
A trajetória do King Kobra foi marcada por altos e baixos. Na verdade, houve apenas um alto, com o clássico farofa "Ready To Strike". Logo após, a banda soltou dois discos pouco atrativos e repercutidos em sua época: "Thrill Of A Lifetime", de 1986, e "III", de 1988, o último já sem Mark Free (hoje Marcie) nos vocais e que finalizou a primeira parte da história do conjunto.
Ninguém esperava, mas uma reunião da formação clássica do King Kobra com um vocalista diferente foi anunciada. O escolhido foi o competente Paul Shortino (Rough Cutt, Quiet Riot), e a aflição tomou conta dos fãs de Hard Rock em geral. Afinal, muitos sabem da experiência frustrada de Shortino no Quiet Riot. Mas o novo álbum do King Kobra mostra que não há do que se temer.
A segunda parte da história do grupo começa com esse álbum, auto-intitulado. Os tempos mudam e é impossível esperar um novo "Ready To Strike", ainda mais com outro vocalista. No entanto, é possível esperar pelo melhor. O quinteto fez um disco de Hard Rock poderoso, de qualidade, que resgata a glória do passado sem se prender totalmente a ele.
Ninguém esperava, mas uma reunião da formação clássica do King Kobra com um vocalista diferente foi anunciada. O escolhido foi o competente Paul Shortino (Rough Cutt, Quiet Riot), e a aflição tomou conta dos fãs de Hard Rock em geral. Afinal, muitos sabem da experiência frustrada de Shortino no Quiet Riot. Mas o novo álbum do King Kobra mostra que não há do que se temer.
A segunda parte da história do grupo começa com esse álbum, auto-intitulado. Os tempos mudam e é impossível esperar um novo "Ready To Strike", ainda mais com outro vocalista. No entanto, é possível esperar pelo melhor. O quinteto fez um disco de Hard Rock poderoso, de qualidade, que resgata a glória do passado sem se prender totalmente a ele.

O vocal de Paul Shortino, sempre maravilhoso, caiu como uma luva para tais composições, que mesmo pesadas e certeiras, são grudentas e tem um 'quê' melódico. Esse saudável meio-termo movimenta todo o full-length e cativa qualquer ouvinte que tenha preferência por um Rock N' Roll competente e muito bem tocado, que nesse caso, é proporcionado por esse time de feras capitaneado pelo lendário baterista Carmine Appice.
A sensação que esse álbum me deixa é a mesma que aquela velha frase de página inicial de Orkut: "Ninguém pode voltar e criar um novo início, mas todo mundo pode começar hoje e criar um novo final". Os caras do King Kobra aplicaram a sentença à vida real e espero que essa nova encarnação do grupo dure por muito tempo, pois produziram aquele que, até o momento, é o melhor disco de 2011 em minha opinião.
A sensação que esse álbum me deixa é a mesma que aquela velha frase de página inicial de Orkut: "Ninguém pode voltar e criar um novo início, mas todo mundo pode começar hoje e criar um novo final". Os caras do King Kobra aplicaram a sentença à vida real e espero que essa nova encarnação do grupo dure por muito tempo, pois produziram aquele que, até o momento, é o melhor disco de 2011 em minha opinião.
01. Rock This House
02. Turn Up The Good (Times)
03. Live Forever
04. Tear Down The Walls
05. This Is How We Roll
06. Midnight Woman
07. We Got A Fever
08. Tope Of The World
09. You Make It Easy
10. Cryin' Turns To Rain
11. Screamin' For More
12. Fade Away
Paul Shortino - vocal
David Michael-Philips - guitarra
Mick Sweda - guitarra
Johnny Rod - baixo
Carmine Appice - bateria
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by Silver








