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quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Dream Theater - Live At The Marquee [1993]


O reconhecimento mundial com "Images And Words", que permanece como referência na carreira do Dream Theater, era inevitável: o quinteto se consolidou como uma das mais promissoras bandas de Heavy Metal da década de 1990.

A consagração veio quando o público pôde ver os caras em ação nos palcos e comprovar, de perto, a competência dos envolvidos no projeto. Cada vez mais headbangers presenciavam a ascenção do Dream Theater porque agora o conjunto era responsável pela abertura dos shows do Iron Maiden.

Da turnê de divulgação de "Images And Words" foi retirado o registro dessa postagem. "Live At The Marquee" foi gravado em 23 de abril de 1993 num concerto ocorrido no clube Marquee, na capital inglesa de Londres.


Apesar do pequeno número de faixas, o play contém quase 47 minutos de duração. No repertório, tem-se as clássicas "Pull Me Under", "Metropolis Pt. 1" e "Surrounded", além de duas esquecidas canções do debut dos caras, que são "A Fortune In Lies" e "The Killing Hand", e um improviso no instrumental "Bombay Vindaloo", que sequer constava no setlist anteriormente proposto.

A competência já foi relatada, mas vale ser endossada, pois os instrumentistas do Dream Theater não brincam em serviço. John Petrucci esbanjava técnica com coesão nas guitarras, enquanto John Myung ainda tinha um pouco de presença de palco aliada às suas habilidosas linhas de baixo. O batera Mike Portnoy mostra que vai fazer falta com sua presença e criatividade incríveis, e o tecladista Kevin Moore mostra que faz falta desde sua saída com seu senso musical apurado. E James LaBrie ainda demonstrava fôlego.

Vale a pena ter na coleção, ainda mais por se tratar da fase realmente boa do Dream Theater.



01. Metropolis Pt. 1: The Miracle & The Sleeper
02. A Fortune In Lies
03. Bombay Vindaloo
04. Surrounded
05. Another Hand / The Killing Hand
06. Pull Me Under

James LaBrie - vocal
John Petrucci - guitarra, backing vocals
John Myung - baixo
Mike Portnoy - bateria, percussão, backing vocals
Kevin Moore - teclados, backing vocals

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by Silver

domingo, 12 de setembro de 2010

Dream Theater - Images And Words [1992]


Como muitos já devem estar sabendo, o baterista Mike Portnoy, fundador e considerado líder do Dream Theater, anunciou que deixaria seus companheiros na última quarta-feira, 8. Portnoy alegou cansaço e desgaste no que tange a banda, além de maior satisfação com os outros projetos que assume no momento - por exemplo a sua entrada no Avenged Sevenfold. Categoricamente bizarro, mas num momento como esses, na minha opinião vale a pena dar atenção para ALGUNS discos de seu antigo grupo - entre eles, o que será abordado nessa postagem.

Após gravarem o debut "When Dream And Day Unite", o vocalista Charlie Dominici foi despedido, por conta de diferenças pessoais e profissoinais. Os integrantes remanescentes continuaram compondo e fizeram uma grande seletiva, envolvendo cerca de 200 vocalistas. O escolhido por definitivo foi o canadense James LaBrie. Com ele, assinaram com a ATCO Records (subdivisão da Elektra Records que tinha, entre outras atrações, o Pantera em seu cast).

"Images And Words" foi o primeiro fruto disso. Foi gravado entre outubro e dezembro de 1991 nos estúdios BearTrack de Nova Iorque e lançado em julho de 1992. Trata-se de um marco na história do metal progressivo, que já tinha expoentes como Fates Warning e Queensrÿche, mas que sempre apresentavam elementos mais puxados para o Heavy Metal, Hard Rock e Power Metal.

Ao longo dos 57 minutos de duração, a bolacha apresenta composições diferenciadas que serviriam como verdadeiros exemplos a serem seguidos pela trajetória do grupo - que nunca conseguiu repetir a inspiração canalizada nas oito faixas aqui presentes, mas sempre reconheceu sua importância.

Da esquerda para a direita: Kevin Moore, John Myung, James LaBrie,
uma estátua (risos), Mike Portnoy (mais risos) e John Petrucci

Não é complicado notar que o disco tem um dos instrumentais mais rebuscados do gênero, não sendo a toa que os integrantes do Dream Theater tenham tanto respeito em suas áreas. John Petrucci despeja ótimos riffs e harmonias elaboradíssimas, além de solos que, mesmo rápidos, conservam feeling. John Myung traz linhas de baixo muito habilidosas e rebuscadas. Mike Portnoy alia técnica à criatividade de forma soberba com suas baquetas, sendo o músico mais destacado por aqui para quem vos escreve. Kevin Moore, também criativo tecladista, mostra que suas contribuições líricas e melódicas fazem a diferença em comparação aos sucessores de 1994. Tudo isso dá terreno para que o estreante James LaBrie brilhe e se consolide de vez no quinteto fritante.

A repercussão foi além do que se esperava. O play chegou à 61ª posição nas paradas norte-americanas e emplacou "Pull Me Under" nas rádios rock e na MTV (por incrível que pareça), além de ter angariado bastante sucesso na terra do sol nascente. Estima-se que tenha vendido um milhão de cópias em todo o mundo, sendo mais de meio delas nos Estados Unidos, onde o grupo obteve disco de ouro.

Destaques para a progressiva "Metropolis Part I: The Miracle And The Sleeper", para as pauleiríssimas "Pull Me Under" e "Take The Time" (minha favorita dos caras até hoje) e para a balada "Another Day" - com direito à solinho de saxofone e tudo o mais. Vale a pena ter na coleção.

01. Pull Me Under
02. Another Day
03. Take The Time
04. Surrounded
05. Metropolis - Part 1: The Miracle And The Sleeper
06. Under A Glass Moon
07. Wait For Sleep
08. Learning To Live

James LaBrie - vocal
John Petrucci - guitarra
John Myung - baixo
Mike Portnoy - bateria, percussão
Kevin Moore - teclados

Músico adicional:
Jay Beckenstein - saxofone em 2

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by Silver

sábado, 10 de abril de 2010

Dream Theater - Live Scenes From New York [2001]


O Dream Theater é uma banda que sofre muito preconceito da maioria dos ouvintes do rock n' roll e derivados, visto que ficou mundialmente conhecida por seus instrumentistas altamente gabaritados, suas performances repletas de improvisos e suas longas faixas, que não são todas longas assim. Logo, muitos pensam que todas as canções compostas pela banda são apenas demonstrações de virtuosismo. E é aí que muitos se enganam.

"Live Scenes From New York" está aí pra provar que nem tudo ligado à carreira do Dream Theater se resume à fritação e masturbação instrumental. Gravado no dia 30 de agosto de 2000 no Roseland Ballroom, situado em Nova Iorque, esse álbum já nasceu histórico por vários fatores. Primeiro, por ser uma das maiores performances ao vivo registradas até hoje de um único show e devidamente lançadas, conciliando mais de 3 horas de show. Segundo, por ser o primeiro registro oficial do tecladista que perdura até hoje no Dream Theater: o virtuoso e, até então, cabeludo Jordan Rudess. Terceiro, por envolver uma triste coincidência: o disco foi lançado dia 11 de setembro de 2001, mesmo dia em que aconteceram os ataques ao World Trade Center. Piorando a coincidência, a capa traz uma maçã (Nova Iorque é referida como "a grande maçã") em chamas, juntamente de duas torres também em chamas no topo da maçã. O relançamento, com uma nova capa, foi realizado pouco tempo depois.

Deixando o aspecto histórico de lado, "Live Scenes From New York" é uma soberba apresentação de boa música, bem trabalhada e bem executada. Faixas pesadas como Overture 1928 + Strange Déjà Vu, The Mirror, Metropolis Pt. 1 e Beyond This Life aliam-se à perfeitas baladas como Another Day (com direito à saxofonista), The Spirit Carries On, Through Her Eyes e a melhor da gravação, na minha concepção: a belíssima The Silent Man. Obviamente, as peças progressivas possuem um brilho descomunal nesse disco, como a lendária A Change Of Seasons (quase 25 minutos de música), Learning To Live e as instrumentais The Dance Of Eternity e Erotomania.

No que diz respeito à banda, me recuso à fazer qualquer comentário: estamos falando de Dream Theater! No mais, "Live Scenes From New York" é indispensável na coleção de qualquer fã do bom heavy metal quando executado da forma que Mike Portnoy e sua trupe executam, além de retirar a má impressão que muitos têm, erroneamente, sobre a maior banda de metal progressivo da história.

CD 1:
01. Regression
02. Overture 1928
03. Strange Déjà-Vu
04. Through My Words
05. Fatal Tragedy
06. Beyond This Life
07. John & Theresa Solo Spot
08. Through Her Eyes
09. Home
10. The Dance Of Eternity

CD 2:
01. One Last Time
02. The Spirit Carries On
03. Finally Free
04. Metropolis Pt. 1 - The Miracle And The Sleeper
05. The Mirror
06. Just Let Me Breathe
07. Acid Rain
08. Caught In A New Millenium
09. Another Day
10. Jordan Rudess Keyboard Solo

Tracklist - CD 3:
01. A Mind Beside Itself I: Erotomania
02. A Mind Beside Itself II: Voices
03. A Mind Beside Itself III: The Silent Man
04. Learning To Live
05. A Change Of Seasons
I. The Crimson Sunrise
II. Innocence
III. Carpe Diem
IV. The Darkest of Winters
V. Another World
VI. The Inevitable Summer
VII. The Crimson Sunset

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by Silver

Capa original do disco

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Dream Theater - Acoustic Dreams [1995]

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Um verdadeiro fã de Dream Theater nunca despreza bootlegs, e esse, apesar de raro, é bem conhecido. Um dos registros da Prism Records mais intrigantes, Acoustic Dreams, foi gravado em 30 de novembro de 1995 com performances de vários lugares. A capa: uma obra de arte! A garotinha da capa do Images & Words trazendo mais dúvidas e mistérios.

Com 50 minutos de gravação, a tracklist é sortida, com baladas e jams. Another Day, Lifting Shadows off a Dream carregam o disco no início, com Petrucci e Labrie no destaque. Long Island Expressway é um jam bem diferente, por ser acústico, com Labrie, Petrucci e Myung. O Holy Night também está presente, pros velhos fãs que se lembram da demo de 1988 com Charlie Dominici nos vocais.
A partir daí, as próximas músicas deixam o "acoustic" pra trás - segue-se "Perfect Strangers" do Deep Purple com uma participação de Bruce Dickinson cantando! E as duas próximas, 6:00 e Caught in a Web são demos um pouco diferentes do que a banda toca ao vivo e em estúdio. O bootleg fecha voltando às acústicas com Voices e Bad, do U2.

Tracklist:
01. Another Day
02. Lifting Shadows off a Dream
03. Wait for Sleep
04. The Silent Man
05. Long Island Expressway
06. Tears
07. O Holy Night
08. Perfect Strangers
09. 6:00
10. Caught in a Web
11. Voices




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Dream Theater - InstruMental I [1987]

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InstruMental I: The 1987 Recording é, como o nome diz, a gravação de 1987 (hehe) feita pelo Dream Theater.
A qualidade da gravação não é das melhores, mas a da música compensa! A performance deles já era invejável, com o timbre do baixo de John Myung muito diferente do que se ouve nos álbuns, abusando da distorção. Afterlife está presente na lista, sem os vocais, com o duelo fantástico entre os teclados e as guitarras que todo fã ama. A ênfase em Portnoy em Drum Solo é excelente, notando-se certa diferença na técnica de Portnoy, mas não em sua genialidade. The Ytse Jam, The Killing Hand e The Ones Who Help To Set The Sun foram executadas sem os vocais, perfeitas - são as únicas que continuaram até o primeiro release do Dream Theater (além de Afterlife, já citada). O disco ainda conta com dois segredos do Dream Theater: Cry For Freedom e, pra mim, o ponto mais alto do disco: Resurrection Of Ernie. Ela contém um pouco de cada elemento do Dream Theater, sendo um bom retrato do grupo na época. Recomendada demais!
Enfim, é um disco muito curioso, que provavelmente vai agradar aos fãs da banda.

Tracklist:
1. Afterlife
2. The Ones Who Help to Set the Sun
3. Ytsejam
4. Cry for Freedom
5. The Killing Hand
6. Resurrection of Ernie
7. Drum Solo
8. Guitar Player Spotlight I

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Dream Theater - Scenes From A Memory [1999]

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Um dos pratas da casa, Metropolis Pt. 2: Scenes From A Memory foi o primeiro álbum inteiramente conceitual do Dream Theater.
Vindo de uma decadente época para a maioria dos fãs, esse disco foi um tiro ao vento - um tudo ou nada. Não é preciso dizer que não só acertaram em cheio como ganharam uma projeção e um respeito notavelmente maiores do que tinham. Os teclados de Derek Sherinian (Alice Cooper, Kiss) deram lugar aos de Jordan Rudess, já parceiro de Mike Portnoy nas bandas Neal Morse e Liquid Tension Experiment (Petrucci também), além de ter tocado com David Bowie, Dixie Dregs, entre outros.
A idéia inicial de Metropolis Pt. 2, motivada muito pelos fãs, claro, era escrever outra música ao invés de um álbum. As idéias começaram a surgir ainda na época do Falling Into Infinity (1996-1997) e gravaram aproximadamente 23 minutos delas ainda com Derek Sherinian. O material foi recusado pela gravadora, pois obrigaria fazer do Falling Into Infinity um disco duplo. Só retomaram o projeto após as turnês. As influências são refinadíssimas: The Who, Marillion, Pink Floyd, Radiohead, Genesis e mais diversos nomes altamente gabaritados da música progressiva e do rock.
O disco é tudo em um só: emocionante, bruto, genial. Conta a história de Nicholas, um sujeito que fica atormentado com seus sonhos. Ele busca a ajuda de um hipnoterapeuta, passando por sessões de regressão que o levam a 1928, onde ele descobre ter vivido sua vida anterior como a jovem Victoria Page. Ela dividia o amor de dois irmãos: Edward Banes (The Miracle) e Julian Banes (The Sleeper). A história é brutal e inquietante, e necessitou de muita análise até hoje para ser, ainda não totalmente, esclarecida, e é muito interessante, abordando tópicos religiosos, políticos e passionais.
Além de ter aquela incrível atmosfera conceitual, a perícia dos cinco músicos aqui é uma das mais memoráveis dentre todos os discos deles. Peças como Overture 1928/Strange Deja Vu, The Dance Of Eternity, The Spirit Carries On entraram pra história da banda, sem dúvida alguma. Destaque especial para The Dance Of Eternity, meu instrumental favorito da banda, uma das mais difíceis (se não a mais) execuções da banda. O disco foi tocado na íntegra na segunda noite de show em São Paulo, no final de 2005.
Uma obra-prima do metal progressivo. Dream Theater do puro e do bom. Quem gosta, provavelmente já conhece, mas baixem só pra ter certeza ;) altamente recomendado.

Faixas:
(Links de vídeos do Live Scenes From New York, no Youtube)
Act I :
Scene One:
1 - Regression
Scene Two:
2 - Overture 1928
3 - Strange Deja Vu

Scene Three:
4 - Through My Words
5 - Fatal Tragedy

Scene Four:
6 - Beyond This Life
Scene Five:
7 - Through Her Eyes

Act II:
Scene Six:
8 - Home
Scene Seven:
9 - The Dance Of Eternity
10 - One Last time

Scene Eight:
11 - The Spirit Carries On
Scene Nine:
12 - Finally Free

Narração de Beyond This Life


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