
Hibria é a melhor banda de metal do Brasil!
Obviamente essa frase denota a minha opinião pessoal, mas tem razão de ser. Analisando o cenário do metal nacional, verificamos que, infelizmente, as bandas possuem um padrão de qualidade excelente mas sempre precisam sair do país para conseguir reconhecimento. Existe um movimento chamado “eu apóio o metal nacional”, do qual orgulhosamente faço parte. E devemos todos apoiar.
São talentos ímpares, com influências que não se encontram em músicos de outras partes do mundo. Se o Sepultura injetou elementos da cultura indígena brasileira em seu metal, e o Angra tem grandes levadas de música cabocla/caipira, misturadas aos elementos que caracterizam o seu som, o Hibria também tem seu diferencial. Diversas outras bandas estouraram lá fora primeiro, para só depois serem reconhecidas no Brasil, como o Krisium, por exemplo, que até hoje é desconhecido de muitos apreciadores do estilo por aqui, e faz um dos sons mais furiosos do mundo.
Com o Hibria não foi diferente. A banda foi formada em Porto Alegre no ano de 1996 e, em 1999, com apenas um EP e um CD demo, embarcaram para uma turnê européia. O árduo trabalho rendeu e, em 2010, os caras realizaram o show de abertura da turnê do Metallica em Porto Alegre. O primeiro full lenght saiu apenas em 2005, e é o post de hoje: Defying The Rules.
Defying The Rules é o disco que despejou toda a energia e criatividade da banda acumulada em seus anos iniciais de carreira. O principal compositor do disco é o baixista Marco Panichi, que criou um álbum conceitual, que conta uma história que se passa em um futuro pós apocalíptico. As composições são perfeitas, o álbum é coeso e possui uma sequência empolgante. A versão dessa postagem não é a oficial, pois traz uma introdução que foi limada no lançamento. Então, é a ideia original da banda para o seu debut, certo? Acho que sim.
Obviamente essa frase denota a minha opinião pessoal, mas tem razão de ser. Analisando o cenário do metal nacional, verificamos que, infelizmente, as bandas possuem um padrão de qualidade excelente mas sempre precisam sair do país para conseguir reconhecimento. Existe um movimento chamado “eu apóio o metal nacional”, do qual orgulhosamente faço parte. E devemos todos apoiar.
São talentos ímpares, com influências que não se encontram em músicos de outras partes do mundo. Se o Sepultura injetou elementos da cultura indígena brasileira em seu metal, e o Angra tem grandes levadas de música cabocla/caipira, misturadas aos elementos que caracterizam o seu som, o Hibria também tem seu diferencial. Diversas outras bandas estouraram lá fora primeiro, para só depois serem reconhecidas no Brasil, como o Krisium, por exemplo, que até hoje é desconhecido de muitos apreciadores do estilo por aqui, e faz um dos sons mais furiosos do mundo.
Com o Hibria não foi diferente. A banda foi formada em Porto Alegre no ano de 1996 e, em 1999, com apenas um EP e um CD demo, embarcaram para uma turnê européia. O árduo trabalho rendeu e, em 2010, os caras realizaram o show de abertura da turnê do Metallica em Porto Alegre. O primeiro full lenght saiu apenas em 2005, e é o post de hoje: Defying The Rules.
Defying The Rules é o disco que despejou toda a energia e criatividade da banda acumulada em seus anos iniciais de carreira. O principal compositor do disco é o baixista Marco Panichi, que criou um álbum conceitual, que conta uma história que se passa em um futuro pós apocalíptico. As composições são perfeitas, o álbum é coeso e possui uma sequência empolgante. A versão dessa postagem não é a oficial, pois traz uma introdução que foi limada no lançamento. Então, é a ideia original da banda para o seu debut, certo? Acho que sim.

Da esquerda para a direita:
Diego Kasper, Marco Panichi, Iuri Sanson, Abel Camargo e Sávio Sordi
O vocalista Iuri Sanson tem um timbre que lembra, por vezes, Rob Halford nos áureos tempos. Quando ouvimos o disco, a impressão que dá é que ele não consegue fazer isso ao vivo. Mas faz, e bem! Sávio Sordi destrói nas baquetas. Para esse tipo de som, nem poderia ser diferente.
A dupla de guitarras dá um show à parte. Complementando as composições de Marco, os guitarristas Abel Camargo e Diego Kasper destilam riffs inspirados e sincronizados, com solos empolgantes e criativos. Eu penso que uma dupla de guitarristas que demonstra técnica sincronizada merece mais créditos do que uma dupla de técnicos isolados. E, nesse sentido, Abel e Diego, repito, são o que há de melhor no Brasil hoje.
Destaco Steel Lord On Wheels, que abre o disco derrubando o ouvinte com uma porretada sonora. Apenas perfeita! Outra música que merece um destaque todo especial é Living Under Ice, que tem uma levada mais lenta e um refrão ganchudo. Excelente! As duas são as minhas preferidas, mas poderia ficar o dia todos falando da qualidade das outras composições.
Destaco Steel Lord On Wheels, que abre o disco derrubando o ouvinte com uma porretada sonora. Apenas perfeita! Outra música que merece um destaque todo especial é Living Under Ice, que tem uma levada mais lenta e um refrão ganchudo. Excelente! As duas são as minhas preferidas, mas poderia ficar o dia todos falando da qualidade das outras composições.
A arte do disco é baseada em quadrinhos e o site oficial traz um vídeo do conceito do álbum. Profissional ao extremo.
Atualmente, o baixista Marco Panichi não está mais no cast; foi substituído por Benhur Lima. Na bateria, temos Eduardo Baldo. No princípio, pensei que, com a saída do principal compositor, a banda iria se esfacelar. Mas o último trabalho, Blind Ride, mostra que a carreira dos caras está com o pé no acelerador. As composições estão cada vez melhores e o entrosamento, inigualável.
Essa postagem é apenas para divulgação. Se você, passageiro da Combe, não quer ver o metal nacional definhar, compre os CDs e vá aos shows. É o único meio dos músicos continuarem fazendo aquilo que melhor sabem fazer: boa música.
Custa bem menos que um abadá...
EU APÓIO O METAL NACIONAL!!!!!!!!!!
Track List
1. Intro
2. Steel Lord on Wheels
3. Change Your Life Line
4. Millenium Quest
5. A Kingdom to Share
6. Living Under Ice
7. Defying the Rules
8. The Faceless in Charge
9. High Speed Breakout
10. Stare at Yourself
Iuri Sanson (vocais)
Abel Camargo (guitarras)
Diego Kasper (guitarras)
Sávio Sordi (bateria)
Marco Panichi (baixo)
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Por Zorreiro
EU APÓIO O METAL NACIONAL!!!!!!!!!!
Track List
1. Intro
2. Steel Lord on Wheels
3. Change Your Life Line
4. Millenium Quest
5. A Kingdom to Share
6. Living Under Ice
7. Defying the Rules
8. The Faceless in Charge
9. High Speed Breakout
10. Stare at Yourself
Iuri Sanson (vocais)
Abel Camargo (guitarras)
Diego Kasper (guitarras)
Sávio Sordi (bateria)
Marco Panichi (baixo)
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Por Zorreiro