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quinta-feira, 21 de abril de 2011

Nocturnal Rites - Shadowland [2002]


Após o sucesso do ótimo Afterlife, o Nocturnal Rites tinha um nome estabelecido na cena Power Metal. E um dos grandes méritos desses suecos foi justamente buscar um distanciamento estratégico do lado mais ‘alegre’ do estilo. Para começar, o vocalista Jonny Lindkvist, fazendo aqui sua segunda aparição em estúdio, não faz o gênero canário gritador. Seu registro segue um caminho mais tradicional, às vezes passando até por algumas nuances de Hard Rock – em algumas músicas soa como uma versão européia de Sebastian Bach, por mais esquisito que isso possa parecer. E a banda colabora, matando a pau em uma performance bem mais agressiva em comparação com o lugar comum que o gênero mergulhou com o passar dos anos.

Shadowland é o quinto álbum dos suecos. É perceptível a evolução do baixista e líder do sexteto, Nils Eriksson, como compositor. A abertura com o single “Eyes Of The Dead” mostra uma banda coesa, apostando com sucesso na mistura balanceada de peso e melodia. Na mesma linha, a faixa-título, com um refrão daqueles que os admiradores tanto gostam de cantar junto. É nesse disco que a banda cumpre uma das exigências primordiais para ser considerada uma representante do estilo: ter uma música chamada “Revelation” (a variação no plural também é permitida). Afinal de contas, esse título está para o Power Metal como “Coming Home” para o Hard Rock.



Outro destaque vai para a excelente “Never Die”, com levada mais acelerada e belo trabalho de backing vocals no refrão, deixando um clima levemente true no ar. Também tem momento para os clichês, como em “Vengeance”, com uma intro bem como muitos esperariam, o que não interfere na qualidade da faixa. Mas a melhor de todas vem logo na seqüência. Com uma cadência fantástica, “Faceless God” é daquelas que faz o ouvinte deixar no repeat até cansar. O problema está justamente em cansar (risos). Com a carreira estabilizada, o Nocturnal Rites segue lançando bons discos até hoje, sendo uma das poucas bandas a se destacar na mesmice que virou o Power Metal atual.

Jonny Lindkvist (vocals)
Nils Norberg (guitars)
Fredrik Mannberg (guitars)
Mattias Bernhardsson (keyboards)
Nils Eriksson (bass)
Owe Lingvall (drums)

01. Eyes of the Dead
02. Shadowland
03. Invincible
04. Revelation
05. Never Die
06. Underworld
07. Vengeance
08. Faceless God
09. Birth of Chaos
10. The Watcher

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JAY

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Nocturnal Rites – Afterlife [2000]


Uma banda de Power Metal que não conta com aqueles vocalistas estilo canário gritador e investe nos riffs de guitarra como mote principal. Só por esses dois atributos, já teríamos motivos suficientes para os adeptos do estilo dar uma chance ao Nocturnal Rites. Mas o sexteto sueco vai além no cada vez mais repetitivo cenário do Heavy Melódico europeu. Suas músicas são diretas e pesadas, sem os excessos de firulas e enrolações típicas de alguns representantes do gênero. Prova disso é que o álbum que disponibilizamos aos nossos passageiros conta com dez faixas e sua duração total é de quarenta minutos.

Afterlife é o quarto trabalho da carreira do grupo e marca a estréia de Jonny Lindkvist no comando do microfone. E o novo integrante acaba sendo o grande destaque. Sua voz casou perfeitamente com as composições do baixista e líder Nils Eriksson, mesclando melodia e agressividade no ponto ideal. Destaques para a pesada e climática “Wake Up Dead” e a cadenciada “The Sign”, com fantástico trabalho de guitarras. Mas a melhor de todas é “The Devil’s Child”, com seu riff matador e refrão pegajoso. Na mesma linha, “Sacrifice” é outra que se deixa ouvir sem maiores esforços, assim como a mais acelerada “Temple of the Dead”.



O álbum teve uma recepção muito positiva na cena européia, fazendo com que o Nocturnal Rites fosse convidado para uma turnê conjunta com os conterrâneos do Hammerfall. Com formação estabilizada, a banda segue até hoje lançando bons discos, contando com uma pequena, porém fiel base de fãs. Afterlife é um excelente play, que tem tudo para agradar os fãs de Heavy Metal, tanto do lado mais tradicional quanto a galera mais chegada em um som melódico.

Jonny Lindkvist (vocals)
Nils Norberg (guitars)
Fredrik Mannberg (guitars)
Mattias Bernhardsson (keyboards)
Nils Eriksson (bass)
Owe Lingvall (drums)

01. Afterlife
02. Wake Up Dead
03. The Sinner's Cross
04. Hell and Back
05. The Sign
06. The Devil's Child
07. Genetic Distortion Sequence
08. Sacrifice
09. Temple of the Dead
10. Hellenium

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JAY