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sábado, 2 de julho de 2011

Bangalore Choir – All Or Nothing: Live at Firefest [2011]


O show no Firefest, festival realizado anualmente em Nottingham, Inglaterra, marcou a volta do Bangalore Choir aos palcos. Após muito tempo, David Recce e Curt Mitchell retomavam o caminho e percebiam que ainda havia o que fazer em grupo, vide o ótimo álbum Cadence. Mas óbvio que o foco do setlist ficaria com o clássico ‘cult’ On Target, de 1991. Nada menos que oito das dez faixas do álbum estão presentes. A comoção foi tão grande que o show acabou rendendo esse CD, lançado em edição limitadíssima de mil cópias. Mais um atrativo para os fãs de Hard Rock é o fato de a mixagem ter ficado por conta de ninguém menos que Harry Hess, eterno vocalista do Harem Scarem.

Apesar da idade pesando, Recce consegue uma performance satisfatória nos vocais, além de interagir muito bem com a tímida platéia britânica. Claro que algumas notas mais extremas já são difíceis de alcançar, mas os backing vocals ajudam a suprir esse percalço, mesmo que alterando algumas passagens. A banda mostra entrosamento, com destaque para os guitarristas. O já citado Curt e Andy Susmimhl reproduzem com fidelidade o que foi gravado em estúdio.



Difícil apontar algum destaque entre as faixas. Mas o quase hit “Loaded Gun” e a sacolejante “Doin’ the Dance” – composição de Jon Bon Jovi e Richie Sambora oferecida ao grupo durante a gravação do debut – aparecem com força. Da mesma forma “If the Good Die Young (We’ll Live Forever)” obtém a melhor resposta do público. Vale citar que ela foi dedicada por David a Ronnie James Dio e Steve Lee, embora esse momento tenha sido omitido no play. Entre as novas, não dá para deixar de citar a empolgante “Martyr”, Hard Rock com todas as características que agradam os fãs do estilo. Quem já conhece não pode deixar de ter em sua coleção.

David Recce (vocals)
Curt Mitchell (guitars)
Andy Susmihl (guitars)
Danny Greenberg (bass)
Hans T’Zandt (drums)

01. Wazoo City
02. Power Trippin'
03. Just One Night
04. Martyr
05. Doin' The Dance
06. Loaded Gun
07. If The Good Die Young
08. Living Your Dreams Every Day
09. Slippin' Away
10. Freight Train Rollin'
11. Angel In Black
12. All Or Nothin'

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JAY

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Bangalore Choir - Cadence [2010]


Esse é o meu “presente de Natal” a toda a equipe da Combe, bem como aos nossos fiéis passageiros, que nos prestigiam diariamente com suas visitas e comentários. Independente da crença de cada um, que saibamos aproveitar o dia de hoje junto daqueles que amamos, pois são esses momentos que valerão para sempre. Felicidades a todos!

De todos os ótimos álbuns que ficaram de fora da minha lista de melhores do ano publicada na gloriosa Van do Halen, nenhum foi tão difícil de excluir como esse. Afinal de contas, quem acompanha o trabalho da Combe, sabe que considero o disco de estréia do Bangalore Choir o melhor play de Hard Rock que poucos conhecem. Portanto, foi emocionante descobrir que eles poderiam fazer algo ao menos perto daquilo tantos anos mais tarde. Mas se ele não ficou no Top 10 final, com certeza foi mais por mérito dos outros que por defeitos próprios. Pois Cadence é de se escutar do início ao fim com um sorriso nos lábios, verdadeira aula de como juntar peso e melodia no ponto certo.

Não se trata de uma segunda parte de On Target, até porque se passaram dezoito anos entre um e outro – e aquele encontrou sua perfeição da maneira como foi feito. Até por isso, é um play com vida própria, mantendo características, mas também explorando outras facetas dos músicos. Mas o grande destaque vai mesmo para David Reece, que surgiu para o mundo graças a seu envolvimento com o Accept. Porém, sempre teve os dois pés fincados no Hard Rock norte-americano. Aqui, mais uma vez ele prova sua competência e classe para cantar o estilo, com um desempenho soberbo do início ao fim, enquanto os outros, apesar de excelentes, acabam sendo meros coadjuvantes.



Após uma intro que pode assustar os mais puristas, “Power Trippin’” abre os trabalhos de maneira vigorosa, com uma pegada fulminante. A coisa melhora ainda mais na viciante “Martyr”, uma das melhores, hit certeiro. Guitarras tipicamente oitentistas marcam o ritmo em “Living Your Dreams Everyday”, som menos agitado e de grande qualidade. “Survival of the Fittest” é outro destaque superior, com sua letra cheia de referências às críticas que Reece teve que superar através dos anos, especialmente por parte da imprensa. E o refrão é daqueles para sair cantando junto. Uma bateria furiosa inicia “Tomorrow”, Hard acelerado com backing vocals muito bem encaixados.

A cadenciada “Heart Attack & Vine” abre espaço para a bonita “Still Have a Song to Sing”, balada com alta carga no aspecto emoção, graças a sua mensagem de esperança no futuro. Seguindo nos quesitos ‘refrão grudento e melodia cativante’, “Dig Deep” conquista o ouvinte desde a primeira escutada, assim como sua sucessora, a excepcional “Never Say Goodbye”. A coisa volta a ficar agitada em “Sweet Temptation”, com bela e simples levada. Para fechar em alto estilo, uma seqüência de músicas mais rápidas, que começa em “High on the Clouds”, passa pela ótima “Spirits Too They Bleed” e desemboca na grudenta “Surrender All Your Love”. Só faltaram os fogos de artifício para encerrar com chave-de-ouro.



Um play que mostra que tudo tem seu tempo certo. Talvez tenha sido necessário esperar tanto por uma nova obra do Bangalore Choir. Ao menos a garantia de satisfação é garantida. Após tanto tempo fora de combate, David Reece mostrou que ainda conserva sua força, sendo capaz de oferecer uma pérola como essa. E eu sigo lamentando eles terem ficado de fora do meu Top 10. Mas ainda assim, trata-se de um disco pra lá de memorável, que vale a conferida!

David Reece (vocals)
Andy Susemihl (guitars)
Curt Mitchell (guitars)
Danny Greenberg (bass)
Hans i'nt Zandt (drums)

01. Wahzoo City
02. Power Trippin’
03. Martyr
04. Living Your Dreams Everyday
05. Survival of the Fittest
06. Tomorrow
07. Heart Attack & Vine
08. Still Have A Song To Sing
09. Dig Deep
10. Never Say Goodbye
11. Sweet Temptation
12. High On The Clouds
13. Spirits Too They Bleed
14. Surrender All Your Love

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JAY

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Bangalore Choir - On Target [1992]


Guess who’s back? EU VOLTEI! Pessoal, devo dizer que estou muito feliz em retornar ao convívio desses grandes amigos que aqui fiz. Confesso que me retirei da fase anterior meio contrariado. Não pela equipe, que sempre foi nota mil, e sim por alguns invejosos de merda que sempre nos perturbaram, apesar de nosso grande trabalho – ué, tem que dizer mesmo, não chegamos onde chegamos de graça. Mas agora, vida nova! O que não muda é o amor pelos bons sons e a vontade de mostrar coisas maravilhosas de meu acervo pessoal para o povo. João Renato, the great, has returned with a vengeance! Didn’t like it? Sue me!!!

Para marcar essa volta, uma das maiores pérolas de todos os tempos. Digo sem medo de errar, é um dos melhores discos de Hard Rock que ninguém conhece (o ninguém, obviamente, é força de expressão). Mas o caso é que, após ter fracassado no Accept, onde lançou “Eat the Heat”, David Reece resolveu assumir sua postura Hard de vez. Para isso juntou-se aos guitarristas do Razormaid, Curt Mitchell e John Kirk com o objetivo de fazer um trabalho explicitando suas raízes. Para completar a formação, chamaram a cozinha do Hericane Alice, outro ótimo grupo que não teve chance de alcançar o sucesso. Com Ian Mayo no baixo e Jackie Ramos na bateria, estava completo o line-up para a gravação do debut.


Com grande investimento da gravadora, chamaram um time de estrelas para ajudar na empreitada. Na produção, Max Norman, responsável pelos primeiros discos solo de Ozzy Osbourne e vários clássicos do Megadeth, só para ficar nos mais conhecidos. No trabalho de composição, ninguém menos que a dupla Jon Bon Jovi e Aldo Nova. Com uma galera dessas e uma banda de feras, o álbum não poderia ser menos que maravilhoso. É Hard Rock puro, com toda a força de clássicos do gênero, embora não tenha atingido o mesmo êxito. David está em seu melhor momento, com uma performance que vai de David Coverdale a Steven Tyler, que, não à toa, são suas maiores influências. Inclusive, eles costumavam fechar os shows que fizeram com o clássico Aerosmithiano, “Last Child”.

Impossível destacar alguma faixa, pois todas são absurdamente boas! Tem aqueles rockões furiosos, guiados pelas guitarras, as baladinhas típicas, as mais cadenciadas, enfim, tudo aquilo que o fanático espera de uma produção do estilo. Como curiosidade, o fato de “Angel In Black”, que abre o disco, ter sido gravada anteriormente pelo Autograph. Mas a versão encontrada aqui ficou bem melhor, com peso extra e um vocal espetacular. O single lançado para divulgação foi a baladaça “Loaded Gun”, som altamente viciante, daqueles que a gente ouve e é automaticamente conquistado. Alguns anos antes ela teria se tornado um hit, mas a realidade mercadológica já começava a tomar novos rumos naquele momento.



Mesmo com sua estupenda qualidade, as vendas não foram nada empolgantes – especialmente pelos motivos citados acima. A banda se dissolveu logo após o fim da tour de divulgação, com Mayo e Ramos juntando-se a Doug Aldrich (Whitesnake, Dio) no Burning Rain. Com o passar dos anos, o Bangalore Choir acabou ganhando status de ‘cult’ e finalmente tendo sua competência reconhecida. Houve uma tentativa de reunião do line-up da época, mas apenas Reece e Mitchell seguiram em frente com a idéia. Com outros músicos, estão prestes a lançar o segundo trabalho, chamado “Cadence”. É esperar para conferir, pois vai ser muito difícil superar esse aqui, que foi relançado recentemente em versão remasterizada, com o clipe postado acima como bônus. Obrigatório em toda coleção roqueira que se preze!

David Reece (vocals)
Curt Mitchell (guitars)
John Kirk (guitars)
Ian Mayo (bass)
Jackie Ramos (drums)

01. Angel in Black
02. Loaded Gun
03. If the Good Die Young (We'll Live Forever)
04. Doin' the Dance
05. Hold on to You
06. All or Nothin'
07. Slippin' Away
08. She Can't Stop
09. Freight Train Rollin'
10. Just One Night

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JAY