marcante do mesmo, a power ballad "Purple Rain", sendo que essa merece um capítulo à parte, trazendo consigo uma carga emocional pesada, devido a excelente interpretação de Prince e muita psicodelia em sua execução. Será difícil não se render à magia desta canção, que em seus quase nove minutos é capaz de fazer sentir um gelo na espinha, com vocais de extremo bom gosto e até aqui é onde Prince exige mais de sua capacidade vocal. Sem falar nos lindos solos que ela traz consigo, sendo possível viajar na sua parte final, e se encantar ainda mais com o que ele faz nesta canção, sendo algo não menos que genial, e que fecha da melhor maneira possível este belo álbum.

Caso torça o nariz, abra a mente e dê uma chance para a audição, com garantia de que encontrará musica de qualidade e de extremo bom gosto, algo que está em falta em nossos dias. Se dentro do rock temos aberrações surgindo hoje, imagine no pop... Se você viveu nos anos 80 e começo dos anos 90 sentirá nostalgia e saudade de quando para ser músico e fazer sucesso, não bastava um rostinho bonito e empresário pagando jabá para rádios e emissoras de TV...


1.Let's Go Crazy
2.Take Me with U
3.The Beautiful Ones
4.Computer Blue
5.Darling Nikki
6.When Doves Cry
7.I Would Die 4 U
8.Baby I'm a Star
9.Purple Rain


Prince: Vocais, Guitarras, Baixo, Teclados, Piano
Wendy Melvoin: Guitarras, Backing vocals
Brown Mark: Baixo, Backing vocals
Bobby Z.: Bateria
Lisa Coleman: Teclados, Piano, Sítara, Backing vocals
Dr. Fink: Teclados, Órgão, Backing vocals
Apollonia Kotero: Backing vocals em "Take Me with U"
David Coleman, Novi Novog, Suzie Katayama : Violinos


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By Weschap Coverdale

terça-feira, 29 de junho de 2010

Gary Hoey – The Endless Summer II [1994]

Produzido em 1994, The Endless Summer II (lançado no Brasil como Alegrias de Verão 2) é meio que uma continuação do clássico The Endless Summer, de 1966. Dirigido por Bruce Brown (uma espécie de Steven Spielberg dos documentários de surf) o filme conta a história de Robert “Wingnut” Weaver e Patrick O’Connell, dois surfistas campeões rodando o mundo em busca da onda perfeita.

Apesar das imagens alucinantes e das paisagens de tirar o fôlego, confesso que o grande “barato” de Alegrias de Verão 2 é sua trilha sonora. O responsável por ela: ninguém menos que Gary Hoey. Gravada em apenas 12 dias, a soundtrack foi a primeira incursão do guitarrista no cinema. O próprio, em seu website, definiu a experiência como “desmedida e emocionante”.

No repertório, 14 faixas, todas instrumentais, que fazem ver toda versatilidade de Hoey. É possível perceber influências desde Joe Satriani na explosiva “Blast” até Carlos Santana e seus batuques tipicamente latinos em “La Rosa Negra”. Outro destaque, “Drive” lembra bastante aquelas músicas que tocam em filmes pornôs. Já a progressiva “Pipe” conta com um belíssimo arranjo envolvendo guitarra e sax – este tocado por Bud Shank.

Conferindo ainda mais brilho ao CD, temos a participação de Tony Franklin (Blue Murder, The Firm, Whitesnake etc) no baixo e Gregg Bissonette (conhecido principalmente por seu trabalho junto ao frontman do Van Halen, David Lee Roth) na bateria. Até mesmo o veterano Dick Dale, “The King of Surf Guitar”, dá o ar de sua graça em “Shake & Stomp (Part II)”. Quer mais o quê?

01. Riptide
02. Blast
03. Sweet Water
04. Low Rider
05. Walkin’ The Nose
06. Drive
07. La Rosa Negra
08. Linus And Lucy
09. Surfdoggin’
10. Pipe
11. Shake & Stomp (Part II)
12. Theme From Endless Summer
13. Escape
14. The Deep

Gary Hoey – Guitarra
Tony Franklin – Baixo
Gregg Bissonette – Bateria
Dick Darl – Guitarra em “Shake & Stomp (Part II)”
Bud Shank – Saxofone
Pancho Sanchez – Percussão
Romon Banda – Percussão
Mark Levand – Teclados

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мєαиѕтяєєт

segunda-feira, 14 de junho de 2010

V.A. – TOEI Metal Hero Song Themes: TV Size Collection [1996]

Quem era criança na década de 90 com certeza lembra da Rede Manchete e dos inúmeros seriados japoneses, os tokusatsus, que ela exibia nessa época. Bons tempos! O extinto canal de TV foi o responsável pela popularização do gênero no Brasil, e até hoje há quem sinta falta de assistir Jaspion, Jiraiya, Jiban, Solbrain e Winspector entre muitos outros nos fins de tarde. Para quem não se recorda, confira as fotos a seguir.

O Fantástico Jaspion

O Incrível Ninja Jiraiya

Policial de Aço Jiban

Super Equipe de Resgate Solbrain

Esquadrão Especial Winspector

Prato cheio para os saudosistas de plantão, o CD Metal Hero Song Themes contém 31 faixas, entre temas de abertura e encerramento, de algumas das principais séries produzidas pela Toei Company nos anos 80 e 90. Baixe e deixe que a nostalgia tome conta de você. E tente segurar o choro, pois a audição promete fortes emoções.

01. Akira Kushida – Utyu Keiji Gyaban
02. Akira Kushida – Hoshizora No Message
03. Akira Kushida – Utyu Keiji Sharivan
04. Akira Kushida – Tsuyosa Wa Ai Da!
05. Akira Kushida – Utyu Keiji Shaider
06. Akira Kushida – Hello! Shaider
07. Ai Takano – Ore Ga Seigi Da! Juspion
08. Ai Takano – Ginga Ookami Juspion
09. Ichiro Mizuki – Jikuu Senshi Spielban
10. Ichiro Mizuki – Kesho Da! Spielban
11. Ichiro Mizuki – Kimi No Nakamada Spielban
12. Isao Sasaki – Kimi No Seishun Wa
13. Ichiro Mizuki – Time Limit
14. Akira Kushida – Sekai Ninja Sen Jiraiya
15. Akira Kushida – Shi No Bi’88
16. Akira Kushida – Kidou Keiji Jiban
17. Akira Kushida – Ashita Yohou Wa Itsumo Hare
18. Takayuki Miyauchi – Tokkei Winspector
19. Takayuki Miyauchi – Kono No Ore Kara Ashita
20. Takayuki Miyauchi – Tokkyu Shirei Solbrain
21. Takayuki Miyauchi – Ai Ni Dakarete
22. Takayuki Miyauchi – Tokusou ExceeDraft
23. Takayuki Miyauchi – Gol Wa Ashita
24. Susumu Ooya – Tokusou Robo Jamperson
25. Susumu Ooya – Asayake No Lullaby
26. Tatsuya Maeda – True Dream
27. Tatsuka Maeda – Hello There!
28. Shinichi Ishihara – Jukou Beetle Fighter
29. Shinichi Ishihara – Chikyu Koukou
30. Nakahiko Kashihara – Beetle Fighter Kabuto
31. Nakahiko Kashihara – Oogoe No Utaeba

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мєαиѕтяєєт

sábado, 8 de maio de 2010

Alph Lyla - Street Fighter II [1994]


De volta após um grande intervalo de posts e em um retorno definitivo, embora devido ao movimento do dia-a-dia meus posts não serão mais diários como antigamente, mas prometo aparecer com novos materiais e muita coisa boa para os ferrenhos visitantes do blog!

Para voltar em grande estilo, escolhi um disco que com certeza agradará a todos! Como vocês já devem ter visto pela capa, o download da vez será a perfeita trilha sonora do jogo ''Street Fighter II''.

Trabalho concebido pela banda ''Alph Lyla'' formada dentro dos estúdios da Capcom, o grupo deixou todos de queixo caído com instrumentais poderosos e empolgantes, que chamam a atenção pela habilidade e pela criatividade. Passando pelo jazz, e chegando até os solos furiosos à la Steve Vai. Sou obrigado a falar que não faço a menor idéia de informações como os nomes dos membros, ou algum tipo de referência.

Alph Lyla (única foto que eu encontrei deles '-')

Para os que se interessaram, vale a pena entrar aqui, e dar uma lida na matéria feita pelo msn que traz algumas poucas informações, além de informações sobre outros grandes nomes do mercado musical do mundo dos games.

Com certeza um sentimento de nostalgia irá invadir os corações daqueles que passavam horas e horas a fio na frente do video game, enquanto a porrada comia solta! Então se você está se remoendo na cadeira de ansiedade para ouvir as clássicas trilhas sonoras, mergulhe de cabeça nessa maravilha de pepita!

1 - Breathe Again (Ken)
2 - Save The Holy Place (T. Hawk)
3 - On Your Mark (Fei Long)
4 - Remembrance (Cammy)
5 - On His Beat (Dee Jay)
6 - The Missing Link (Chun-Li)
7 - Rush Of The Wind (Guile)
8 - Splendor (Balrog)
9 - In The Trap (Sagat)
10 - Hearts Of Fire (Ryu)


sueco

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HADOUKEN!!!

sexta-feira, 9 de abril de 2010

V.A. - Last Action Hero OST [1993]


Em 1993 foi aos cinemas o filme Last Action Hero (O Último Grande Herói, no Brasil). Estrelando Arnold Schwarzenegger, o longa é uma sátira dos filmes de ação que ficavam cada vez mais ridículos. Eu nunca assisti o filme, mas algumas semanas atrás me tornei fã da sua trilha sonora.

Vamos ao álbum. Aqui se encontram singles de várias bandas de rock em atividade na época, sendo que a maioria só foi entrar em coletâneas dos grupos.

O disco abre com Big Gun, do AC/DC. Um dos melhores trabalhos da fase Brian Johnson. Tudo aquilo que conhecemos dos australianos: riffs empolgantes, vocais estridentes, refrão marcante, Angus Young destruindo tudo. Apesar de ser uma das favoritas dos fãs, a faixa nunca foi lançada em um álbum de inéditas.

O Alice In Chains é a única banda a contribuir com duas músicas para a trilha. A Little Bitter é muito boa, mas o grande destaque é What The Hell Have I, uma faixa no mínimo soturna, na qual merece atenção a bateria de Sean Kinney e o refrão poderoso, com um som de guitarra delirante de Jerry Cantrell e Layne Staley simplesmente arrebentando. Outro grande sucesso que só seria lançado em coletâneas do Alice.

O Megadeth traz a faixa Angry Again, que é presença constante em shows do grupo. Uma ótima música de pegada mais heavy, com destaque para o refrão e para o solo. Tem a qualidade de tudo que o Megadeth faz.

O Def Leppard marca presença com o hit Two Steps Behind. A versão é acústica, e mais: tem a adição de cordas pelo maestro Michael Kamen (que conduziu o álbum orquestrado do Metallica). Já vale o download.

O Queensrÿche aparece com Real World, uma ótima balada ao estilo da banda. Dream On, do Aerosmith, é de uma gravação do aniversário de 10 anos da MTV. Poison My Eyes, do Anthrax, é uma boa música depois de uma introdução no mínimo estranha. A faixa título é aquele hard com a qualidade típica do Testa

O encerramento fica a cargo do maestro Michael Kamen e do guitarrista Buckethead. Jakk and the Ripper dá todo o espaço para a exibição da habilidade (e da insanidade) do cabeça de balde.

Uma das melhores trilhas que eu já ouvi, download imperdível.

01. Big Gun (AC/DC)
02. What the Hell Have I (Alice In Chains)
03. Angry Again (Megadeth)
04. Real World (Queensrÿche)
05. Two Steps Behind (Def Leppard)
06. Poison My Eyes (Anthrax)
07. Dream On (Aerosmith)
08. A Little Bitter (Alice In Chains)
09. Cock the Hammer (Cypress Hill)
10. Swim (Fishbone)
11. Last Action Hero (Tesla)
12. Jack and the Ripper (Michael Kamen & Buckethead)

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Jp