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terça-feira, 25 de outubro de 2011

The Darkness – Permission To Land [2003]


O motivo dessa repostagem é a qualidade de áudio do arquivo anteriormente postado, com mp3s na sofrível bitrate de 96kbps.

Os anos 2000 não foram marcados por muitas grandes bandas de Rock, apenas pela confirmação de vários dinossauros – e espero que isso mude na década de 2010. Por sorte, sempre há exceções à regra, que é onde o The Darkness se enquadra.

Inicialmente, o quarteto britânico conseguiu destaque por suas apresentações que conquistavam públicos de diferentes procedências, mas nenhuma gravadora queria contratar os caras. Pensavam que, apesar de muito bons, eles eram uma brincadeira. Uma das poucas gravadoras que demonstraram interesse, a Atlantic Records, não deve se arrepender de ter apostado neles.



O primeiro álbum do grupo, “Permission To Land”, foi lançado em julho de 2003 no Reino Unido e no mês seguinte nos Estados Unidos. Apesar de todo o clima “Hard Rock revival” aparentemente apresentado, há uma originalidade elementar no play, decisiva para o grande sucesso atingido logo com seu lançamento – topo das paradas britânicas e top 40 das norte-americanas, prêmios da BRIT Awards e MTV, discos de ouro e platina em quatro países, singles emplacados pelo mundo e por aí vai.

A perspectiva “revival” citada no parágrafo anterior não se dá por saudosismo exagerado, mas pelo fato do Darkness retomar algo que estava perdido no Rock n' Roll e que, particularmente, considero o combustível do estilo: entretenimento. Em tempos que bandas alternativas chegavam ao mainstream com propostas sérias e politizadas, os ingleses fizeram um álbum de Rock descompromissado, com influências ao invés de cópias.



Vocalista performático, multi-instrumentista habilidoso e showman de primeira categoria, Justin Hawkins traz a aura de grandes líderes de bandas clássicas com competência. Chama a responsabilidade para si, como um frontman deve fazer. Seu irmão, o guitarrista Dan Hawkins, trabalha muito bem – os dois apresentam linhas de guitarra entrosadas, riffs grandiosos e solos inspirados. A cozinha do baixista Frankie Poullain e do baterista Ed Graham é competente, bem ao estilo AC/DC: não se exibe demais, mas cumpre a função e garante solidez.

Acredite se quiser, mas não há destaques em particular para este disco. “Permission To Land” não tem um filler que seja. É grandioso e divertido do começo ao fim. Vale cada segundo de audição.



01. Blach Shuck
02. Get Your Hands Off My Woman
03. Growing On Me
04. I Believe In A Thing Called Love
05. Love Is Only A Feeling
06. Givin' Up
07. Stuck In A Rut
08. Friday Night
09. Love On The Rocks
10. Holding My Own

Justin Hawkins – vocal, guitarra, piano, sintetizador
Dan Hawkins – guitarra, backing vocals
Frankie Poullain – baixo, backing vocals
Ed Graham – bateria

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by Silver

sexta-feira, 10 de junho de 2011

The Darkness - One Way Ticket To Hell... And Back [2005]


O motivo dessa repostagem é a qualidade de áudio do arquivo anteriormente postado, com mp3s na sofrível bitrate de 96kbps.

O sucesso que o The Darkness atingiu com seu primeiro disco, "Permission To Land", foi espantoso. Qualquer fã de Hard Rock tirou chapéu pra façanha que os caras conquistaram ao colocá-lo no primeiro lugar das paradas britânicas, além de ótimas posições por toda a Europa e boa repercussão pela América. O single I Believe In A Thing Called Love elevou o nome do conjunto a ponto de ficarem conhecidos até mesmo no Brasil, quando a canção foi parar na trilha sonora de novela global!

Durante tempos sem surgimento de novos rockstars, eis que o The Darkness nasceu e chutou a bunda de todo mundo. A ansiedade aumentava quando se pensava que poderiam produzir mais coisa boa. Mas, após quase dois anos na estrada, o grupo demonstrou um sinal de fraqueza com a saída do baixista Frankie Poullain, aparentemente por diferenças musicais - no fim do texto, o real motivo de sua saída virá à tona.

O segundo álbum da banda começou a ser feito ainda com Poullain, que co-escreveu quatro canções do mesmo. O guitarrista Dan Hawkins gravou grande parte das linhas de baixo até que o novo baixista foi anunciado para terminar as gravações: o técnico de guitarra de Dan, Richie Edwards.

Da esquerda pra direita: Richie Edwards,
Justin Hawkins, Dan Hawkins, Ed Graham

"One Way Ticket To Hell... And Back" foi finalmente lançado em novembro de 2005, cerca de cinco meses após o previsto. Para os cegos que aguardavam um novo "Permission To Land", foi uma grande decepção. O The Darkness voltou com a corda toda, com a mesma sonoridade que o consagrou anteriormente, mas um pouco menos irreverente e um pouco mais sério.

Claro que a irreverência não foi deixada de lado. Os clipes, muito bem elaborados e que prendem a atenção do telespectador, são a maior prova disso. Trata-se, todavia, de um disco mais complexo em certos pontos. O grande fio condutor é o Hard Rock direto e reto com influências diretas de bandas como AC/DC e Slade, mas há nuances mais elaboradas no conjunto da obra, com direito a inserções discretas de gaita de foles, sitar, flauta, piano, sintetizadores e outros instrumentos pouco usuais no Rock. Como o líder Justin Hawkins definiu: "o The Darkness é o elo perdido entre um AC/DC gay e um Queen heterossexual".

Creio que a grande "culpa" disso seja do produtor Roy Thomas Baker, famoso principalmente por produzir grandes clássicos do Queen. Entre aspas porque só enriqueceu o som. "One Way Ticket To Hell... And Back" não é um disco descartável, que o ouvinte dedica apenas uma hora de sua vida a ele. A maioria, com certeza, vai repetir esses 35 minutos por várias vezes, pois são atraentes e bem estruturados.



O frontman Justin Hawkins adotou uma verdadeira postura de líder por aqui. Seus vocais, menos exagerados dessa vez, são destacados nas composições e na produção. Além disso, cuida da grande maioria dos solos de guitarra, que estão animais - basta conferir os de Is It Just Me? e Hazel Eyes. Seu irmão Dan faz um bom trabalho tanto na guitarra rítmica quanto no baixo, complementado por Richie Edwards. Ed Graham faz o básico muito bem, no maior estilo Phil Rudd.

No ano seguinte ao lançamento do álbum, o The Darkness encerrou suas atividades por desavenças entre Justin, sua esposa-empresária e os outros integrantes. Enquanto estes montaram o incrível Stone Gods, aquele embarcou no mediano Hot Leg após sessões de desintoxicação. Mas, felizmente, neste ano eles retornaram com a banda que os consagraram - com Frankie Poullain.

Entre os destaques dessa pérola, estão a abertura One Way Ticket (que fala sobre cocaína), a arrasa-quarteirão Is It Just Me? e seu clipe genial, a balada Hazel Eyes e a quase-Mercuryana English Country Garden. Pode não ser tão descompromissado quanto seu antecessor, mas "One Way Ticket To Hell... And Back" tem muita qualidade e vale muito a pena ser ouvido.



01. One Way Ticket
02. Knockers
03. Is It Just Me?
04. Dinner Lady Arms
05. Seemed Like A Good Idea At The Time
06. Hazel Eyes
07. Bald
08. Girlfriend
09. English Country Garden
10. Blind Man

Justin Hawkins - vocal, guitarra, piano, órgão, sintetizador, sitar, mini-Moog
Dan Hawkins - guitarra, baixo, carrilhão de orquestra, pandeireta, triângulo, percussão, backing vocals
Richie Edwards - baixo, backing vocals
Ed Graham - bateria

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by Silver

segunda-feira, 12 de abril de 2010

The Darkness - Discografia [2003 - 2005]


O The Darkness talvez seja o maior nome do Hard Rock do século XXI até agora. A banda durou apenas 6 anos, mas suficientes para tecer o nome dos cars na história do Rock N' Roll. Com influências de AC/DC, Aerosmith, Led Zeppelin, Kiss e Whitesnake, entre outras bandas de Hard Rock, o quarteto possui uma sonoridade completamente diferente da atual época. Ouvir um disco do grupo é simplesmente viajar no tempo.

A banda, fundada pelos irmãos Dan e Justin Hawkins, começou originalmente em 1991, mas oficialmente apenas em 2000, como músicos de verdade. Em 2003 foi lançado o debut "Permission To Land", um disco extraordinário e fora de sua época, digno de anos 80. O play chegou a receber 5x disco de platina na Inglaterra, bem como a primeira posição das paradas inglesas, emplacando o hit "I Believe In A Thing Called Love".

Após uma extensa e bem-sucedida turnê para divulgação do disco e a saída do baixista Frankie Poullain (que foi substituído por Richie Edwards), a banda entrou em estúdio para gravar "One Way Ticket To Hell... And Back", que não fez tanto sucesso como o primeiro mas obteve êxito tanto nas vendas quanto nas críticas, por manter a sonoridade. O maior hit do disco foi "Is It Just Me?".

Infelizmente o The Darkness acabou com a saída do vocalista, guitarrista e frontman Justin Hawkins, por conta das drogas. Em vista disso, após sua saída do The Darkness, Justin até se internou em uma clínica de reabilitação e conseguiu permanecer limpo e montou o Hot Leg, que remete os ouvintes aos tempos de sua antiga banda.

O resto dos membros (Richie Edwards, Dan Hawkins e Ed Graham) montaram a banda Stone Gods, que conta com o ex-baixista Richie Edwards como vocalista e guitarrista, tendo como substituto no baixo Toby MacFarlaine. Divirtam-se com a melhor banda de Hard Rock do século XXI: THE DARKNESS!

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by Silver

sexta-feira, 9 de abril de 2010

The Darkness - Live At Rheinkultur Festival Rockpalast [2004]


O The Darkness, sem dúvidas, foi uma das melhores bandas de Hard Rock surgidas após a crise do mesmo, no começo dos anos 1990. Com melodias excelentes, riffs pesados, vocais agudos (principalmente) e instrumentos afiados, o grupo conquistou muitos fãs pelo mundo pelo "revival" proposto em sua sonoridade. Infelizmente a banda se desfez em 2006, gerando outras duas: Hot Leg e Stone Gods. Mas a curta obra da escuridão é venerada até hoje por muitos fãs do gênero, então aqui vai mais um artigo para venerarem! :P

O registro de hoje foi gravado no Rheinkultur Festival Rockpalast de 2004, onde o The Darkness figurou como uma das atrações. Ressalto a qualidade de som da bootleg (soundboard) e a lista de músicas escolhidas para o show, que conta com quatro músicas que não constam em nenhum álbum da banda: Physical Sex, Bareback (que abre a apresentação), Makin' Out e Best Of Me - todas sensacionais. No mais, clássicos instantâneos do primeiro álbum, "Permission To Land", figuram por aqui, como Love Is Only A Feeling, Growing On Me, Black Shuck, Love On The Rocks With No Ice e a mais famosa da banda, a pimposa I Beileve In A Thing Called Love. E, de forma inusitada, ainda sobra espaço para um cover de Street Spirit do Radiohead.

Sobre a performance do grupo, realmente há a dúvida de como eles se sairiam no palco ao ouvir os álbuns, pois a parte instrumental foi muito bem gravada e Justin Hawkins atinge tons muito altos em vários momentos. Mas a dúvida é sanada de forma positiva: todos, principalmente mr. Justin, mandaram muito bem em todo o concerto e transmitiram uma energia que falta nas bandas de hoje em dia.

Por fim, esse registro é um belo soco na cara de quem diz que o rock morreu e que não há nada que preste de 1990 para frente. E ainda tenho esperanças que o The Darkness volte!

01. Bareback
02. Black Shuck
03. Growing On Me
04. Best Of Me
05. Makin' Out
06. Winds Of Change
07. Love Is Only A Feeling
08. Physical Sex
09. Get Your Hands Off My Woman
10. Stuck in A Rut
11. Friday Night
12. I Believe in A Thing Called Love
13. Zugabe
14. Givin' Up
15. Street Spirit
16. Love On the Rocks With No Ice

Justin Hawkins - vocal, guitarra
Dan Hawkins – guitarra, backing vocals
Frankie Poullain – baixo, backing vocals
Ed Graham – bateria

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by Silver