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quarta-feira, 6 de abril de 2011

Axel Rudi Pell - Kings and Queens [2004]


Já com o nome estabelecido na cena européia, Axel Rudi Pell lançou um de seus melhores álbuns em Kings and Queens. Cercado por uma banda de feras como o exímio vocalista Johnny Gioeli (Hardline) e o monstruoso baterista Mike Terrana, o guitarrista alemão caprichou em seu décimo lançamento de estúdio. Faixas pegajosas, refrãos marcantes e uma técnica fenomenal, sem deixar que o clima fuja para o exibicionismo barato. Com a ajuda do renomado produtor Charlie Bauerfeind, o play ficou redondinho, pronto para agradar tanto headbangers quanto hard rockers, fruto da influência blackmoreana no trabalho de Axel, um virtuose que manteve o feeling como prioridade.

Após a curta introdução “The Gate”, surge a veloz “Flyin’ High”, pronta para agradar fãs de Rainbow e Malmsteen. Já na seqüência, o Hard Rock empolgante de “Cold Heaven”, simplesmente uma das melhores músicas de toda a carreira do guitarrista. É ouvir uma vez e nunca mais esquecer! A cadenciada “Strong as a Rock” mantém o altíssimo nível, com sua levada perfeita para um show. Mas não seria um disco de Axel Rudi Pell sem uma balada melosa, de preferência com Angel no nome (risos). E “Forever Angel” cumpre seu papel, embora os mais radicais possam pular para a próxima. Mas é uma bela canção, sem dúvidas.



A trabalhada – e mais longa do play – “Legions of Hell” lembra sons do saudoso Ronnie James Dio, impressão que fica ainda maior graças ao baixo bem na linha do clássico “Heaven and Hell”. Já “Only the Strong Survive” é o típico hino metálico germânico, trazendo toda aquela categoria melódica que o povo executa muito bem por lá. Poderia muito bem ser um single. “Sailing Away” tem algo sabbático em sua levada arrastada, enquanto “Take the Crown” começa parecendo uma balada e depois vai alternando com um Hard/AOR dos bons. Para fechar, “Sea of Evil”, outra balada, mas dessa vez, nada romântica, oferecendo um clima apocalíptico, com orquestrações muito bem encaixadas.

Quem conhece o trabalho de Axel Rudi Pell, sabe muito bem o que esperar. Já os que não estão familiarizados, podem muito bem começar por esse aqui, que mostra toda a versatilidade do guitarrista e sua magnífica banda de apoio. Download mais que recomendado aos fãs de um bom Hard/Heavy!

Axel Rudi Pell (guitars)
Johnny Gioeli (vocals)
Volker Krawczak (bass)
Mike Terrana (drums)
Ferdy Doernberg (keyboards)

01. The Gate
02. Flyin’ High
03. Cold Heaven
04. Strong As A Rock
05. Forever Angel
06. Legions Of Hell
07. Only The Strong Survive
08. Sailing Away
09. Take The Crown
10. Sea Of Evil

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JAY

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Axel Rudi Pell - Between The Walls [1994]


AVISO: ESSE POST CONTÉM JSS!

A tarefa de acompanhar guitar heroes parecia direcionar a carreira de Jeff Scott Soto como se fosse uma sina. Após ter surgido com o sueco Yngwie Malmsteen, juntou-se ao japonês Kuni, que era empresariado por Wendy Dio. Mesmo quando se estabelecia com outras bandas – especialmente o Talisman – surgiu o convite para juntar-se ao alemão Axel Rudi Pell, em substituição a Rob Rock. Between the Walls é o segundo fruto dessa parceria e o que obteve maior repercussão. Contando, além de Jeff, com toda uma banda de primeira, tendo como outro grande nome Jörg Michael na bateria, Axel mandou ver aquele Hard/Heavy característico, com suas tradicionais influências Blackmoreanas.

O grande ponto positivo é o fato da música ser prioridade, ao contrário de outros virtuoses, que colocam o malabarismo na linha de frente. Aqui a habilidade – que é grande, diga-se de passagem – trabalha em favor da melodia e não o contrário, como fica claro desde a intro “The Curse”, com sua guitarra limpa aliada a uma orquestração ao fundo. A calmaria dura pouco, pois “Talk of the Guns” surge como um furacão, com todo seu peso e velocidade beirando o Power Metal. Na seqüência, as duas faixas mais conhecidas. “Warrior” está presente no setlist dos shows do guitarrista até hoje, assim como também já foi muita executada ao vivo por Soto em sua carreira solo. Já “Cry of the Gypsy” foi uma acertada escolha para o videoclipe promovendo o álbum, pois tem uma levada bem acessível, sem perder sua força.



A próxima é uma das preferidas dos fãs mais fervorosos até hoje. Apesar de longa, “Casbah” consegue envolver o ouvinte, fazendo com que seus dez minutos não pareçam de difícil apreciação, mesmo para quem não curte músicas tão extensas. A melódica “Outlaw” traz a típica veia européia do estilo, abrindo espaço para o cover de “Wishing Well”, do Free. Meio manjado, mas vale pela homenagem. A lenta “Innocent Child” não se configura como balada, apesar de seu andamento moderado, contando com um belo arranjo. A faixa-título vem naquela linha Rainbow/Malmsteen das antigas, com fraseados de guitarra marcantes e pegada Heavy certeira, com Jörg espancando o instrumento com classe.

Para encerrar, a empolgante instrumental “Desert Fire”. É o momento para a banda (e não apenas o guitarrista, mostrando que seu ego não está acima do bom senso) mostrar um pouco do que sabe. Uma maneira digna de fechar um belo disco, dos melhores de toda a carreira do mago germânico das seis cordas. Fãs de músicos técnicos não-exibidos devem conferir sem medo de errar. Para quem não conhece a carreira de Axel Rudi Pell, aqui está um bom começo.

Axel Rudi Pell (guitars)
Jeff Scott Soto (vocals)
Volker Krawczak (bass)
Jörg Michael (drums)
Julie Greaux (keyboards)

01. The Curse
02. Talk of the Guns
03. Warrior
04. Cry of the Gypsy
05. Casbah
06. Outlaw
07. Wishing Well
08. Innocent Child
09. Between the Walls
10. Desert Fire

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JAY